«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

20
Jul 08
publicado por spedeus às 00:02

«Poderás então ver-Me por detrás. Quanto à face, ela não pode ser vista»

(Livro do Êxodo, 33, 23)

«Ninguém jamais viu a Deus. O Filho único que está no seio do Pai é que O deu a conhecer.»

(Jo 1,18)


«Em Jesus, cumpriu-se a promessa do novo profeta. N’Ele realizou-se agora plenamente o que em Moisés se encontrava apenas de modo imperfeito: Ele vive na presença de Deus, não apenas como amigo, mas como Filho; vive em profunda unidade com o Pai».

(“Jesus de Nazaré” – Joseph Ratzinger / Bento XVI)


A nós, enquanto peregrinarmos na Terra, só saber que Ele existe e O podermos amar além dialogar através da oração, é um grande consolo, mas maior é ainda a esperança / certeza de que está ao nosso alcance conhecê-Lo no Seu Reino se de tal formos tidos como merecedores.

Bom Domingo!

(JPR)

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19
Jul 08
publicado por spedeus às 22:34

(19/7/2008) Uma longa e articulada catequese sobre o Espírito Santo, mais precisamente sobre uma vida cristã vivida sob a moção do Espírito de Jesus, testemunhando-o: esta a alocução de Bento XVI aos jovens congregados no Hipódromo de Randwick, nos arredores de Sidney, neste sábado à noite (era a segunda parte da manhã na Europa e na África).

O Papa fez notar que o testemunho cristão é oferecido a um mundo que, sob muitos aspectos, é frágil: feridas que afectam a unidade da criação… relações humanas em crise… uma sociedade afectada por um processo de fragmentação relativista… ignorando aqueles princípios que nos tornam capazes de viver e crescer na unidade, na ordem e na harmonia”.

Como sermos testemunhas num mundo tão complexo e fragmentado? – interrogou-se Bento XVI, logo observando: “A unidade e a reconciliação não se podem alcançar apenas através dos nossos esforços. Deus fez-nos uns para os outros e só em Deus e na sua Igreja podemos encontrar aquela unidade que procuramos”.

É grande – e diversificada - a tentação de avançar sozinhos. “Perante as imperfeições e desilusões individuais e institucionais, somos por vezes tentados a construir – artificialmente - uma comunidade perfeita, uma unidade perfeita, uma utopia espiritual. É uma velha tentação, na história da Igreja.

“As tentativas de construir desse modo a unidade, na realidade minam-na! Separar o Espírito Santo de Cristo presente na estrutura institucional da Igreja comprometeria a unidade da comunidade cristã, que é precisamente dom do Espírito(…).

A unidade faz parte da essência da Igreja: é um dom que há que reconhecer e apreciar. Esta noite, rezemos pelo nosso propósito de cultivar a unidade: contribuir para ela e resistir a todas as tentações de desertarmos. O que podemos oferecer ao mundo é precisamente a amplitude, a perspectiva larga da nossa fé – firme e ao mesmo tempo aberta, consistente mas dinâmica , verdadeira mas sempre em vias de ulterior aprofundamento!

”Bento XVI exortou os jovens a colocar-se à escuta da “voz concorde da humanidade”, para além de todas as dissonâncias e rumores. De todos os sofrimentos e acontecimentos, de todas as partes se eleva um “mesmo grito humano que aspira a um reconhecimento, a uma pertença, à unidade”. Será precisamente o Espírito Santo a ajudar a escutar em profundidade, indo para além das visões parciais, da utopia vã, da precariedade fugaz… Poder-se-á assim “oferecer a coerência e a certeza do testemunho cristão”.

Passando depois a referir outro aspecto da realidade do Espírito Santo – Espírito Criador… que dá a vida, o Papa observou que é o Espírito Santo “que nos conduz mesmo até ao coração de Deus”. “Quanto mais consentirmos ao Espírito Santo que nos guie, tanto maior será a nossa configuração a Cristo e mais profunda a nossa imersão na vida de Deus uno e trino”. “Deus está connosco, não na fantasia, mas na realidade da vida. O que temos de procurar é enfrentar a realidade, não fugir dela. Por isso, o Espírito Santo atrai-nos delicada mas resolutamente para aquilo que é real, duradouro, verdadeiro. É o Espírito que nos reconduz à comunhão com a Trindade Santíssima”.

Referindo depois, de modo simples e muito sugestivo, a sua própria descoberta progressiva da importância e do lugar do Espírito Santo na fé e na vida cristã, Bento XVI foi levado a mencionar a evolução realizada por Santo Agostinho, observando que foi a sua experiência do amor de Deus presente na Igreja que o levou a procurar a sua fonte na vida de Deus uno e trino”.

“Isto fê-lo chegar a três intuições particulares relativas ao Espírito Santo enquanto vínculo de unidade no seio da Santíssima Trindade: unidade como comunhão, unidade como amor duradouro, unidade como dador e dom. Estas três intuições não são meramente teóricas; ajudam a explicar como age o Espírito. Num mundo em que tanto os indivíduos como as comunidades sofrem muitas vezes por falta de unidade e coesão, tais intuições ajudam-nos a permanecer sintonizados com o Espírito e a alargar e esclarecer o âmbito do nosso testemunho.”

“Inspirados pelas intuições de Santo Agostinho, fazei com que o amor unificante seja a vossa medida; o amor duradouro seja o vosso desafio; o amor que se dá a vossa missão.

”Quase a concluir, o Papa recordou os jovens que na Missa de domingo receberão o Sacramento da Confirmação. Recebendo o dom do Espírito Santo, serão chamados a testemunhá-lo, como todos nós, na vida de cada dia. E deixou esta exortação:

“Como a Igreja realiza a sua viagem juntamente com a humanidade inteira, assim também vós sois chamados a exercitar os dons do Espírito nos altos e baixos da vida diária. Fazei com que a vossa fé amadureça através dos vossos estudos, trabalho, desporto, música, arte. Procurai que seja sustentada por meio da oração e alimentada através dos sacramentos, para deste modo se tornar fonte de inspiração e de ajuda para quantos vivem ao vosso redor…

…Estar verdadeiramente vivos é ser transformados a partir de dentro, permanecer abertos à força do amor de Deus. Acolhendo a força do Espírito Santo, podereis também vós transformar as vossas famílias, as comunidades, as nações. Libertai estes dons. Fazei com que a sabedoria, o entendimento, a fortaleza, a ciência e a piedade sejam os sinais da vossa grandeza.

”Depois deste discurso foram apresentados os 24 candidatos ao Sacramento da Confirmação que terá lugar neste Domingo durante a Missa conclusiva da jornada mundial da juventude.

Esta vigília de oração do Papa com os jovens neste sábado, no hipódromo de Randwick concluiu-se com a adoração Eucarística, e as saudações de Bento XVI em varias línguas.

Esta a sua saudação aos jovens de língua portuguesa:

Meus queridos amigos, recebei o Espírito Santo, para serdes Igreja! Igreja quer dizer todos nós unidos como um corpo que recebe o seu influxo vital de Jesus ressuscitado. Este dom é maior que os nossos corações, porque brota das entranhas da Santíssima Trindade. Fruto e condição: sentir-se parte uns dos outros, viver em comunhão. Para isso, jovens caríssimos, acolhei dentro de vós a força de vida que há em Jesus. Deixai-O entrar no vosso coração. Deixai-vos plasmar pelo Espírito Santo.


(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 19:42

Amados Irmãos e Irmãs,

Nesta nobre catedral, tenho a alegria de saudar os meus irmãos bispos e sacerdotes, os diáconos, as pessoas consagradas e os leigos da arquidiocese de Sidney. De forma muito especial, a minha saudação vai para os seminaristas e para os noviços e noviças presentes entre nós, (…) um sinal de esperança e de renovação para o povo de Deus; também eles, como aqueles jovens israelitas, terão a missão de edificar a casa de Deus para a próxima geração. (…) Como não pensar às falanges de sacerdotes, religiosos e fiéis leigos que contribuíram, cada qual segundo a própria função, para construir a Igreja na Austrália? O pensamento detém-se de forma particular naquelas famílias de colonos a quem o Padre Jeremiah O’Flynn, na hora de partir, confiou o Santíssimo Sacramento; um «pequeno rebanho» que amou e preservou aquele tesouro precioso, entregando-o às gerações sucessivas que edificaram este grande tabernáculo para a glória de Deus. Alegremo-nos pela sua fidelidade e perseverança e dediquemo-nos a levar por diante as suas canseiras em prol da difusão do Evangelho, para a conversão dos corações e o crescimento da Igreja na santidade, unidade e caridade.

Preparamo-nos para celebrar a dedicação do novo altar desta veneranda catedral. Como no-lo recorda vigorosamente o frontal esculpido, cada altar é símbolo de Jesus Cristo, presente no meio da sua Igreja como sacerdote, altar e vítima (cf. Prefácio Pascal V (…)Na liturgia de hoje, a Igreja recorda-nos que, à semelhança deste altar, também nós fomos consagrados, colocados «à parte» para o serviço de Deus e a edificação do seu Reino. Muitas vezes, porém, encontramo-nos imersos num mundo que quereria pôr Deus «de parte». Em nome da liberdade e autonomia humanas, o nome de Deus é passado em silêncio, a religião fica reduzida a devoção pessoal e a fé é banida da praça pública. Por vezes uma semelhante mentalidade, tão radicalmente contrária à essência do Evangelho, pode mesmo ofuscar a nossa própria compreensão da Igreja e da sua missão. Também nós podemos ser tentados a reduzir a vida de fé a uma questão de mero sentimento, enfraquecendo assim o seu poder de inspirar uma visão coerente do mundo e um diálogo rigoroso com tantas outras perspectivas que lutam por conquistar as mentes e os corações dos nossos contemporâneos.

E todavia a história, incluindo a do nosso tempo, demonstra-nos que a questão de Deus não pode jamais ser silenciada, e também que a indiferença face à dimensão religiosa da existência humana em última análise diminui e atraiçoa o próprio homem. (…) Sempre que se diminui o homem, é o mundo que nos rodeia a ficar diminuído; perde o próprio significado último e falha o seu objectivo. O que daí resulta é uma cultura, não da vida, mas da morte. Como se pode considerar isto um «progresso»? Pelo contrário, é um passo para trás, uma forma de retrocesso, que em última análise seca as próprias fontes da vida seja dos indivíduos seja da sociedade inteira.

Sabemos que no fim de contas, como Santo Inácio de Loyola viu de forma muito clara, o único verdadeiro padrão com que se pode aferir qualquer realidade humana é a Cruz e a sua mensagem de amor gratuito que triunfa sobre o mal, o pecado e a morte, que cria vida nova e alegria perene. A Cruz revela que só nos reencontramos a nós mesmos dando as nossas vidas, acolhendo o amor de Deus como um dom não merecido e trabalhando por conduzir todo o homem e mulher para a beleza de tal amor e para a luz da verdade, a única que traz salvação ao mundo. (…) E todavia como é difícil este caminho de consagração! Exige uma contínua «conversão», um morrer sacrifical para si mesmo que é a condição para pertencer plenamente a Deus, uma mudança da mente e do coração que gera verdadeira liberdade e uma nova amplitude de visão. (…) Todos estes ritos nos convidam a reviver a nossa própria consagração no Baptismo. Convidam-nos a rejeitar o pecado e suas falsas seduções, e a dessedentarmo-nos cada vez mais profundamente na fonte vivificante da graça de Deus.

Queridos amigos, que esta celebração com a presença do Sucessor de Pedro seja um momento de nova consagração e de renovação para toda a Igreja na Austrália. Desejo abrir aqui um parêntesis para confessar a vergonha que todos sentimos depois dos abusos sexuais sobre menores cometidos por alguns sacerdotes e religiosos desta nação. Estes agravos, que constituem tão grave traição da confiança, devem ser condenados de modo inequívoco. Causaram grande sofrimento e prejudicaram o testemunho da Igreja. Peço-vos a todos que apoieis e assistais os vossos bispos, colaborando com eles no combate contra este male. As vítimas devem receber de vós compaixão e tratamento e os responsáveis destes males devem ser levados diante da justiça. Constitui uma urgente prioridade a promoção dum ambiente mais seguro e sadio, especialmente para os jovens. Nestes dias (…) enquanto a Igreja na Austrália continua, no espírito do Evangelho, a enfrentar eficazmente este sério desafio pastoral, uno-me a vós na oração pedindo que este tempo de purificação traga consigo cura, reconciliação e uma fidelidade cada vez maior às exigências morais do Evangelho.Desejo agora dirigir aos seminaristas e aos noviços e noviças que aqui se encontram uma especial palavra de afecto e encorajamento. Queridos amigos, com grande generosidade vos encaminhastes por uma particular senda de consagração, radicada no vosso Baptismo e abraçada como resposta ao chamamento pessoal do Senhor. (…)

No Evangelho de hoje, o Senhor chama-nos a «acreditar na luz» (cf. Jo 12, 36). Estas palavras possuem um significado especial para vós, amados jovens seminaristas e noviços. São um apelo a confiar na verdade da palavra de Deus e a esperar firmemente nas suas promessas. (…) Mas, não tenhais medo! Acreditai na luz. Tomai a peito a verdade que ouvimos hoje na segunda leitura: «Jesus Cristo é o mesmo ontem, hoje e sempre» (Heb 13, 8). A luz da Páscoa continua a afugentar as trevas.

O Senhor chama-nos a caminhar na luz (cf. Jo 12, 35). Cada um de vós empreendeu a maior e mais gloriosa das batalhas, ou seja, a de ser consagrados na verdade, de crescer na virtude, de alcançar a harmonia entre pensamentos e ideais, por um lado, e palavras e acções, por outro. Penetrai sincera e profundamente na disciplina e no espírito dos vossos programas de formação. Caminhai dia-a-dia na luz de Cristo mediante a fidelidade à oração pessoal e litúrgica, alimentados pela meditação da palavra inspirada de Deus. Os Padres da Igreja gostavam de ver as Escrituras como um paraíso espiritual, um jardim onde podemos caminhar livremente com Deus, admirando a beleza e a harmonia do seu plano salvífico frutificando na nossa própria vida, na vida da Igreja e no curso de toda a história. Assim, que a oração e a meditação da palavra de Deus sejam a lâmpada que ilumina, purifica e guia os vossos passos ao longo do caminho que o Senhor traçou para vós. Fazei da celebração diária da Eucaristia o centro da vossa vida.

(…) Abraçando o chamamento do Senhor a segui-Lo em castidade, pobreza e obediência, empreendestes a viagem de um discipulado radical que fará de vós «sinais de contradição» (cf. Lc 2, 34) para muitos dos vossos contemporâneos.

(…) Peçamos a Maria, Auxílio dos cristãos, que sustente a Igreja na Austrália na sua fidelidade àquela graça com que o Senhor crucificado continua a «atrair a Si» a criação inteira e todo o coração humano (cf. Jo 12, 32). Que a força do seu Santo Espírito consagre na verdade os fiéis desta terra, produza abundantes frutos de santidade e de justiça para a redenção do mundo e guie a humanidade inteira para a plenitude de vida ao redor daquele Altar onde, na glória da liturgia celeste, somos chamados a cantar os louvores de Deus por toda a eternidade. Amen.

A versão integral dos discursos pronunciados pelo Santo Padre está disponível no site da Santa Sé www.vatican.va e nas várias edições do jornal L’Osservatore Romano.

(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 09:38

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«Quanto mais perto de Deus, mais perto dos homens».

(Homília da Missa da Imaculada Conceição – 08/XII/2005 – Bento XVI)
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18
Jul 08

Sydney (Austrália), 18 jul (EFE).- O papa Bento XVI advertiu hoje aos jovens contra os "deuses falsos" da avareza, do sexo e do poder, durante uma reunião com um grupo de jovens deficientes físicos na cidade australiana de Sydney.

"Devem pensar que, no mundo de hoje, as pessoas não rezam facilmente para outros deuses. Mas, às vezes, as pessoas rezam perante 'outros deuses' sem se dar conta", advertiu o Papa.

Depois, explicou que "qualquer que seja o nome e a forma que quisermos dar-lhes, os 'deuses' falsos estão associados com três tipos de coisas: as posses materiais, o amor egoísta e o poder".

Em seguida, indicou em detalhe o que significava cada um desses conceitos e, assim, disse que "as posses materiais em si são boas".

"Não sobreviveríamos sem dinheiro, roupas ou casa", disse o Papa, mas diferenciou essas necessidades da "avareza".

"Se rejeitamos compartilhar o que temos com os famintos e os pobres, então transformamos nossas posses em um deus falso", declarou.

Explicou que "o amor é obviamente algo bom", mas disse que "é fácil se ver decepcionado pelas vozes que na sociedade defendem uma aproximação permissiva do sexo, sem considerar o respeito dos valores morais que dão qualidade às relações humanas".

Sobre o poder, Bento XVI comentou que também é "bom" quando nos permite moldar o mundo a nosso ao redor, mas não se for obtido em "interesse próprio, para dominar os outros ou para explorar os recursos do meio ambiente para seus próprios interesses".

A reunião com o grupo de jovens aconteceu dentro da 23ª Jornada Mundial da Juventude, que começou na terça-feira e dura até domingo, em Sydney.

EFE

(Fonte: Globo online)

publicado por spedeus às 19:40

publicado por spedeus às 19:01

publicado por spedeus às 18:46

Do fundo do coração e cheio de amor e fé, agradeço ao Senhor o prazer que me está a conceder, que o remeto inteiramente a Ele, no acompanhamento à distância das Jornadas Mundiais da Juventude em Sidney.

Graças a Ele, consigo imaginar a alegria dos jovens presentes e de toda a Igreja unida em torno do Santo Padre.

Meu Senhor e meu Deus rogo-Te, que me continuas a dar este prazer de Te servir, sentido uma enorme alegria no meu coração, por Ti e por toda a Santa Madre Igreja.

Louvado sejas para sempre!

(JPR)
publicado por spedeus às 15:00

Uma espectacular interpretação do espiritual negro “Amazing Grace” acompanhou uma das meditações da Via Sacra desta tarde, em Sidney, um dos momentos marcantes das Jornadas Mundiais da Juventude.

Uma sugestiva representação ao vivo, espalhada por várias partes da cidade, com a participação de jovens actores. Centenas de milhares de pessoas seguiram este percurso, inaugurado pelo Para às 15h00 locais e que se prolongou por mais três horas.

Em clima de oração, rezou-se a Deus para que os jovens não caiam na tentação do álcool, das drogas, do vício da Internet, para não se fecharem na solidão, no desespero e para não se deixarem influenciar pelo relativismo ou pelas pressões da moda, mas que sejam responsáveis e tenham a coragem de optar pela Justiça e pelo Amor, sobretudo dos que sofrem ou são marginalizados.

Significativa foi também a opção por um jovem aborígene para o papel de Simão de Sirene, pegando ele na Cruz de Jesus quando todos os outros a isso se recusaram.

A tudo, o Papa Bento XVI assistiu, a partir da televisão, na Cripta da Catedral de Sidney.

AC/Aura Miguel


(Fonte: site RR)
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Com representação muitíssimo boa e comovente da Última Ceia, cerimónia presidida pelo Santo Padre.

publicado por spedeus às 10:16

(18/7/2008) Na manhã desta sexta-feira, pouco depois de um Encontro Ecuménico, na Cripta da catedral de Sidney, Bento XVI deslocou-se à Sala Capitular da mesma, onde o aguardavam uns quarenta representantes de outras religiões. Na alocução que lhes dirigiu, o Papa começou por agradecer as palavras de boas-vindas expressas pelo rabino Jeremy Lawrence e pelo xeque Shardy. Bento XVI sublinhou uma vez mais que a liberdade de religião é a nota característica da sociedade australiana. “O respeito deste direito fundamental dá aos concidadãos a possibilidade de adorar a Deus segundo consciência, educando também o espírito e agindo segundo as convicções éticas que derivam do respectivo credo religioso”.
Para o Santo Padre, “a harmoniosa correlação entre religião e vida pública é tanto mais importante numa época em que alguns chegaram a considerar a religião como causa de divisão, mais do que como força de unidade. A voz concorde de todos os que têm espírito religioso estimula as nações e as comunidades a resolver os conflitos com instrumentos pacíficos, no pleno respeito da liberdade humana”.

O sentido religioso – observou – abre os homens e as mulheres a Deus e aos outros. Leva-os a descobrir que a verdadeira realização não consiste na gratificação egoísta de desejos efémeros, abrindo-os às necessidades dos outros e á busca de vias concretas para contribuir ao bem comum.

Bento XVI reservou uma referência especial à importância da educação e à dimensão espiritual dos jovens. Neste contexto, exprimiu o seu apreço pela actividade desenvolvida pelas instituições educativas e pela organização denominada “Cooperação inter-religiosa a favor da paz e da harmonia”, visando integrar correctamente as dimensões intelectuais, humanas e religiosas de uma sólida educação.

Outro aspecto desenvolvido pelo Papa, nesta sua intervenção, foi a unicidade da nossa relação com o reino da natureza: as religiões do mundo dão atenção à maravilha da existência humana, convidando a não colocar as nossas esperanças últimas neste mundo que passa e a não renunciar quando não conseguimos realizar o bem que nos propúnhamos ou quando encontramos dificuldade em realizar as opções justas em situações complexas. “A universalidade desta experiência humana que transcende todos os confins geográficos e todos os limites culturais, torna possível aos seguidores das religiões empenharem-se no diálogo para enfrentar o mistério das alegrias e dos sofrimentos da vida. Deste ponto de vista – observou ainda o Papa – a Igreja procura intensamente todas as oportunidades para escutar com toda a atenção as experiências espirituais das outras religiões”.

A concluir, o tema da paz. “Vim à Austrália como embaixador de paz” – declarou Bento XVI. Encontramo-nos aqui como pessoas que partilham a mesma aspiração e o desejo de ajudar o mundo a alcançar a paz. “O nosso esforço para chegar à reconciliação entre os povos brota daquela verdade que dá à vida um objectivo, e para ela tende. A religião oferece a paz, mas – ainda mais importante – suscita no espírito humano sede da verdade e fome de virtude.

A versão integral dos discursos pronunciados pelo Santo Padre está disponível no site da Santa Sé www.vatican.va e nas várias edições do jornal L’Osservatore Romano.

(Fonte: Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 10:08

publicado por spedeus às 00:02

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«Numa palavra, minha querida Meg, estou absolutamente certo de que, excepto por um pecado meu, Deus não me abandonará. Com toda a esperança e segurança, vou pois confiar-me totalmente a Ele... Por isso, minha querida filha, guarda bom ânimo, não te deixes perturbar por nada do que me possa acontecer neste mundo. Nada pode acontecer sem que Deus o queira. E, estou certo, tudo o que isso possa ser, por muito mau que nos pareça, será verdadeiramente o melhor».

(Excerto carta escrita da prisão em 1534 por S Tomás Moro)
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17
Jul 08
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O presidente da Conferência Episcopal Portuguesa (CEP) sustenta que o discurso de hoje de Bento XVI, na Austrália, constitui uma forte interpelação aos jovens, à sociedade e aos governantes.

D. Jorge Ortiga destaca as referências do Papa à necessidade da defesa do valor intrínseco da dignidade da vida humana, da concepção até à morte.

As palavras de Bento XVI são uma interpelação aos jovens, mas também se destinam ao resto da sociedade e, especialmente, aos governantes, defende o presidente da CEP.

“Seria importante que os governos do mundo inteiro ouvissem essa mensagem, tivessem oportunidade de fazer um exame de consciência e verificar até que ponto é que não terão de apostar numa política de valores para defender a vida e propor outra qualidade de vida”, salienta D. Jorge Ortiga.

O Papa denunciou hoje, nas Jornadas Mundiais da Juventude que decorrem em Sidney, na Austrália, aspectos da cultura consumista da sociedade actual em particular a apologia da violência.

Sua Santidade identificou também a protecção ao meio ambiente como sendo uma das preocupações de vital importância para a Humanidade.

RV/António Pedro

(Fonte: site RR)
publicado por spedeus às 19:01

publicado por spedeus às 19:00

(...)Queridos amigos dos vários países de língua oficial portuguesa, bem-vindos a Sidney! A todos saúdo com afecto: os de perto e os de longe. Lá, na vossa Pátria, tereis ouvido Jesus segredar-vos: «Sereis minhas testemunhas… até aos confins do mundo» (Act 1, 8). A viagem mais ou menos longa que enfrentastes para chegar até aqui, à Austrália ou – de seu nome cristão completo – «Terra Austral do Espírito Santo», não deixou em vós a sensação de terdes chegado aos confins do mundo? Pois bem! É com grande alegria que o Papa vos acolhe para vos confirmar como testemunhas de Jesus, por Ele acreditadas com o dom do seu próprio Espírito.

(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 10:47

Ilustríssimos Senhores e Senhoras,

Queridos Amigos Australianos,


É com grande alegria que hoje, finalmente, vos posso saudar. Desejo agradecer ao Governador Geral, General Supremo Michael Jeffersey, e ao Primeiro-Ministro Rudd a honra que me dão com a sua presença nesta cerimónia e as amáveis boas-vindas que me dirigiram. Como sabeis, pude dispor de qualquer dia de repouso desde a minha chegada à Austrália no passado Domingo. Sinto-me verdadeiramente agradecido pela hospitalidade que me proporcionaram. Aguardo agora o momento de poder participar, hoje de tarde, nas «Boas-vindas ao País» dadas pela população indígena e celebrar, depois, os grandes eventos que constituem o objectivo da minha Visita Apostólica a esta Nação: a XXIII Jornada Mundial da Juventude.


(...) Desde a primeira Jornada Mundial da Juventude, em 1986, ficou patente que um grande número de jovens aprecia a oportunidade de se encontrar para juntos aprofundarem a própria fé em Cristo e partilharem uns com os outros uma jubilosa experiência de comunhão na sua Igreja. Anelam por ouvir a palavra de Deus e aumentar os conhecimentos a respeito da sua fé cristã. Anseiam por tomar parte num acontecimento que ressalta os grandes ideais que os inspiram, e voltam depois para suas casas repletos de esperança, com uma renovada decisão de construir um mundo melhor. Para mim, é uma alegria estar com eles, rezar com eles e celebrar a Eucaristia juntamente com eles. A Jornada Mundial da Juventude enche-me de confiança no futuro da Igreja e no futuro do mundo de todos nós.


Revela-se particularmente oportuno celebrar aqui a Jornada Mundial da Juventude, uma vez que a Igreja na Austrália, além de ser a mais jovem de entre as Igrejas dos vários continentes, é também uma das mais cosmopolitas. Desde o primeiro aglomerado europeu aqui formado ao findar do século XVIII, este país tornou-se a habitação não só de sucessivas gerações de imigrantes da Europa mas também de pessoas vindas de todos os cantos da terra. A imensa diversidade da actual população australiana confere um vigor particular a esta que poderia, comparada com maior parte do resto do mundo, ser ainda considerada uma nação jovem.


(...) Entre os colonos que aqui chegavam vindos da Europa havia sempre uma proporção significativa de católicos e deveremos justamente ser orgulhosos da contribuição que estes ofereceram para a construção da nação, particularmente nos campos da educação e da saúde. Uma das figuras eminentes da história deste país é a Beata Mary MacKillop, em cuja sepultura deter-me-ei a rezar ainda hoje. Sei que a sua perseverança diante das adversidades, as suas intervenções em defesa de quantos eram tratados injustamente e o exemplo prático de santidade se tornaram fonte de inspiração para todos os australianos. (...) No contexto actual mais secularizado, a comunidade católica continua a prestar um contributo importante para a vida nacional, não só através da educação e da saúde mas especialmente apontando a dimensão espiritual das questões que estão mais em evidência no debate contemporâneo.Atendendo aos numerosos milhares de jovens que visitam a Austrália nestes dias, é imperioso reflectir sobre o género de mundo que estamos a entregar às futuras gerações. Segundo palavras do vosso hino nacional, esta terra «abunda, nos dons da natureza, de uma beleza rica e rara». As maravilhas da criação de Deus recordam-nos a necessidade de proteger o ambiente, realizando uma administração responsável dos bens da terra. A tal respeito, apraz-me notar que a Austrália se empenha seriamente em assumir a responsabilidade que lhe cabe no cuidado do ambiente natural. De igual modo, relativamente ao ambiente humano, este país sustentou generosamente operações internacionais em prol da manutenção da paz, contribuindo para a resolução de conflitos no Pacífico, no sudeste da Ásia e noutros lados. Devido às numerosas tradições religiosas presentes na Austrália, esta constitui um terreno particularmente fértil para o diálogo ecuménico e inter-religioso.(...) O tema escolhido para esta Jornada Mundial da Juventude de 2008 é tomado das palavras que o próprio Jesus dirigiu aos seus discípulos, tal como aparecem registadas nos Actos dos Apóstolos: «Ides receber uma força, a do Espírito Santo, que descerá sobre vós, e sereis minhas testemunhas (…) até aos confins do mundo».


A versão integral dos discursos pronunciados pelo Santo Padre está disponível no site da Santa Sé www.vatican.va e nas várias edições do jornal L’Osservatore Romano.


(Fonte: site Radio Vaticana)

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Senhor, rogamos-Te que na Tua infinita sabedoria e através do Divino Espírito Santo faças das palavras do Santo Padre aos jovens nestes dias, sementes que dêem cem por um de novas conversões e vocações.

Juntamos esta intenção de uma forma reforçada às nossas orações.


(JPR)

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« (…) estar em comunhão com Jesus torna-se comunhão com o próprio Deus, comunhão com a Luz e com o Amor; torna-se, assim, em vida recta e tudo isto nos une uns aos outros na Verdade. Só teremos algo a comunicar ao mundo quando virmos a Comunhão em toda esta profundidade e amplitude».

(Excerto artigo apresentado em 2002 no Congresso Eucarístico de Benevento – Joseph Ratzinger)
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16
Jul 08
[16/07/2008 – 12h29s] Concluído o período inicial de repouso, nos arredores de Sidney, Bento XVI deixou ao fim da tarde desta quarta-feira (era manhã na Europa e na África) o Centro de Estudos de Kenthurst percorrendo de automóvel os 54 km que o separavam da catedral de Sidney, em cuja residência aloja a partir de agora e até ao seu regresso a Roma, na próxima segunda-feira.

Amanhã, quinta-feira, após a cerimónia oficial de boas vindas na residência do Governador Geral da Austrália e visitas de cortesia às autoridades do país, Bento XVI iniciará a sua participação activa na Jornada Mundial da Juventude que teve já início ontem, terça-feira, com a Missa de abertura presidida pelo arcebispo de Sidney, o cardeal George Pell.

Desde esta quarta-feira de manhã teve início o tríodo com que os jovens participantes da JMJ se preparam para a Vigília de oração com o Papa, sábado à noite. Por grupos linguísticos, haverá catequeses propostas por bispos dos diferentes continentes.

Entretanto teve início o Festival da Juventude, com variadíssimas iniciativas visando fazer reflectir sobre temas da actualidade, como desenvolvimento sustentável, ambiente, sexualidade, justiça social, diálogo entre os diferentes credos. O programa prevê também: um Fórum com o cardeal Cristoph Schonborn, sobre Criação e Evolução; uma Mesa redonda sobre a sexualidade; e um debate sobre o diálogo inter-religioso com a intervenção do Núncio Apostólico no Egipto, Mons. Fitzgerald, o mufti Patel (em nome dos islâmicos) e o rabino Knoll (pelos hebreus). O Festival prevê nada menos de 450 iniciativas, entre Mostras, concertos, debates. Entre os mais seguidos, os que abordam o tema da mulher, os objectivos do Milénio, o tráfico de seres humanos, até mesmo o “Código de Vinci”.

Em honra do Papa, nos pilares da famosa ponte de Sidney – a Harbour Bridge, são projectados diapositivos de Bento XVI e mensagens de boas-vindas. A máquina organizativa funciona a pleno ritmo, assegurando, por exemplo, a distribuição de milhões de bebidas e refeições, ao longo destes dias, aos participantes da JMJ, que ontem receberem, nos seus telemóveis, em inglês, uma mensagem do Papa: “Jovem amigo, Deus e o seu povo muito esperam de ti, porque tens em ti o grande dom do Pai – o Espírito de Jesus”. Assinado: Bento XVI…

(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 15:46

É com enorme alegria que sabemos que o Santo Padre está a ser “mimado” na Austrália e também sabemos da alegria do Senhor por tal tratamento.

Não que Ele seja ciumento, mas saibamos mimá-Lo também, com as nossas orações, piropos, propósitos, enfim dar-Lhe o melhor de nós mesmos, e se for, “só”, sermos um bom exemplo, já Ele certamente se sentirá muitíssimo alegre.

Amemo-Lo pois, sem reservas e cheios de orgulho!


(JPR)
publicado por spedeus às 00:02

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«O optimismo ideológico é uma tentativa de esquecer a morte com o contínuo decorrer duma história virada para a sociedade perfeita. Aqui esquece-se de falar de algo autêntico e o homem é aclamado com uma mentira; isto vê-se sempre que a própria morte se avizinha. Ao contrário, a esperança da fé abre caminho para um verdadeiro futuro além da morte, e só assim os verdadeiros progressos existentes se tornam futuro também para nós, para mim, para todos».

(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
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Imagens extraordinárias do dia-a-dia do Santo Padre no Vaticano, (locução em alemão) para quem não entenda a língua recomendo, ainda assim, vivamente a visão do vídeo, vale verdadeiramente a pena.
publicado por spedeus às 00:01

«O optimismo ideológico é uma tentativa de esquecer a morte com o contínuo decorrer duma história virada para a sociedade perfeita. Aqui esquece-se de falar de algo autêntico e o homem é aclamado com uma mentira; isto vê-se sempre que a própria morte se avizinha. Ao contrário, a esperança da fé abre caminho para um verdadeiro futuro além da morte, e só assim os verdadeiros progressos existentes se tornam futuro também para nós, para mim, para todos».

(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
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15
Jul 08
publicado por spedeus às 21:53

Não é oficial, mas o director da sala de Imprensa do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, disse à imprensa que os jovens espanhóis terão “muito mais facilidade” em participar na próxima sessão das Jornadas Mundiais da Juventude.

O anúncio oficial das próximas jornadas apenas será feito no final deste encontro em Sidney. Contudo, os boatos costumam ser bastante credíveis nestes eventos. Durante as jornadas em Colónia, na Alemanha, a notícia de que o próximo encontro seria na Austrália já corria desde o início, tendo sido descrito por uma jovem australiana como “o segredo mais mal guardado do mundo”.

A confirmar-se, a notícia será do agrado não só dos jovens espanhóis, mas dos portugueses também, uma vez que o custo e a distância impediram muitos de participar no encontro com Bento XVI na Austrália durante estes dias.

(Fonte: site RR)
publicado por spedeus às 20:07

Decorreu esta manhã (hora de Lisboa) a missa de acolhimento dos milhares de jovens presentes nas Jornadas Mundiais da Juventude em Sidney, na Austrália.

A celebração foi presidida pelo Cardeal George Pell, Arcebispo de Sidney, que deu as boas vindas aos 100 mil jovens que esgotaram a lotação do Porto de Barangaroo, um dos mais famosos e mais bonitos do país.

O Papa já se encontra no país, mas ainda não está a tomar parte nas actividades, aproveitando até Quinta-feira para descansar da viagem de 20 horas.

Por toda a cidade estavam montados ecrãs gigantes onde se aglomeraram os muitos jovens que não couberam em Bangaroo.

O ambiente foi de enorme festa, com muita cor e música. Os bispos que marcaram presença (todos os que vieram a acompanhar as delegações nacionais) foram recebidos com grande entusiasmo e a missa terminou com fogo-de-artifício.

Durante a sua homília, o Cardeal Pell identificou a falta de compromisso como o principal problema dos jovens de hoje. “É a vida que nos força muitas vezes a escolher, só nos realizamos quando nos comprometemos, só assim alcançamos a felicidade”, advertiu o arcebispo.

Contudo, continuou Pell num tom mais optimista, a presença de tantos jovens é já um sinal de esperança que implica um espírito de missão.

"Muitos de vós fizeram uma viagem tão longa que acredetiam ter chegado aos confins do mundo", afirmou o Cardeal, "se sim, isso é bom porque Nosso Senhor disse aos Apóstolos que eles seriam suas testemunhas até aos confins da terra. Essa profecia cumpriu-se com o testemunho de missionários neste vasto continente do Sul, e está a cumprir-se novamente com a vossa presença aqui", terminou.

Em linha com esta mensagem, a oração dos fiéis que foi lida em língua portuguesa apelou precisamente à confiança em Deus para que os jovens consigam ultrapassar todo o tipo de medos.

Entre as várias curiosidades encontradas pela enviada especial da Renascença a Sidney, destaque para um grupo da China Continental, que marca presença oficial pela primeira vez, e para a banda que interpretou música aborígene no arranque da cerimónia, dando assim um toque local a uma celebração que contou com música litúrgica de vários estilos diversos.

FA/Aura Miguel


(Fonte: site RR)
publicado por spedeus às 12:10


publicado por spedeus às 08:54

«…, o Santo Padre irá para Sidney, a fim de concluir as Jornadas Mundiais da Juventude. Acompanhemo-lo com a nossa oração e o nosso afecto. Eu, além disso, vou estar fisicamente próximo, pois também irei à Austrália nessa altura. Agradeço ao Senhor que me permita encontrar-me com as minhas filhas e os meus filhos daquele país e da Nova Zelândia, e cumprimentar muita gente que recebe formação nos Centros da Prelatura. Aproveitarei a viagem para enlaçar breves etapas noutros lugares da Ásia onde a Obra desenvolve estavelmente a sua tarefa apostólica: na Índia, Hong-Kong, Filipinas, Singapura. Como vos lembrei de outras vezes, conto que me acompanheis todos nesse itinerário, em unidade de orações e de intenções.»

(Carta de Julho 2008 do Prelado do Opus Deis - D. Javier Echevarría)
publicado por spedeus às 08:53

publicado por spedeus às 00:01

«O optimismo ideológico é na realidade mera fachada dum mundo sem esperança, um mundo que com esta ilusória fachada quer esconder o seu próprio desespero».

(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
publicado por spedeus às 00:01

14
Jul 08



publicado por spedeus às 23:10

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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