«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

07
Set 08
publicado por spedeus às 00:01

«A todos os que sofrem e estão sós, dai sempre um sorriso de alegria. Não lhes proporciones apenas os vossos cuidados, mas também o vosso coração».

(Beata Madre Teresa de Calcutá)


«É certo que devemos fazer tudo o que pudermos para aliviar o sofrimento e impedir a injustiça resultante do sofrimento dos inocentes. No entanto, também devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que os homens possam descobrir o sentido do sofrimento e assim consigam aceitá-lo e uni-lo ao sofrimento de Cristo. Deste modo, o sofrimento funde-se com o amor redentor e transforma-se numa força contra os males do mundo».

(Discurso à Cúria Romana em 22/XII/2005 – Bento XVI)
publicado por spedeus às 00:00

06
Set 08
«Quem julga as pessoas não tem tempo para amá-las».

(Beata Madre Teresa de Calcutá)


«Um filho de Deus não pode ser classista, porque lhe interessam os problemas de todos os homens... E procura ajudar a resolvê-los com a justiça e a caridade do nosso Redentor.Já o apontou o Apóstolo quando nos escrevia que para o Senhor não há acepção de pessoas, e que não hesitei em traduzir deste modo: não há senão uma raça, a raça dos filhos de Deus!»

(Sulco 303 – S. Josemaría Escrivá de Balaguer)
publicado por spedeus às 00:00

05
Set 08
«Mesmo “depois de Auschwitz”, depois das trágicas catástrofes da história, Deus permanece Deus; Ele permanece bom, com uma bondade indestrutível, permanece o Salvador, em Cujas mãos a actividade cruel e destrutiva do homem é transformada pelo Seu amor. O homem não é o único actor da história e por isso a morte não tem a última palavra nela. O facto de existir um outro actor é âncora firme e segura duma esperança que é maior e mais forte que todos os medos do mundo».

(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
publicado por spedeus às 00:01

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04
Set 08
«(...), prefiro recordar que, no domínio religioso, o homem continua a ser homem e Deus continua a ser Deus. Neste campo, o cume do progresso já se deu; é Cristo, alfa e ómega, princípio e fim».


(Cristo que Passa 104 - S. Josemaría Escrivá de Balaguer)


E disse-me ainda: «É verdade! Eu sou o Alfa e o Ómega, o Princípio e o Fim. Ao que tiver sede, Eu lhe darei a beber gratuitamente, da nascente da água da vida».


(Apocalipse 21,6)
publicado por spedeus às 07:36

«A história humana, com todos os seus terrores, não se afundará na noite da autodestruição; Deus não deixa que Lhe seja arrancada das mãos».

(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
publicado por spedeus às 00:00

03
Set 08
«(…), mas Deus não cria a dor e não quer a miséria da sua criatura, não é um Deus invejoso. Na realidade esta mão, face ao poder dum agir baseado na não-verdade autodestrutiva, é a força que dá esperança à história. A mão de Deus impede o homem de realizar o último acto de auto destruição. Deus não permite o aniquilamento da sua criatura».

(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
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02
Set 08
«Os homens procuram incessantemente, com o seu poder técnico, construir uma ponte para o céu, ou seja, tornar-se Deus pelas suas próprias forças. (…) Mas estas tentativas, que guiam o agir histórico do homem em todos os períodos, baseiam-se na não-verdade, na “repressão de verdade”. O homem não é Deus, é um ser finito e limitado e não pode, de modo nenhum nem por nenhum poder, fazer de si o que não é. Por isso todas estas tentativas, por muito gigantescas que sejam no início, têm de terminar com a queda na destruição. O seu terreno não se sustenta».


(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
publicado por spedeus às 00:01


Do lado de lá da máquina profissional que corre no carril está o meu marido, o realizador. Eu tenho de ser a autora por momentos. Digo uns disparates, tiro os sapatos e tento manter-me quieta, apesar das dores nas costas. Leio partes do livro novo. Volto a ler. E mais uma vez. Escolho excertos ao acaso. O livro tem demasiados diálogos. Os diálogos são uma forma poderosa de caracterizar os personagens. Este livro chama-se No Silêncio de Deus e estará lá fora a partir de 15 de Setembro. Não sei contar a história. É sobre a urgência de ensinar a bondade. Sobre um escritor, Manuel Guerra, que se torna melhor. Sobre a generosidade de uma prostituta. Sobre uma jornalista que não sabe onde se procurar. É um livro sobre tudo, com inúmeras histórias lá dentro, como é a vida das pessoas.Durante um ano vivi com o Manuel Guerra na minha cabeça. Sonhava com o livro. Cada vez que me sentava para escrever ficava à espera para ver se conseguia lá chegar. O "lá" é um local indefinido, reparem. Agora o livro está aí. Vamos ver o que acontece.Talvez alguém se comova e termine de ler com uma ideia melhor sobre a vida. Era bom.


(A foto capa edição portuguesa é de Claúdio de Garrudo)


(Fonte: http://www.vaocombate.blogspot.com/ blogue de Patrícia Reis)


publicado por spedeus às 00:00

publicado por spedeus às 00:00

01
Set 08

Recordo com emoção o inequívoco testemunho de fé nas suas primeiras palavras aos jornalistas após ser libertada dirigidas a Deus Nosso Senhor e à Sua Santíssima Mãe, bem como a naturalidade com nos deu a conhecer que na manhã da sua libertação e ainda em cativeiro houvera rezado pelas 04h00 o Terço e encomendado ao Senhor.


Muchas gracias, merci beaucoup Ingrid!
publicado por spedeus às 21:10

O trabalho é a vocação original do homem; é uma bênção de Deus; e enganam-se lamentavelmente aqueles que o consideram um castigo. O Senhor, o melhor dos pais, colocou o primeiro homem no Paraíso – "ut operaretur", para trabalhar.

(Sulco, 482 - S. Josemaría Escrivá de Balaguer)


Desde o começo da sua criação que o homem teve de trabalhar. Não sou eu quem o inventa. Basta abrir as primeiras páginas da Sagrada Bíblia para aí se ler que Deus formou Adão com o barro da terra e criou para ele e para a sua descendência este mundo tão formoso, ut operaretur et custodiret illum, com o fim de o trabalhar e de o conservar, e isto antes mesmo de o pecado entrar na humanidade e, como consequência dessa ofensa, a morte, as penas e as misérias.

Temos, pois, de nos convencer de que o trabalho é uma realidade magnífica, que se nos impõe como lei inexorável a que todos estamos submetidos, de uma ou de outra forma, apesar de alguns pretenderem eximir-se a ela. Aprendei-o bem: esta obrigação não surgiu como uma sequela do pecado original, nem se reduz a uma descoberta dos tempos modernos. Trata-se de um meio necessário que Deus nos confia na terra, alongando os nossos dias e tornando-nos partícipes do seu poder criador, para que ganhemos o nosso sustento e, simultaneamente, recolhamos frutos para a vida eterna: o homem nasce para trabalhar, como as aves para voar.

Talvez me digais que já se passaram muitos séculos, que muito pouca gente pensa desta maneira, que a maioria provavelmente se afana por motivos bem diversos: uns, por dinheiro; outros, para manter a família; outros, na mira de conseguir uma certa posição social, para desenvolver as suas capacidades, para satisfazer as suas paixões desordenadas, para contribuir para o progresso social. E todos, em geral, encaram as suas ocupações como uma necessidade de que não podem evadir-se.

Perante esta visão plana, egoísta, rasteira, tu e eu temos de recordar a nós mesmos e de recordar aos outros que somos filhos de Deus, a quem o nosso pai dirigiu um convite idêntico ao daqueles personagens da parábola evangélica: filho, vai trabalhar na minha vinha. Posso assegurar-vos que aprenderemos a terminar as nossas tarefas com a maior perfeição humana e sobrenatural de que somos capazes, se nos empenharmos em considerar assim diariamente as nossas obrigações pessoais como ordem divina.

(Amigos de Deus, 57 - S. Josemaría Escrivá de Balaguer)
publicado por spedeus às 00:02

«Jeremias, o profeta pessimista (por causa da catastrófica derrota de Israel e do desabamento de todos os optimismos precedentes), revela-se como verdadeiro portador da esperança. Para os demais tudo deveria ter acabado com esta derrota*, para ele tudo começa de novo nesse momento. Deus nunca é derrotado e as Suas promessas não caem com as derrotas humanas, antes se tornam maiores, tal como o amor aumenta na medida em que o amado necessita dele».
*babilónios

(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
publicado por spedeus às 00:01

Nas próximas duas semanas encontrar-me-ei a “meio gás” para efeitos do blogue e a todo o vapor em termos de trabalho e assistência à família, ainda assim, espero poder continuar a facultar-vos diariamente o rico contributo dos Santos e dos Papas, com inserções agendadas e de publicação automática.

Antecipadamente agradeço a vossa compreensão e quem sabe se o Senhor não me surpreenderá dando-me uns minutinhos extra para através deste blogue O tentar honrar e glorificar mais do que neste momento me é permitido antecipar.

Obrigado!


(JPR)
publicado por spedeus às 00:00

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
NUNC COEPI - Blogue sugerido para questões de formação, doutrina, reflexões e comportamento humano
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