«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

03
Abr 09
publicado por spedeus às 00:01

São Pedro Crisólogo (c. 406-450), Bispo de Ravena, Doutor da Igreja
 
«Por que obra boa Me quereis apedrejar?»
 
«Rogo-vos, pois, irmãos, pela misericórdia de Deus» (Rom 12, 1): Paulo faz um pedido, ou antes, através de Paulo, Deus faz um pedido, Ele que mais do que ser temido quer ser amado. Deus faz um pedido porque quer ser menos Senhor que Pai. [...] Ouve o Senhor pedir [através do Seu Filho]: «Dizia: Estendia constantemente as mãos» (Is 65,2). Não é estendendo as mãos que habitualmente se pede? «Estendia as mãos.» Para quem? «Para o povo.» Para que povo? Um povo não apenas indócil, mas «rebelde». «Estendia as mãos»: abre os Seus braços, dilata o Seu coração, apresenta o Seu peito, oferece o Seu seio, faz de todo o Seu corpo um refúgio para demonstrar por meio desta súplica a que ponto é Pai. Escuta Deus perguntar ainda: «Meu povo, que te fiz, ou em que te contristei?» (Mi 6,3) Não diz Ele: «Se a Minha divindade vos for desconhecida, não reconhecereis a Minha carne? Vede, vede em Mim o vosso corpo, os vossos membros, as vossas entranhas, os vossos ossos, o vosso sangue! E, se temeis o que é de Deus, porque não amais o que é vosso? Se fugis do Senhor, porque não correis para o Pai?»
 
Mas a grandeza da Paixão, de que sois a causa, talvez vos encha de confusão. Não temais! Esta cruz não é o Meu cadafalso, mas o da morte. Estes pregos não fixam a dor em Mim, mas cravam mais profundamente em Mim o amor que tenho por vós. Estas feridas não Me arrancam gritos, elas introduzem-vos ainda mais no Meu coração. O esquartejamento do meu corpo dá-vos um lugar ainda maior no Meu seio, não aumenta o Meu suplício. Não perco o Meu sangue, antes o verto para pagar o vosso.
 
Vinde então, tornai a vir, reconhecei em Mim um Pai que vedes pagar o mal com bem, a injustiça com o amor, grandes ferimentos com uma tão grande ternura.
 
 
(Fonte: “Evangelho Quotidiano”)
publicado por spedeus às 00:01

São João 10, 31-42
 
Naquele tempo,
os judeus agarraram em pedras para apedrejarem Jesus,
Então Jesus disse-lhes:
«Apresentei-vos muitas boas obras, da parte de meu Pai.
Por qual dessas obras Me quereis apedrejar?»
Responderam os judeus:
«Não é por qualquer boa obra que Te queremos apedrejar:
é por blasfémia,
porque Tu, sendo homem, Te fazes Deus».
Disse-lhes Jesus:
«Não está escrito na vossa Lei: ‘Eu disse: vós sois deuses’?
Se a Lei chama ‘deuses’ a quem a palavra de Deus se dirigia
— e a Escritura não pode abolir-se —,
de Mim, que o Pai consagrou e enviou ao mundo,
vós dizeis: ‘Estás a blasfemar’,
por Eu ter dito: ‘Sou Filho de Deus’!»
Se não faço as obras de meu Pai,
não acrediteis.
Mas se as faço,
embora não acrediteis em Mim,
acreditai nas minhas obras,
para reconhecerdes e saberdes
que o Pai está em Mim e Eu estou no Pai».
De novo procuraram prendê-l’O,
mas Ele escapou-Se das suas mãos.
Jesus retirou-Se novamente para além do Jordão,
para o local onde anteriormente João tinha estado a baptizar
e lá permaneceu.
Muitos foram ter com Ele e diziam:
«É certo que João não fez nenhum milagre,
mas tudo o que disse deste homem era verdade».
E muitos ali acreditaram em Jesus.
publicado por spedeus às 00:00

02
Abr 09

Na tarde desta quinta-feira na Basílica de São Pedro Bento XVI presidiu a uma Missa no quarto aniversário da morte de João Paulo II.

 

Na celebração participou um grande numero de jovens sobretudo da Diocese de Roma, em preparação do Dia Mundial da Juventude do próximo Domingo.

 

Começando por recordar que há precisamente quatro anos, o seu “amado predecessor, o Servo de Deus João Paulo II, concluía a sua peregrinação terrena, após um longo período de grande sofrimento, Bento XVI declarou celebrar esta “Santa Eucaristia em sufrágio pela sua alma, ao mesmo tempo que damos graças ao Senhor por no-lo tê-lo dado à Igreja, por tantos anos, como zeloso e generoso Pastor”.

 

Comentando o Evangelho deste dia da Quaresma, do capítulo oitavo de São João, Bento XVI sublinhou que Jesus pouco antes se apresentara como “luz do mundo”, usando repetidamente a expressão “Eu sou”, que evocava em sentido forte o Nome de Deus revelado a Moisés. Aqui, “sem meios termos, declara a sua pré-existência (e, portanto, a sua superioridade) a respeito de Abraão, suscitando - compreensivelmente - a reacção escandalizada dos Judeus”.

 

“Mas Jesus não pode silenciar a sua identidade. Ele sabe que, ao fim, será o próprio Pai a assegurar-lhe razão, glorificando-o com a morte e a ressurreição, porque precisamente quando será elevado na cruz se revelará como o Filho unigénito de Deus”.

 

Meditando sobre esta página do Evangelho – observou ainda o Papa – uma pessoa é levada a considerar como é, na verdade, difícil, dar testemunho a Cristo. Foi neste contexto que Bento XVI evocou o testemunho do seu predecessor, João Paulo II, falecido há precisamente quatro anos:

 

“desde jovem ele se mostrou intrépido e arrojado defensor de Cristo: por Ele não hesitou em gastar todas as suas energias para difundir por toda a parte a sua luz; não aceitou descer a compromissos quando se tratava de proclamar e defender a sua Verdade; nunca se cansou de proclamar a todos e sempre, que só Jesus é o Salvador e o verdadeiro Libertador do homem, e do homem todo”.

 

Aludindo à primeira Leitura, sobre as promessas de Deus a Abraão, o Papa observou que, “também deste ponto de vista, aparece significativa a experiência espiritual” de João Paulo II: “olhando para a sua existência, vemos realizada a promessa de fecundidade feita por Deus a Abraão”. “Especialmente nos anos do seu pontificado, ele gerou para a fé muitos filhos e filhas”.

 

Neste contexto, Bento XVI passou a dirigir-se especialmente aos jovens de Roma, presentes em grande número nesta celebração, em vista da Jornada da Juventude, a nível diocesano, no próximo domingo.

 

“Quantas vocações ao sacerdócio e à vida consagrada, quantas jovens famílias decididas a viver o ideal evangélico e a tender para a santidade estão ligadas ao testemunho e pregação do meu venerado Predecessor! Quantos rapazes e raparigas se converteram, ou perseveraram no seu caminho cristão, graças à sua oração, ao seu encorajamento, ao seu apoio e ao seu exemplo!”

 

“É mesmo verdade – prosseguiu Bento XVI. João Paulo II conseguir comunicar uma forte carga de esperança, fundamentada na fé em Jesus Cristo”.

 

“Como pai afectuoso e educador atento, ele indicava pontos de referência firmes e seguros, indispensáveis para todos, mas de modo especial para a juventude. E na hora da agonia e da morte, esta nova geração quis manifestar-lhe que tinha compreendido os seus ensinamentos, recolhendo-se silenciosamente em oração na Praça de São Pedro e em tantos outros lugares do mundo. Os jovens sentiam que a sua partida constituía para eles uma perda: morria o seu Papa, que eles consideravam como o seu pai na fé.”

 

A parte final da homilia desta missa de sufrágio no quarto aniversário da morte do seu predecessor, dedicou-a Bento XVI aos jovens, sublinhando a necessidade de assentarem toda a sua vida cristã na fé e na esperança, pondo toda a confiança no “Deus vivo” de que fala São Paulo a Timóteo.

 

“Caros jovens, não se pode viver sem esperar. A experiência mostra que todas as coisas, e a nossa própria vida, estão em risco de ir abaixo, de um momento para o outro, por qualquer motivo interno ou externo. É normal: tudo o que é humano, e portanto também a esperança, não tem o seu fundamento em si mesma, mas carece de uma rocha onde se possa ancorar. É por isso que Paulo escreve que os cristãos estão chamados a fundamentar no Deus vivo a esperança humana. Só em Deus (a esperança) se torna segura e fiável. Só Deus, que em Jesus nos revelou a plenitude do seu amor, pode ser a nossa firme esperança”.

 

 

(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 23:34

Queridos amigos de San Nicolás:
 
Acudiendo a la intercesión de Juan Pablo II, del que hoy celebramos el aniversario de su muerte, os comunico que he abierto un blog que tratará fundamental, aunque no exclusivamente, sobre la Iglesia Católica en Rusia. Hoy hay un pequeño post sobre Juan Pablo II, el amigo de Rusia. Si alguien quiere leerlo, la dirección es http://amigosderusiasannicolas.blogspot.com/. El nombre del blog es un poco complicado: Svyatoy Nikolay, que como todos entendéis quiere decir San Nicolás, pero en ruso. El blog será en español, pero si a algún amigo de San Nicolás alguna vez se le ocurre traducir al inglés algún post, y me lo envía, estaría encantado de ponerlo en ambos idiomas.
 
Muchas gracias de nuevo por todas vuestras ayudas
 
Otets Aleksandr
 
 
(Texto integral do e-mail recebido pelo autor deste blogue)
publicado por spedeus às 21:53

publicado por spedeus às 10:40

O debate internacional das últimas semanas foi caracterizado de uma maneira quase solene por uma série dos eventos que, se lidos e bem interpretados, podem-nos dar o retrato da nossa época.
 
Trata-se de dois eventos aparentemente não interligados entre si, mas que pelo contrário são demonstrativos de quanto no mundo globalizado de facto todos os acontecimentos não podem ser separados.
 
O primeiro acto surpreendente pela negativa foi a negação por parte do governo sul-africano do visto de entrada ao Dalai Lama, que iria participar numa conferência de prémios Nobel da Paz tendo em vista a divulgação do campeonato mundial de futebol em 2010. A razão apresentada foi, que a presença do líder religioso do tibetano não correspondia aos interesses da África do Sul. A verdadeira razão, no entanto, foi a proibição imposta pela China, que terá ameaçado renunciar ao acordo para o desenvolvimento entra este país e África, retirando o financiamento prometido. A gravidade do acto é confirmada pela reacção dos outros prémios o Nobel, os quais, liderados por Nelson Mandela e pelo arcebispo Desmond Tutu, ameaçaram boicotar a sua participação na conferência.

O segundo evento, igualmente emblemático, ainda que obviamente dissimilar, refere-se à visita de Bento XVI aos Camarões e a Angola.

Neste último caso, obviamente, as resistências foram menos eficazes. Mesmo se, de igual modo, atentarmos na maneira como que alguns órgãos de informação ocidentais reagiram às declarações feitas pelo Papa sobre o uso de preservativos, podemos descortinar um comportamento obstrucionista análogo, para não dizer idêntico.

Se quiséssemos ser ligeiramente maliciosos, poderíamos afirmar que silenciar o Dalai Lama revelou-se bem mais simples que calar o Papa. De facto, neste último caso tiveram de recorrer a mistificações e a alterações da mensagem, de forma a torná-la ineficaz ou até mesmo ridícula.
 
Por detrás destas reacções muito fortes de resistência ou de intolerância, ainda que diferentes na entidade e no significado, convém interrogarmo-nos, não pela sua validade e menos ainda pelas ideias dos seus protagonistas, bem como de seja qual for a outra figura religiosa ou moral, mas sobre as razões que motivam no mundo uma intervenção tão drástica sobre a sua liberdade de expressão.

Na realidade, nestes casos não estão apenas em jogo, os aspectos positivos, a adequação, a oportunidade de uma opinião, mas o significado profundo que as autoridades religiosas detêm na sociedade, conjuntamente com a sua liberdade de expressão. Um exemplo muito claro é o papel totalmente assertivo em relação à política que muitos ‘Mufti’ muçulmanos têm em alguns países integristas, ou na intolerância em que outras contestadas personagens políticas, como Mahmoud Ahmadinejad, manifestaram em relação à liberdade religiosa. De facto, resulta claro, que num contexto em que o poder é exercido e legitimado pela vontade popular, o próprio conceito de autoridade política deve submeter-se limitada e sujeita a controlos rigorosos. Para se evitar que as democracias degenerem em ditaduras “cesaristicas”, é lógico que a lei prescreva controlos específicos à política, de modo a que o poder político não seja transformado numa força fracturante e prejudicial à própria democracia. Recordando Maritain, poderemos dizer que a noção em si de soberania política não pode sobreviver num contexto democrático, porque a vontade popular elimina a absoluta condição do poder político das leis.
 
O mesmo discurso, no entanto, não é válido para as grandes autoridades espirituais grandes. Pelo contrário, dever-se-á admitir que, neste último caso, é válido exactamente o oposto. Uma verdadeira democracia é alimentada pela liberdade com que os líderes espirituais possam expressar as suas visões do mundo, sobre a vida e a morte, sem terem de solicitar autorizações nem políticas nem oportunistas. Na realidade, apenas, aonde os rabinos, os muftis, o Papa ou o Dalai Lama sejam livres de expressar livremente às consciências as suas mensagens, se vive num contexto verdadeiramente democrático.
 
Caso contrário encontramo-nos numa situação em que os media e os interesses políticos e económicos são transformados em seres soberanos, ou seja, anti-democráticos e totalitários.
 
Da mesma maneira que a ausência de febre é a prova do bom estado de saúde de uma pessoa, a liberdade de palavra das autoridades espirituais, é-o no que à solidez democrática se refere.
 
Existem múltiplas formas de impedir a expressão pública de opiniões religiosas, uma primeira, poderá simplesmente ser impedir de falarem os seus representantes, como sucedeu na África do Sul, mas um método mais ardiloso e não menos grave é o que manipula a mensagem transformando-a em algo de banal ou quase ridícula. Estamos perante o mesmo mecanismo, com o qual se destrói a credibilidade de uma testemunha, de forma a impedir que durante um julgamento o seu depoimento convença o tribunal.
 
Quanto mais forte é o poder de soberania dos interesses políticos, mais astuta é a tentativa por parte dos transmissores de ideias, que procuram na sua omnipotência impedir aos cidadãos de poder ouvir e eventualmente fazer prevalecer, a audição daquelas palavras ou indicações e absorvê-las na sua consciência. A China já nos habituou a esta inibição da liberdade religiosa, que nos escandaliza. Estejamos pois atentos, para não aplicarmos nas nossas excelsas democracias pluralistas e liberais o mesmo princípio, ainda que de um modo diverso. Existe uma ética naquilo que se faz, e essa ética chama-se, na verdade, profissional, porque está ligada com a deontologia das grandes mensagens de esperança, sobretudo quando se ouve e se deve fazer ouvir aos cidadãos as grandes mensagens de esperança ou as grandes advertências que estas importantes figuras carismáticas dirigem ao mundo. No fundo, a consciência individual é para o pensamento e para a capacidade de actuar de cada um, aquilo que numa óptica social ou global são as grandes autoridades espirituais. Alterar ou inibir, dessacralizar ou desvalorizar a sua liberdade significa empobrecer a democracia dos seus anti-corpos mais eficazes contra o totalitarismo tecnocrático.
 
A autoridade espiritual das grandes religiões não, em última instância, apenas importante para os fiéis, mas é-o também para a saúde da democracia. A qual se arrisca por vezes a ser segregada em novas catacumbas mediáticas.
 
 
© Copyright Repubblica http://ricerca.repubblica.it/repubblica/archivio/repubblica/2009/03/28/il-papa-il-dalai-lama-la-democrazia.html
 
 
(Tradução e adaptação de JPR)
publicado por spedeus às 00:04

54. As experiências sociais e eclesiais interpelam a Igreja, salientam as respostas, a procurar as vias e os meios através dos quais se possam reconstruir a comunhão, a unidade, a fraternidade episcopal ou sacerdotal, a se revestir de coragem profética, a empenhar-se na formação de dirigentes leigos consolidados na sua fé para agirem no meio político, de modo a trabalharem em prol da coabitação das diferenças na sociedade. Conseguir, de igual modo, a formação de padres, religiosos e religiosas desejosos de serem sinais e testemunhas do Reino. A Assembleia, parece-nos, poderia reflectir sobre as razões profundas dos conflitos de tão grande amplitude em África.
 
 
INSTRUMENTUM LABORIS Cap. II, I, 3. 54

 
(Fonte: site da Santa Sé)
publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:01

Vídeo em espanhol
 
A 2 de Abril de há quatro anos, morreu João Paulo II... seis dias depois, por ocasião de seu funeral, milhares de fiéis reunidos diante da Basílica de S. Pedro invocaram a sua canonização imediata, aos gritos de "Santo Já".
 
Passado um mês, Bento XVI, que acabava de ser eleito, decidiu autorizar a dispensa dos 5 anos necessários antes da abertura do processo canónico, enquanto o seu Vigário para a Diocese de Roma, Card. Camillo Ruini, anunciou o início da causa. Em 10 de Junho de 2005, durante o congresso diocesano sobre as famílias, em Roma, houve o anúncio acolhido com uma salva de palmas.
 
18 dias depois, a causa de beatificação e canonização de João Paulo II foi aberta oficialmente… Era o dia 28 de Junho, e  celebravam-se as primeiras vésperas da solenidade dos Santos Pedro e Paulo na Basílica de São João de Latrão.
 
Começou assim a primeira etapa da beatificação… a fase diocesana...enquanto dois anos mais tarde, foi aberta a segunda etapa, a fase romana, para a redacção da
Positio super virtutibus, um documento de cerca de 2.500 páginas, que reúne as provas da santidade de Karol Wojtyla.
 
O documento se encontra hoje nas mãos de uma comissão de oito teólogos que, junto ao promotor geral da fé, é chamada a examiná-lo.
 
Somente uma vez superadas com voto favorável todas essas fases, o Papa poderá expressar o próprio juízo e ordenar a promulgação do decreto sobre as virtudes heróicas de João Paulo II, proclamando-o “venerável”.

O que se sabe no momento, segundo o postulador, Mons. Slawomir Oder, é que a causa de beatificação e canonização de João Paulo II procede de modo rigoroso segundo o tradicional itinerário do processo canónico.
 
Todavia, para o então secretário pessoal de João Paulo II, o Cardeal Arcebispo de Cracóvia, Stanislaw Dziwisz, não será necessário esperar muito tempo.
 

(Fonte: H2O News)
publicado por spedeus às 00:00

Santo Efrém (c. 306-373), diácono na Síria, Doutor da Igreja
 
«Abraão exultou pensando em ver o Meu dia»
 
Devido à idade, Abraão e a sua mulher tinham ficado incapazes de dar vida; nos corpos de ambos, a juventude tinha-se apagado, mas a sua esperança em Deus continuava bem viva; não enfraquecera, era indestrutível.

Foi por isso que Abraão, contra toda a esperança, gerou Isaac, que é uma figura do Senhor. Não era natural, com efeito, que o seio já morto de Sara pudesse conceber Isaac e que ela o alimentasse com o seu leite; como também não era natural que a Virgem Maria, sem conhecer homem, concebesse o Salvador do mundo, e O desse à luz sem perder a sua integridade. [...] Diante da tenda, o anjo disse ao patriarca: «Dentro de um ano, nesta mesma época, Sara terá já um filho» (Gn 18,14). O anjo também [...] disse a Maria: «Salve ó cheia de graça hás-de conceber no teu seio e dar à luz um filho» (Lc 1, 28; 31). Sara riu-se pensando na sua esterilidade, olhando a sua idade (v. 12); sem crer na palavra, exclamou: «Velha como estou, poderei ainda ter esta alegria, sendo também velho o meu senhor?» Maria, pensando na virgindade que queria guardar, hesitou, e disse ao anjo: «Como será isso, se eu não conheço homem?» (Lc 1, 34) A promessa era, certamente, contra a natureza, mas Aquele que, contra toda esperança, deu Isaac a Sara, nasceu realmente, segundo a carne, da Virgem Maria.

Logo que Isaac viu o dia segundo a palavra de Deus, Sara e Abraão ficaram cheios de alegria. Quando Jesus veio ao mundo segundo o anúncio de Gabriel, Maria e José ficaram cheios de alegria. [...] «Quem teria dito a Abraão que Sara na sua velhice aleitaria um filho?» exclamou a estéril. «Quem teria dito ao mundo que o meu seio virginal alimentaria uma criança com o meu leite?» exclamou Maria. De facto, não foi por causa de Isaac que Sara se riu, mas sim por causa Daquele que nasceu de Maria; tal como João Baptista manifestou a sua alegria estremecendo no seio da sua mãe, Sara manifestou a sua rindo-se.

 
(Fonte: “Evangelho Quotidiano”)
publicado por spedeus às 00:00

São João 8, 51-59
 
Naquele tempo,
disse Jesus aos judeus:
«Em verdade, em verdade vos digo:
Se alguém guardar a minha palavra,
nunca verá a morte».
Responderam-Lhe os judeus:
«Agora sabemos que tens o demónio.
Abraão morreu, os profetas também, mas Tu dizes:
‘Se alguém guardar a minha palavra,
nunca sofrerá a morte’.
Serás Tu maior do que o nosso pai Abraão, que morreu?
E os profetas também morreram.
Quem pretendes ser?»
Disse-lhes Jesus:
«Se Eu Me glorificar a Mim próprio,
a minha glória não vale nada.
Quem Me glorifica é meu Pai,
Aquele de quem dizeis: ‘É o nosso Deus’.
Vós não O conheceis, mas Eu conheço-O;
e se dissesse que não O conhecia,
seria mentiroso como vós.
Mas Eu conheço-O e guardo a sua palavra.
Abraão, vosso pai, exultou por ver o meu dia;
ele viu-o e exultou de alegria».
Disseram-Lhe então os judeus:
«Ainda não tens cinquenta anos e viste Abraão?!»
Jesus respondeu-lhes:
«Em verdade, em verdade vos digo:
Antes de Abraão existir, ‘Eu sou’».
Então agarraram em pedras para apedrejarem Jesus,
mas Ele ocultou-Se e saiu do templo.
publicado por spedeus às 00:00

01
Abr 09
Bento XVI enviou uma mensagem ao Primeiro-ministro britânico Gordon Brown na véspera da cimeira do G20 em Londres, assegurando a sua oração e auspiciando o empenho dos líderes participantes no encontro para enfrentar as urgências mais graves da situação mundial.

O primeiro-ministro britânico respondeu solicitamente ao Papa manifestando a sua adesão ao apelo e indicando linhas concretas de empenho para lhe responder.

O Santo Padre convida os líderes do G20 a coordenar os esforços entre governos e organizações internacionais para sair da crise global evitando soluções marcadas pelo nacionalismo e proteccionismo; recorda que a cimeira de Londres reúne os países responsáveis por 90% do PIB e 80% do comércio mundial.
 
Bento XVI recorda ao anfitrião do encontro que a África, que acaba de visitar, é o continente que mais sofre os efeitos da crise; denuncia a realidade da pobreza extrema e da marginalização, e o facto de que no Grupo dos 20 a África sub-Sahariana seja representada apenas por um país (África do Sul) e algumas organizações regionais:
 
“Os participantes deverão reflectir sobre isso – alerta o pontífice – os mais pobres do cenário político são os que mais sofrem por uma crise pela qual não têm nenhuma responsabilidade”.Na mensagem, o Papa assegura as suas orações e pede o compromisso dos líderes mundiais para a obtenção de ‘linhas concretas’ que permitam estabilizar os mercados financeiros e sair da crise. “Ela foi gerada pela falta de ética, por um deficit de ética nas estruturas económicas” – escreve. A crise mostra que a ética não é alheia à economia e que esta não pode funcionar se não incluir o seu componente ético.

Outra advertência feita por Bento XVI diz respeito às ajudas a famílias e países pobres:
 
“Todas as medidas propostas para acabar com a crise devem procurar oferecer estabilidade às famílias e aos trabalhadores”. O Papa teme que a crise “desperte o fantasma do cancelamento ou da redução drástica dos programas de ajuda aos países menos desenvolvidos. Assim, pede a Gordon Brown que sejam respeitados os objectivos da Cimeira do Milénio para eliminar a pobreza até ao ano 2015.
 
O Vaticano divulgou a carta de resposta do primeiro-ministro, na qual Brown garante que redobrará os esforços para que a Cimeira do G20 não esqueça os pobres nem as mudanças climáticas, temas que também preocupam o Papa.
 
 
(Fonte: H2O News)
publicado por spedeus às 21:06

Na primeira audiência geral depois da sua viagem á África, Bento XVI quis recordar com emoção, nesta quarta feira na Praça de São Pedro a sua recente viagem apostólica, convidando a rezar pelas populações africanas, que lhe são muito queridas, para que possam enfrentar com coragem os grandes desafios sociais, económicos e espirituais do nosso tempo.

 

O Santo Padre recordou com emoção o acolhimento caloroso que recebeu e manifestou viva gratidão aos episcopados de Angola e Camarões, os dois países visitados e a todos aqueles que estiveram envolvidos na visita pastoral.
 
Percorrendo depois as etapas da sua estadia em África Bento XVI sublinhou de Yaoundé a capital dos Camarões, a alma profundamente religiosa que une todos os grupos étnicos onde, com a entrega do documento preparatório “instrumentum laboris, iniciou simbolicamente o percurso do segundo sínodo especial africano, programado aqui em Roma em Outubro próximo.
 
“Sem dúvida, um dos momentos culminantes da viagem foi a entrega do “Instrumento de trabalho ” (Instrumentum laboris) da II Assembleia sinodal para a África, a 19 de Março, meu onomástico, dia de São José, no estádio de Yaoundé. No final da solene celebração eucarística em honra de São José. Isso teve lugar na coralidade do Povo de Deus, no meio de cânticos de alegria e de louvor de uma multidão em festa, como diz o Salmo (vimos realizada esta visão do Salmo).
 
A assembleia sinodal tem lugar em Roma, mas num certo sentido, teve já início no coração do continente africano, no coração da família cristã que ali vive, sofre e espera. Por isso me pareceu feliz a coincidência da publicação do “Instrumentum laboris” com a festa de S. José, que é modelo de fé e de esperança, como o primeiro patriarca Abraão. A fé no Deus próximo, que em Jesus nos mostrou o seu rosto de amor, é a garantia de uma esperança fiável para a África e para o mundo inteiro, garantia de um futuro de reconciliação, de justiça e de paz.
 
Após a solene assembleia litúrgica, a festiva apresentação do Documento de Trabalho, pude-me deter, na Nunciatura Apostólica de Yaoundé, com os membros do Conselho especial para a África do Sínodo dos Bispos, vivendo com eles um momento de intensa comunhão.
 
Conjuntamente reflectimos sobre a história da África, numa perspectiva teológica e pastoral. Era quase como uma primeira reunião do próprio Sínodo, um debate fraterno entre os diversos episcopados e eu próprio, sobre as perspectivas do Sínodo – da reconciliação e da paz em África.
 
De facto, o cristianismo – e isto podia-se ver – lançou profundas raízes no solo africano, como atestam os numerosos mártires, santos, pastores, doutores, catequistas………….
 
“Segunda etapa e segunda parte da minha viagem foi Angola, país esse também, sobre certos aspectos, emblemático. Saído, de facto, de uma longa guerra interna, está agora empenhado na obra da reconciliação e da reconstrução nacional. Mas como poderiam ser autênticas esta reconciliação e esta reconstrução se tivessem lugar em detrimento dos mais pobres, que têm direito, como todos, a participar nos recursos da sua terra? Por isso é que, com esta minha visita, o primeiro objectivo foi obviamente o de confirmar na fé a Igreja, (mas) quis também encorajar o processo social em curso.
 
Em Angola, na verdade toca-se com a mão o que diversas vezes os meus venerados predecessores repetiram: Tudo se perde com a guerra, tudo pode renascer com a paz! Mas para reconstruir uma nação, são necessárias grandes energias morais. E aqui, uma vez mais, se revela importante o papel da Igreja, chamada a desempenhar uma função educativa, trabalhando em profundidade para renovar e formar as consciências.
 
O padroeiro da cidade de Luanda, capital de Angola, é São Paulo. Por isso escolhi celebrar a Eucaristia com os sacerdotes, seminaristas, religiosos, catequistas e outros agentes pastorais, sábado 21 de Março, na igreja dedicada ao Apóstolo. Uma vez mais a experiência pessoal de S. Paulo nos falou do encontro com Cristo Ressuscitado, capaz de transformar as pessoas e a sociedade. Mudam os contextos históricos, e naturalmente há que tê-lo em conta, mas Cristo permanece a verdadeira força de renovamento radical do homem e da comunidade humana. Por isso, voltar a Deus, converter-se a Cristo, significa avançar para a plenitude da vida”. Esta a saudação do Papa em língua portuguesa:
 
A minha saudação amiga para os fiéis da diocese de Portalegre, para o grupo da escola do Olhão e demais peregrinos de língua portuguesa, nomeadamente de Angola e São Tomé e Príncipe, cujos compatriotas acabo de encontrar na minha Visita a África. No Sucessor de Pedro, viram personificada esta grande Família de Deus – a Igreja –, da qual todos os povos são chamados a fazer parte e à qual, por graça divina e adesão da fé, nós pertencemos. O anúncio desta verdade despertou neles a certeza de que nunca estão sozinhos; e recomeçaram a esperar e a sorrir. Amados peregrinos, peço-vos que rezeis pelos povos da África para enfrentarem com coragem os grandes desafios deste tempo. Presença consoladora junto à cruz de seus filhos é Maria Santíssima, a cuja materna protecção confio a vida e família deles e de cada um de vós, ao dar-vos a minha Bênção.
 
 
(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 14:09

Bento XVI apelou ao G20 para restabelecer a ética no mundo financeiro e não esquecer os países mais pobres, particularmente África, numa carta ao Primeiro-ministro britânico, Gordon Brown.
 
O Papa considera que "todas as medidas propostas para debelar a crise devem procurar oferecer a estabilidade às famílias e aos trabalhadores, assim como, através de regulações e controlos apropriados, a restaurar a ética no mundo financeiro".

Na missiva datada de 30 de Março, cujo texto foi divulgado ontem pelo Vaticano, Bento XVI sublinha que acaba de chegar de uma viagem a África, onde, escreve: "Tive ocasião de ver em primeira mão a realidade da grande pobreza e da marginalização, que a crise pode agravar dramaticamente".

Esta crise "despertou o espectro de uma anulação ou de uma redução drástica dos programas de assistência, em particular para a África e os países menos desenvolvidos (...) A ajuda ao desenvolvimento não é a causa da crise e, se há uma preocupação de justiça, não deve ser vítima dela", sublinha.

Londres recebe quinta-feira uma cimeira dos representantes das 20 primeiras economias industriais e emergentes.

 
Saída da crise atingida “conjuntamente”

 
O Papa nota que esta cimeira "está limitada à convocação de Estados que representam 90% do PIB mundial e 80% do comércio mundial".

"Esta situação deve suscitar uma reflexão profunda entre os participantes na cimeira, na medida em que aqueles cuja voz tem menos força na cena política são precisamente aqueles que mais sofrem os efeitos de uma crise na qual não têm nenhuma responsabilidade", assinala.

"A saída da crise actual global só pode ser atingida conjuntamente, evitando as soluções marcadas pelo egoísmo nacionalista e o proteccionismo", acrescenta.

Bento XVI apela ao G20 para fazer uma reflexão sobre as causas profundas da actual situação."As crises financeiras acontecem quando - particularmente devido ao declínio de uma conduta ética correcta - aqueles que trabalham no sector económico perdem confiança nos seus modos de operar e nos seus sistemas financeiros", sublinha.
 

Cx/Lusa
 
 
(Fonte: site RR)
publicado por spedeus às 07:36

 
Amar-Te Senhor acima de todas as coisas

Sim, podemos!


Amar Jesus Cristo Vosso Filho, que é Deus convosco em unidade com Espírito Santo

Sim, podemos!


Amar de alma e coração a Virgem Santíssima, todos Anjos e Santos

Sim, podemos!
 
 
Amarmos a Tua Igreja e o Romano Pontífice de alma e coração
 
Sim, podemos!


Amar os nossos inimigos como a nós próprios

Sim, podemos!


Combatermos a nossa soberba e falta de humildade

Sim, podemos!


Praticarmos o amor ao próximo e ajudar os mais necessitados

Sim, podemos!


Santificar-nos através das nossas tarefas diárias, profissionais ou outras

Sim, podemos!


Oferecer-Te o nosso empenho no trabalho e na vida quotidiana

Sim, podemos!


Pedir-Te perdão sempre que cometermos algum pecado por mais pequeno que nos pareça

Sim, podemos!


Recorrer ao Sacramento da Penitência com toda a humildade e de coração contrito

Sim, podemos!


Receber-Te diariamente na Santa Eucaristia que nos ofereceste na Tua infinita misericórdia

Sim, podemos!


Invocar o teu Santo nome para o louvar e glorificar

Sim, podemos!


Abrigarmo-nos em ti através da oração, obtendo a Tua Divina protecção

Sim, podemos!


Querido Pai, ouvi a nossa prece e ajudai-nos a ser fiéis, cumprindo todas as evocações que Te fizemos e dai-nos a Fé e pureza de alma para as praticarmos.


Amen.


(JPR)
publicado por spedeus às 00:03

A quatro anos da morte de João Paulo II prossegue ininterrupta a peregrinação de fiéis ao seu túmulo colocado dentro das Grutas Vaticanas, debaixo da Basílica de São Pedro.


No dia 2 de Abril, aniversário do falecimento, às 18 horas na Basílica Vaticana, Papa Bento XVI celebra uma Missa com a participação dos jovens de Roma. A João Paulo II se inspiraram numerosos grupos de espiritualidade, que reúnem fiéis de todas as idades e condições sociais. Um ano atrás, neste dias, foi entregue à Congregação das Causas dos Santos a chamada Positio, a relação que une toda a investigação preliminar sobre o falecido pontífice em vista de um pronunciamento com vista à sua beatificação.


Os textos foram recolhidos pela Postulação para a Causa de Beatificação que documentou um milagre que aguarda agora a resposta da referida Congregação.

 

 

(Fonte: H2O News)

publicado por spedeus às 00:03

53. As Igrejas particulares pedem aos Padres sinodais para ajudarem a Igreja em África a melhor difundir a sua mensagem profética, que lhe permite falar com autoridade aos dirigentes políticos. Só o conseguirá se, em seu próprio seio, for capaz de fazer reinar a unidade, for capaz de resolver as suas próprias contradições. Porque as divisões étnicas ou tribais, regionais ou nacionais, as atitudes xenófobas verificam-se igualmente nalgumas comunidades eclesiais, nas atitudes e propósitos de certos pastores. As respostas aos Lineamenta dão conta, além disso, de discórdia entre alguns bispos e seu presbitério, e no interior duma mesma Conferência episcopal nacional insinuam-se tomadas de posição de certos bispos em favor de determinados partidos políticos. Acontece, nesses casos, que a Conferência episcopal não pode mais falar a uma só voz, para reclamar a unidade.
 
 
INSTRUMENTUM LABORIS Cap. II, I, 2. 53

 
(Fonte: site da Santa Sé)
publicado por spedeus às 00:02

Orígenes (c. 185-253), presbítero e teólogo
 
Se permanecerdes fiéis à minha mensagem [...], a verdade vos tornará livres»
 
«O Senhor é o Espírito e onde está o Espírito do Senhor, aí está a liberdade» (2Co 3, 17). [...] Como poderemos encontrar esta liberdade, nós que somos escravos do mundo, escravos do dinheiro, escravos dos desejos da carne? Claro que me esforço por me corrigir, julgo-me a mim próprio, condeno as minhas faltas. Que os meus ouvintes examinem por seu lado o que pensam do seu próprio coração. Mas, digo-o de passagem, enquanto estiver preso a alguma destas coisas, não estou convertido ao Senhor, não atingi a verdadeira liberdade, porque ainda me deixo prender por tais preocupações. [...]

Está escrito, sabemo-lo: «É-se escravo daquele por quem nos deixamos vencer» (2Ped 2, 19). Ainda que não seja vencido pelo amor ao dinheiro, ainda que não esteja preso pela preocupação dos bens e das riquezas, estou, contudo ávido de elogios e desejoso da glória humana, quando me preocupo com o rosto que me mostram os homens e com o que dizem de mim, quando quero saber o que pensam de mim, como me consideram, quando temo desagradar a uns e desejo agradar a outros. Enquanto tiver estas preocupações, sou seu escravo. Mas quereria fazer um esforço para me libertar, tentar livrar-me do jugo desta escravidão vergonhosa e chegar a esta liberdade de que nos fala o apóstolo Paulo: «foi para a liberdade que vós fostes chamados; não vos torneis escravos dos homens» (Gal 5, 13; 1Cor 7,23). Mas quem me dará esta liberdade? Quem me libertará desta escravidão vergonhosa, senão Aquele que disse: «Se o Filho vos libertar, sereis realmente livres»? [...] Sirvamos portanto fielmente, «amarás o Senhor, nosso Deus, com todo o nosso coração, com toda a nossa alma, com todo o nosso entendimento com todas as nossas forças» (Mc 12, 30), para merecermos receber de Cristo Jesus nosso Senhor o dom da liberdade.
 
(Fonte: "Evangelho Quotidiano")
publicado por spedeus às 00:00

São João 8, 31-42
 
Naquele tempo,
dizia Jesus aos judeus que tinham acreditado n’Ele:
«Se permanecerdes na minha palavra,
sereis verdadeiramente meus discípulos,
conhecereis a verdade
e a verdade vos libertará».
Eles responderam-Lhe:
«Nós somos descendentes de Abraão
e nunca fomos escravos de ninguém.
Como é que Tu dizes: ‘Ficareis livres’?»
Respondeu Jesus:
«Em verdade, em verdade vos digo:
Todo aquele que comete o pecado é escravo.
Ora o escravo não fica para sempre em casa ;
o filho é que fica para sempre.
Mas se o Filho vos libertar,
sereis realmente homens livres.
Bem sei que sois descendentes de Abraão;
mas procurais matar-Me,
porque a minha palavra não entra em vós.
Eu digo o que vi junto de meu Pai
e vós fazeis o que ouvistes ao vosso pai».
Eles disseram: «O nosso pai é Abraão».
Respondeu-lhes Jesus:
«Se fôsseis filhos de Abraão,
faríeis as obras de Abraão.
Mas procurais matar-Me,
a Mim que vos disse a verdade que ouvi de Deus.
Abraão não procedeu assim.
Vós fazeis as obras do vosso pai».
Disseram-Lhe eles:
«Nós não somos filhos ilegítimos;
só temos um pai, que é Deus».
Respondeu-lhes Jesus:
«Se Deus fosse o vosso Pai, amar-Me-íeis,
porque saí de Deus e d’Ele venho.
Eu não vim de Mim próprio;
foi Ele que Me enviou».
publicado por spedeus às 00:00

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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