«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

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Out 09
A ciência deve abrir o horizonte da razão á procura da verdade: foi o que sublinhou Bento XVI na audiência desta sexta-feira aos participantes no encontro promovido pela Specola Vaticana, por ocasião do ano internacional da astronomia. O Papa afirmou que na contemplação do universo e das outras maravilhas da criação podemos reconhecer a obra de Deus Amor. Hoje e amanhã a Specola Vaticana e o governamento do Estado da Cidade do Vaticano celebram o ano da astronomia com uma serie de iniciativas culturais em que tomam parte astrónomos do mundo inteiro.

“Quem pode negar que a responsabilidade pelo futuro da humanidade e o respeito pela natureza exigem hoje mais do que nunca a observação atenta, o juízo critico, a paciência e a disciplina que são essenciais para o método cientifico moderno? Mas ao mesmo tempo, os grandes cientistas da era das descobertas recordam-nos também que o verdadeiro conhecimento se dirige sempre á sabedoria e em vez de restringir o horizonte da mente convida-nos a elevar o olhar para o reino alto do espírito.

Numa palavra, o conhecimento deve ser compreendido e perseguido em toda a sua dimensão libertadora. Certamente, reconheceu o Papa, pode ser reduzida a cálculo e experiencia. Contudo se aspira a ser sabedoria, capaz de orientar o homem, deve tender a atingir a verdade última, que, embora para além das nossas capacidades, é contudo a chave da nossa autêntica felicidade e liberdade.

Bento XVI concluiu o seu discurso com uma exortação a todos os cientistas:

Tenho a esperança de que a admiração e a exaltação, frutos deste Ano Internacional da Astronomia, levem para além da contemplação das maravilhas da criação até á contemplação do Criador. Daquele amor que move o sol e as outras estrelas.


(Fonte: site Radio Vaticana) </div>
publicado por spedeus às 17:28

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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