«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

26
Mai 09
“Jesus, se não é para ser o instrumento que desejas, leva-me quanto antes na tua graça. Não receio a morte, apesar da minha vida pecadora, porque me lembro do teu Amor: um tifo, uma tuberculose, uma pneumonia…ou quatro tiros, tanto faz!”, escreve nesta data.

(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1677 )
publicado por spedeus às 08:55

Acção Social da Igreja pede ao governo «medidas necessárias para suprir situações de carência»
 
A Cáritas Portuguesa alerta para o drama crescente que os empresários de pequena e média dimensão enfrentam. "Ao tentarem garantir os postos de trabalho, não cumpriram as suas obrigações legais com as Finanças e a Segurança Social". Estes trabalhadores, pelas dívidas contraídas com as entidades públicas, "deixam de ser elegíveis a possíveis apoios para novos projecto e, por outro lado, não dispõem da possibilidade de acesso ao subsídio de desemprego".
 
A Comissão Permanente, reunida em Fátima este fim-de-semana, apela ao governo para que "tome as medidas necessárias e convenientes para suprir estas situações", que não sendo mediatizadas, "visto não terem um relevante significado estatístico, contribuem decisivamente para as taxas de desemprego".
 
Este serviço da Igreja Católica para a área social deteve-se na reflexão sobre a "evolução dos impactos da crise" na sociedade portuguesa, numa altura em que os "grupos sóciocaritativos registam um aumento nos atendimentos". O estudo desta realidade vai permitir a concretização do Observatório Social.
 
A Cáritas pede que os dinamismos de acção social apostem na "assistência autêntica", contrariando respostas de dependência. "A assistência não se conforma com medidas meramente assistencialistas" mas deve "construir dinâmicas de parceria com outras instituições e viabilizar processos de intervenção simplificados e transparentes.
 
Face ao crescente endividamento bancário, a Cáritas propõe a criação da figura do Mediador. "Poderão ser bancários, no activo ou aposentados, que, voluntariamente, se disponham a aconselhar as pessoas endividadas a encontrarem a melhor solução para a amortização das dívidas".
 
A procura de refeições sociais tem sido crescente. A Cáritas Portuguesa apela às suas parceiras diocesanas que "criem vales para que as famílias possam adquirir bens alimentares". Outro apelo é lançado às paróquias para que se organizem para "criar reservas de produtos alimentares para fazer face às carências das pessoas em situação de carência".
 
Também aos proprietários de restaurantes é pedido que disponibilizem um número de refeições grátis "dentro das suas possibilidades e durante um período de   tempo por eles determinado".
 
"Aos dirigentes de instituições com cozinhas a funcionar que aceitem  confeccionar mais algumas refeições, no caso de terem capacidade logística e financeira para o efeito".
 
A Cáritas reitera a necessidade de mudança de hábitos de consumo, disponibilizando-se para "encetar acções de sensibilização e formação em ordem à aquisição de hábitos de poupança". "Há que investir na mentalização dos portugueses, de todas as idades, de que é possível alcançar o bem-estar bem-estar pessoal e comunitário, dando prioridade à satisfação de necessidades e evitando o supérfluo".
 
A Comissão Permanente sublinha a "solidariedade para com todos que estão a sofrer devido à privação de bens", mas não esquece os cerca de dois milhões que já se encontravam em situação de pobreza.
 
A Cáritas pede aos mais fragilizados que "não se resignem, mas enfrentem o futuro com esperança, assumindo ser, com o apoio das organizações públicas e privadas e dos seus mais próximos, protagonistas activos de novos projectos e modos de viver que possibilitem o assumir de compromissos dignos de cidadãos de pleno direito".
 
 
(Fonte: site Agência Ecclesia)
publicado por spedeus às 00:04

Vídeo em espanhol

"Hoje, 24 de Maio, memória litúrgica da Bem-aventurada Virgem Maria, Auxílio dos cristãos – que é venerada com grande devoção no Santuário de Sheshan em Xangai -, se celebra o Dia de oração pela Igreja na China. O meu pensamento vai a todo o povo chinês. Em especial, saúdo com afecto os católicos na China e os exorto a renovarem neste dia sua comunhão de fé em Cristo e de fidelidade ao Sucessor de Pedro. Que a nossa oração comum obtenha uma efusão dos dons do Espírito Santo, para que a unidade entre todos os cristãos, a catolicidade e a universalidade da Igreja sejam sempre mais profundas e visíveis." 
 
 
(Fonte: H2O News)

publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:02

Papa Bento XVI
 
«Segundo o poder que Lhe deste sobre toda a Humanidade, a fim de Ele que dê a vida eterna a todos os que Lhe entregaste.»
 

No grande Credo da Igreja, a parte central – que trata do mistério de Cristo a partir da Sua geração eterna no Pai e do Seu nascimento temporal da Virgem Maria, passando pela cruz e pela ressurreição até ao Seu regresso –, conclui com as palavras: «de novo há-de vir em Sua glória, para julgar os vivos e os mortos». Já desde os primeiros tempos, a perspectiva do Juízo influenciou os cristãos até na sua própria vida quotidiana, enquanto critério segundo o qual deviam ordenar a vida presente, enquanto apelo à sua consciência e, ao mesmo tempo, enquanto esperança na justiça de Deus. A fé em Cristo nunca se limitou a olhar só para trás nem só para o alto, mas olhou sempre também para a frente, para a hora da justiça que o Senhor repetidas vezes preanunciara. [...]

 

N'Ele, o Crucificado, a negação das falsas imagens de Deus é levada ao extremo. Agora, Deus revela a Sua Face precisamente na figura do servo sofredor que partilha a condição do homem abandonado por Deus, tomando-a sobre Si. Este sofredor inocente tornou-Se esperança-certeza: Deus existe, e Deus sabe criar a justiça de um modo que nós não somos capazes de conceber mas que, pela fé, podemos intuir. Sim, existe a ressurreição da carne. Existe uma justiça. Existe a «revogação» do sofrimento passado, a reparação que restabelece o direito.

 

Por isso, a fé no Juízo final é, primariamente e sobretudo, esperança – aquela esperança cuja necessidade se tornou evidente justamente nas convulsões dos últimos séculos. Estou convencido de que a questão da justiça constitui o argumento essencial – em todo o caso, o argumento mais forte – a favor da fé na vida eterna. A necessidade meramente individual de uma satisfação que nos é negada nesta vida, da imortalidade do amor que anelamos, é certamente um motivo importante para crer que o homem está feito para a eternidade; mas só em conexão com a impossibilidade de a injustiça da história ser a última palavra se torna plenamente convincente a necessidade do retorno de Cristo e da nova vida.
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)

publicado por spedeus às 00:01

São João 17, 1-11ª
 
Naquele tempo,
Jesus ergueu os olhos ao Céu e disse:
«Pai, chegou a hora.
Glorifica o teu Filho, para que o teu Filho Te glorifique,
e, pelo poder que Lhe deste sobre toda a criatura
Ele dê a vida eterna a todos os que Lhe confiaste.
É esta a vida eterna:
que Te conheçam a Ti, único Deus verdadeiro,
e Aquele que enviaste, Jesus Cristo.
Eu glorifiquei-Te sobre a terra,
consumando a obra que Me encarregaste de realizar.
E agora, Pai, glorifica-Me junto de Ti mesmo
com aquela glória que tinha em Ti, antes que houvesse mundo.
Manifestei o teu nome aos homens que do mundo Me deste.
Eram teus e Tu mos deste;
agora guardam a tua palavra.
Agora sabem que tudo quanto Me deste vem de Ti,
porque lhes comuniquei as palavras que Me confiaste
e eles receberam-nas:
reconheceram verdadeiramente que saí de Ti
e acreditaram que Me enviaste.
É por eles que Eu rogo; não pelo mundo,
mas por aqueles que Me deste, porque são teus.
Tudo o que é meu é teu e tudo o que é teu é meu;
e neles sou glorificado.
Eu já não estou no mundo,
mas eles estão no mundo, enquanto Eu vou para junto de Ti».
publicado por spedeus às 00:00

25
Mai 09
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La Universidad pública apuesta por la investigación; la privada, por la docencia
 
 
 
 
Una clasificación liderada por Navarra y Córdoba mide la calidad de las universidades
 
PILAR ÁLVAREZ - Madrid - 25/05/2009
 
 
En los rankings internacionales no salen bien paradas. Ninguna universidad española está entre las 100 mejores del mundo. Hay que rebuscar, incluso, para encontrarlas entre las grandes europeas. Pero, ¿cómo se relacionan entre ellas? ¿Cuál es la mejor universidad de España?
 
 
En los rankings internacionales no salen bien paradas. Ninguna universidad española está entre las 100 mejores del mundo. Hay que rebuscar, incluso, para encontrarlas entre las grandes europeas. Pero, ¿cómo se relacionan entre ellas? ¿Cuál es la mejor universidad de España? El Instituto de Análisis Industrial y Financiero (IAIF) de la Universidad Complutense de Madrid acaba de elaborar un listado que evalúa docencia e investigación en las 69 universidades presenciales de España. Entre las 25 mejor clasificadas, una privada, la que encabeza el ranking, la Universidad de Navarra, vinculada al Opus Dei. El resto son públicas, que destacan sobre todo en investigación.
 
El estudio, La calidad de las universidades en España, analiza 32 variables agrupadas en 10 factores: recursos humanos, medios informáticos, libros por alumno, tesis, patentes, proyectos de I+D... La mayoría de los datos, recogidos en el curso 2006-2007, han sido facilitados por la Conferencia de Rectores de las Universidades Españolas (CRUE) al equipo de investigadores encabezado por el catedrático de Economía Aplicada Mikel Buesa.
 
La Universidad de Navarra parte como la mejor de la lista. Tiene un 100 en docencia y en investigación. El informe redondea sus resultados al 100% y la toma como modelo para medir al resto. Le sigue la Universidad de Córdoba, con 38 puntos de diferencia. A partir de ésta, los saltos en la lista son más reducidos. Hay 23 (todas públicas) que obtienen más de 50 puntos.
 
 
Otras 11 quedan por debajo de 40 puntos. A la cola (y sin puntuar) están siete universidades que no aportaron los datos necesarios. "Esperamos que este tipo de trabajos estimulen a las universidades para ser menos opacas en adelante", señala Buesa. Según el catedrático, su investigación "servirá para que las universidades mejoren su gestión, para estimular su trabajo" y ayudará a los futuros estudiantes a elegir centro, aunque con limitaciones. "A lo mejor sirve para que un futuro estudiante descubra que la universidad de su provincia está mejor de lo que pensaba. Hubiera sido más útil desglosar por facultades, pero no hay datos".
 
Lo mismo opina Juan Hernández Armenteros, director de los informes La universidad española en cifras de la CRUE, de donde recaba la mayoría de los datos el estudio, encargado por el Consejo Económico y Social de Madrid. El listado "abre las puertas para que las universidades sean menos opacas, reflexionen y se comparen", dice Armenteros. Y advierte de los riesgos de establecer rankings conjuntos entre centros públicos y los privados.
 
 
"Ofrecen productos diferentes, un profesor de la privada dedica más horas a las clases que uno de la pública, y menos a la investigación", añade Carmen Pérez, profesora titular de Economía Aplicada de la Universidad Autónoma de Madrid. En la clasificación del IAIF, cada una de estas variables cuenta al 50%. La economista echa en falta un tercer aspecto en el estudio. "Las universidades también sirven para transferir conocimiento y eso debería tenerse en cuenta aunque es difícil de evaluar".
 
Para establecer el ranking de docencia, los investigadores midieron variables como los recursos humanos, la dotación de medios informáticos (gasto por alumno matriculado y apoyo informático por cada mil estudiantes), el rendimiento académico, la disponibilidad bibliográfica de la universidad y los resultados del doctorado. Para investigación, los recursos financieros por investigador, las patentes, las tesis o los proyectos de I+D, entre otros.
 
 
El informe concluye con recomendaciones que mejorarían las universidades, como un "sistema más exigente con un control de calidad continuo y obligatorio" de los centros. Reclaman más influencia de la sociedad en el diseño de los planes de estudios y critican la interpretación "fundamentalista" de la autonomía universitaria en la que "prevalecen los intereses del profesorado por encima de las necesidades de la sociedad o de la propia universidad".
 
publicado por spedeus às 21:03

Vídeo em espnhol

Senhor, “concilie todos aqueles que ainda sofrem no mundo por causa do ódio cego de guerras fratricidas e “faça com que os homens do nosso tempo, possam compreender que o dom da paz é muito mais precioso do que qualquer tesouro corruptível”.
 
Com esta oração, elevada ontem à noite diante dos túmulos de 1.052 soldados polacos que morreram há 65 anos na terrível batalha com os alemães pela conquista de Montecassino, concluiu-se a visita pastoral de Bento XVI à Diocese do baixo Lazio.
 
“Todos somos chamados a ser construtores de paz para o futuro dos seus filhos” rezou ainda o Papa, e “torne todos os cristãos ainda mais convictos testemunhas da vida”. Ao saudar em diversas línguas antes da oração do Regina Caeli, após a missa celebrada em Cassino, Bento XVI convidara a rezar por todas as vítimas da Segunda Guerra Mundial e de todas as guerras, e pelo fim “das guerras que continuam a afligir o nosso mundo”.
 
 
(Fonte: H2O News)

publicado por spedeus às 16:16

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No salão de reuniões da Câmara de Barbastro recebe a Medalha de ouro da cidade. No fim, diz: “Eu renovo o meu propósito, com a graça de Deus, de vir com vagar a Barbastro, para conversar com cada um na intimidade da alma, para falar de Deus para que vejam como Ele vos quer e eu vos quero, e para que me ajudem a ser bom e fiel”.

(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1676 )

publicado por spedeus às 00:15

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publicado por spedeus às 00:06

publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:02

São João da Cruz (1542-1591), frade carmelita, Doutor da Igreja
 
«No mundo tereis tribulações; mas tende confiança: Eu já venci o mundo!»
 
Tende atenção em conservar o vosso coração na paz; que nenhum acontecimento deste mundo o perturbe; pensai que tudo acaba aqui em baixo. Em todos os acontecimentos, por muito deploráveis que sejam, devemos regozijar-nos em vez de ficarmos tristes, para não perdermos um bem mais precioso, a paz e a tranquilidade da alma.

Mesmo que aqui em baixo tudo se desmoronasse e que todos os acontecimentos nos fossem adversos, seria inútil perturbarmo-nos, pois a perturbação causar-nos-ia mais danos do que proveito.

Suportar tudo com a mesma disposição e na paz é, não apenas ajudar a alma a adquirir grandes bens, mas também predispô-la a melhor avaliar as adversidades em que se encontra e a aplicar-lhes o remédio adequado. O céu é estável e não está sujeito às mudanças. Do mesmo modo, as almas, por terem uma natureza celestial, são estáveis; não estão sujeitas a tendências desordenadas nem a nada desse género; de certo modo, assemelham-se a Deus, que é imutável.
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)

publicado por spedeus às 00:01

São João 16, 29-33
 
Naquele tempo,
disseram os discípulos a Jesus:
«De facto agora falas abertamente, sem enigmas.
Agora vemos que sabes tudo
e não precisas que ninguém Te faça perguntas.
Por isso acreditamos que saíste de Deus».
Respondeu-lhes Jesus:
«Agora acreditais?
Vai chegar a hora — e já chegou —
em que sereis dispersos, cada um para seu lado,
e Me deixareis só;
mas Eu não estou só, porque o Pai está comigo.
Digo-vos isto, para que em Mim tenhais a paz.
No mundo sofrereis tribulações.
Mas tende confiança: Eu venci o mundo».
publicado por spedeus às 00:00

24
Mai 09
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No final da Eucaristia celebrada numa praça central de Cassino, antes da bênção final, como habitualmente aos domingos, ao meio-dia, o Papa pronunciou uma alocução introdutória ao canto da Antífona mariana do tempo pascal – Regina Coeli.
 
Começando por evocar as palavras de Jesus na Última Ceia – “Deixo-vos a minha paz, dou-vos a minha paz”, Bento XVI lembrou “quanto a comunidade cristã e todo o mundo têm necessidade de saborear em cheio a riqueza e a potência da paz de Cristo!”. Algo de que “S. Bento foi um grande testemunho, porque a acolheu na sua existência e a fez frutificar em obras de autêntica renovação cultural e espiritual”. À entrada da Abadia de Montecassino – como em todas as abadias beneditinas – está bem patente, como um lema – a palavra PAX - paz. Isso porque “a comunidade beneditina está chamada a viver segundo esta paz, dom pascal por excelência”. Aludindo à sua recente “peregrinação de paz” à Terra Santa, o Papa sublinhou uma vez mais que “a paz é, antes de mais, dom de Deus”:
 
“A paz é, em primeiro lugar, dom de Deus, e portanto a sua força está na oração. Mas é um dom confiado ao empenho humano. Até mesmo a energia necessária para a concretizar se pode encontrar na oração. Para assegurar o progresso social na paz, é portanto fundamental cultivar uma autêntica vida de oração.”
 
 A história do monaquismo – insistiu o Papa – ensina que um grande crescimento de civilização se prepara na escuta quotidiana da Palavra de Deus, que leva os crentes a um esforço pessoal e comunitário de luta contra qualquer forma de egoísmo e de injustiça. Só aprendendo, com a graça de Cristo, a combater e a vencer o mal dentro de si e nas relações com os outros, é que uma pessoa se torna autêntico construtor de paz e de progresso civil.
 
 Bento XVI recordou ainda que neste dia 24 de Maio, memória litúrgica de Nossa Senhora Auxiliadora, venerada com grande veneração no santuário de Sheshan, em Xangai, se celebra em todo o mundo a Jornada de Oração pela Igreja na China.
 
“O meu pensamento dirige-se a todo o povo chinês. Em particular saúdo com grande afecto os católicos da China e exorto-os a renovarem neste dia a sua comunhão de fé em Cristo e de fidelidade ao Sucessor de Pedro.
 
A nossa oração comum obtenha uma efusão dos dons do Espírito Santo, para que sejam sempre cada vez mais profundas e visíveis a unidade entre todos os cristãos, a catolicidade e a universalidade da Igreja”.
 
 
(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 15:56

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O sentido da Ascensão do Senhor e a herança espiritual de São Bento – foram sublinhados por Bento XVI na homilia da Missa celebrada neste domingo de manhã, na praça central de Cassino, aos pés da colina onde emerge majestosa a abadia beneditina de Montecassino, reconstruída após a destruição sofrida há 65 anos, na II Guerra Mundial.
 
 
“Em Cristo que subiu ao céu, o ser humano entrou de modo novo e inaudito na intimidade de Deus; doravante o homem encontra, para sempre, espaço em Deus.
 
 
O céu não indica um lugar por cima das estrelas, mas algo de muito mais ousado e sublime: indica o próprio Cristo, a Pessoa divina que acolhe, plenamente e para sempre, a humanidade – Aquele no qual Deus e o homem estão para sempre inseparavelmente unidos”.
 
 
“Aproximamo-nos do céu, melhor ainda, entramos no céu, na medida em que nos aproximamos de Jesus e entramos em comunhão com Ele” – sublinhou ainda o Papa. A solenidade da Ascensão convida a uma profunda comunhão com Jesus, invisivelmente presente na vida de cada um de nós. Compreende-se, assim, por que é que o evangelista Lucas afirma que, depois da Ascensão, os discípulos tornaram a Jerusalém “cheios de alegria”.
 
 
“A causa da alegria deles era o facto de o que tinha acontecido não ter sido, na realidade, uma separação: antes, eles tinham agora a certeza de que o Crucificado - Ressuscitado estava vivo, e n’Ele se encontravam para sempre abertas para a humanidade as portas da vida eterna.
 
Por outras palavras, a Ascensão não comportava a sua ausência temporária do mundo, mas inaugurava, isso sim, a nova, definitiva e insuprível forma da sua presença, em virtude da sua participação na potência régia de Deus”.
 
 
Tocará aos discípulos, animados pela potência do Espírito Santo, tornar perceptível a Sua presença com o testemunho, a pregação e o empenho missionário.
 
 
“A solenidade das Ascensão do Senhor deveria encher-nos de serenidade e de entusiasmo, precisamente como aconteceu com os Apóstolos que regressaram do Monte das Oliveiras cheios de alegria.
 
 
Como eles, também nós, acolhendo o convite dos dois homens vestidos de branco, não devemos ficar bloqueados a olhar para o céu, mas – sob a guia do Espírito Santo – devemos ir por toda a parte e proclamar o anúncio salvífico da morte e ressurreição de Cristo”.
 
 
A partir do “carácter histórico do mistério da ressurreição e ascensão de Cristo”, Bento XVI referiu “a condição transcendente e escatológica da Igreja, a qual – sublinhou – não nasceu e não vive para suprir a ausência do seu Senhor, “desaparecido”, mas sim encontra a razão do seu ser e da sua missão na invisível presença de Jesus, que actua com a potência do seu Espírito”.
 
 
“Desde o dia da Ascensão, cada comunidade cristã avança no seu itinerário terreno em direcção ao cumprimento das promessas messiânicas, alimentada pela Palavra de Deus e nutrida com o Corpo e Sangue do seu Senhor.
 
 
É esta a condição da Igreja – recorda o Concílio Vaticano II – ao mesmo tempo que prossegue a sua peregrinação entre as perseguições do mundo e as consolações de Deus, anunciando a paixão e morte do Senhor, até que Ele venha”.
 
 
Dirigindo-se mais expressamente, neste contexto, à comunidade diocesana de Cassino, o Papa recordou que a solenidade da Ascensão nos exorta a “revigorar a nossa fé na presença real de Jesus: sem Ele nada podemos realizar de eficaz na nossa vida e no nosso apostolado”.
 
 
“Caros irmãos e irmãs, sentimos ecoar nesta nossa celebração o apelo de São Bento a manter o coração fixo em Cristo, nada antepondo a Ele. Isto não nos distrai, pelo contrário, leva-nos ainda mais a empenharmo-nos em construir uma sociedade onde a solidariedade se exprima com sinais concretos.”
 
 
Como? – interrogou-se o Papa. A espiritualidade beneditina – lembrou - propõe um programa evangélico sintetizado no lema Ora et labora et lege: oração, trabalho, cultura. Antes de mais a oração, “a mais bela herança deixada por São Bento”. A oração – insistiu Bento XVI – é “a senda silenciosa que nos conduz directamente ao coração de Deus”, “o respiro da alma que nos restitui paz nas tempestades da vida”. Neste contexto, o Papa aludiu expressamente à chamada Lectio divina – que hoje em dia se tornou património comum de muitos.
 
“Possa a escuta atenta da Palavra de Deus alimentar a nossa oração e tornar-vos profetas de verdade e de amor num empenho coral de evangelização e de promoção humana”.
 
Recordando depois que outro eixo da espiritualidade beneditina é o trabalho, observou:
 
“Humanizar o mundo do trabalho é típico da alma do monaquismo. É este também o esforço da vossa Comunidade que procura estar ao lado dos numerosos trabalhadores da grande indústria presente em Cassino e das empresas a ela ligadas. Sei como é crítica a situação de tantos operários.”

O Papa exprimiu “solidariedade a todos os que vivem uma preocupante situação de precariedade”, nomeadamente aos desempregados, e encorajou as autoridades e os empresários locais a procurarem “soluções válidas para a crise do desemprego”, salvaguardando assim o bem das famílias, que – sublinhou – tanto precisam de ser tuteladas.
 
 
Reservando uma última palavra ao mundo da cultura e da educação, Bento XVI evocou o célebre Arquivo e a Biblioteca do mosteiro de Montecassino, que “recolhem inumeráveis testemunhos do empenho de homens e mulheres que meditaram e procuraram como melhorar a vida espiritual e material do homem”.
 
“Na vossa Abadia faz-se a experiência concreta do que significa quaerere Deum, isto é, o facto de a cultura europeia ter sido a busca de Deus e a disponibilidade para O escutar. E isto vale também para o nosso tempo”.
 
“No actual esforço cultural visando criar um novo humanismo”, o Papa congratulou-se com o facto de a comunidade diocesana local reservar a devida “atenção ao homem frágil, débil, às pessoas com deficiências e aos imigrados” – como o revela a inauguração, esta tarde, da “Casa da Caridade”, da diocese, onde (disse o Papa) “se constrói com os factos uma cultura atenta à vida”. 
  
 
(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 14:56

Durante a sua estada no Brasil, em 1974, comenta: “O Senhor quer que estejamos no mundo e que o amemos sem ser mundanos. O Senhor deseja que permaneçamos neste mundo – que agora está tão alvoroçado, onde se ouvem clamores de luxúria, de desobediência, de rebeldias que não levam a parte nenhuma – ,para que ensinemos as pessoas a viver com alegria. Os homens estão tristes. Fazem muito ruído, cantam, dançam, gritam, mas choram. No fundo dos corações só há lágrimas: não são felizes, são desgraçados. E o Senhor, a vós e a mim, quer-nos felizes”.
 
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1675 )
publicado por spedeus às 00:14

publicado por spedeus às 00:04

«Depois da Ascensão os primeiros discípulos permanecem reunidos no Cenáculo em volta da Mãe de Jesus, em fervorosa expectativa do dom do Espírito Santo, prometido por Jesus (cf. Act 1, 14).
[…]
«E a Praça de São Pedro apresenta-se hoje quase como um "cenáculo" ao ar livre, repleta de fiéis»
[…]
Nos seus discursos de despedida dos discípulos, Jesus insistiu muito sobre a importância da sua "ida para o Pai", coroamento de toda a sua missão: de facto, Ele veio ao mundo para reconduzir o homem para Deus, não a nível ideal como um filósofo ou um mestre de sabedoria mas realmente como pastor que deseja reconduzir as ovelhas ao redil. Este "êxodo" para a pátria celeste, que Jesus viveu em primeira pessoa, Ele enfrentou-o totalmente por nós. Foi por nós que desceu do Céu e por nós a ele ascendeu, depois de se ter feito em tudo semelhante aos homens, humilhado até à morte de cruz, e depois de ter tocado o abismo da máxima distância de Deus. Precisamente por isso o Pai se gloriou n'Ele e O "exaltou" (Fl 2, 9), restituindo-Lhe a plenitude da sua glória, mas agora com a nossa humanidade. Deus no homem o homem em Deus: esta é já uma verdade não teórica mas real. Por isso a esperança cristã, fundada em Cristo, não é uma ilusão mas, como diz a Carta aos Hebreus, "nela nós temos uma âncora da nossa vida" (Hb 6, 19), uma âncora que se introduz no Céu onde Cristo nos precedeu.

E do que tem mais necessidade o homem de todos os tempos, a não ser disto: de uma ancoragem firme para a própria existência? Eis então de novo o sentido maravilhoso da presença de Maria entre nós. Dirigindo o olhar para ela, como os primeiros discípulos, somos imediatamente inseridos na realidade de Jesus: a Mãe remete para o Filho, que deixou de estar fisicamente entre nós, mas aguarda-nos na casa do Pai. Jesus convida-nos a não permanecer a olhar para o alto, mas a estar juntos, unidos na oração, para invocar o dom do Espírito Santo. De facto, só quem "renasce do alto", isto é, do Espírito de Deus, está aberto à entrada no Reino dos céus (cf. Jo 3, 3-5), e a primeira "renascida do alto" é a Virgem Maria. Portanto, a ela nos dirigimos na plenitude da alegria pascal.
 

 

(Bento XVI – Regina Coeli de Domingo dia 4 de Maio de 2008)

 

publicado por spedeus às 00:03

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23
Mai 09

Bento XVI recebeu neste sábado 23 de Maio. o presidente da Academia Eclesiástica Pontifícia, arcebispo D. Benjamim Stella, com quatro dezenas de sacerdotes que frequentam esta instituição eclesiástica que prepara para o serviço diplomático da Santa Sé. Nas palavras que lhes dirigiu, o Papa começou por lhes recordar que se preparam “para servir a Igreja e o seu Pastor universal, num ministério singular – o que é desempenhado nas representações pontifícias”.

 

De facto – explicou – “o serviço das Nunciaturas Apostólicas pode-se considerar, em certa medida, como uma vocação sacerdotal específica, um ministério pastoral que comporta uma inserção particular no mundo e nas suas problemáticas de carácter social e político, muitas vezes de grande complexidade”. Para “decifrar” estas questões complexas, analisando-as e tratando de as “compreender”, o Papa indicou como instrumentos indispensáveis “o Evangelho e perene Magistério da Igreja”.

 

“Precisais de vos formar para uma atenta leitura das realidades humanas e sociais, a partir de uma certa sensibilidade pessoal” – sublinhou Bento XVI, que lembrou também a necessidade de alcançar “capacidade de diálogo com a modernidade”, assim como de contacto com as pessoas e com as instituições que elas representam. E para que tal possa ser vivido sem perda da identidade cristã e sacerdotal, há que dispor (lembra o Papa) “uma robusta estrutura interior e solidez espiritual”.

 

“Nos momentos de obscuridade e dificuldade interior, dirigi o vosso olhar a Cristo, que um dia vos fixou com amor e vos chamou a estar com Ele e a, seguindo a sua escola, ocupar-vos do seu Reino. Recordai-vos sempre que é essencial e fundamental para o ministério sacerdotal, qualquer que seja o modo como é desempenhado, manter uma ligação pessoal com Jesus”.

 

Cristo quer que os padres sejam seus “amigos”, amigos que procuram a intimidade com Ele e seguem os seus ensinamentos. “O Senhor deseja-nos santos, isto é, inteiramente seus, não preocupados em construir uma carreira humanamente interessante ou cómoda, não procurando aplausos e sucesso pessoal, mas inteiramente dedicados ao bem das almas, dispostos a realizar até ao fim o nosso dever, com a consciência de sermos servos inúteis, felizes de poder oferecer o nosso pobre contributo para a difusão do Evangelho”.

 

 

(Fonte: site Radio Vaticana)

publicado por spedeus às 22:59

publicado por spedeus às 22:21

Queridos amigos e defensores dos valores da vida e da família;
 
 
Até ao momento 805 pessoas viram o BELLA nas sessões organizadas na
grande Lisboa.
 
Neste momento e graças ao empenho e entusiasmo de várias pessoas
destes pontos do Pais, estão agendadas as seguintes sessões:
 
Viseu- 4 de Junho 21.30h no Cinema Palácio do Gelo
 
Montijo- 4 de Junho 21.30 Forum Montijo
 
ALgarve-18 de Junho 21.30h Cinema de Vilamoura
 
Èvora- 18 de Junho 21.30h Auditório Soror Mariana

 
 
Para mais informações ou reservas bella.portugal@yahoo.com
 
Informamos que ainda temos alguns bilhetes para a última sessão em
Lisboa dia 28 de Maio às 21.30 no cinema Amoreiras em Lisboa.
 
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Inês Freitas Forero      Paula Pimentel Calderón
publicado por spedeus às 18:50

Cardeal John Henry Newman (1801-1890), sacerdote, fundador de comunidade religiosa, teólogo
 
«Eles não são deste mundo como Eu não sou deste mundo»
 
Começai desde já, neste tempo santo de Páscoa, a vossa ressurreição com Cristo. Vede como Ele vos estende a mão! Ele ressuscita; ressuscitai com Ele! Saí do túmulo do velho Adão, abandonai as vossas preocupações, as invejas, as inquietações, as ambições mundanas, a escravatura do hábito, o tumulto das paixões, os fascínios da carne, o espírito frio, terra a terra e calculista, a ligeireza, o egoísmo, a preguiça, a vaidade e as manias de grandeza. Esforçai-vos doravante por fazer o que vos parece difícil mas que não deveria, e não deve, ser negligenciado: velai, rezai e meditai. [...]
 
Mostrai que o vosso coração, as vossas aspirações e toda a vossa vida estão com o vosso Deus. Reservai em cada dia algum tempo para ir ao Seu encontro. [...] Não vos peço que abandoneis o mundo nem que abandoneis os vossos deveres nesta terra, mas sim que retomeis a posse do vosso tempo. Que não consagreis horas inteiras ao lazer ou à vida em sociedade enquanto apenas consagrais alguns instantes a Cristo. Que não rezeis unicamente quando estais cansados e à beira de adormecer; que não vos esqueçais por completo de O louvar ou de interceder pelo mundo e pela Igreja. Comportai-vos segundo as palavras da Sagrada Escritura: «Procurai as realidades lá de cima». Mostrai a vossa pertença a Cristo, pois o vosso coração «ressuscitou com Ele» e «a vossa vida está oculta n'Ele» (Col 3,1-3).
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 12:01

São Marcos 16, 15-20
 
Naquele tempo,
Jesus apareceu aos onze Apóstolos e disse-lhes:
«Ide por todo o mundo
e pregai o Evangelho a toda a criatura.
Quem acreditar e for baptizado será salvo
mas quem não acreditar será condenado.
Eis os milagres que acompanharão os que acreditarem:
expulsarão os demónios em meu nome
falarão novas línguas
se pegarem em serpentes ou beberem veneno,
não sofrerão nenhum mal
e quando impuserem as mãos sobre os doentes,
eles ficarão curados».
E assim o Senhor Jesus, depois de ter falado com eles,
foi elevado ao Céu e sentou-Se à direita de Deus.
Eles partiram a pregar por toda a parte
e o Senhor cooperava com eles,
confirmando a sua palavra
com os milagres que a acompanhavam.
publicado por spedeus às 12:00

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No Santuário de Torreciudad com D. Álvaro del Portillo e o arquitecto Heliodoro Dols. Depois de contemplar o retábulo comenta: “Com material humilde desta nossa terra fez-se material divino”.
 
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1674 )

publicado por spedeus às 08:38

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O Papa dirige-lhes uma mensagem especial e pede-lhes que imitem os apóstolos, ou seja, que evangelizem este novo “continente digital”; pedindo-lhes mesmo que dêem testemunho do amor infinito de Deus.
 
Atenção, jovens e adolescentes! A partir de agora há uma nova página na Internet feita especialmente a pensar em cada um de vocês com o sugestivo nome “Pope2you”, o “Papa para ti”!
 
Inaugurado no contexto do Dia Mundial das Comunicações Sociais, que a Igreja assinala no próximo domingo, este novo site inclui vídeo-notícias do Papa no “You Tube”, novas aplicações para descarregar no “iPhone”, permite enviar postais electrónicos através do “Facebook”, com fotos e frases do Papa… Enfim, trata-se de mais uma iniciativa de Bento XVI para comunicar com os jovens e adolescentes, no ambiente que eles dominam.
 
O Papa dirige-lhes uma mensagem especial e pede-lhes que imitem os apóstolos, ou seja, que evangelizem este novo “continente digital”; pedindo-lhes mesmo que dêem testemunho do amor infinito de Deus.
 
Esta confiança manifestada por Bento XVI é também sinal de outra coisa, como explica o presidente do Conselho Pontifício para as Comunicações Sociais:
 
“É que, na verdade, o Papa é muito mais amado e apreciado do que a maioria dos media tenta fazer passar, por isso, a Santa Sé não faz mais do que a sua obrigação: ir ao encontro do que os jovens querem e pedem”.
 
É bom saber que, afinal, são muitos os que não alinham nos clichés da mentalidade dominante.
Aura Miguel 
 
 

(Fonte: site RR)
publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:02

Santo Anselmo (1033-1109), monge, bispo, Doutor da Igreja
 
«Assim, a vossa alegria será completa»
 
Meu Senhor e meu Deus, esperança e alegria do meu coração, diz a esta minha alma se a alegria em que está é essa de que nos dizes, pelo Teu Filho: «Pedi e recebereis. Assim, a vossa alegria será completa». Encontrei, com efeito, uma alegria plena, e mais do que plena, porque o coração, o espírito, a alma, todo o meu ser, ao estar dela repleto, tê-la-á em abundância e sem medida. Não é ela que entrará nos que se alegram; mas serão estes quem, com todo o seu ser, nela entrarão.

Fala, Senhor! Diz a este teu servo, ao mais profundo do seu coração, se o que sinto é mesmo a alegria em que entrarão todos aqueles que provarão a própria glória do seu mestre (Mt 25, 21). Mas essa alegria  que os teus servos desfrutarão é algo «que os olhos não viram, os ouvidos não ouviram, o coração do homem não pressentiu» (1Co 2, 9) [...]. Peço-Te pois, meu Deus, que me concedas conhecer-Te, amar-Te, para que em Ti eu esteja em alegria.

E se nesta vida tal não puder plenamente, faz com que eu caminhe sempre até nela entrar em plenitude, um dia. Que, aqui na Terra, aumente sempre o conhecimento que tenho de Ti, para que possa chegar à plenitude onde estás. Que o meu amor por Ti cresça, aqui, para ser total nas alturas. Que agora a minha alegria seja imensa em esperança, para ser depois total em realidade. Senhor, através do Teu Filho ordenas-nos que peçamos, e prometes-nos que receberemos, para que a nossa alegria seja perfeita [...]. Faz aumentar a minha fome dessa alegria, para que eu nela entre!
 
 
(Fonte: EvangelhoQuotidiano)

publicado por spedeus às 00:01

São João 16, 23b-28
 
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Em verdade, em verdade vos digo:
Tudo o que pedirdes ao Pai em meu nome,
Ele vo-lo dará.
Até agora não pedistes nada em meu nome:
pedi e recebereis,
para que a vossa alegria seja completa.
Tenho-vos dito tudo isto em parábolas
mas vai chegar a hora
em que não vos falarei mais em parábolas:
falar-vos-ei claramente do Pai.
Nesse dia pedireis em meu nome;
e não vos digo que rogarei por vós ao Pai,
pois o próprio Pai vos ama,
porque vós Me amastes
e acreditastes que Eu saí de Deus.
Saí de Deus e vim ao mundo.
agora deixo o mundo e vou para o Pai».
publicado por spedeus às 00:00

22
Mai 09
Vídeo em espanhol
Por ocasião da festa anual dos santos irmãos Cirilo e Metódio, apóstolos dos povos eslavos e padroeiros da Europa, deslocaram-se a Roma delegações oficiais da Bulgária e da ex-república jugoslava da Macedónia, lideradas pelos respectivos presidentes da República. Como é tradição, ambas as delegações foram recebidas pelo Santo Padre.

Na audiência ao presidente da República da Bulgária, Bento XVI começou por renovar os seus “sentimentos de amizade para com o bem amado povo búlgaro, cujas raízes espirituais – recordou – remontam à pregação dos Santos co-patronos da Europa.” Para o Papa, este encontro é uma boa “oportunidade para pensar de novo na obra evangélica e social realizada por estes dois insignes testemunhas do Evangelho”.
 
“A herança espiritual [de S. Cirilo e S. Metódio] marcou a vida dos povos eslavos. Foi o seu exemplo que sustentou o testemunho e a fidelidade de inumeráveis cristãos que, ao longo dos séculos, consagraram a sua existência à difusão da mensagem da salvação, actuando ao mesmo tempo a favor da construção de uma sociedade justa e solidária”.
 
O Papa fez votos de que o testemunho espiritual deles se mantenha vivo na Bulgária, de tal modo que o país “possa contribuir eficazmente para a construção de uma Europa que permaneça fiel às suas raízes cristãs”.
 
“Os valores de solidariedade e de justiça, de liberdade e de paz, hoje em dia constantemente reafirmados, na realidade encontram ainda mais força e solidez no ensinamento eterno de Cristo, traduzido na vida dos seus discípulos de todos os tempos”.
 
Recebendo, sucessivamente, o presidente da ex-república jugoslava de Macedónia, acompanhado de uma delegação oficial e dos Bispos Ortodoxos e Católicos do país, Bento XVI sublinhou “os sentimentos de estima e amizade que unem a Santa Sé – disse – ao amado povo macedónio”:
 
“A celebração anual da festa dos santos Cirilo e Metódio, mestres na fé e apóstolos dos povos eslavos, convida-nos, a todos nós que estamos unidos por uma mesma fé em Jesus Cristo, a contemplar o seu heróico testemunho evangélico.
 
Ao mesmo tempo, somos desafiados a conservar o património de ideais e valores que eles transmitiram por palavras e obras.
 
Na verdade, é este o mais precioso contributo que os Cristãos podem oferecer à construção da Europa do terceiro milénio, que aspira a um futuro de progresso, de justiça e de paz para todos”.
 “Marcado pela influência destes dois grandes santos, o vosso amado país procura tornar-se cada vez mais lugar de diálogo e de encontro pacífico entre as muitas esferas religiosas e sociais do país” – observou ainda Bento XVI, que concluiu fazendo votos de que se continue a avançar neste caminho.
 
 
(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 19:45

Chega ao Rio de Janeiro (Brasil) onde inicia uma viagem de catequese por vários países da América do Sul. “Neste país abris com naturalidade os braços a toda a gente e recebeis com carinho. Queria que isso se convertesse num movimento sobrenatural, num empenho grande por dar a conhecer Deus a todas as almas, de unir, de fazer o bem não só nesta nação, mas também, a partir deste grande país, a todo o mundo. Podeis! E deveis! E já que o Senhor vos dá os meios, dar-vos-á também a vontade de trabalhar”. 

 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=3148 )

publicado por spedeus às 16:33

Só vendo, por que é difícil descrever a beleza da imagem de Santa Maria do Amor Formoso com o Menino ao colo e a devoção permanente de gente de todas as idades, mas sobretudo jovens, que param para saudar a Virgem Santíssima.

A quantidade de bouquets de flores depositados no exterior é enorme, concluindo, que alegria ver a nossa Mão tão bem tratada, venerada e mimada.


(JPR)

publicado por spedeus às 06:19

«Nós todos, que recebemos o único e mesmo Espírito, quer dizer, o Espírito Santo, fundimo-nos entre nós e com Deus. Porque, embora sejamos numerosos separadamente, e Cristo faça com que o Espírito do Pai e seu habite em cada um de nós, este Espírito único e indivisível reconduz pessoalmente à unidade os que são distintos entre si [...] e faz com que todos apareçam n'Ele como sendo um só. E assim como o poder da santa humanidade de Cristo faz com que todos aqueles em quem ela se encontra formem um só corpo, penso que, do mesmo modo, o Espírito de Deus, que habita em todos, único e indivisível, os leva todos à unidade espiritual»
 
(Commentarius in Iohannem, 11,11 – São Cirilo de Alexandria)
publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:02

Santo Agostinho (354-430), Bispo de Hipona, (norte de África) e Doutor da Igreja
 
«Eu hei-de ver-vos de novo! Então, o vosso coração há-de alegrar-se»
 
Diz o Senhor: «Dentro em pouco já não Me vereis e pouco depois voltareis a ver-Me» (Jo 16, 16). Aquilo a que Ele chama pouco é o nosso tempo actual, acerca do qual o evangelista João declara na sua epístola: «É a última hora» (1Jo 2, 18). Esta promessa [...] diz respeito a toda a Igreja, como também esta outra promessa: «E Eu estarei sempre convosco, até ao fim do mundo» (Mt 28, 20). O Senhor não tardará em cumprir a Sua promessa: dentro em pouco, vê-Lo-emos e deixaremos de ter súplicas a fazer-Lhe, perguntas a dirigir-Lhe, porque deixaremos de ter que desejar, de ter que procurar.

Este pouco parece-nos muito porque ainda está a decorrer; quando tiver terminado, perceberemos quão curto foi. Que a nossa alegria seja portanto diferente da do mundo, sobre a qual está dito: «O mundo há-de alegrar-se». Ao dar à luz este desejo, não sejamos sem alegria, mas como diz o apóstolo Paulo: «Sede alegres na esperança, pacientes na tribulação» (Rom 12, 12). Porque a mulher que se prepara para dar à luz, com a qual no Senhor nos compara, rejubila muito mais com o filho que vai pôr no mundo do que se entristece com o sofrimento por que tem de passar.
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)

publicado por spedeus às 00:01

São João 16, 20-23a
 
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Em verdade, em verdade vos digo:
Chorareis e lamentar-vos-eis,
enquanto o mundo se alegrará.
Estareis tristes,
mas a vossa tristeza converter-se-á em alegria.
A mulher, quando está para ser mãe,
sente angústia, porque chegou a sua hora.
Mas depois que deu à luz um filho,
já não se lembra do sofrimento,
pela alegria de ter dado um homem ao mundo.
Também vós agora estais tristes;
mas Eu hei-de ver-vos de novo
e o vosso coração se alegrará
e ninguém vos poderá tirar a vossa alegria.
Nesse dia, não Me fareis nenhuma pergunta».
publicado por spedeus às 00:00

21
Mai 09

Pope2You (http://www.pope2you.net/) é a nova página na internet para jovens, criada por ocasião do 43º Dia Mundial das Comunicações Sociais, que tem por tema: “Novas tecnologias, novas relações. Promover uma cultura de respeito, de diálogo e de amizade”.

Com base neste tema, o Pontifício Conselho das Comunicações Sociais criou este novo portal em cinco idiomas, que contém novidades no: Facebook, iPhone, Wikicath e na já conhecida página do Vaticano no YouYube.

O presidente deste organismo Vaticano, Dom Claudio María Celli, ressalta:

Além de ter acesso a notícias do Papa no Youtube, as mesmas poderão ser visualizadas na nova aplicação iPhone realizada por H2oNews e, no Facebook, será possível enviar por email fotos e mensagens do Papa.

Pope2You oferece as ferramentas à juventude para poder divulgar a pessoa e as mensagens de Bento XVI.

“A mensagem do Papa para esta ocasião é certamente dirigida a todos, porém, de uma maneira especial, aos jovens, à juventude, que o Papa chama de uma maneira muito simpática de geração digital, pensamos em nos referir, em utilizar as novas tecnologias para que esta mensagem seja mais conhecida e divulgada pelos jovens no mundo que frequentam, é por isso que pensamos que seria interessante ter um site, que também seu nome é muito juvenil: Pope2You”.

“Com Pope2You tentamos dar forma a este desejo presente na mensagem e que se vê pela actuação do papa, porém não só de dizer coisas aos jovens, mas também viver com eles uma experiência, e tentamos fazê-lo com todos os meios possíveis adoptados pelos jovens, social network, Facebook, a telefonia móvel e o YouTube, tão visitado por jovens e adolescentes”.

“Tratamos de usar estas novas tecnologias para tentar criar novas formas de relações com os jovens, para que apliquem de maneira concreta o desejo do Papa, que quer falar à juventude para transmitir a mensagem de esperança e de alegria”.

“O Papa é muito mais querido e muito mais apreciado que a imagem que os meios de comunicação transmitem, por isso o Pontifício Conselho das Comunicações Sociais não está fazendo nada extraordinário, mas está ajudando os jovens, que já amam o Papa, que o conhecem, para que o escutem com atenção, somente os ajudamos, damos uma mão para que possam conhecê-lo”.


(Fonte: H2O News)

publicado por spedeus às 16:37

Ontem após uma tranquila e segura viagem de automóvel, 920 Kms, cheguei a esta linda e civilizada cidade aonde os termómetros marcavam 32 graus Célsius.
 
Deixem-me antes dizer-vos, que o tempo esteve óptimo durante toda a viagem, que a paisagem estava lindíssima, que regalo para os olhos é a Primavera, houve planícies que pelos castanhos das terras aradas me recordaram o nosso Alentejo, mas já no País Basco e na Província de Navarra o verde recordou-me a Suíça, ora como poderão constatar pela descrição foi um dia de alma cheia de agradecimento a Deus pelas Suas obras e pelos prazeres que me concedeu.
 
Curiosamente a natureza tem fenómenos inesperados e apesar da elevada temperatura o céu encobriu-se ao final da tarde e caiu uma enorme chuvada, como só estava habituado a ver junto aos trópicos, acompanhada de uma breve trovoada.
 
Quando cheguei à Clínica Universitária de Navarra (CUN) para participar na Santa Missa das 19h05 estava já só a pingar, mas é difícil de descrever e apesar da chuva e do constante movimento de pessoas, a limpeza do chão no átrio de entrada, aliás como é apanágio em todos os locais directa ou indirectamente ligados ao Opus Dei.
 
Permitam-me que vos fale dos Oratórios da CUN, que embora já conhecendo de visitas anteriores, são um sempre locais de excelência para o recolhimento e oração, Começarei pelo mais pequeno aonde está o Sacrário com o Santíssimo, cujo Retábulo, julgo que esculpido, em alto-relevo, sobre pedra de um branco “sujo” e não brilhante, representando a Sagrada Família é esmagador sobretudo pela sua singeleza, além da alegria ver sempre um elevado número de pessoas presentes e em absoluto silêncio.
 
No Oratório principal, cujo retábulo, em talha dourada, também é muito bonito, tinha como aliás tem sempre, o seu lindíssimo chão em mármore tão limpo e brilhante, que, com algum exagero de estilo, poderia servir de espelho.
 
A ambiência é extremamente acolhedora e enche-nos a alma constatar, que a assistência além de numerosa era multi-facetada. Permito-me realçar a elevada quantidade de profissionais de saúde com as suas batas e fardas que participavam na Santa Missa, aliás, o acólito e leitor dos Actos dos Apóstolos era um médico, que por debaixo da bata estava vestido com um daqueles fatos verdes normalmente são usados pelos cirurgiões. A meio da celebração ver um médico sair porque o seu pager (Bip) havia tocado, trouxe-me ao pensamento quão feliz terá ficado São Josemaría Escrivá por ver um filho seu atender prontamente a um imperativo próprio da sua profissão, sendo também certo, que o Senhor terá registado no seu amabilíssimo coração tão nobre acto.
 
A Sagrada Comunhão foi ministrada em genuflexão, sendo este relevante particular uma novidade, mas não haja dúvida, que ao fazê-lo não só praticamos um acto de humildade perante o Senhor como nos sentimos mais próximos Dele.
 
Infelizmente, e não se trata de uma crítica e se o for é uma auto-crítica, o meu “porteñol” não chegou para entender toda a homilia, mas comoveu-me quando o celebrante propôs aos fiéis antes da bênção final, que virados para a imagem de Virgem Maria, se rezasse uma Ave-Maria.
 
 
(JPR)
publicado por spedeus às 08:33

O processo da história da vida da Irmã Lúcia estará em Roma dentro de um ano, e a expectativa é que a beatificação seja rápida, talvez decorridos três ou quatro anos, revelou hoje o seu postulador
 
"O processo tem duas fases, uma diocesana e outra romana. Estamos na fase diocesana. O trabalho desta comissão consiste em recuperar toda a documentação importante relativa à serva de Deus. A parte romana começa quando se entrega o processo, e não é muito longa", que inclui o seu exame, por parte de teólogos, bispos, cardeais, e, depois, do Papa, explica Ildefonso Moriones.
 
O padre espanhol reuniu-se hoje em Coimbra com membros da Comissão Histórica, no Carmelo de Santa Teresa, a morada da Irmã Lúcia, na presença do bispo da diocese, D. Albino Cleto.
 
Ildefonso Moriones admitiu que o processo da Irmã Lúcia terá preferência, e que pode ser mais rápido do que outros.
 
De acordo com o postulador, neste caso "não se parte do zero", porque já há um trabalho feito sobre os pastorinhos e a aparição da virgem, e a vida dos últimos 50 anos de Lúcia é conhecida, a reclusão no Carmelo de Santa Teresa, em Coimbra. Pode ser uma coisa muito mais rápida." Dentro de um ano o processo pode estar em Roma. A partir daí é uma questão de um pouco de paciência", observou.
 
Com o dossier do trabalho da Comissão Histórica em Roma, seguem-se os processos das virtudes e dos milagres. Só concluído o processo dos milagres é que se procede à beatificação.
 
O padre adiantou que já existem várias notícias de graças e de milagres da irmã Lúcia, e havendo material que o justifique será aberto um processo para cada um deles.
 
"Antes de três ou quatro anos não se pode humanamente pensar na beatificação", afirmou Ildefonso Moriones.
 
A Irmã Lúcia (Lúcia de Jesus dos Santos), faleceu a 13 de Fevereiro de 2005, com 97 anos, no Carmelo de Santa Teresa, em Coimbra.
 
 
PC/Lusa 
 
  
(Fonte: site RR)
publicado por spedeus às 00:04

Meditando nesta parábola, não se deve esquecer a figura do filho mais velho. Num certo sentido, ele não é menos importante que o mais novo, a ponto de esta história poder ter também o título, que talvez fosse mais adequado, de parábola dos dois irmãos. Com a figura dos dois irmãos, o texto situa-se no coração de uma longa história bíblica, começada com a história de Caim e Abel, retomada com os irmãos Isaac e Ismael, Jacob e Esaú, e interpretada em diferentes parábolas de Jesus. Na pregação de Jesus, as figuras dos dois irmãos reflectem sobretudo o problema da relação Israel-Pagãos. [...] Ao descobrir que os pagãos são chamados sem estarem submetidos às obrigações da Lei, Israel exprime a sua amargura: «Há já tantos anos que te sirvo sem nunca transgredir uma ordem tua.» Com as palavras: «Filho, tu estás sempre comigo, e tudo o que é meu é teu», a misericórdia de Deus convida Israel a festejar.
 
Mas o significado deste irmão mais velho é ainda mais abrangente. Em certo sentido, ele representa o homem devoto, ou seja todos os que permaneceram com o Pai sem desobedecer às suas ordens. O momento do regresso do pecador desperta o ciúme, esse veneno até então oculto no fundo da sua alma. Por quê este ciúme? Ele mostra que muito «devotos» também escondem no seu coração o desejo do país longínquo e das suas seduções. A inveja revela que estas pessoas não compreenderam realmente a beleza da pátria, a felicidade de «tudo o que é meu é teu», a liberdade de ser filho e proprietário. Assim, parece que também elas desejam secretamente a felicidade do país longínquo. [...] E, no fim, não entram na festa; no fim, permanecem de fora. [...]
 
A figura do irmão mais velho obriga-nos a um exame de consciência; esta figura permite-nos compreender a reinterpretação dos dez mandamentos que é feita no Sermão da Montanha (Mt 5,28). Não é não somente o adultério exterior, mas também o interior que nos afasta de Deus: é possível permanecer em casa e ao mesmo tempo partir. Deste modo, devemos também compreender a «abundância», a estrutura da justiça cristã: ela traduz-se por um «não» à inveja e um «sim» à misericórdia divina.
 
 
(Retiro pregado no Vaticano em 1983 pelo então Cardeal Joseph Ratzinger)
publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:03

Liturgia Síria
 
«Alegrai-vos comigo, porque encontrei a minha ovelha perdida» (Lc 15, 6)
 
No dia da tua Ascensão, ó Cristo Rei,
os anjos e os homens proclamam:
«Senhor, tu és Santo porque desceste e salvaste,
do abismo da morte e do pecado, a Adão,
o homem feito do pó (Gn 2, 7),
e pela tua santa Ascensão, ó Filho de Deus,
os céus e a terra entram em paz.
Glória Àquele que te enviou!»
A Igreja viu o seu Esposo na glória,
e esqueceu os sofrimentos suportados no Gólgota.
Em vez do peso da cruz que Ele levava
é uma nuvem de luz que O leva.
Eis que se eleva, vestido de esplendor e de glória.
 
 Um grande prodígio se cumpre hoje no Monte da Oliveiras:
Quem é capaz de o dizer ? [...]
O nosso Mestre tinha descido à procura de Adão
e, depois de ter encontrado aquele que estava perdido,
levou-o aos ombros
e introduziu-o Consigo na glória do céu (cf. Lc 15, 4ss.).
Veio e mostrou-nos que era Deus;
revestiu-Se de um corpo e mostrou que era homem;
Desceu aos infernos e mostrou que estava morto;
subiu e foi exaltado e mostrou que era grande.  
Bendita seja a Sua exaltação!
No dia do Seu nascimento, Maria alegra-se,
no dia da Sua morte, a terra treme,
no dia da Sua ressurreição, o inferno aflige-se,
no dia da Sua Ascensão, o céu exulta.
Bendita seja a Sua Ascensão!
publicado por spedeus às 00:01

São João 16, 16-20
 
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Daqui a pouco já não Me vereis
e pouco depois voltareis a ver-Me».
Alguns discípulos disseram entre si:
«Que significa isto que nos diz:
‘Daqui a pouco já não Me vereis
e pouco depois voltareis a ver-Me’,
e ainda: ‘Eu vou para o Pai’?»
E perguntavam:
«Que é esse pouco tempo de que Ele fala?
Não sabemos o que está a dizer».
Jesus percebeu que O queriam interrogar e disse-lhes:
«Procurais entre vós compreender as minhas palavras:
‘Daqui a pouco já não Me vereis
e pouco depois voltareis a ver-Me’.
Em verdade, em verdade vos digo:
Chorareis e lamentar-vos-eis,
enquanto o mundo se alegrará.
Estareis tristes,
mas a vossa tristeza converter-se-á em alegria».
publicado por spedeus às 00:00

20
Mai 09
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"É horrível! São todos uns vigaristas!" Assim desabafava, ontem, um cidadão britânico face às câmaras de televisão, mostrando até que ponto a descrença no regime é avassaladora entre o povo.

 

Horas antes, pela primeira vez em trezentos anos, o presidente da Câmara dos Comuns demitira-se no último episódio do escândalo da utilização indevida de dinheiros públicos por parte de pelo menos 18 deputados e que afecta já todos os partidos.

 

As despesas abusivamente apresentadas e pagas pelos contribuintes, não tinham aparentemente limites: desde o pagamento de hipotecas, à compra de electrodomésticos, passando pelos pagamentos aos jardineiros, a comida para cão ou aos enfeites de Natal.

 

Mas no meio desta hecatombe surge uma boa notícia: a polícia considerou que as verdades reveladas pelo Daily Telegraph eram de interesse público e suspendeu as averiguações por fuga de informação.

 

O escândalo, longe de ser uma espécie de golpe de misericórdia num regime podre, confere-lhe uma hipótese de redenção.

 

São mais actuais do que nunca as palavras de Jefferson, um dos pais fundadores da América, numa carta escrita em 1787: “Se a base dos nossos Governos é a opinião das pessoas, o primeiríssimo objectivo deve ser salvaguardar esse direito”. E rematava: “Se fosse chamado a escolher entre um Governo sem jornais ou jornais sem Governo, não hesitaria um momento em escolher o último”.

 

Os britânicos estão neste ponto. E escolheram bem!
 

 

 

 

Graça Franco

 

 

(Fonte: site RR)

publicado por spedeus às 17:22

Vídeo em espanhol

Durante o encontro semanal com os fiéis, que nesta quarta feira ocorreu na Praça de São Pedro, Bento XVI falou da recente viagem apostólica à Terra Santa, uma peregrinação às origens da nossa fé que contemplou a visita pastoral às comunidades cristãs que viram o nascimento, a morte e a ressurreição de Nosso Senhor. O pontífice agradeceu às autoridades civis, ao Patriarca Latino, aos bispos da Igreja local, aos frades franciscanos da Custódia da Terra Santa e todos aqueles que contribuíram para a viagem. Frisando ter ido como ‘peregrino da paz’, Bento XVI disse que quis recordar a judeus, cristãos e muçulmanos o nosso compromisso como fiéis num único Deus, na promoção do respeito, da reconciliação e da cooperação, ao serviço da paz.

“Apesar das vicissitudes que marcaram os lugares santos por tantos séculos; apesar das guerras, das destruições; e infelizmente, dos conflitos entre cristãos, a Igreja continuou com sua missão, animada pelo Espírito do Senhor Ressuscitado. Ela caminha rumo à plena unidade, para que o mundo acredite no amor de Deus e sinta o prazer da sua paz”.

Depois de ter ilustrado as etapas mais significativas do seu itinerário, o Papa pediu a todos os peregrinos que se unam a ele na oração pelas necessidades da Igreja no Médio Oriente e pelo dom da paz para toda a região.

Como todas as quartas-feiras, o papa saudou os fiéis em várias línguas, e dirigiu um breve apelo, em inglês, em vista do Dia Mundial das Comunicações Sociais, que decorre domingo. Recordou que na sua mensagem deste ano, convidou todos os que fazem uso das novas tecnologias da comunicação, especialmente os jovens, a utilizá-los de uma forma positiva e reconhecer o grande potencial desses meios em criar laços de amizade e solidariedade, o que pode contribuir para um mundo melhor.

As novas tecnologias – disse Bento XVI – trouxeram mudanças fundamentais na forma de divulgação de notícias e informações e no modo como as pessoas comunicam e se relacionam.

“Gostaria de exortar todos aqueles que acedem ao ciberespaço a estarem atentos em manter e promover uma cultura de respeito, de diálogo e de autêntica amizade, na qual os valores da verdade, da harmonia e do entendimento podem florescer”.

De modo especial, apelou aos jovens, a fim de que testemunhem a sua fé através do mundo digital; empreguem essas novas tecnologias para difundir o Evangelho. “Assim – completou o pontífice – a Boa Nova do amor infinito de Deus por todas as pessoas poderá ressoar em novas formas, neste nosso mundo cada vez mais tecnológico !”.
 
Escutemos agora a saudação de Bento XVI em língua portuguesa:
 
“Com gratidão e amizade, saúdo os diversos grupos do Brasil, o grupo de Terroso no norte de Portugal, e demais peregrinos de língua portuguesa, que vieram encontrar o Sucessor de Pedro, poucos dias depois de ter terminado a Sua peregrinação à Terra Santa. Lá, onde o Verbo divino Se fez carne no seio da Virgem Maria, jorra uma fonte inesgotável de esperança e alegria que não cessa de animar o coração da Igreja, peregrina na história. Penhor de tal esperança e alegria, nos vossos corações de peregrinos, seja a Bênção que vos dou extensiva às vossas famílias e comunidades eclesiais.
 
 
(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 16:15

Faz a sua oração em voz alta em frente à imagem da Virgem de Guadalupe no México: “Ofereço-te um futuro de amor, com muitas almas. Eu – que não sou nada, que não posso nada – atrevo-me a oferecer-te muitas almas, uma infinidade de almas, vagas de almas, em todo o mundo e em todos os tempos, decididas a entregarem-se ao teu Filho, e ao serviço dos demais, para levá-los até Ele”.
 
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1671 )
publicado por spedeus às 16:08

Não deixem de se manifestar enquanto cidadãos deste país que é nosso e pelo qual temos cada vez mais que assumir a nossa responsabilidade.

Não envio um texto tipo porque me parece que cada um deve deixar a sua mensagem.

Envio os links para os quais podem enviar a vossa mensagem. É muito simples.
 
 
Ex.mos Senhores Deputados
http://www.parlamento.pt/Paginas/CorreioGPPSD.aspx

Ex.ma Senhora Drª. Manuela Ferreira Leite
http://www.psd.pt/?idc=601 
 
Agradecimento a uma leitora do blogue que me enviou o texto acima e cujo nome não publico por respeito à sua privacidade.
 
Leia os excertos relevantes da entrevista em http://spedeus.blogspot.com/2009/05/eleicoes-parlamento-europeu-ter-em.html ou na integra em http://www.ionline.pt/conteudo/4944-paulo-rangel-a-igreja-deveria-abrir-mais-na-questao-homossexual

publicado por spedeus às 00:06

Bento XVI, na solene canonização do Condestável, exaltou, segundo Massimo Introvigne, «a figura do cavaleiro cristão empenhado na militia Christi, ou seja, no testemunho que cada cristão é chamado a dar no mundo». Já na pastoral colectiva do episcopado português, de 1960, se reconhecia que «Nuno Álvares foi sempre igual a si mesmo: cavaleiro invencível na guerra, cristão exemplar no cumprimento das virtudes» e, por isso, «a emissão dos votos canónicos foi apenas consagração de uma vida já de há muito profundamente cristã». Em termos semelhantes, o nosso Patriarca, no encerramento do processo diocesano, sublinhava: «Em D. Nuno Álvares Pereira foi impressionante esta síntese harmónica da vivência da sua fé e o desempenho das altas funções que a Nação lhe atribuiu».

Se este foi o entendimento do Santo Padre e dos nossos Bispos, outro foi o parecer dos fiéis que manifestaram algum desconforto pela canonização de um guerreiro. Para estes, a glorificação do Condestável seria suportável só porque esse seu passado mais não seria do que uma etapa prévia à sua conversão, sobre a qual viria agora a incidir a bênção da canonização. Entendem portanto que só o monge foi elevado aos altares, permanecendo apeado o leigo cristão, o militar valeroso, o dadivoso milionário, o filho obediente, o marido fiel, o casto viúvo, o pai exemplar, o leal conselheiro do rei, o humilde conde e o invencível condestável.

Se a nobilitação de Camilo Castelo Branco inspirou uma divertida caricatura de Rafael Bordalo Pinheiro, em que o novo titular expulsava o genial escritor, dir-se-ia que a canonização de São Nuno deu azo a serôdios episódios de ultramontano clericalismo, na voz dos que insistem em ignorar a vida santa do santo leigo e teimosamente pretendem ainda, ao arrepio dos ensinamentos conciliares, que a santidade é um privilégio exclusivo da casta sacerdotal e da vida religiosa em geral.

Assim sendo, perdoa-se ao Santo Condestável o seu passado laical, em nome da consagração religiosa que coroou a sua vivência cristã, ignorando-se que a sua identificação com Cristo não ocorre apenas, nem principalmente, no último episódio da sua vida, mas é a realidade que vivifica toda a sua anterior existência, profunda e essencialmente secular. São Nuno não foi santo apesar do seu estado laical e da sua vida profissional, mas, pelo contrário, santificou-se em e através do fiel cumprimento dos seus deveres de estado, como filho, esposo e pai de uma família cristã, como competentíssimo profissional da guerra e como fidelíssimo cidadão. A sua tardia profissão religiosa não é a mais significativa expressão da sua santidade, mas apenas o seu último episódio. São Nuno, como afirmou D. José Policarpo na acção de graças pela sua canonização, «continua a dizer-nos que é possível viver com fé todas as realidades humanas, sociais, políticas, militares, familiares, religiosas; continua a dizer-nos que é possível ser santo em todas elas, que se pode viver toda a vida com Deus, que nos vai sugerindo, em cada momento e em cada circunstância, a maneira de acreditar e de amar».

Desculpem-me este meu anticlericalismo, à conta não só do que o Concílio Vaticano II ensina, mas também da multissecular tradição da Igreja, que atribuiu, desde tempos imemoriais, o título de santíssima a uma única criatura: Maria, a filha de Joaquim e de Ana, a esposa de José e mãe de Jesus, que nunca professou na vida religiosa e se santificou através dos seus deveres familiares, religiosos, sociais e profissionais. Não estranha, pois, que tenha sido esta santíssima mulher o exemplo de santa virtude que iluminou toda a vida santa de São Nuno de Santa Maria.


P. Gonçalo Portocarrero de Almada em Jornal W, 17 Mai. 2009


(Fonte: Grupo “O Povo” com blogue em http://o-povo.blogspot.com/ )
publicado por spedeus às 00:04

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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