«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

15
Out 08


Prosseguindo a catequese que tem vindo a desenvolver, nas últimas semanas, sobre São Paulo, Bento XVI dedicou a audiência geral desta quarta-feira, na Praça de São Pedro, ao modo como o Apóstolo dos Gentios encara o mistério da Igreja, assente sobre Cristo e sobre a palavra que O anuncia. O Papa começou por observar que o primeiro contacto de Paulo com o cristianismo foi, antes da sua conversão, como perseguidor da comunidade dos crentes, devido à incapacidade de conciliar com o judaísmo a fé dos discípulos na pessoa do Filho de Deus e o seu papel de salvador.

“Usando o termo grego ekklesia – que implica a ideia de uma assembleia convocada por uma chamada – Paulo destaca o valor fundamental e fundador que para a Igreja tem Jesus Cristo e a palavra que O anuncia. É o mistério pascal o centro da pregação do Apóstolo, que visa também implantar uma comunidade de crentes em Jesus.

O conceito exclusivamente paulino da Igreja como Corpo de Cristo, supõe uma identificação mística com Cristo, que se reflecte também na dimensão institucional da Igreja, na qual os diversos ministérios e carismas se hão-de exercer em relação com os responsáveis da comunidade.”

Bento XVI referiu também a expressão “templo de Deus”, com a qual São Paulo atribui à Igreja as características de pureza e separação próprias do edifício sagrado, aplicando pois a uma comunidade viva de fé o conceito de um espaço material cheio da presença divina. Finalmente, a fórmula “casa de Deus”, que refere a Igreja como estrutura comunitária de afectuosas relações interpessoais de carácter familiar.

Mas ouçamos a saudação que o Papa dirigiu nesta audiência geral aos peregrinos de língua portuguesa:

“Estimados peregrinos e visitantes de língua portuguesa, a minha mais cordial saudação em Cristo Jesus. Convido a todos, na linha da catequese de hoje, a invocar ao Apóstolo Paulo, para que nos ajude a compreender com maior profundidade o mistério da Igreja, sobretudo para amá-la e cooperar responsavelmente na sua edificação. Com estes votos saúdo os grupos de portugueses que vieram da Arquidiocese de Braga, e os brasileiros de Foz do Iguaçu e de São João da Boa Vista. A todos vós e às vossas famílias dou de coração a minha Bênção Apostólica.”

A concluir a audiência geral, nas saudações finais em italiano, Bento XVI fez ainda questão de recordar que a Igreja celebra neste dia 15 de Outubro a memória de Santa Teresa de Ávila:

“Esta grande Santa testemunha a vós, queridos jovens, que o amor autêntico não se pode desligar da verdade. Mostra a vós, caros doentes, que a cruz de Cristo é mistério de deus redentor. Para vós, queridos noivos, ela é modelo de fidelidade a Deus, o qual confia a cada um uma missão especial”.


(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 16:01

«Indubitavelmente, como o Evangelho o diz, orar quer dizer muito mais que palrar, que mascar palavras. Ser terra para a Palavra quer dizer que essa terra se deixa assumir pela semente, que se deixa assimilar pela semente, que se entrega a própria a fim de que essa semente se torne vida. A maternidade de Maria quer dizer que ela faculta a substância de si própria, corpo e alma, a fim de que uma nova vida possa crescer».


(Joseph Ratzinger in ‘Maria primeira Igreja’ – Joseph Ratzinger e Hans Urs von Balthasar)
publicado por spedeus às 00:03

«Nunca me agradaram as biografias dos santos em que, com ingenuidade, mas também com falta de doutrina, nos apresentam as façanhas desses homens, como se estivessem confirmados na graça desde o seio materno»


(Cristo que Passa, 76 - S. Josemaría Escrivá de Balaguer)
publicado por spedeus às 00:02

Nunca um santo ou santa se mostrou tão "carne e osso" como Teresa de Ávila, ou Teresa de Jesus, nome que assumiu no Carmelo. Nascida no dia 28 de Março de 1515. Seus pais, Alonso Sanchez de Cepeda e Beatriz de Ávila y Ahumada, educaram-na junto com os irmãos dentro do exemplo e dos princípios cristãos. Aos sete anos, tentou fugir de casa e peregrinar ao oriente para ser martirizada pelos mouros, mas foi impedida. A leitura da vida dos santos mártires tinha sobre ela uma força inexplicável e, se não fossem os parentes terem encontrado por acaso, teria fugido, levando consigo o irmão Roderico.

Órfã de mãe aos doze anos, Teresa assumiu Nossa Senhora como Mãe adoptiva. Mas o despertar da adolescência levou-a a ter experiências excessivas ao lado dos primos e primas, tornando-se uma grande preocupação para seu pai. Aos dezasseis anos, sua atracção pelas vaidades humanas era muito acentuada. Por isto, o pai pô-la a estudar no Colégio das Agostinianas em Ávila. Após dezoito meses uma doença grave fê-la voltar para receber tratamento em casa de seu pai, o qual se culpou pelo sucedido.

Neste período, pela primeira vez, Teresa passou por experiências espirituais místicas, de visões e conversas com Deus. Todavia as tentações mundanas não a abandonavam. Assim atormentada, desejando seguir com segurança o caminho de Cristo, em 1535, já com vinte anos, decidiu tornar-se religiosa, mas foi impedida pelo pai. Como na infância resolveu fugir, desta vez, com sucesso. Foi para o Convento Carmelita da Encarnação de Ávila.

Entretanto a paz não era sua companheira mais presente. Durante o noviciado, novas tentações e mais o relaxamento da fé não pararam de a atormentar.

Um ano volvido, contraiu outra doença grave, quase fatal, e novamente teve visões e conversas com o Pai do Céu. Teresa então concluiu que devia converter-se de verdade e empregou todas as forças do coração em sua definitiva vivência da religião, no Carmelo, tomando o nome de Teresa de Jesus.

Aos trinta e nove anos ocorreu sua "conversão". Teve a visão do lugar que a esperaria no inferno, se não tivesse abandonado suas vaidades. Iniciou, então, o seu grande trabalho de reformista.
Pequena e sempre adoentada, ninguém entendia como conseguia subir e descer montanhas, deslocar-se pelos caminhos mais ermos e inacessíveis, de Convento em Convento, por toda a Espanha. Em 1560 teve a inspiração de um novo Carmelo, onde se vivesse sob as regras originais. Dois anos depois fundou o primeiro Convento das Carmelitas Descalças da Regra Primitiva de São José em Ávila, aonde foi morar.

Porém, em 1576 enfrentou sérias dificuldades dentro da Ordem. Por causa da rigidez das normas que implementou dentro dos Conventos, as comunidades manifestaram-se junto ao novo Geral da Ordem, o qual igualmente discordava das normas adoptada e assim sendo foi afastada. Teresa recolheu-se num dos Conventos e acreditou que sua Obra não teria continuidade.

Obteve porém, o apoio do Rei Felipe II e conseguiu dar sequência ao seu trabalho.

Em 1580, o Papa Gregório XIII declarou autónoma a província Carmelita descalça.

Apesar de uma actividade intensa, ainda encontrava espaço para transmitir ao mundo suas reflexões e experiências místicas. Na sua época toda a cidade de Ávila sabia das suas visões e diálogos com Deus. Para obter ajuda, na ânsia de entender e conciliar seus dons de espiritualidade e as insistentes tentações, ela mesma expôs os factos diante de muitos leigos e não apenas aos seus Confessores e Directores Espirituais.

Graças à orientação destes ela seguiu numa rota segura, porque foi devidamente orientada por estes, que eram, os agora Santos: Francisco Bórgia e Pedro de Alcântara, que perceberam os sinais da acção de Deus.
A pedido dos seus superiores, registou toda sua vida atribulada de tentações e espiritualidade mística em livros como: "O Caminho da Perfeição", "As Moradas", "A Autobiografia", e outros.

Nos quais narra como um Anjo trespassou seu coração com uma seta de fogo.

Vítima de doença, faleceu no dia 4 de Outubro de 1582, aos sessenta e sete anos, no convento de Alba de Torres, Espanha.Nesta ocasião, tinha reformado dezenas de Conventos e fundado trinta e dois, de Carmelitas descalças, sendo dezassete femininos e quinze masculinos.

Beatificada em 1614, foi canonizada como Santa Teresa de Ávila, em 1622.
A comemoração da festa da trasverberação do coração de Santa Teresa ocorre em 26 de Agosto.

Enquanto a celebração do dia de sua morte ficou para o dia 15 de Outubro, a partir da última reforma do calendário litúrgico da Igreja.
O Papa Paulo VI, em 1970, proclamou Santa Teresa de Ávila, Doutora da Igreja, a primeira mulher a obter tal título.


(Fonte: site Paulinas com adaptação e edição de JPR)
publicado por spedeus às 00:01

14
Out 08
O anúncio dos apoios aos bancos já fez descer a taxa Euribor, da qual dependem os juros pagos pelos devedores nacionais. E ainda irá descer mais, à medida que se concretizarem os vários apoios. A confiança parece voltar.

O Governo vai dar garantias à banca, para que ela possa angariar fundos no estrangeiro, de modo a poder emprestar às nossas empresas e famílias. Para obter fundos, é preciso haver confiança em quem os pede. Daí, as garantias. Aliás, no mesmo sentido de aumentar a confiança, foram tomadas medidas a nível internacional.

O BE e o PCP logo criticaram o apoio aos bancos. E, enquanto o PSD aplaudia a medida, o CDS/PP surgiu em tom crítico, pela voz de Paulo Portas, a reclamar protecção para as famílias endividadas.

Acontece que o anúncio dos apoios aos bancos já fez descer a taxa Euribor, da qual dependem os juros pagos pelos devedores nacionais. E ainda irá descer mais, à medida que se concretizarem os vários apoios. A confiança parece voltar.

Mas a demagogia e o populismo não percebem, ou não querem perceber, que assim se ajudam as famílias. Numa crise tão séria como a actual exige-se mais seriedade dos políticos de esquerda e de direita. Até por respeito pelas famílias endividadas.

Francisco Sarsfield Cabral

(Fonte: site RR)
publicado por spedeus às 22:30


Entre os dias 8 e 13 de Outubro apresentámos vídeos com a 6ª Sinfonia de Anton Bruckner interpretada pela Orquestra Filarmónica de Munique dirigida pelo Maestro Celibidache... que belo deve ter sido o concerto de ontem!
publicado por spedeus às 15:08

"O Peregrino de Fátima" é o nome de um livro de tributo a João Paulo II, lançado hoje, em Lisboa.

Escrito pelo jornalista Paulo Aido, a obra recorda as visitas apostólicas do Papa a Portugal, através do testemunho de alguns dos que com ele privaram.

“O livro procura recuperar, passo a passo, todos os momentos do Papa em Portugal, trazendo também as memórias de pessoas que privaram com o Papa”, explica Paulo Aido.

Entre as cerca de três dezenas de pessoas que contaram as suas histórias com o Papa, destaque para Manuela Eanes, Maria Barroso, o sobrinho da Irmã Lúcia e a jornalista Aura Miguel, da Rádio Renascença.
O prefácio do livro "O Peregrino de Fátima" foi escrito pelo Cardeal Saraiva Martins.

RV

(Fonte: site RR, foto JPR)
publicado por spedeus às 14:37

Na sala de imprensa da Santa Sé efectuou-se esta Terça-feira uma conferência de imprensa de apresentação de um inquérito internacional sobre a leitura da Bíblia, realizado numa perspectiva ecuménica.

Precedentemente fora assinado um acordo de cooperação para a tradução e a difusão da Bíblia entre a Federação Bíblica Católica e a United Bible Societies (Inglaterra).

D. Vicente Paglia, Bispo da Diocese italiana de Terni e presidente da Federação Bíblica Católica que foi um dos intervenientes neste encontro com os jornalistas salientou que uma primeira reflexão deste inquérito confirma que a Bíblia permanece o lugar mais eficaz para o encontro entre os cristãos. Emerge também o caminho notável que foi percorrido de maneira particular pelos católicos: nos últimos 40 anos foi cancelada a distância que se verifica por exemplo em relação ao mundo protestante. Surpreende a atenção reservada á Sagrada Escritura na Rússia europeia. E é absolutamente extraordinária, em relação aos outros países entrevistados, a grande atenção á Bíblia que se verifica nos Estados Unidos da América, tanto em âmbito protestante como católico.

O presidente da federação bíblica católica salientou que o diálogo ecuménico será sem dúvida mais frutuoso se, concentrando-se espiritualmente na Palavra de Deus, deixar o lugar ao diálogo de Deus com todos os cristãos. É o caminho para superar mais facilmente também aquele mal estar que hoje se nota aqui e ali no diálogo entre cristãos.

D. Vicente Paglia disse que as Sociedades bíblicas estão hoje empenhadas, juntamente com as igrejas cristãs em cerca de 800 projectos de tradução e revisão da Bíblia em línguas do mundo inteiro.

A Bíblia já foi traduzida em 2.454 línguas diferentes; mas são ainda 4.500 as línguas que esperam confrontar-se com a Sagrada Escritura.


(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 14:05

“A obrigação de salvaguardar a unidade da Igreja ortodoxa”, “a fé dos nossos Pais”, resolvendo “em espírito de amor e de paz todo e qualquer problema que se apresente nas relações entre nós”: este um dos “compromissos” subscritos pelos Primazes das Igrejas ortodoxas, na mensagem solenemente lido ontem, no final da divina liturgia celebrada na Igreja Patriarcal de São Jorge em Fanar. A mensagem conclui de modo solene um encontro dos Patriarcas Ortodoxos promovido por Bartolomeu I, Patriarca Ecuménico de Constantinopla, para celebrar o Ano Paulino.

Subscreveram a mensagem os Patriarcas maiores das Igrejas ortodoxas de todo o mundo, nomeadamente Aléxis II de Moscovo, Anastasios de Tirana, Teodoro de Alexandria, Inácio de Antioquia e Jerónimo de Atenas. O texto toca diversos temas: a responsabilidade dos cristãos no que diz respeito aos “problemas da humanidade e do mundo”, a tendência de “afastar a religião da vida social”; o progresso científico; o apoio à família e ao matrimónio “em crise”; os jovens.

Esta mensagem surge num momento bastante difícil das relações intra-ortodoxas, em especial entre os Patriarcados de Constantinopla e de Moscovo. Particularmente significativa a passagem em que se afirma que o anúncio da mensagem evangélica “pressupõe a superação dos conflitos internos da Igreja ortodoxa através da renúncia aos extremismos nacionalistas, étnicos e ideológicos do passado. Só deste modo a palavra da Ortodoxia poderá ter um impacto sobre o mundo contemporâneo”.

Os Patriarcas afirmam também “o desejo de uma rápida solução de qualquer anomalia canónica surgida em certas circunstâncias históricas e pastorais, como por exemplo na chamada diáspora ortodoxa, a fim de superar qualquer eventual influência alheia à eclesiologia ortodoxa. Neste sentido – conclui a Mensagem – acolhemos favoravelmente a proposta do Patriarcado Ecuménico de convocar uma Consultação Pan-ortodoxa no próximo ano de 2009”.


(Fonte: site Radio Vaticana)


Recordemo-nos, que recentemente o Santo Padre por mão do Cardeal Arcebispo de Nápoles, Crescenzio Sepe, entregou uma mensagem pessoal ao Patriarca de Moscovo Aléxis II.

Unamo-nos ao Santo Padre e através das nossas orações e peçamos ao Senhor pela unidade das Igrejas Cristãs, nomeadamente as Ortodoxas e Anglicanas, com a Igreja Católico, objectivo difícil, considerado por muitos como impossível, mas ao Senhor nada é impossível, saibamos nós estar à altura dos seus desígnios.

(JPR)
publicado por spedeus às 13:37

«… pode mesmo dizer-se que no Evangelho apenas se expõe como os seres humanos se podem tornar terra fecunda para a palavra de Deus. E podem-no na medida em que, por assim dizer, apresentam os elementos orgânicos nos quais a vida pode crescer e amadurecer. Fazem-no na medida em que eles próprios vivem a partir desse meio orgânico, deixando-se invadir por essa palavra e tornando-se eles próprios palavra, transferindo a sua vida para a oração e, assim, para Deus».


(Joseph Ratzinger in ‘Maria primeira Igreja’ – Joseph Ratzinger e Hans Urs von Balthasar)
publicado por spedeus às 00:00

13
Out 08
«O grão da semente não permanece só, ao grão da semente pertence o mistério maternal da terra – a Cristo pertence Maria, a terra sagrada da Igreja como os Padres da Igreja lhe chamavam de forma tão bela. O mistério de Maria significa precisamente isto: que a palavra de Deus não permaneceu sozinha mas, pelo contrário, assumiu o outro – a terra -, que se tornou ser humano na “terra-mãe” e então, novamente, intimamente ligada à terra de toda a humanidade, pôde voltar a Deus»


(Joseph Ratzinger in ‘Maria primeira Igreja’ – Joseph Ratzinger e Hans Urs von Balthasar)
publicado por spedeus às 00:03

Mosaico com cerca de 500m2 (10m de altura e 50m de largura), cobrindo a parede curva do fundo do presbitério, é feito em terracota dourada e moldada manualmente.

A cor do ouro simboliza a santidade e a fidelidade de Deus, tendo os três traços vermelhos a finalidade de realçar o dourado e favorecer a percepção do mistério e da santidade. Todo o dinamismo e tensão de luz e ouro no sentido horizontal e vertical pretendem provocar no coração de quem está na igreja um estado de alma que acolhe a beleza, a comunhão e o amor.

À direita e à esquerda do trono e do Cordeiro, a Jerusalém Celeste, na qual se vê a multidão de Anjos e de Santos. O Cordeiro é formado pela cor do ouro e por tonalidades de alvura, porque Ele é a Luz. D’Ele partem ondas de luz.

Os Santos estão pintados em tons coloridos, a indicar que estão na luz, receberam a luz, deixaram-se iluminar e penetrar por ela, acolheram o dom da vida divina.

À nossa esquerda, à direita do Cordeiro, está a Mãe de Deus, à qual se unem os Beatos Francisco e Jacinta e a Irmã Lúcia, com o rosário nas mãos. Na primeira fila encontram-se seis Apóstolos e três Arcanjos, atrás dos quais está uma multidão de Santos, com destaque para o grupo franciscano: S. Francisco de Assis, Santa Clara e o Santo Padre Pio. À nossa direita, encontra-se S. João Baptista, que indicou o Filho de Deus como o Cordeiro, e mais seis Apóstolos e quatro Arcanjos. Por trás, mais uma multidão de Anjos e Santos, entre os quais Santa Isabel de Portugal e a Beata Teresa de Calcutá. O primeiro Arcanjo, à nossa esquerda, é Gabriel, com o rolo da Palavra de Deus na Anunciação; o último, à nossa direita é Miguel, o Arcanjo do Juízo, com a balança. Maria e João Baptista, ladeando o Cordeiro, formam uma das mais ricas imagens da iconografia sagrada, conhecida por Deisis (Intercessão).

Da parte inferior do trono nasce água “limpa como cristal” (Ap 22, 1), a água da vida divina, o rio de vida que é o Espírito Santo, que assume e penetra toda a história, todos os homens, todo o cosmos, e que se dá a beber em jorros abundantes na Igreja, através da Liturgia e dos Sacramentos. Uma vez que na Liturgia se realiza a Páscoa de Cristo, por ela o rio de água viva penetra em nós e somos arrebatados pelo mistério que ela torna presente, o mistério da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito.

À direita e à esquerda do trono e dos grupos de Santos abundam os ramos da árvore que dá doze colheitas e produz frutos cada mês e cujas folhas servem para curar as nações (Ap 22, 1-2).

Elemento central das aparições de Fátima é a familiaridade com o Céu. A Jacinta e o Francisco desejavam-no ardentemente, e a Lúcia ficou triste de não poder ir para lá imediatamente.

Esta é também uma dimensão constante da fé cristã, de modo que a Eucaristia convoca a Igreja em todos os tempos e lugares para a Jerusalém Celeste, onde há-de cantar continuamente o grande “aleluia” diante do trono do Cordeiro, com a Mãe de Deus, os Apóstolos e todos os Santos.

Nesta igreja é convocada a assembleia dos fiéis, que celebram a Liturgia; ao centro, encontra-se o altar, lugar do sacrifício e da comunhão; como pano de fundo, vislumbram-se o trono do Cordeiro, vencedor do pecado e da morte, e os Santos. Neste templo dá-se o encontro face a face entre a Igreja do Céu e a da Terra. Em certo sentido, esta igreja põe-nos na situação em que se encontravam Francisco, Jacinta e Lúcia: da terra e da história, contemplavam o Céu, certos de que pela cruz se vai à luz.

É da autoria do P. Marko Ivan Rupnik (Eslovénia) e foi executado por um grupo de artistas, especializados em arte litúrgica, no Instituto Oriental de Roma, e provenientes de oito nações e de quatro Igrejas Cristãs.


(Fonte: site do Santuário de Fátima)
publicado por spedeus às 00:02

publicado por spedeus às 00:01

*antevisão do Concerto que se realizará hoje dia 13 de Outubro em Roma na Basílica de S. Paulo Fora de Muros pela Orquestra Filarmónica de Viena dirigida pelo Maestro Christoph Eschenbach no âmbito das celebrações do Ano Paulino.

publicado por spedeus às 00:00

12
Out 08
“…, aponta em todas as suas partes e de todos os pontos de vista sempre tanto para Cristo como para a Igreja. Daí resulta directamente que também toda a piedade mariana, se quiser ser católica, não se pode nunca isolar, antes pelo contrário deve sempre inserir-se e orientar-se tanto cristologicamente (e, portanto, trinitariamente) como eclesiologicamente.

(…). Todos conhecemos essas tendências que, à primeira vista, dão a impressão de que o povo em oração veria em Maria algo como um símbolo personificado ou o arquétipo da graça divina, providencial e misericordiosa como mãe, como se Maria fosse assim elevada à esfera de Deus e a obra decisiva de Cristo passasse despercebida. (…). Por outro lado, a impressão referida pode ter fundamento em populações menos bem catequizadas: para elas Maria é frequentemente uma espécie de quinta-essência de toda a salvação. Aí tem que intervir a evangelização tão urgentemente recomendada pelo Sínodo dos Bispos e pelo Papa (João Paulo II), procedendo com doçura e inteligência às rectificações necessárias.


(Hans Urs von Balthasar in ‘Maria primeira Igreja’ – Joseph Ratzinger e Hans Urs von Balthasar)


A este propósito, permito-me recordar aos responsáveis dos diferente Santuários Marianos e aos organizadores de peregrinações, que lhes cabe um importante dever de Catequese na preparação das celebrações e das homilias. Eles são por excelência um excelente veículo para a divulgação, usando a sugerida doçura e inteligência, nas correcções necessárias.

Votos de um Bom Domingo do Senhor!


(JPR)
publicado por spedeus às 00:04

*antevisão do Concerto a realizar no dia 13 de Outubro e no âmbito das celebrações do Ano Paulino em Roma na Basílica de S. Paulo Fora de Muros pela Orquestra Filarmónica de Viena dirigida pelo Maestro Christoph Eschenbach.

publicado por spedeus às 00:03

Maria, Mãe da esperança, caminhai connosco!
Ensinai-nos a anunciar o Deus vivo; ajudai-nos a dar testemunho de Jesus,o único Salvador; tornai-nos serviçais com o próximo, acolhedores com os necessitados, obreiros de justiça, construtores apaixonados dum mundo mais justo; intercedei por nós que agimos na história certos de que o desígnio do Pai se realizará.
Aurora dum mundo novo, mostrai-Vos Mãe da esperança e velai por nós!
Velai pela Igreja: que ela seja transparência do Evangelho; seja autêntico espaço de comunhão; viva a sua missão de anunciar, celebrar e servir o Evangelho da esperança para a paz e a alegria de todos.
Rainha da paz, protegei a humanidade do terceiro milénio!
Velai por todos os cristãos: que eles prossigam cheios de confiança no caminho da unidade, como fermento para a concórdia.
Velai pelos jovens, esperança do futuro: que eles respondam generosamente ao chamamento de Jesus.
Velai pelos responsáveis das nações: que eles se empenhem na construção duma casa comum, onde sejam respeitados a dignidade e o direito de cada um.
Maria, dai-nos Jesus!
Fazei que O sigamos e amemos! Ele é a esperança da Igreja, e da humanidade.
Ele vive connosco, entre nós, na sua Igreja.
Convosco dizemos: «Vem, Senhor Jesus» (Ap 22, 20)!
Que a esperança da glória, por Ele infundida nos nossos corações, produza frutos de justiça e de paz


(Fonte: site da Paróquia Senhora da Conceição no Porto)
publicado por spedeus às 00:02

publicado por spedeus às 00:01

publicado por spedeus às 00:00

11
Out 08
«Virão tempos em que o ensinamento salutar não será aceite, mas as pessoas acumularão mestres que lhes encham os ouvidos, de acordo com os próprios desejos. Desviarão os ouvidos da verdade e divagarão ao sabor de fábulas. Tu, porém, controla-te em tudo, suporta as adversidades, dedica-te ao trabalho do Evangelho e desempenha com esmero o teu ministério».


(2 Tim 4, 3-5)


«Se alguém tem ouvidos para ouvir, oiça.»


(S. Marcos 7, 16)
publicado por spedeus às 21:54

À semelhança do que se passou, há séculos, por exemplo, no norte de África, também a Igreja pode vir a desaparecer na Europa. Foi o que disse o Papa no início desta semana.

Nações que dantes eram ricas de fé e vocações perdem agora a identidade sob a influência nociva de uma certa cultura moderna. O homem tem vindo a desembaraçar-se de Deus, eliminando-o do seu horizonte. Agora, já não é Deus quem o salva: é o próprio homem que se considera dono do mundo e do seu destino. As consequências estão à vista: será que esta arrogância e rebelião tornam o homem mais feliz?

Mas o Papa deixou ainda outro alerta: como Deus é fiel à sua promessa, se hoje há regiões em que a fé vai enfraquecendo, até se extinguir, haverá sempre outros povos prontos para a acolher.

Podemos, pois, vir a desaparecer do mapa!

Aura Miguel


(Fonte: site RR)
publicado por spedeus às 15:27


Naquele tempo,
Jesus dirigiu-Se de novo
aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo
e, falando em parábolas, disse-lhes:
«O reino dos Céus pode comparar-se a um rei
que preparou um banquete nupcial para o seu filho.
Mandou os servos chamar os convidados para as bodas,
mas eles não quiseram vir.
Mandou ainda outros servos, ordenando-lhes:
‘Dizei aos convidados:
Preparei o meu banquete, os bois e os cevados foram abatidos,
tudo está pronto. Vinde às bodas’.
Mas eles, sem fazerem caso,
foram um para o seu campo e outro para o seu negócio;
os outros apoderaram-se dos servos,
trataram-nos mal e mataram-nos.
O rei ficou muito indignado e enviou os seus exércitos,
que acabaram com aqueles assassinos e incendiaram a cidade.
Disse então aos servos:
‘O banquete está pronto, mas os convidados não eram dignos.
Ide às encruzilhadas dos caminhos
e convidai para as bodas todos os que encontrardes’.
Então os servos, saindo pelos caminhos,
reuniram todos os que encontraram, maus e bons.
E a sala do banquete encheu-se de convidados.
O rei, quando entrou para ver os convidados,
viu um homem que não estava vestido com o traje nupcial.
E disse-lhe:
‘Amigo, como entraste aqui sem o traje nupcial?’.
Mas ele ficou calado.
O rei disse então aos servos:
‘Amarrai-lhe os pés e as mãos e lançai-o às trevas exteriores;
aí haverá choro e ranger de dentes’.
Na verdade, muitos são os chamados,
mas poucos os escolhidos».
publicado por spedeus às 12:00

«Sentes-te só...; queixas-te...; tudo te incomoda... Porque o teu egoísmo te isola dos teus irmãos, e porque não te aproximas de Deus».


(Sulco 709 - S. Josemaría Escrivá de Balaguer)



«O homem tem medo de ficar a sós consigo mesmo, perde o seu centro, torna-se um vagabundo intelectual que está sempre fora de si mesmo».


(“Olhar para Cristo” - Joseph Ratzinger)
publicado por spedeus às 00:01

*antevisão do Concerto a realizar no dia 13 de Outubro e no âmbito das celebrações do Ano Paulino em Roma na Basílica de S. Paulo Fora de Muros pela Orquestra Filarmónica de Viena dirigida pelo Maestro Christoph Eschenbach.

publicado por spedeus às 00:00

10
Out 08

Não chute para o lado, o problema é real e se se considera um seguidor de Jesus Cristo Nosso Senhor, faça tudo o que tiver ao seu alcance, mesmo que seja minoria, cantando e proclamando a VIDA.

NÃO SEJA COMODISTA, LEMBRE-SE DOS PRIMEIROS CRISTÃOS E DAQUELES QUE AINDA HOJE DÃO A VIDA PARA DEFENDER VALORES INEGOCIAVEIS.


(JPR)
publicado por spedeus às 15:54

«Este é o vosso dever: dar graças a Deus nas vossas orações, tanto pelos benefícios que estais conscientes de ter recebido, como pelos que tendes recebido de Deus sem o saber».

(Homilia sobre Col, ad loc. – São João Crisóstomo)


Agradeço-Te Senhor no dia de hoje em particular, pele enorme alegria que trouxeste à minha família neste mesmo dia no ano da 1991, sobretudo ao meu filho, cujo aniversário natalício também se celebra hoje e pelo qual Te estou igualmente profundamente grato.

A Tua graça e bondade quiseram que descesse sobre o meu filho a Tua bênção e protecção.

Obrigado meu Deus e meu Senhor!


(JPR)
publicado por spedeus às 00:03


Bento XVI escreveu pessoalmente uma mensagem ao Patriarca de Moscovo, Alexis II, na qual exprime a importância de “acelerar o caminho em direcção à plena unidade de todos os discípulos de Cristo”. No “tempo actual, muitas vezes caracterizado pelo conflito e pela dor”, este testemunho de reconciliação é cada vez mais necessário a fim de que “a mensagem alegre de salvação possa ser levada a todos os homens”, explica o Papa. A mensagem foi entregue a Alexis II pelo arcebispo de Nápoles, Cardeal Crescenzio Sepe, em visita oficial a Moscovo a convite do Patriarca mesmo e do Metropolita Kirill. O purpurado entregou a carta, junto com uma relíquia de São Januário, durante uma audiência no Kremlin que durou mais de uma hora no dia 2 de Outubro último.

Na sua carta, o Papa recorda o seu “profundo afecto por todos os irmãos ortodoxos” e afirma que “a fé em Nosso Senhor Jesus Cristo é um vínculo que une os corações de modo profundo e convida-nos a todos a reforçar o nosso compromisso a oferecer ao mundo um testemunho comum do viver juntos no respeito e na paz”.


(Fonte: H2O News com adaptação de JPR)
publicado por spedeus às 00:01

*antevisão do Concerto a realizar no dia 13 de Outubro e no âmbito das celebrações do Ano Paulino em Roma na Basílica de S. Paulo Fora de Muros pela Orquestra Filarmónica de Viena dirigida pelo Maestro Christoph Eschenbach.

publicado por spedeus às 00:00

09
Out 08

Assinalam-se nesta Quinta-feira, dia 9 de Outubro, os 50 anos da morte de Pio XII, o Papa que guiou a Igreja Católica durante o período dramático da II Guerra Mundial. Eugénio Pacelli, nascido a 2 de Março de 1876, é ainda hoje uma figura rodeada por polémicas, mitos e preconceitos que tendem a obscurecer a análise do seu pontificado.

Bento XVI presidiu esta manhã, na Basílica de São Pedro, a uma Missa em sufrágio do falecido Papa. Participaram os delegados presentes no Sínodo dos Bispos, que decorre no Vaticano.

“Abandonar-se nas mãos misericordiosas de Deus: foi esta a atitude constantemente cultivada” por Pio XII – sublinhou Bento XVI, na homilia da Missa.

Recordando as dificuldades da época em que o Papa Pacelli foi chamado a desenvolver o seu ministério ao serviço da Igreja – durante a II Grande Guerra e o “complexo” período seguinte, “da guerra fria” – Bento XVI referiu a necessidade profundamente sentida por Pio XII de, “mesmo mediante um constante esforço ascético, aderir a Cristo, única certeza que não se desvanece”.

“A Palavra de Deus tornava-se assim luz no seu caminho, um caminho no qual o Papa Pacelli teve que consolar desalojados e perseguidos, teve que enxugar lágrimas de sofrimento e deplorar as inumeráveis vítimas da guerra.

É Cristo a única verdadeira esperança do homem. Só confiando n’Ele o coração humano se pode abrir ao amor que vence o ódio”.

“Foi esta consciência que acompanhou Pio XII no seu ministério de Sucessor de Pedro, ministério iniciado precisamente quando se adensavam sobre a Europa e sobre o resto do mundo as nuvens ameaçadoras de um novo conflito mundial, que ele procurou, por todos os modos, evitar”. Bento XVI referiu o amor que o seu predecessor sempre mostrou pela sua “dilecta Roma”, amor “testemunhado pela intensa obra de caridade que promoveu em defesa dos perseguidos, sem qualquer distinção de religião, etnia, nacionalidade ou pertença política”. Muitos são os testemunhos sobre as privações de alimento, aquecimento, roupas e comodidades a que voluntariamente se sujeitava para partilhar a condição das pessoas duramente provadas pelos bombardeamentos e pelas consequências da guerra. Neste contexto, Bento XVI evocou a radiomensagem pronunciada por Pio XII, no Natal de 1942:

“Com voz profundamente comovida, deplorou a situação de centenas de milhares de pessoas, que, sem culpa alguma, por vezes apenas por razões de nacionalidade e de estirpe, são destinadas à morte ou a um crescente definhar, numa clara referência à deportação e ao extermínio perpetrado contra os judeus.

Ele agiu muitas vezes de modo secreto e silencioso precisamente porque, à luz das situações concretas daquele complexo momento histórico, intuía que só desse modo se podia evitar o pior e salvar o maior número possível de judeus”.

“No final da guerra, como também no momento da sua morte, numerosos e unânimes atestados de gratidão lhe foram dirigidos pelas mais altas autoridades do mundo judaico, por estas suas intervenções” – recordou o Papa, citando a ministra dos Negócios Estrangeiros de Israel, Golda Meir que escreveu: “Deploramos a perda de um grande servidor da paz”. “Quando o mais horroroso martírio atingiu o nosso povo, durante os dez anos do terror nazista, a voz do Pontífice elevou-se a favor das vítimas”.

Bento XVI deplorou o facto de que “o nem sempre sereno debate histórico sobre a figura do Servo de Deus Pio XII” tenha levado a descurar “todos os aspectos do seu poliédrico pontificado”, com muitíssimos discursos, alocuções e mensagens dirigidas a cientistas, médicos, expoentes das mais diversas categorias de trabalhadores. Muitos desses pronunciamentos – sublinhou o Papa actual – “conservam ainda hoje extraordinária actualidade e continuam a ser seguro ponto de referência”. Paulo VI considerava-o um precursor do Concílio Vaticano II. Na impossibilidade de referir exaustivamente os muitos documentos que mereceriam ser citados, Bento XVI mencionou três Encíclicas de especial relevo: a “Mystici Corporis” (Junho 1943), que pela primeira vez esboçava uma síntese teológica dos principais temas da eclesiologia, abrindo o caminho à Constituição conciliar “Lumen gentium”; a “Divino afflante Spiritu” (Setembro de 1943), com normas doutrinais para o estudo da Sagrada Escritura, e a “Mediator Dei” (Novembro de 1947), “que impulsionou o movimento litúrgico”, sublinhando que o “elemento essencial do culto” há-de ser “interior”: viver sempre em Cristo. “Caso contrário, a religião torna-se um formalismo sem fundamento nem conteúdo”.

Na presença dos numerosos Padres sinodais reunidos este mês no Vaticano para debater “a Palavra de Deus na vida e missão da Igreja”, Bento XVI deteve-se especialmente sobre a importância que teve a Encíclica “Divino afflante Spiritu”. “Trata-se de um documento que testemunha uma grande abertura no que diz respeito à investigação científica sobre os textos bíblicos”. “Deve-se à intuição profética de Pio XII o início de um estudo sério das características da historiografia antiga, para melhor compreender a natureza dos livros sagrados, sem por isso diminui ou negar o seu valor histórico”. “O aprofundamento dos géneros literários, com o objectivo de melhor compreender o que o autor sagrado tinha querido dizer (observou Bento XVI), até então era vista com suspeita, até pelos abusos que se tinham verificado. A Encíclica reconhecia a sua correcta aplicação, declarando legítimo o seu uso, para o estudo, não só do Antigo Testamento, mas também do Novo”.

Quase a concluir a sua homilia, o Papa referiu ainda, de passagem, as duas Encíclicas dedicadas por Pio XII à actividade missionária “Evangelii praecones” (1951) e “Fidei donum” (1957), que bem revelam “o amor pelas missões” revelado pelo Papa Pacelli desde o início do seu pontificado, quando, em 1939, “quis consagrar pessoalmente doze Bispos de países de missão, entre os quais um indiano, um chinês, um japonês, o primeiro Bispo africano e o primeiro Bispo de Madagáscar”. Referido ainda o facto de que uma das suas preocupações pastorais foi a promoção do papel dos leigos.

Concluída a celebração, o Papa desceu às Grutas da Basílica de São Pedro detendo-se em oração pessoal diante do túmulo de Pio XII.


(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 14:01

Pater noster, qui es in caelis:
sanctificétur nomen tuum;
advéniat regnum tuum;
fiat volúntas tua, sicut in caelo, et in terra.
Panem nostrum cotidiánum da nobis hódie;
et dimítte nobis débita nostra,
sicut et nos dimíttimus debitóribus nostris;
et ne nos indúcas in tentatiónem;sed líbera nos a malo.

______________________________________

Assinalam-se hoje os 50 anos da morte do Papa que guiou a Igreja Católica durante a 2.ª Guerra Mundial. Pio XII recebeu mesmo o título de "Papa da Humanidade sofredora", mas é ainda hoje uma figura polémica.

Acusado de silêncio face ao Holocausto, Pio XII ajudou, no entanto, milhares de perseguidos do nazismo. Fê-lo secretamente, como discreta foi, também, a sua acção para, durante a Guerra, salvar os judeus. É que, tal como os judeus eram perseguidos, também os cristãos estavam na mira dos regimes totalitários e toda a prudência era pouca.

Há poucos dias, no Vaticano, o Cardeal Bertone veio a público dizer que, se Pio XII tivesse falado publicamente do assunto, teria posto em perigo de vida milhares de judeus que, a seu pedido, viviam escondidos em 155 conventos de Roma.

Aliás, no final da guerra, em 1945, 80 delegados de campos de concentração alemães vieram a Roma para uma audiência especial, para agradecer a generosidade do Papa durante o terrível período das perseguições.


Bento XVI espera que a efeméride de hoje seja mais um passo para repor a verdade, sem preconceitos ideológicos, sobre a obra, o exemplo de via e a incansável acção pastoral de Pio XII.

AC/Aura Miguel

(Fonte: site RR)

publicado por spedeus às 14:00

«Não és seu amo mas seu marido; não te foi dada como escrava, mas como mulher (…). Devolve-lhe as suas atenções para contigo e sê agradecido por ela e pelo seu amor»


(Exameron, V, 7,19 – Santo Ambrósio)


«Maridos, amai as vossas mulheres e não as trateis com aspereza».


(Col 3, 20 – S. Paulo)
publicado por spedeus às 00:02

*antevisão do Concerto a realizar no dia 13 de Outubro e no âmbito das celebrações do Ano Paulino em Roma na Basílica de S. Paulo Fora de Muros pela Orquestra Filarmónica de Viena dirigida pelo Maestro Christoph Eschenbach.

publicado por spedeus às 00:01

08
Out 08

Mais de vinte mil pessoas participaram, nesta quarta-feira, na Praça de São Pedro, sob um sol outonal, à audiência geral com o Papa, que prosseguiu a catequese que tem vindo a desenvolver sobre o Apóstolo dos Gentios, neste “Ano Paulino”.

Depois de ter falado, nas semanas passadas, sobre o encontro de Paulo com Cristo ressuscitado, no caminho de Damasco, Bento XVI deteve-se a considerar qual foi o conhecimento que aquele teve da existência terrestre de Jesus. Antes de mais, recordou, há que ter presente a distinção que o próprio Apóstolo faz do conhecer “segundo a carne” ou “segundo o Espírito”. Foi sobretudo através da comunidade cristã que Paulo conheceu o Jesus terrestre. Podemos distinguir três formas de se lhe referir.

Há referências explícitas a certos acontecimentos – como a Última Ceia ou a função de Pedro, assim como citações de palavras de Jesus. Além disso, em certas passagens das Cartas de Paulo, podemos entrever alusões à tradição atestada nos Evangelhos sinópticos. Finalmente, há também importantes consonâncias entre o pensamento de Paulo e a pregação de Jesus – por exemplo sobre o Reino de Deus. A propósito da identidade de Jesus – observou o Papa – note-se que Paulo não fala d’Ele como “Filho do homem”, nem o classifica como “mestre” ou “profeta”, como fazem os Evangelhos. Para Paulo, Jesus é muito mais do que isso: Ele é “o Senhor”. São Paulo não pensa em Jesus como alguém do passado. Para ele, Jesus Cristo é antes de mais a vida da nossa vida, aqui e agora. Uma magnífica mensagem para nós!

Entre as saudações dirigidas, em várias línguas, aos diversos grupos presentes nesta audiência geral, não faltou uma em português:

Amados peregrinos de língua portuguesa, a minha cordial saudação para todos os presentes, mormente os grupos paroquiais referidos de Itapecerica da Serra, Monte Sião e São Paulo, no Brasil. Bem-vindos a Roma! Pisais terra santa, banhada pelo sangue dos mártires. Quiseram obrigá-los a deixar Cristo para salvarem a vida, mas eles responderam que a sua vida era Cristo; e, certos disso, preferiram Cristo à própria vida. Possa a mesma certeza iluminar a vida de cada um de vós e dos vossos familiares, que de coração abençoo.


(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 15:50

«Vós sois a luz do mundo. Não se pode esconder uma cidade situada sobre uma montanhanem se acende uma luz para colocá-la debaixo do alqueire, mas sim para colocá-la sobre o candeeiro, a fim de que brilhe a todos os que estão em casa».
«Assim, brilhe vossa luz diante dos homens, para que vejam as vossas boas obras e glorifiquem vosso Pai que está nos céus».


(S. Mateus 5,14-16)
publicado por spedeus às 00:00

07
Out 08

Regina caeli, laetare, alleluia:

Quia quem meruisti portare. alleluia,

Resurrexit, sicut dixit, alleluia,

Ora pro nobis Deum, alleluia.

publicado por spedeus às 15:12

É atribuído a João XXIII o dito de que “o pior terço é aquele que não se reza”. Longe estava o santo antecessor de Bento XVI de considerar esta devoção mariana, tão cara a Nossa Senhora, como uma forma de oração menor.

Pelo contrário, sempre a louvou e a praticou com constância e amor. Ficou célebre, num consistório de cardeais que se efectuou nos princípios da década de noventa, a sua atitude de filho de Maria, que gostava de agradar e falar com a sua Mãe. O Santo Padre estava presente em quase todas as sessões, a que, obviamente, presidia. Numa delas, depois de várias horas de comunicações e intervenções dos ilustres purpurados, João Paulo II, discretamente, pegou no seu terço e começou a passar as contas...

Há gente que considera o terço uma sensaboria, uma maneira primária de rezar, enfim, uma sistemática repetição das mesmas coisas, que dificilmente tem sentido. Conta-se, a este respeito, que um bispo americano, que orientava um jovem rapaz de boa formação e prática católica, assistiu ao começo do namoro deste seu amigo com uma moça de outra confissão cristã diferente, como tantas que existem nesse país. A pouco e pouco, a amizade entre os três foi-se sedimentando.

Um dia, na ausência do rapaz, a rapariga disse de modo delicado ao prelado: “Tenho muita dificuldade em entender como rezam os católicos. Por exemplo, o terço. Repetem Ave-marias sobre Ave-marias. Estarão com atenção? É isso rezar?... Há-de convir que, pelo menos, é uma prática maçadora e aborrecida...”

A conversa ficou-se por aí. Encontrando-se os dois nas mesmas circunstâncias algum tempo depois, o bispo perguntou-lhe: “Já viste hoje o teu namorado?” “Estive com ele só um bocadinho, da parte da manhã...”. “E de que é que falaram?” “Muito simples: como não tínhamos mais tempo, ele disse-me que gostava muito de mim...”. “E tu gostaste?” “Claro, respondeu a rapariga, é o que ele me diz sempre quando não há tempo para mais...” “E tu gostas disso?” “Com certeza. É o meu namorado...” “É curioso. A mim isso parece-me algo assim como o terço. Repete-se sempre a mesma coisa...” E acrescentou, olhando-a com um sorriso: “Hás-de convir que, pelo menos, é uma prática maçadora e aborrecida...”

Claro que não achava maçadora e aborrecida a forma como o namorado a tratava, quando tinham pouco tempo para se verem. Esta observação serviu-lhe para compreender que o terço não é um mero papaguear de fórmulas e cultivar a distracção. Se se reza com amor, vai directo ao Coração de Maria, que está cheio de misericórdia e poder de intercessão. Foi o princípio da sua conversão ao catolicismo.

E deve ser uma oração esforçada e bem rezada. Lembremos a censura maternal da Senhora de Fátima aos três pastorinhos, que rezavam o terço sintético apenas dizendo, em cada mistério, “Ave-Maria” dez vezes, enunciavam o “Glória” e, por fim o “Pai-nosso”, para se livrarem dessa obrigação que os pais lhes recomendavam, e terem assim mais tempo para brincar. Maria “ralhou-lhes”, como Mãe, e, a partir daquele momento, passaram a rezar as contas como devia ser, isto é, dizendo as orações completas que ele comporta.

Mês de Outubro, Mês do Rosário. A nossa Mãe espera a prenda diária do nosso terço bem rezado. E se não nos for possível alguma vez completar esta oração, que tenhamos com ela algum pormenor de amor: um pequeno sacrifício, um mistério do terço, uma Ave-Maria muito compenetrada. E porque não? Rezarmos, nas nossas casas, em família, o terço ou qualquer outra oração que reúna todos os membros à volta da Virgem do Rosário.


(Pe. Rui Rosas da Silva – Prior da Paróquia de Nossa Senhora da Porta Céu em Lisboa in Boletim Paroquial de Outubro, selecção do título da responsabilidade do autor do blogue)
publicado por spedeus às 00:01

«Não podeis servir a Deus e ao dinheiro»

«Vós pretendeis passar por justos diante dos homens, mas Deus conhece os vossos corações; o que é excelente segundo os homens é abominação diante de Deus»

(S. Lucas, 16, 13, 14)

publicado por spedeus às 00:00

06
Out 08
O Papa Bento XVI afirmou nesta segunda-feira que a crise financeira mundial demonstra a futilidade do sucesso e do dinheiro, e pediu que as pessoas cimentem a vida sobre a "rocha" da palavra divina.

O Papa, que falou na abertura de um Sínodo de Bispos do mundo inteiro reunidos no Vaticano sobre o tema "a palavra de Deus", fez um improviso sobre a crise financeira.

"A palavra de Deus, mais que qualquer outra palavra, é o fundamento de tudo, a autêntica realidade. Enganam-se aqueles que pensam que a matéria, as coisas sólidas que podemos tocar, são a realidade mais segura", disse.

"Quem constrói sobre as coisas visíveis que pode tocar, como o êxito, a carreira ou o dinheiro, está construindo sobre areia", declarou o Sumo Pontífice.

"Agora estamos vendo, com o afundamento dos grandes bancos, que este dinheiro desaparece, que não é nada; se tratam de 'realidades de segunda ordem'", acrescentou.

"Somente a palavra (de Deus) é sólida, ela é a verdadeira realidade sobre a qual se deve fundar nossa própria vida", insistiu.


(Fonte: Agência France Presse com adaptação linguística de JPR)
publicado por spedeus às 14:03

«Ser santo não significa ser superior aos outros; antes, o santo pode ser muito débil, pode ter cometido tantos erros na sua vida. A santidade é este contacto profundo com Deus, fazer-se amigo de Deus: é deixar agir o Outro, o Único que realmente pode fazer com que o mundo seja bom e feliz. Por conseguinte, se São Josemaría Escrivá fala da chamada de todos a ser santos, parece-me que, em última análise, está a haurir desta sua experiência pessoal de não ter feito sozinho coisas incríveis, mas de ter deixado agir Deus».

(Artigo “L’Osservatore Romano”, 6-X-2002 – Joseph Ratzinger)
publicado por spedeus às 09:55

«A todos, pois exortamos a que estreitamente unidos ao Redentor, com cuja ajuda podemos (cfr Phil 4,13), vos dediqueis com toda a solicitude à salvação daqueles que a Providência confiou aos vossos cuidados. Quão ardentemente desejamos, amados filhos, que tenhais emulação daqueles santos que, (…), com as suas grandes obras demonstraram a quanto chega neste mundo o poder da graça divina!»

(Menti nostrae, nº 31 – Pio XII)
publicado por spedeus às 09:54








publicado por spedeus às 00:02

05
Out 08

Neste “Ano Paulino”, foi na Basílica de São Paulo fora de Muros, em Roma, que Bento XVI presidiu, neste Domingo de manhã, à celebração eucarística de abertura da Assembleia do Sínodo dos Bispos sobre “A Palavra de Deus na vida e missão da Igreja”, concelebrada pelos 253 Padres sinodais.Partindo dos textos bíblicos deste vigésimo sétimo domingo do Tempo Comum, o Papa recordou que, “quando Deus fala, solicita sempre uma resposta”, pois “a sua acção de salvação requer a cooperação humana; o seu amor aguarda correspondência”. Daqui a advertência, em eco às leituras do dia: “Que nunca aconteça, queridos irmãos e irmãs, o que narra o texto bíblico a propósito da vinha: ‘Esperava que viesse a dar uvas, mas deu só uvas azedas”.

“Só a Palavra de Deus pode transformar em profundidade o coração do homem. Assim, é importante que com ela entrem em intimidade sempre crescente cada um dos crentes e as comunidades.

A assembleia sinodal dirigirá a sua atenção a esta verdade fundamental par a vida e missão da Igreja. Alimentar-se da Palavra de Deus é para a Igreja a primeira e fundamental tarefa”.
“De facto – fez notar Bento XVI – se é o anúncio do Evangelho que constitui a sua razão de ser e a sua missão, é indispensável que a Igreja conheça e viva o que anuncia, para que a sua pregação seja credível, não obstante as debilidades e pobrezas dos homens que a compõem”. Por outro lado, como “o anúncio da Palavra, na escola de Cristo, tem como conteúdo o Reino de Deus”, que é “a própria pessoa de Jesus, que com suas palavras e obras oferece aos homens de todas as épocas a salvação”, então é bem verdade o que escreve São Jerónimo. “Ignorar as Escrituras significa ignorar Cristo”.
Hoje como ontem, muitos são os que ainda não O encontraram e se encontram à espera do primeiro anúncio do Evangelho. Outros, embora tenham recebido formação cristã, perderam o entusiasmo e mantêm com a Palavra de Deus um contacto superficial. Outros ainda, afastaram-se da prática da fé e têm necessidade de uma nova evangelização. Finalmente, há pessoas de recta consciência que se colocam perguntas essenciais sobre o sentido da vida e da morte. “Torna-se, pois, indispensável para os cristãos de todos os continentes estar prontos a responder a quem quer que peça razão da esperança que está neles, anunciando com alegria a Palavra de Deus e vivendo sem compromissos o Evangelho”.

(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 10:54

O Santo Padre a um ritmo, quase que alucinante e diário, proporciona-nos permanente matéria de leitura e reflexão, revelando uma extraordinária capacidade de catequese que nos cumpre absorver no limite das nossas capacidades, mas sempre certos que na sua génese está a solidez inexpugnável da doutrina católica, ou seja, de Jesus Cristo Nosso Senhor.

Façamos um redobrado esforço por acompanhar Bento XVI, pois o esforço, e ao falar em esforço, refiro-me à disponibilidade intelectual e de tempo para ler e mastigar devidamente os riquíssimos conteúdos que nos são propostos e que são comparáveis ao melhor e mais rico legado que nos foi deixado ao longo dos séculos por Santos e Doutores da Igreja.

È óbvio, que as Sagradas Escrituras são a fonte Divina de toda a nossa Fé, mas o contributo para a sua melhor compreensão e vivência dado por inúmeros Santos e Papas, tem sido ao longo da história de grande relevância. Ora sucede, que quis Deus Nosso Senhor, que o sucessor de Pedro neste início do século XXI fosse um teólogo de excepção, e devemos estar-Lhe gratos por tal e não deixarmos escapar esta extraordinária circunstância.

Para quem julgue que o pensamento de Bento XVI é apenas acessível a uma minoria melhor preparada, não tenho vergonha de vos dizer, que o livro “Olhar para Cristo” de Joseph Ratzinger com pouco mais de 100 páginas demorou-me vários meses a ler para o melhor compreender, e certamente ter-me-ão escapado muito detalhes. Dir-vos-ei mais ainda, há dias, tive a necessidade de pedir a um Sacerdote, que me explicasse melhor, do Evangelho de S. Lucas, a parábola do administrador desonesto (Lc 16, 1-13); pois é, a palavra de Deus nem sempre é fácil de se entender, salvo se o nosso objectivo for denegri-la, então aí sim é fácil e infelizmente até é bom negócio, mas quando somos movidos pela fé, então constitui alimento para a boca e para melhor podermos compreendê-Lo e servi-Lo temos ser humildes e insistentes.

Gostaria de terminar, agradecendo ao Senhor o extraordinário Papa que nos ofereceu e pedindo-Lhe que o ilumine e proteja para o bem da Sua e nossa Santa Madre Igreja.


«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» - Santo Agostinho (Sermão 43, 7, 9)


Votos de Bom Domingo do Senhor!

(JPR)
publicado por spedeus às 00:03

«E hoje o maior inimigo da fé cristã, não são os adversários de fora; o maior inimigo da fé cristã é o analfabetismo religioso, é a iliteracia religiosa, é a ignorância religiosa, é a não compreensão dos textos base, dos textos fundadores da nossa fé».


(Excerto Conferência proferida nas Jornadas Nacionais de Catequistas, Fátima, 15-XI-2003 - Fonte: “Pastoral Catequética”, nº 1, Jan-Abril 2005 – D. António Marto, ao tempo Bispo de Viseu, hoje Bispo de Leiria-Fátima)
publicado por spedeus às 00:01



Peçamos nas nossas orações ao Divino Espírito Santo que ilumine todos os participantes durante o decorrer dos trabalhos do Sínodo.

(JPR)
publicado por spedeus às 00:00

publicado por spedeus às 00:00



Peçamos nas nossas orações ao Divino Espírito Santo que ilumine todos os participantes durante o decorrer dos trabalhos do Sínodo.

(JPR)
publicado por spedeus às 00:00

04
Out 08
80 anos é uma grande data! Há, pelo menos, 85 mil fiéis leigos e dois mil padres, espalhados por cinco continentes, para quem este aniversário é fundamental. Estou a falar dos membros do Opus Dei.

Gente comum, novos e velhos, com as mais variadas profissões, que se empenham em viver a santidade nas circunstâncias habituais da vida quotidiana. A proposta do Opus Dei é ajudar a encontrar Cristo no trabalho, na vida familiar e nas restantes actividades habituais. Crescem no amor ao Papa e à Igreja. E a consequência disto tem trazido grandes frutos.

É certamente esse fenómeno de santidade no meio do mundo contemporâneo que explica tanto ódio contra o Opus Dei. Centenas de livros, documentários e filmes massacram sistematicamente a opinião pública contra esta Instituição da Igreja.

Mas não será que o feitiço se vira contra o feiticeiro?

É que movidos justamente pela curiosidade, muitos aproximaram-se do Opus Dei que está hoje cheio de vigor e continua a abrir as suas portas a novos membros.

Parabéns à Obra!


Aura Miguel


(Fonte: site RR)
publicado por spedeus às 14:42


Naquele tempo, disse Jesus aos príncipes dos sacerdotes e aos anciãos do povo:
«Ouvi outra parábola:
Havia um proprietário que plantou uma vinha, cercou-a com uma sebe, cavou nela um lagar e levantou uma torre; depois, arrendou-a a uns vinhateiros e partiu para longe.
Quando chegou a época das colheitas, mandou os seus servos aos vinhateiros para receber os frutos.
Os vinhateiros, porém, lançando mão dos servos, espancaram um, mataram outro, e a outro apedrejaram-no.
Tornou ele a mandar outros servos, em maior número que os primeiros. E eles trataram-nos do mesmo modo.
Por fim, mandou-lhes o seu próprio filho, dizendo:
‘Respeitarão o meu filho’.
Mas os vinhateiros, ao verem o filho, disseram entre si:
‘Este é o herdeiro; matemo-lo e ficaremos com a sua herança’.
E, agarrando-o, lançaram-no fora da vinha e mataram-no.
Quando vier o dono da vinha, que fará àqueles vinhateiros?».
Eles responderam:
«Mandará matar sem piedade esses malvados e arrendará a vinha a outros vinhateiros, que lhe entreguem os frutos a seu tempo».
Disse-lhes Jesus: «Nunca lestes na Escritura:
‘A pedra que os construtores rejeitaram tornou-se a pedra angular; tudo isto veio do Senhor e é admirável aos nossos olhos’?
Por isso vos digo:
Ser-vos-á tirado o reino de Deus e dado a um povo que produza os seus frutos».
publicado por spedeus às 12:00

«Evangelizar, para a Igreja, é levar a Boa Nova a todas as parcelas da humanidade, em qualquer meio e latitude, e pelo seu influxo transformá-las a partir de dentro e tornar nova a própria humanidade»


(Exortação Apostólica ‘Evangelli Nuntiandi’, n. 18 – Paulo VI)


«Pode-se dizer que o Espírito Santo é o agente principal da evangelização: é ele, efectivamente que impele para anunciar o Evangelho, como é ele que no mais íntimo das consciências leva a aceitar a Palavra da salvação»


(Exortação Apostólica ‘Evangelli Nuntiandi’, n. 75 – Paulo VI)
publicado por spedeus às 00:01

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
NUNC COEPI - Blogue sugerido para questões de formação, doutrina, reflexões e comportamento humano
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