«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

20
Mai 09

 O Pontifício Instituto João Paulo II para Estudos sobre o Matrimónio e a Família concedeu o título doutores "Honoris Causa" aos iniciadores do Caminho Neocatecumenal, os espanhóis Francisco Gómez, conhecido como Kiko Argüello, e Carmen Hernández.
 
A cerimônia realizou-se na cidade de Roma na quarta-feira 13 de Maio, festa de Nossa Senhora de Fátima e 28º aniversário da fundação do mesmo instituto.
 
Com este reconhecimento o Instituto valorizou a fecundidade especial do Caminho Neocatecumenal pela plena valorização da família como sujeito eclesial e social, em total consonância com o pensamento de João Paulo II.
 
Kiko Argüello iniciou a lição doutoral pedindo um aplauso para Carmen Hernández, assegurando que sem ela, o Caminho Neocatecumenal não teria sido o mesmo. Referiu-se ao papel da família na Igreja e destacou o trabalho das famílias do Caminho, famílias numerosas que movidas pelo Espírito Santo fazem missão em todo o mundo dando testemunho de vida cristã.
 
Kiko Argüello afirmou que a família cristã é remédio para a crise social e moral da sociedade e da Igreja.
 
Também foi conferido o doutoramento "Honoris Causa" ao Professor da Universidade de Bolonha, Pierpaolo Donati, considerado pelo Instituto como "um dos maiores especialistas no mundo de sociologia da família".
 
“Para mim esta investidura é um sofrimento porque espero na minha vida perseguição se quero seguir a Jesus Cristo, não honras. Isto, eu tenho que levar com humildade. Rezem por mim”.
 
“O Papa João Paulo II, deu as esse Instituto um carisma especial para investigar sobre a verdade natural e revelada pelo matrimónio e pela família. Creio que hoje, ambas as visões que temos escutado são de uma grande contribuição para este instituto para continuar com este trabalho de manifestar ao mundo que o projecto de Deus é possível”.
 
“O verdadeiro desafio que tem hoje a Igreja é a família. A destruição da família, está ocorrendo em todas as partes. E as consequências dessa destruição são catastróficas nos jovens que são abandonados a si mesmos. Em Espanha cada 4 minutos dissolve-se um casamento, milhares e milhares de jovens ficam abandonados. É então, necessário reconstruir a família. Isto vai criar um novo tipo de sociedade sendo imperativoo fazer algo para que as pessoas se reunifiquem. Porque a família destruiu-se radicalmente e isso é gravíssimo. É como uma praga apocalíptica”. 
 
 
(Fonte: H2O News com edição e adaptação de JPR)

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publicado por spedeus às 00:02

Guilherme de Saint-Thierry (cerca 1085-1148), monge beneditino, depois de Cister
 
«O Espírito da Verdade há-de guiar-vos para a Verdade completa»
 
«Quem conhece os segredos do homem, a não ser o espírito do homem que está nele? De igual modo, ninguém conhece os segredos de Deus, a não ser o Espírito de Deus» (1Cor 2, 11). Apressa-te a comunicar com o Espírito Santo. Ele torna-Se presente logo que é invocado; se O invocamos é porque Ele já está presente. Chamado, Ele vem; e chega na abundância das bênçãos divinas. É Ele o rio impetuoso que alegra a cidade de Deus (Sl 45, 5). Quando vem, se te encontra humilde e sem preocupações, temente à palavra de Deus, ficará em ti e revelar-te-á o que Deus esconde aos sábios e aos entendidos deste mundo (Mt 11, 25). Então começarão a brilhar para ti todas essas verdades que a Sabedoria podia dizer aos discípulos quando estava na terra, mas que eles não podiam entender antes da vinda do Espírito da verdade que lhes ensinaria toda a verdade. [...]
Assim como os que adoram a Deus devem necessariamente adorá-Lo «em espírito e em verdade» (Jo 4, 24), também os que desejam conhecê-Lo só no Espírito Santo devem procurar a inteligência da fé. [...] No meio das trevas e da ignorância desta vida, Ele é, para os pobres em espírito (Mt 5, 3), a luz que ilumina, a caridade que atrai, a doçura que agarra a alma, o amor daquele que ama, a devoção daquele que é livre sem reservas. É Ele quem, de convicção em convicção, revela aos crentes a justiça de Deus; Ele dá graça sobre graça (Jo 1, 16) e, à fidelidade na escuta da Palavra, Ele dá a fé da iluminação.
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

São João 16, 12-15
 
Naquele tempo, disse Jesus aos seus discípulos:
«Tenho ainda muitas coisas para vos dizer,
mas não as podeis compreender agora.
Quando vier o Espírito da verdade,
Ele vos guiará para a verdade plena;
porque não falará de Si mesmo,
mas dirá tudo o que tiver ouvido
e vos anunciará o que está para vir.
Ele Me glorificará,
porque receberá do que é meu
e vo-lo anunciará.
Tudo o que o Pai tem é meu.
Por isso vos disse
que Ele receberá do que é meu
e vo-lo anunciará».
publicado por spedeus às 00:00

19
Mai 09

http://www.pope2you.net/

publicado por spedeus às 17:54

O Estado português desperdiça dinheiro em campanhas supérfluas, como é o caso da distribuição de preservativos nas escolas, e não tem capacidade para acudir às questões de ordem social.
 
Para o Arcebispo de Braga, os desempregados, os doentes e os mais idosos deviam merecer uma atenção mais cuidada por parte do Estado naquilo que é mais urgente e imprescindível.
“Infelizmente vejo que o Estado se preocupa com outras coisas, que gasta dinheiro de modo desnecessário noutras coisas. É necessário neste momento estar a oferecer preservativos nas Escolas Secundárias? Faz falta? É prioritário? É o fundamental? Não sei, mas para isso há dinheiro”, disse.
 
D. Jorge Ortiga fez estas declarações na apresentação do Dia Mundial das Comunicações Sociais, que se comemora no próximo domingo, revelou também que a igreja bracarense vai construir várias valências na cidade com a finalidade de proporcionar mais qualidade de vida a quem mais precisa.
 
 
CC  
 
(Fonte: site RR)
publicado por spedeus às 17:29

Enquanto muitos aguardam com ânsia a beatificação do Cardeal John Henry Newman, um anglicano do século XIX que se converteu ao catolicismo, a entidade intitulada a este purpurado continua levando adiante a sua missão ao incentivar qualidade e ortodoxia nas universidades católicas americanas.Passaram-se mais de cem anos desde quando o Cardeal Newman escreveu "A Ideia de Universidade", e agora a Cardinal Newman Society publicou um guia para ajudar os estudantes do século XXI a escolherem uma escola com uma forte identidade católica.
 
O volume intitula-se “Guia Newmann para escolher uma universidade católica” e abrange 21 institutos do país que, com o passar dos anos, construíram uma boa reputação por sua recta doutrina e excelência académica. Entre eles, figuram o Christendom College, o Franciscan University de Stuebenville, e o Thomas More College of Liberal Arts. Segundo Patrick Reilly, presidente e fundador da Cardinal Newman Society, os institutos seleccionados conseguem oferecer um ambiente capaz de alimentar a fé dos estudantes.
 
Não obstante apoie as 224 escolas católicas presentes nos Estados Unidos, deste modo a Cardinal Newman Society quis seleccionar somente aquelas que garantem aos estudantes o justo apoio espiritual, um currículo sólido e una forte ortodoxia.
 
A actual edição do Guia Newman para as universidades norte-americanas pode ser baixada do site www.thenewmanguide.com. Enquanto a nova edição estará em breve disponível na internet.
 
“A Cardinal Newman Society é uma organização nacional com base nos Estados Unidos, que busca promover uma autêntica educação católica, em sintonia com a visão de Bento XVI e a constituição apostólica Ex Corde Ecclesiae. O Guia Newman é o nosso modo para promover as universidades norte-americanas que são dotadas de uma verdadeira identidade católica”.
 
“Estamos muito entusiasmados com essas escolas, e encorajamos, seja os estudantes que moram nos EUA, seja os estudantes estrangeiros que estão interessados em uma verdadeira e sólida educação católica, a levá-las em consideração”.
 
Christendom College www.christendom.edu
Franciscan University of Stuebenville www.franciscan.edu
Thomas More College of Liberal Arts www.thomasmorecollege.edu
 
 
 
(Fonte: H2O News)
publicado por spedeus às 13:36

Santuário retoma pelo quarto ano esta iniciativa
 
Em Agosto e agora também em Setembro, pelo quarto ano consecutivo, o Santuário de Fátima, através do Serviço de Doentes (SEDO) e com apoio do Movimento da Mensagem de Fátima (MMF), proporcionará férias para mães de pessoas com deficiência que cuidam dos seus filhos em casa.
 
Nesta iniciativa solidária o Santuário cuida dos filhos deixados ao seu cuidado para que as mães possam ter um momento de descanso.
 
As inscrições estão abertas, até 30 de Junho.
 
A actividade desenvolver-se-á em três períodos com a duração de uma semana. No primeiro poderão participar deficientes com idades compreendidas entre os 7 e os 20 anos. Na segunda e terceira semanas aqueles que têm entre 21 e 40 anos de idade.
 
A proposta de inscrição está disponível em: http://www.fatima.pt/portal/index.php?id=28055 e deve ser enviada para o Movimento da Mensagem de Fátima.
 
 
 
(Fonte: BOLETIM INFORMATIVO, 72/2009, de 18 de Maio de 2009,  10h30)
publicado por spedeus às 11:14

Excertos entrevista a Paulo Rangel por Ana Sá Lopes, Publicado em 19 de Maio de 2009
 
O católico progressista fã de heavy-metal é a revelação da campanha para as europeias. Mandaram-no comer papa Maisena: adorou. Acha que a fúria repentina dos adversários em tratá-lo como um benjamim lhe vai dar sorte. Paulo Rangel recebe o i no seu gabinete de líder parlamentar do PSD onde não aqueceu o lugar. Entrou no PSD em 2005, esteve próximo do CDS, mas não se lembra se chegou a ser militante. Começámos na hard european politics mas acabámos na moral católica. Para Paulo Rangel, a igreja tem de mudar o discurso sobre a ordenação das mulheres, o casamento dos padres, os homossexuais, os anticoncepcionais e o divórcio.

(…)

Quem é o Paulo Rangel fora da instituição? Por exemplo, que anda a ler? Algum romance?

O que andei a ler até agora, por estranho que pareça, são biografias de São Paulo, porque era o ano paulino, e porque eu me chamo Paulo. Não ando a ler nenhum romance.

É um católico mesmo praticante? Vai à missa?

Sim, mas sou um progressista, não me revejo na moral de costumes da Igreja Católica, na não ordenação das mulheres, no não casamento dos padres.

Defende o casamento dos padres?
 
Em primeiro lugar defendo a ordenação das mulheres. Não compreendo que hoje, 2009, a Igreja tenha esta restrição. Olhe, o São Paulo, que tem aura de ser um autor sexista, em grande parte das igrejas que fundou as chefes eram mulheres. O que revela bem que o estatuto da mulher não era assim tão subalterno quanto pode parecer da leitura de alguns textos.

Na Igreja é.

Na igreja institucional, sim. Mas com Jesus Cristo não. Tudo o que se conhece até aponta para um certo escândalo por ele ter mulheres apóstolas. E São Paulo também, curiosamente.

Concordou com a despenalização do aborto?

Eu estou de acordo com a posição da Igreja quanto ao aborto e à eutanásia. No resto não. Nos anticonceptivos sou um radical activista contra as posições da Igreja. Na moral sexual em geral sou contra: casamento, divórcio, a questão dos homossexuais.

Defende o casamento gay?

Não é uma coisa que eu defenda hoje. Defendo uma instituição à parte.

A solução inglesa?

Um instituto análogo ao casamento. Para a sociedade portuguesa seria a melhor solução agora. Não porque eu não reconheça o direito? Eu percebo muito bem as reivindicações dos activistas e das activistas dos movimentos gay, mas acho que sociologicamente também temos que respeitar as convicções da maioria da população portuguesa, que é muito conservadora nesta matéria. Temos de encontrar um equilíbrio. A terceira via é um bom equilíbrio. Aliás, nas associações activistas há uma certa contradição. Elas dizem: agora falamos em casamento e mais tarde na adopção, é preciso um primeiro passo. Mas eu acho que é preciso um primeiro passo antes do casamento. Se aceitássemos a teoria gradualista, criavam-se -se menos fracturas.
Primeiro a união civil, depois o casamento, a seguir a adopção? Também defende a adopção?
É uma questão muito problemática.

Mas um homossexual é menos bom pai que...

Não, não é menos. Não é menos. Não é menos.

Então?

Mas eu percebo que há aqui questões sociológicas, de respeito pelas convicções dominantes na sociedade. E também têm de ser tidas em conta, não há aqui só direitos de uns. Prefiro uma engenharia social gradual. Mas acho que é aqui, na relação com os homossexuais, que a Igreja deveria abrir mais. Em toda a moral sexual é preciso uma grande renovação na Igreja. E há coisas que não compreendo de maneira nenhuma: a ordenação das mulheres, o casamento dos padres, a questão dos anticonceptivos, não percebo como é que se consegue continuar com este discurso. 
 
 
(Fonte: “i” online em http://www.ionline.pt/conteudo/4944-a-igreja-deveria-abrir-mais-na-questao-homossexual )
 

Nota: pena é que as leituras de São Paulo que diz andar a fazer não o tenham iluminado e pelo contrário faça uma leitura enviesada das Epístolas, não deve ter chegada a ler 1 Cor, 1-16 ou 1 Tim 5, 17-25.

 

(JPR)

publicado por spedeus às 10:34

Nesse dia prega: “A vida de oração tem de fundamentar-se, além disso, em pequenos espaços de tempo, dedicados exclusivamente a estar com Deus. São momentos de colóquio sem ruído de palavras, junto ao Sacrário sempre que possível, para agradecer ao Senhor essa espera – tão só! – desde há vinte séculos. A oração mental é diálogo com Deus, de coração a coração, em que intervém a alma toda: a inteligência e a imaginação, a memória e a vontade. Uma meditação que contribui para dar valor sobrenatural à nossa pobre vida humana, à nossa vida corrente e diária”.
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1670 )

publicado por spedeus às 08:24

publicado por spedeus às 00:02

São Cirilo de Jerusalém (313-350), Bispo de Jerusalém e Doutor da Igreja
 
«É o Espírito que vivifica» (2Cor 3, 6)
 
«A água que Eu lhe der tornar-se-á nele uma nascente de água a jorrar para a vida eterna» (Jo 4, 14). É uma água completamente nova, viva e que jorra, que jorra para aqueles que são dignos dela. Por que razão é o dom do Espírito apelidado de «água»? É porque a água está na base de tudo; porque a água produz a vegetação e a vida; porque a água desce do céu sob a forma de chuva; porque, ao cair sob uma única forma, ela actua de uma maneira multiforme. [...] Ela é diferente na palmeira, diferente na vinha, ela dá-se inteiramente a todos. Tem apenas uma maneira de ser e não é diferente de si mesma. A chuva não se transforma quando cai aqui ou ali mas, ao adaptar-se à constituição dos seres que a recebem, produz em cada um deles aquilo que lhe convém.

 

O Espírito Santo actua assim. Apesar de ser único, simples e indivisível, «Ele distribui os seus dons a cada um conforme entende» (1Cor 12, 11). Da mesma maneira que a lenha seca, associada à água, produz rebentos, a alma que vivia no pecado, mas que a penitência torna capaz de receber o Espírito Santo, produz frutos de justiça. Embora o Espírito seja simples, é Ele, por ordem de Deus e em nome de Cristo, que anima numerosas virtudes.


Ele utiliza a língua deste ao serviço da sabedoria; ilumina pela profecia a alma daquele; dá a outro o poder de expulsar os demónios; dá a outro ainda o de interpretar as divinas Escrituras. Fortifica a castidade de um, ensina a outro a arte da esmola, ensina àqueloutro o jejum e a ascese, a outro ainda ensina a desprezar os interesses do corpo, prepara outro para o martírio. Diferente nos diferentes homens, Ele não é diferente de si mesmo, tal como está escrito: «Mas a manifestação do Espírito é dada a cada um para proveito comum» (1Cor 12, 7).
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)

publicado por spedeus às 00:01

São João 16, 5-11
 
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Agora vou para Aquele que Me enviou
e nenhum de vós Me pergunta: ‘Para onde vais?’.
Mas por Eu vos ter dito estas coisas,
o vosso coração encheu-se de tristeza.
No entanto, Eu digo-vos a verdade:
É do vosso interesse que Eu vá.
Se Eu não for, o Paráclito não virá a vós;
mas se Eu for, Eu vo-l’O enviarei.
Quando Ele vier,
convencerá o mundo do pecado, da justiça e do julgamento:
do pecado, porque não acreditam em Mim;
da justiça, porque vou para o Pai e não Me vereis mais;
do julgamento, porque o príncipe deste mundo
já está condenado».
publicado por spedeus às 00:00

18
Mai 09
publicado por spedeus às 21:48

publicado por spedeus às 12:43

Santiago Quemada conta que ontem teve oportunidade de falar um momento com o Santo Padre
 
Foi um dia impressionante. De manhã quase não consigo chegar ao Patriarcado porque as ruas estavam todas cortadas ao trânsito e mandavam-me de um lugar para outro. Finalmente, depois de ter passado seis ou sete controlos da polícia, cheguei finalmente à catedral.  
 
O lugar que me coube era muito bom, estava a 10 metros do lugar onde iria estar o Papa. Quando já faltava pouco tempo vi que estavam em cima, no coro, um grupo de seminaristas amigos e companheiros das aulas do Seminário.  
 
"A universalidade do Opus Dei"
Abandonei rapidamente o meu lugar e lá me posicionei ao pé deles. Via-se muito bem de lá de cima. Quando terminou a cerimónia saí para o corredor e aí pude saudar e trocar umas palavras com o Santo Padre.
 
Tenho que dizer que é a primeira vez que falo com um Papa na minha vida. Disse-lhe em italiano que era do Opus Dei. Ele repetiu as minhas palavras. Disse-lhe que há quase três anos que vivo em Jerusalém e que estou a aprender árabe. Nessa altura disse-me: “És espanhol”. Respondi-lhe: Como é que o Santo Padre descobriu? O Papa comentou: “A universalidade do Opus Dei”.
 
Depois fui comer para o jardim com alguns sacerdotes e seminaristas. Quando o Santo Padre acabou de almoçar pudemos vê-lo de muito perto pois fizeram-se umas fotografias com todos os do Seminário. Os rapazes estavam impressionados com o carinho com que os tinha saudado.
 
Primeira Missa de um Papa

Quando o Papa se foi embora ficámos com a dúvida de como nos deslocaríamos para o vale Josafat, uma vez que estavam as ruas todas cortadas, mesmo para ir a pé. Conseguimos que nos levassem de carro, escoltados pela polícia, até ao local da celebração da Missa.
Pela primeira vez na história, um Papa celebrou uma Missa ao ar livre em Jerusalém, a Cidade Santa das três religiões monoteístas. O vale de Josafat estava lindíssimo. Os franciscanos prepararam tudo muito bonito e a cerimónia correu muitíssimo bem.

Palavras animadoras
O Patriarca no início da Missa falou de uma forma muito enfática da dura situação que se vive nestes lugares. As palavras do Papa na homilia foram muito animadoras e consoladoras. Havia uma segurança extrema, como sempre. Não estiveram mais de três ou quatro mil pessoas. Saímos todos da Santa Missa convencidos de ter vivido algo histórico e muito especial.
 
 
Blogue de Santiago Quemada: http://unsacerdoteentierrasanta.blogspot.com/  
 
 
(Fonte: site do Opus Dei em http://www.opusdei.pt/art.php?p=33754 )
publicado por spedeus às 10:10

Termina o seu ministério na paróquia de Perdiguera, povoação perto de Saragoça. Anos mais tarde recordará: “Hospedei-me na casa dum camponês muito bom. Tinha um filho que todas as manhãs saía com as suas cabras, e eu tinha pena dele ao ver que passava lá todo o dia com o rebanho. Quis dar-lhe um pouco de catecismo para ele poder fazer a Primeira Comunhão. (…) um dia lembrei-me de lhe perguntar, para ver como é que ia assimilando as aulas: - Se fosses rico, muito rico, o que gostavas de fazer? – O que é ser rico? Perguntou-me. – Ser rico é ter muito dinheiro, ter um banco…- E… o que é um banco? Expliquei-lhe de um modo simples e continuei: - Ser rico é ter muitas quintas e, em lugar de cabras, umas vacas muito grandes. Depois, ir a reuniões, mudar de fato três vezes por dia… O que é que tu farias se fosses rico? Abriu muito os olhos e por fim disse: - Eu havia de comer cada prato de sopas de vinho! Todas as ambições são apenas isso; nada vale a pena. É curioso, nunca me esqueci daquilo. Fiquei muito sério e pensei: Josemaría está a falar o Espírito Santo. Foi isto que fez a Sabedoria de Deus para me ensinar que tudo na terra era assim: muito pouca coisa”.
 
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1669 )
publicado por spedeus às 09:32

publicado por spedeus às 09:00

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publicado por spedeus às 00:04

Vídeo em espanhol

publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:02

S. Cirilo de Alexandria (389-444), Bispo e Doutor da Igreja

«Vós também haveis de dar testemunho»

A missão de Cristo na terra estava cumprida, mas era necessário que nos tornássemos «participantes da natureza divina» do Verbo (2Ped 1, 4), isto é, que a nossa vida anterior fosse abandonada para se transformar numa nova [...]. De facto, enquanto viveu visivelmente entre os seus, Cristo surgia-lhes, segundo julgo, como o dispensador de todos os bens. Mas quando chegou o momento em que teve de subir ao Pai celeste, foi necessário que Ele continuasse presente entre os seus fiéis por meio do Espírito e que habitasse pela fé nos nossos corações (Ef 3, 17).

Aqueles em quem habita o Espírito são transformados e recebem d'Ele uma vida nova, como facilmente podemos demonstrar pelos exemplos tanto do Antigo como do Novo Testamento. Samuel, dirigindo-se a Saúl, diz: «O espírito do Senhor virá então sobre ti» (1Sam 10,6). E São Paulo afirma: «E nós todos que, com o rosto descoberto, reflectimos a glória do Senhor, somos transfigurados na Sua própria imagem, de glória em glória, pelo Senhor que é Espírito» (2 Cor 3, 18).

Vês como o Espírito transforma noutra imagem aqueles em quem habita? Facilmente os faz passar da consideração das coisas terrenas ao olhar voltado unicamente para as realidades celestes, e os conduz da tibieza à vida heróica. Foi o que sucedeu com os discípulos: fortalecidos pelo Espírito, não se deixaram intimidar pelos seus perseguidores, permanecendo unidos a Cristo pelo vínculo de um amor invencível. Facto indubitável. É pois verdade o que nos diz o Salvador: «É melhor para vós que Eu vá» (Jo 16, 7). Pois esse é o momento da descida do Espírito Santo.


(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

São João 15, 26-27, 16, 1-4
 
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Quando vier o Paráclito,
que Eu vos enviarei de junto do Pai,
o Espírito da verdade, que procede do Pai,
Ele dará testemunho de Mim.
E vós também dareis testemunho,
porque estais comigo desde o princípio.
Disse-vos estas palavras para não sucumbirdes.
Hão-de expulsar-vos das sinagogas;
e mais ainda, aproxima-se a hora
em que todo aquele que vos matar
julgará que presta culto a Deus.
Procederão assim por não terem conhecido o Pai,
nem Me terem conhecido a Mim.
Mas Eu disse-vos isto,
para que, ao chegar a hora,
vos lembreis de que vo-lo tinha dito».
publicado por spedeus às 00:00

17
Mai 09

Vídeo não legendado mas suficientemente explícito e chocante

 

Nos arredores da Universidade de Notre-Dame o Pe. Norman Weslin foi preso e algemado pela Polícia quando participava numa marcha rezando o Terço em protesto pela visita de hoje do Presidente Obama, que tem publicado diversas leis profundamente anti-vida. Relembremos a sondagem da Gallup publicada há dias:

 

 

Peçamos ao Senhor por este Sacerdote e por todos os cristãos que são perseguidos por defender e divulgar os ensinamentos de Jesus Cristo Nosso Senhor. (JPR)

publicado por spedeus às 17:34

Vídeo em espanhol

 

Aos milhares de pessoas congregadas ao meio dia na Praça de São Pedro, Bento XVI antecipou neste Domingo que na próxima quarta feira falará amplamente da sua peregrinação á Terra Santa, concluída sexta-feira. Hoje, depois de ter agradecido ao Senhor e a todos aqueles que colaboraram na realização desta viagem apostólica tão importante, salientou:
 
“Esta peregrinação aos lugares santos foi também uma visita pastoral aos fiéis que lá vivem, um serviço á unidade dos cristãos, ao diálogo com judeus e muçulmanos, e á construção da paz.
 
A Terra Santa, símbolo do amor de Deus pelo seu povo e a humanidade inteira, é também símbolo da liberdade e da paz que Deus quer para todos os seus filhos. Porém, de facto, a historia de ontem e de hoje mostra que precisamente aquela Terra tornou-se também símbolo do contrário, isto é de divisões de conflitos intermináveis entre irmãos.
 
Como é possível tudo isto, perguntou o Papa, acrescentando que é justo que tudo isto interpele o nosso coração, embora saibamos que um desígnio misterioso de Deus concerne aquela Terra, onde – como escreve S. João Ele “ enviou o Seu Filho como propiciação pelos nossos pecados”.
 
A Terra Santa foi chamada um “quinto Evangelho” porque aqui podemos ver, ou melhor, tocar a realidade da história que Deus realizou com os homens. Começando com os lugares da vida de Abraão até aos lugares da vida de Jesus, da incarnação até ao túmulo vazio, sinal da ressurreição. Sim, Deus entrou nesta terra, agiu connosco neste mundo. Mas aqui podemos dizer ainda mais: a Terra Santa, pela sua própria história pode ser considerada um microcosmo que resume em si um fatigante caminho da humanidade. Um caminho que implica com o pecado também a Cruz. Mas com a abundância do amor divino sempre também a alegria do Espírito Santo, a Ressurreição já iniciada e é um caminho entre os vales do nosso sofrimentos em direcção ao Reino de Deus. Reino que não é deste mundo, mas vive neste mundo e deve penetrá-lo com a sua força de justiça e de paz.
 
A concluir Bento XVI dirigiu o seu pensamento ao Sri Lanka para assegurar o seu afecto e proximidade espiritual aos civis que se encontram na zona dos combates no norte do país.Trata-se de milhares de crianças, mulheres, idosos aos quais a guerra subtraiu anos de vida e de esperança.
 
A este propósito, desejo uma vez mais dirigir um premente apelo aos beligerantes, para que facilitem a sua evacuação e com este objectivo uno a minha voz àquela do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que há poucos dias pediu garantias para a sua integridade física e segurança. Além disso, peço ás instituições humanitárias, inclusive católicas, que envidem todos os esforços para ir ao encontro das urgentes necessidades alimentares e medicas dos refugiados. Confio este querido País á protecção materna da Virgem Santa de Nadhu, amada e venerada por todos os habitantes do Sri Lanka e elevo as minhas orações ao Senhor para que aprese o dia da reconciliação e da paz. Estas as palavras do Papa em língua portuguesa com uma saudação especial aos cristãos de Portugal, por ocasião das celebrações na capital portuguesa do cinquentenário da inauguração do Santuário de Cristo Rei em Almada.
 
Para além dos peregrinos de língua portuguesa aqui presentes, quero saudar os cristãos de Portugal que neste dia se reúnem com todo o Episcopado para celebrar – sob a presidência do meu Enviado Especial, o Cardeal Dom José Saraiva Martins – o cinquentenário da inauguração do Santuário de Cristo Rei em Almada, na diocese de Setúbal. Lá erguido bem alto, bem visível, o Redentor divino com o coração e os braços abertos é oferta de paz à humanidade. Bem o sabe o povo português que, há cinquenta anos, se uniu para levantar aquele memorial de paz, por graça recebida em atenção à sua consagração ao Imaculado Coração de Maria. Com uma súplica ardente a Cristo Rei por um Portugal, fiel na fé católica, fértil na santidade, próspero na economia, justo na partilha da riqueza, fraterno no desenvolvimento, alegre no serviço público, a todos abençoo e exorto a perseverar na referida consagração à Virgem Mãe, que arrasta os corações, como ninguém mais sabe fazer, e lança-os nos braços da misericórdia do Senhor. 
 
 
(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 13:18

publicado por spedeus às 00:05

Josemaría Escrivá de Balaguer, nasceu numa família profundamente cristã, já na adolescência percebeu a chamada de Deus a uma vida de maior entrega. Poucos anos depois de ser ordenado sacerdote, iniciou a missão fundacional a que dedicaria 47 anos de amorosa e infatigável solicitude em favor dos sacerdotes e leigos do que é hoje a Prelatura do Opus Dei.

 

A vida espiritual e apostólica do novo Beato esteve fundamentada em saber-se, pela fé, filho de Deus em Cristo. Dessa fé se alimentava o seu amor ao Senhor, o seu ímpeto evangelizador, a sua alegria constante, mesmo nas grandes provas e dificuldades que teve de suportar. "Ter a cruz é encontrar a felicidade, a alegria, – diz-nos numa das suas meditações –; ter a cruz é identificar-se com Cristo, é ser Cristo e, por isso, ser filho de Deus".

 

Com sobrenatural intuição, o Beato Josemaría pregou incansavelmente o chamamento universal à santidade e ao apostolado. Cristo convoca todos a santificar-se na realidade da vida quotidiana; por isso o trabalho é também meio de santificação pessoal e de apostolado quando se vive em união com Jesus Cristo, pois o Filho de Deus, ao encarnar, se uniu de certo modo a toda a realidade do homem e a toda a criação (cfr. Dominum et vivificantem, 50). Numa sociedade em que o afã desenfreado de possuir coisas materiais, as converte num ídolo e motivo de afastamento de Deus, o novo Beato recorda-nos que essas realidades, criaturas de Deus e do engenho humano, se se usam rectamente para Gloria do Criador e ao serviço dos irmãos, podem ser caminho para o encontro dos homens com Cristo. "Todas as coisas da terra – ensinava –, também as actividades terrenas e temporais dos homens, têm de ser levadas a Deus" (Carta, 19-III-1954).

 

"Bendirei para sempre o Teu nome, meu Deus e meu Rei". Esta aclamação que fizemos no Salmo responsorial é como o compêndio da vida espiritual do Beato Josemaría. O seu grande amor a Cristo, por quem se sente fascinado, leva-o a consagrar-se para sempre a Ele, e a participar no mistério da sua paixão e ressurreição. Ao mesmo tempo, o seu amor filial à Virgem Maria, leva-o a imitar as suas virtudes. "Bendirei o Teu nome para todo o sempre": eis o hino que brotava espontaneamente da sua alma e que o impelia a oferecer a Deus tudo aquilo que era seu e quanto o rodeava. De facto, a sua vida reveste-se de humanismo cristão com o selo inconfundível da bondade, da mansidão de coração, o sofrimento escondido com que Deus purifica e santifica os seus eleitos.
 
 
João Paulo II - excerto homilia da Missa do dia 17 de Maio de 1992
 
 

(Fonte: site Opus Dei em http://www.opusdei.pt/art.php?p=13937 )

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Vídeo legendado em espanhol

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A cidade de Nazaré é circundada pelos montes da Baixa Galileia e é a maior e mais importante cidade árabe do Estado de Israel. O antigo nome da Cidade de Nazaré era “Abele”. No passado, de facto, era conhecida como “Ain Abel”, que significa o olho da Virgem ou o olho da vida. A cidade aguardou por muito tempo a visita do Papa, para receber as suas bênçãos e rezar juntos para que todos os muçulmanos e cristãos da região possam reviver um profundo sentimento de fraternidade, respeito e amor.

Como toda a Terra Santa, repleta de santuários e locais sagrados, Nazaré abriga paróquias de diferentes igrejas e a sua história é enriquecida pela herança das tradições orientais e ocidentais.

É a terra da Sagrada Família, onde o Arcanjo Gabriel anunciou o grande mistério da Encarnação a Nossa Senhora. A Palavra se fez carne e veio habitar no meio de nós, e assim pudemos gozar da sua glória, a glória que Ele recebeu como Filho de Deus. Na cidade de Nazaré, Jesus viveu com Maria e São José.

Papa Bento XVI celebrou a Missa no monte do Precipício, ao sul de Nazaré, e visitou a comunidade franciscana, encontrando-se também com os chefes religiosos da Galileia no auditório da Basílica da Anunciação.

A Basílica foi construída entre 1960 e 1969, sobre o que se considera ser a casa de Nossa Senhora. No nível inferior da Igreja, encontra-se a Gruta de Maria, onde o Arcanjo Gabriel, enviado por Deus, lhe anunciou que conceberia um filho e o chamaria Jesus. Na Basílica, os mosaicos ricamente coloridos representam a Sagrada Família.

O Papa João Paulo II celebrou aqui a Santa Missa durante a sua peregrinação em 25 de Março de 2000, por ocasião da festa da Anunciação.

Na mesma igreja, o Papa Bento celebrou as Vésperas com sacerdotes, religiosos e movimentos eclesiais da Galileia, rezando pela paz e o amor no lugar onde a Palavra se encarnou por nós.



(Fonte: H2O News)

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16
Mai 09

Pela primeira vez desde 1995 há uma maioria clara de norte-americanos que se manifesta pro-vida, sendo que a sondagem deste ano constitui uma radical alteração em relação à anterior, veja gráfico na foto.

 

 

(Fonte: http://www.gallup.com/poll/118399/More-Americans-Pro-Life-Than-Pro-Choice-First-Time.aspx )

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Com uma Eucaristia na Catedral de Macerata (Itália), têm início neste Domingo dia 17, as celebrações diocesanas por ocasião do IV Centenário da morte do Padre Mateus Ricci, jesuíta, apóstolo na China.
 
Em Carta enviada ao Bispo daquela diocese, Bento XVI congratula-se com a iniciativa e faz votos de que contribua para reforçar os elos que unem a Igreja de onde era natural aquele missionário com a Igreja e a pátria chinesa, onde viveu boa parte da sua existência e onde faleceu, a 11 de Maio de 1610 (em Pequim).
 
“Dotado de profunda fé e de extraordinárias capacidades culturais e científicas – escreve o Papa – (Mateus Ricci) dedicou longos anos da sua existência a tecer um profícuo diálogo entre Ocidente e Oriente, conduzindo ao mesmo tempo uma incisiva acção de enraizamento do Evangelho na cultura do grande Povo da China. O seu exemplo permanece ainda hoje como modelo positivo de encontro entre a civilização europeia e a civilização chinesa”.
 
Bento XVI associa-se, pois, de bom grado, a quantos recordam “este generoso filho” daquela terra de Macerata, obediente ministro da Igreja e intrépido e inteligente mensageiro do Evangelho de Cristo”. Referindo “a sua intensa actividade científica e espiritual”, o Papa sublinha “a inovativa e peculiar capacidade que ele revelou em pôr em relação, com pleno respeito, as tradições culturais e chinesas no seu conjunto”. Uma atitude que caracteriza “a sua missão, visando procurar a harmonia possível entre a nobre e milenária missão civilização chinesa e a novidade cristã, que é fermento de libertação e de autêntica renovação no interior de qualquer sociedade, sendo o Evangelho, mensagem universal de salvação, destinado a todos os homens, qualquer que seja o seu contexto cultural e religioso”.
 
“O que o tornou mais original e, poderíamos dizer, profético o seu apostolado – acrescenta ainda o Papa – foi sem dúvida a profunda simpatia que nutria por todos os chineses, pela sua história, pelas suas culturas e tradições religiosas”. “Modelo de diálogo e de respeito pelas crenças dos outros”, Mateus Ricci “fez da amizade o estilo do seu apostolado durante os 28 anos de permanência na China”.
 
Bento XVI concluiu a sua Carta ao bispo de Macerata fazendo votos de que as manifestações jubilares em sua honra ofereçam a oportunidade de aprofundar o conhecimento da sua personalidade e da sua actividade. “Seguindo o seu exemplo, possam as nossas comunidades, no interior das quais convivem pessoas de diversas culturas e religiões, crescer no espírito de acolhimento e de respeito recíproco”. 
  
 
(Fonte: site Radio Vaticana)

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publicado por spedeus às 19:30

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«Reino de Deus, realeza de Cristo na nossa Cidade»

1. Há cinquenta anos, no cumprimento de um voto, os Bispos de Portugal fizeram erguer numa das colinas sobranceiras à cidade de Lisboa, a Imagem de Cristo-Rei, que abençoa a cidade. A Imagem sugere que essa bênção é um abraço de amor, o amor infinito de Deus pela humanidade, tornado sensível e próximo na pessoa do Seu Filho Jesus Cristo. Deus ama a cidade, era uma convicção de fé já expressa pelos salmistas do Antigo Testamento. Esta imagem, evocando a realeza de Cristo, refere-se explicitamente ao amor infinito do Coração de Cristo, revelado pelo Senhor a Santa Margarida Maria, cujas relíquias estão, nestes dias, entre nós. O Coração de Jesus, mistério inspirador da corrente de espiritualidade que exprimiu o dinamismo de renovação da Igreja, na última metade do século XIX e primeira parte do século XX. A Igreja só se renova se se sentir amada por Deus, em Jesus Cristo; a Igreja é um fruto desse amor criador e transformador.
 
Como olhamos nós, cinquenta anos depois, para esta Imagem erguida sobre a cidade, de braços abertos para a acolher e proteger? Os símbolos tornam-se vivos se a mensagem que anunciam for acolhida nos nossos corações. Somos nós, os actuais habitantes de Lisboa, que podemos reduzi-la a um miradouro sobre a cidade, se não nos sentirmos amados e protegidos pelo coração de Cristo. Esse é o fruto que desejamos obter com estas celebrações jubilares: reacender nos habitantes desta cidade a força que lhes vem dessa solicitude redentora de Jesus Cristo.
 
2. Nos habitantes da nossa cidade, são diversas as atitudes perante Jesus Cristo: há um grupo numeroso de crentes que celebram habitualmente a sua fé e acreditam no amor redentor de Jesus Cristo e procuram ser-lhe fiéis na sua forma de viver; há, depois, um grupo de cristãos baptizados, que deixaram de celebrar habitualmente a sua fé, nos quais se foi esbatendo a exigência evangélica na forma de viver, mas para os quais Jesus Cristo é ainda a principal referência de Deus; mas há também os descrentes e ateus e os membros de outras religiões, judeus, muçulmanos, budistas, hindus. A primeira leitura desta celebração do VI Domingo da Páscoa relata-nos um momento de grande revelação ao Apóstolo Pedro: o Espírito de Jesus, expressão do amor com que nos salva, é derramado também nos pagãos, naqueles que não pertenciam ao Povo de Israel. E Pedro exclama: “Na verdade, eu reconheço que Deus não faz acepção de pessoas, mas em qualquer nação, aquele que O teme e pratica a justiça é-lhe agradável”. É preciso perceber isto hoje: Cristo abre os braços sobre todos os habitantes da cidade, mostrando-lhes que os ama, dizendo-lhes que os espera e quer fazer, com cada um, uma caminhada de descoberta da vida. A procura de Deus é, hoje, mais frequente do que se pensa, na nossa cidade. A todos Ele diz: não tenhais medo; vinde a Mim todos vós que andais à procura, os que sofreis, os que estais aflitos com as dificuldades da vida, e Eu acolher-vos-ei, vos darei a força para caminhar. Quem sabe! Talvez de muitos corações silenciosos brote uma prece e um pedido de auxílio quando olham esta Imagem de Cristo Redentor. Os habitantes da grande Lisboa têm essa particularidade: não precisam de entrar numa Igreja para rezarem diante de uma imagem do Coração de Jesus. Toda a cidade se transformou num templo, onde só não sente o amor de Cristo quem não quer.
 
3. Esta Imagem do Coração de Jesus foi apresentada com a designação de Cristo-Rei. Esta designação, uma das que apresenta a relação de Cristo ressuscitado com a cidade dos homens, lembra-nos temas queridos do Evangelho e das Cartas Apostólicas: o Reino de Deus e a realeza de Jesus Cristo.
 
O Reino de Deus ou Reino dos Céus, é tema central na pregação de Jesus. Anuncia o homem novo e o mundo novo, iniciado na sua ressurreição, por nós participada, e terá a sua perfeição definitiva na plenitude escatológica. A presença da Igreja na cidade coincide com esse brotar do Reino de Deus em cada tempo, no concreto da vida dos homens. No Sermão da Montanha, Jesus enumerou as atitudes do coração, para se começar a viver o Reino de Deus: um coração de pobre, não escravizado à ganância do ter; um coração puro que procura a justiça; um coração construtor da paz; um coração de criança, resume o Senhor. Quem não for como elas, não pode acolher o Reino de Deus.
 
É este irromper do “mundo novo” pela conversão do coração, que é o Reinado de Cristo, reino de justiça, de amor e de paz. Perante Pilatos Jesus declarou: Eu sou Rei, mas o meu reino não é deste mundo. O Senhor não quis dizer que ele não acontece neste mundo, mas que não se edifica com os critérios do mundo. São Paulo, nas suas Cartas, prefere falar da “Senhoria” de Jesus Cristo; Ele mostra que é Senhor porque é a fonte do amor, da vida, da felicidade. O seu exercício da realeza não é atitude de quem governa ou domina, mas de quem suscita a vida, fortalece os indecisos, alimenta todas as chamas de amor autêntico. Os textos do Apóstolo São João, lidos nesta celebração, situam bem a natureza deste reino: suscitar o amor, fazer crescer o amor, alargar as fronteiras do amor. Há na nossa cidade muita gente que ama, corajosamente, silenciosamente. Unidos a Cristo, também eles abraçam a cidade. Ao contemplarmos a Imagem de Cristo-Rei, podemos ter um olhar de esperança e um sentido positivo sobre a nossa cidade, onde o que aparece e é mais publicitado são os egoísmos, as violências, a incapacidade de fazer e viver em comunidade.
 
4. Como há cinquenta anos temos connosco a Mãe de Jesus, na sua imagem, a mais amada hoje pelos portugueses. Maria foi a primeira criatura em que se afirmou plenamente a realeza de Cristo, Ele que era, ao mesmo tempo, seu Filho e seu Deus. O seu coração foi o mais puro de todas as criaturas; obedeceu com a confiança dos pobres e abraçou, com amor maternal, esse grande dinamismo do Reino de Deus a germinar, a partir da ressurreição de seu Filho. É porque abraçou, sem reticências, nem limites, o projecto do Reino de Deus, que ela é nossa Mãe e a sua missão só estará terminada quando, no fim de tudo, Cristo reunir na Casa do Pai, a humanidade nova, os “novos céus e a nova terra”.
 
Ficai connosco, Senhora. Ao pedir-Vos que estivésseis hoje aqui, manifestamo-Vos o desejo de que fiqueis sempre connosco. Ao sentirmo-Vos connosco, temos mais a certeza de que o Vosso Filho abraça esta cidade. Ensinai-nos e ajudai-nos a fazer crescer o seu Reino nesta cidade dos homens.
 

† JOSÉ, Cardeal-Patriarca

 

Documentos | D. José Policarpo| 16/05/2009 | 18:00 | 6463 Caracteres | 21 | Santuário de Cristo Rei
 
 
(Fonte: site Agência Ecclesia)

publicado por spedeus às 18:05

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De um acontecimento tão importante e tão rico de temas como a peregrinação do Papa na Terra Santa são obviamente possíveis muitas leituras. Inclusive as parciais, interessadas ou até deturpadas já feitas por muitos mass media, num contexto complicado e explosivo como o do Próximo e Médio Oriente, região que há muitos decénios está caracterizada por tensões, injustiças, violências e conflitos. Mas não se devem esquecer as chaves de leitura introduzidas por Bento XVI já durante o encontro com os jornalistas no avião, e várias vezes repetidas na Jordânia e em Israel.

Entre estas leituras do itinerário papal sobressai certamente a expressão usada pelo Pontífice que diante do Grão-Mufti de Jerusalém definiu a sua peregrinação "uma viagem de fé". Semelhante ao de miríades de fiéis dos três monoteísmos que de modos diversos se referem à figura de Abraão, realizado agora pelo Bispo de Roma em nome da Igreja católica. Para repetir mais uma vez que a unicidade de Deus está inseparavelmente relacionada com a unidade da família humana. E portanto que todos os homens e mulheres de boa vontade têm a responsabilidade de construir um mundo de justiça e de paz.

Esta finalidade religiosa tem portanto uma evidente dimensão política, porque inclui uma vontade de amizade para com todos, em particular para com o povo judaico e os fiéis muçulmanos. Mas sem esquecer que a Igreja é uma força espiritual e não um poder político, como disse claramente Bento XVI. E esta intenção religiosa exige ser compreendida como tal e respeitada. Também numa região onde as contradições são tantas, para retomar uma expressão pronunciada pelo guardião da Terra Santa que recebeu o Papa num lugar simples e denso de história sagrada como o Cenáculo. Por isso é preciso ir além das contradições e dos relativos mínimos episódios que contudo chamam muito a atenção dos meios de comunicação e se devem à vontade míope de diversas partes de obter da viagem papal efémeras vantagens políticas. Enquanto Bento XVI, em nome da Igreja católica, deseja contribuir para a compreensão, a amizade e definitivamente a paz, como repetiu diante dos representantes das organizações que em Jerusalém estão comprometidas no diálogo entre as religiões, diante dos chefes religiosos muçulmanos, no encontro com os rabinos ashkenazita e sefardita e dos seus fiéis.

Esta intenção do Papa foi clara sobretudo em dois momentos. Primeiro, na honra prestada, nas pegadas dos seus predecessores, às vítimas do Shoah no memorial de Yad Vashem, num silêncio que consagrou a recordação dos seis milhões de judeus homens, mulheres, crianças exterminados pelo ódio nazista. E depois na oração, tão semelhante à de tantos peregrinos, diante do Muro ocidental do Templo. Para que a visita do Bispo de Roma a Jerusalém, "cidade de paz", contribua para a paz na Terra Santa, no Médio Oriente, e em toda a família humana.
 

Giovanni Maria Vian

 

(Fonte: L'Osservatore Romano de 18 de Maio de 2009 edição portuguesa)

 

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publicado por spedeus às 15:08

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Fim-de-semana marcado por um conjunto de celebrações, assinalando os 50 anos da inauguração do monumento
 
 
A Igreja Católica em Portugal assinala este fim-de-semana o cinquentenário da inauguração do Santuário a Cristo Rei, em Almada, na diocese de Setúbal. A visita da imagem da Capelinha das Aparições e um conjunto de celebrações litúrgicas são os acontecimentos que assinalam a data.
 
No Patriarcado de Lisboa, a visita da imagem de Nossa Senhora de Fátima, como aconteceu há 50 anos, termina com a celebração na Praça do Comércio e a procissão fluvial para Almada. Nesta cidade da Diocese de Setúbal, as celebrações terminam com a missa presidida pelo Bispo da Diocese, na manhã do dia 17, e, durante a tarde, a celebração aniversária, presidida pelo Enviado do Papa, Cardeal Saraiva Martins.
 
Para além do programa referido, estas celebrações vão ter mais um ponto alto, a geminação do Cristo Rei com o Santuário homónimo do Corcovado, no Rio de Janeiro (Brasil). Nas celebrações, em Almada, vai estar presente o arcebispo do Rio de Janeiro, D. Orani Tempesta. Em Outubro, vai ser a vez da delegação portuguesa se deslocar ao Brasil.
 
A ideia da construção deste santuário surgiu em Setembro de 1934, depois do Cardeal Cerejeira, Patriarca de Lisboa, visitar o Monumento erguido a Cristo no alto do Corcovado, sobre o Rio de Janeiro.
 
Como refere a Conferência Episcopal Portuguesa, na Nota que publicou para esta ocasião, "perante a cruenta guerra civil na vizinha Espanha e o crescimento do desprezo por Deus, o monumento era acto de desagravo, mas sobretudo expressava gratidão a Cristo por Portugal gozar de paz e incentivava a exigência de um ressurgimento nacional inspirado, na linha da tradição, em Jesus Cristo, único Senhor".
 
Fundamental para o avanço da concretização da ideia foi, segundo os Bispos, "o movimento espiritual, dinamizador dos católicos para a adesão e para a partilha de bens, necessárias para levar a bom termo a iniciativa do Episcopado".
 
"Sem a Acção Católica, com a sua mística do reinado social de Cristo, e o Apostolado de Oração, promotor da devoção ao Sagrado Coração de Jesus, a ideia da erecção do Monumento não avançaria", pode ler-se na nota.
 
"O Monumento, amplamente visível, que nos apresenta Cristo de coração e braços abertos, é um sinal eloquente da verdadeira imagem de Deus: humano e acolhedor, manso e humilde, um Deus que ama infinitamente a cada pessoa e a toda a humanidade", assinala a Conferência Episcopal Portuguesa.
 
No dia 18 de Dezembro de 1950 foi lançada a primeira pedra de monumento e a 17 de Maio de 1959 teve lugar a sua inauguração. A autoria é dos arquitectos António Lino e Francisco de Mello e Castro e dos mestres-escultores Francisco Franco e Leopoldo de Almeida.
 
Cerca de 300 mil pessoas, entre autoridades oficiais e cidadãos anónimos, estiveram presentes na inauguração. Na sua construção foram utilizadas 40 mil toneladas de betão armado.
 
A imagem de Cristo Rei surge, verticalmente, com os braços abertos em cruz e o coração visível. Dos 110 metros de altura do monumento, 82 metros correspondem ao pedestal e 28 metros à altura da imagem.
 
Santuário, não miradouro
 
D. José Policarpo, Cardeal-Patriarca de Lisboa, enviou uma mensagem a respeito desta celebração, sublinhando que “o Monumento a Cristo-Rei não pode ser apenas um mirante, mas um sinal da protecção de Deus sobre a cidade dos homens", convidando os fiéis a participarem nas celebrações.
 
Há cinquenta anos, Almada, onde se situa o Monumento a Cristo-Rei, pertencia ao Patriarcado de Lisboa, mas hoje pertence à Diocese de Setúbal, pelo que as celebrações comemorativas foram organizadas pelas duas Dioceses.
 
“Convoco os cristãos de Lisboa tanto para a Vigília, com a Imagem de Nossa Senhora de Fátima, em Lisboa, na tarde de 16 de Maio, como para a grande celebração do dia 17 de Maio, no Monumento a Cristo-Rei, às 16h00”, refere o Cardeal-Patriarca.
 
Na mensagem que escreveu à Diocese de Setúbal, D. Gilberto Canavarro Reis destaca, por seu lado, que “tendo em conta a origem, o significado e o dinamismo de transformação espiritual deste santuário, não hesitaremos em considera-lo como lugar privilegiado para nele terem lugar encontros, caminhadas, tempos de oração e de celebração (nomeadamente do sacramento da Reconciliação), de adoração ao Santíssimo Sacramento, de um ou mais dias de retiro e de silêncio contemplativo, de estudos sobre a evangelização e a missão dos cristãos no mundo”.
 
Programa do cinquentenário:
 
Informações úteis
 
Lisboa

Sábado, 16 de Maio
11:00 - Visita de Nossa Senhora de Fátima aos Doentes Hospital da Estefânia
11:30 - Memória de Jacinta passagem Igreja Paroquial de Anjos
12:00 - Chegada da Imagem de Nossa Senhora - Tempo de Oração Igreja de São Nicolau
14:00 - Concentração da multidão Praça do Comércio
15:30 - Recepção a Nossa Senhora e recitação do Terço Praça do Comércio
17:00 - Missa presidida pelo Cardeal-Patriarca de Lisboa, D. José Policarpo Praça do Comércio
19:00 - Cortejo de embarcações no Tejo, acompanhando a Imagem de Nossa Senhora para Almada Rio Tejo
 
Almada

 20:00 - Procissão de velas Cacilhas
22:00 - Vigília nocturna Igreja Paroquial de Almada
Domingo, 17 de Maio
10:00 - Missa presidida pelo Bispo de Setúbal, D. Gilberto Reis Igreja Paroquial de Almada
11:00 - Visita da Imagem de Nossa Senhora à Associação Vale de Acór Almada
12:00 - Tempo de Oração Seminário de Almada
13:30 - Com Nossa Senhora e Relíquias de Santa Margarida a caminho de Cristo Rei Procissão nas ruas de Almada
16:00 - Celebração Aniversaria do Cinquentenário presidida pelo Enviado Especial de S. S. o Papa Bento XVI, Cardeal D. José Saraiva Martins, Santuário de Cristo Rei
 
 
(Fonte: site Agência Ecclesia)

publicado por spedeus às 14:38

Santo Inácio de Antioquia (?-c. 110), bispo e mártir
 
«Ninguém tem mais amor do que quem dá a vida pelos seus amigos»
 
Escrevo a todas as Igrejas e faço saber a todos que morria de bom grado por Deus se vós não me impedísseis. Suplico-vos, poupai-me a um bem-querer inoportuno. Deixai-me tornar-me pasto das feras; elas me ajudarão a alcançar a Deus. Sou o Seu fermento: moído pelos dentes dos animais selvagens tornar-me-ei no puro pão de Cristo. [...]
 
Que me fariam as doçuras deste mundo e os impérios da terra? É mais belo morrer por Cristo Jesus do que reinar até aos confins do Universo. É a Ele que procuro, que morreu por nós; é a Ele que desejo, a Ele que ressuscitou por nós. Aproxima-se o momento em que darei à luz. Por mercê, meus irmãos, não me impeçais de nascer para a Vida. [...] Deixai-me abraçar a luz inteiramente pura. Quando tiver conseguido fazê-lo, serei verdadeiramente homem. Aceitai que eu imite a Paixão do meu Deus. [...]
 
O meu desejo terrestre foi crucificado, e em mim já não há fogo para amar a matéria, mas uma água viva (Jo 4, 10;7, 38) que murmura e me segreda ao coração: «Vem para o pé do Pai». Já não posso saborear os alimentos perecíveis e as doçuras desta vida. É do pão de Deus que estou faminto, da carne de Jesus Cristo, filho de David; e, para bebida, quero o Seu sangue, que é o amor incorruptível. [...] Rezai pela minha vitória.
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)

publicado por spedeus às 12:01

São João 15, 9-17
 
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Assim como o Pai Me amou,
também Eu vos amei.
Permanecei no meu amor.
Se guardardes os meus mandamentos,
permanecereis no meu amor,
assim como Eu tenho guardado os mandamentos de meu Pai
e permaneço no seu amor.
Disse-vos estas coisas,
para que a minha alegria esteja em vós
e a vossa alegria seja completa.
É este o meu mandamento:
que vos ameis uns aos outros,
como Eu vos amei.
Ninguém tem maior amor
do que aquele que dá a vida pelos amigos.
Vós sois meus amigos,
se fizerdes o que Eu vos mando.
Já não vos chamo servos,
porque o servo não sabe o que faz o seu senhor
mas chamo-vos amigos,
porque vos dei a conhecer tudo o que ouvi a meu Pai.
Não fostes vós que Me escolhestes
fui Eu que vos escolhi e destinei,
para que vades e deis fruto
e o vosso fruto permaneça.
E assim, tudo quanto pedirdes ao Pai em meu nome,
Ele vo-lo concederá.
O que vos mando é que vos ameis uns aos outros».
publicado por spedeus às 12:00

Inicia uma novena na Cidade de Guadalupe, no México, para pedir pela paz no mundo, pela Igreja e pelo Romano Pontífice: “Vim ver a Virgem de Guadalupe e de passagem ver-vos a vós. Não vos aborreceis por ser o segundo motivo?” Mais tarde acrescenta: “Não vim ensinar, mas aprender”.


(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1667 )
publicado por spedeus às 08:54

publicado por spedeus às 00:05

Monumento é pedra angular do espaço, mas os oito hectares do terreno do santuário têm hoje muito mais para oferecer
 
A 17 de Maio de 1959 era inaugurado o Santuário de Cristo Rei. Nesse dia, 300 mil pessoas quiseram estar presentes para celebrar Cristo Rei e Redentor, na imagem então construída.
 
O proeminente Monumento a Cristo Rei é a pedra angular do espaço, mas os oito hectares do terreno do Santuário têm hoje muito mais para oferecer aos seus peregrinos. O Monumento Em frente ao edifício de acolhimento e voltado para Lisboa, num abraço de Deus a todo o país, ergue-se, a 113 metros do rio Tejo, o monumento a Cristo Rei.
 
A imagem tem na base quatro arcos voltados para os pontos cardeais e um anel que envolve todo o monumento, em sinal do triunfo da realeza de Cristo sobre todo o mundo.
 
A imagem de Cristo Rei surge, verticalmente, com os braços abertos em cruz e o coração visível. Dos 110 metros de altura do monumento, 82 metros correspondem ao pedestal e 28 metros à altura da imagem.
 
Na porta principal do monumento, encontramos os Dez Mandamentos, em bronze, da autoria do Arquitecto Sousa Araújo. Já no interior, no hall de entrada, encontram-se dois quadros a óleo que representam a Queda do Muro de Berlim e a Consagração do Mundo ao Imaculado Coração de Maria, pelo Papa João Paulo II, em 1984.
 
Destaque ainda para o nicho do Anjo de Portugal (da Paz) a dar a comunhão aos pastorinhos de Fátima, uma escultura de 2007, da autoria do arquitecto Sousa Araújo que se encontra no exterior, virada para o parque de estacionamento.
 
Outras medidas:
Monumento: - Volume do betão armado: 20 000 m³;
Peso total da construção: 40 000 toneladas;
Profundidade da sapata: 14 m;
Distância mínima de visibilidade: 20 km;
Pormenores da imagem: Cabeça: 4,05 m; Coração: 1,89m; Braço: 10 m; Manga (altura): 5 m; Dedo-a-dedo: 28 m.
 
Edifício de Acolhimento
 
Projectado pelos arquitectos Luiz Cunha e Domingos Ávila Gomes, este edifício, cuja construção terminou em 2007, encontra-se à entrada do Santuário, a saudar os visitantes. As suas valências são diversas.
 
Na subcave, encontramos duas camaratas com capacidade para mais de 50 pessoas. A cave é composta por um salão polivalente, quatro refeitórios que servem 350 pessoas, duas cozinhas, sanitários e balneários.
 
No piso térreo, está a recepção, um espaço de internet e sanitários, assim como a residência do reitor e da comunidade religiosa.
 
No primeiro andar, existem duas galerias polivalentes, a reitoria e serviços administrativos. Um piso acima, encontram-se dois salões com capacidade total de 200 pessoas, uma capela e uma biblioteca.
 
O último piso é composto por duas camaratas para duas dezenas de pessoas, sanitários e uma sala de reuniões para 50 pessoas.
 
Cruz Alta
 
A Cruz Alta, deitada frente a Lisboa, provém do Santuário de Fátima. Na verdade, esta cruz era venerada na Cova da Iria desde 13 de Outubro de 1951 a até ter sido retirada devido à construção da nova basílica.
 
Oferecida ao Santuário de Cristo Rei em 2007 e inaugurada pelo aniversário, nesse mesmo ano, a Cruz Alta representa a geminação entre os dois santuários e a mensagem de paz que ambos transmitem.
 
Sala Beato João XXIII
 
Dedicada ao Papa beato João XXIII, em cujo pontificado foi inaugurado o Monumento, em 1959, esta sala compreende algumas obras de arte a ele ligadas. É de salientar o cálice oferecido por João XXIII ao Santuário de Cristo Rei (que lhe tinha sido oferecido pelo Santuário de Fátima, em 1956, aquando da sua visita) e oito quadros a óleo do Arquitecto Sousa Araújo, baseados na encíclica «Pace in Terris» do mesmo Papa.
 
Capela de Nossa Senhora da Paz
 
Dentro dos quatro pilares do monumento encontra-se o local de oração e paz, por excelência. A capela que hoje se pode visitar é, contudo, bem diferente da original, projectada pelo Arquitecto António Lino.
 
Ainda assim, após as remodelações de 2006, feitas em colaboração do Arquitecto Sousa Araújo, permanece a imagem de Nossa Senhora da Paz, da autoria do mestre Leopoldo de Almeida, uma réplica da oferecida para a Igreja de Santo Eugénio, em Roma, em 1950.
 
A capela-mor está hoje decorada com um fresco de Sousa Araújo, que representa o Santuário de Cristo Rei, a terceira parte do segredo de Fátima e os milhares de mártires do século XX, enquadrados pelos anjos que derramam o seu sangue.
 
No centro, encontra-se um tríptico pintado a óleo alusivo à última aparição de Nossa Senhora aos pastorinhos, a 13 de Outubro de 1917, e a Cristo que abençoa o Mundo, envolvendo-o no Seu Coração.
 
Na Capela, podemos ainda ver diversos quadros: a Aparição de Nossa Senhora de Fátima do Arquitecto Sousa Araújo, à entrada da capela; por cima, o políptico do altar da Capela-Mor da Catedral de Nampula (Moçambique), dedicado a Nossa Senhora de Fátima, Rainha da Paz; Nossa Senhora da Conceição Aparecida, do lado esquerdo, doada pela Embaixada do Brasil; o Anjo de Portugal, segundo o Apocalipse de São João, à saída da capela; a Imaculada Conceição com o arcanjo São Miguel, na sacristia; e a instituição do Sacramento da Reconciliação, segundo São João.
 
De referir igualmente os três vitrais da Santíssima Trindade de São João e a Via-Sacra inspirada na existente nos corredores do Santuário da Virgem Negra, na Polónia. Capela do Santíssimo Sacramento Na Capela de Nossa Senhora da Paz, há ainda espaço para o Santíssimo Sacramento, junto à escultura de Nossa Senhora.
 
Sobre o sacrário fundido em bronze encontram-se dois quadros a óleo que representam Cristo na Última Ceia e o Apocalipse de São João. Neste último são visíveis diversas passagens do Apocalipse, o último livro das Sagradas Escrituras.
 
Ainda neste espaço, podemos ver dois quadros referentes à Agonia de Jesus no Horto, sobre a entrada da Sala da Misericórdia, e às revelações de Jesus a Santa Margarida Maria Alacoque. Sala da Misericórdia Ainda na Capela, encontramos, frente à sacristia, a Sala da Misericórdia, com um quadro alusivo à Hora da Misericórdia segundo as revelações de Jesus a Santa Faustina Kowalska e um políptico, que concentra quinze quadros sob o tema de Nossa Senhora da Misericórdia e onde constam as obras de misericórdia corporais e espirituais.
 
Elevador
 
Num ambiente circular, o elevador leva-nos em direcção a Deus e recorda a vocação celeste. Aqui encontramos Cristo crucificado, uma figura em cobre do Arquitecto Sousa Araújo. Já a caminho do topo, a 17 metros, vislumbra-se um quadro representando a Ascensão de Jesus aos Céus, segundo o Evangelho.
 
À chegada ao último piso, a 84 metros de altura, encontramos um quadro de Nossa Senhora sobre a invocação “Arca da Aliança”.
 
Capela dos Confidentes
 
Antes do terraço, foi construída a Capela dos Confidentes do Coração de Jesus. Aqui se encontram as relíquias de Santa Margarida Maria Alacoque, a quem Jesus pediu a instauração da festa do Sagrado Coração de Jesus, oferecidas em 2007 ao Santuário.
 
Encontram-se também as relíquias de Santa Faustina Kowalska, religiosa polaca que difundiu o culto à Divina Misericórdia.
 
Na zona do altar, observamos dois baixos-relevos em bronze, que representam a Anunciação do Anjo a Nossa Senhora e o Sagrado Coração de Jesus. Além destes, podemos ver os quadros de Santa Margarida, da beata Maria do Divino Coração, de São João Eudes e de Santa Faustina Kowalska.
 
Terraço
 
No terraço, contempla-se a imagem de Cristo Rei e do Seu Divino Coração. Somos presenteados com uma magnífica vista que, em dias de céu limpo, permitem alcançar um raio de 20 km sobre a cidade de Lisboa, os seus bairros, colinas e monumentos típicos, a baía do Seixal, o mar da Palha, a Serra da Arrábida, o Castelo de Palmela e ainda a serra de Sintra, com o Palácio da Pena, e o Santuário do Cabo Espichel, em Sesimbra.
 
No exterior, ao lado da Capela, encontra-se a loja de lembranças, um posto de informações e restauração. 
 
Informações: www.cristorei.pt e “Peregrinos de Cristo Rei de Almada”, Pe. Sezinando Luís Felicidade Alberto.

 
Nacional | Agência Ecclesia| 15/05/2009 | 12:00 | 7880 Caracteres | 87 | Santuário de Cristo Rei
 
 
(Fonte: site Agência Ecclesia)

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No regresso, quando voltei a atravessar aquele sufocante muro, latejavam na minha cabeça as palavras que Bento XVI tinha acabado de proferir, ao sair da Palestina

Foi a primeira vez que atravessei aquele monstro. Ergue-se feio e ameaçador sobre nós, tem nove metros de altura e está cuidadosamente vigiado por soldados fortemente armados. O muro que Israel construiu é uma afronta humana.
 
No dia em que o Papa foi a Belém, fomos submetidos a esta aberração: controles e mais controles.
 
Do lado de lá do muro, os palestinianos acolheram com gratidão palavras do Papa a favor de um Palestina soberana e livre e partilharam a sua angústia contra o muro dominador.Numa pausa da visita, numa das ruelas de Belém, dois vendedores meteram conversa, velhos amigos, ambos de idade avançada, sentados à porta da sua loja, um muçulmano e o outro cristão, contentes com as palavras do Papa, mas cépticos sobre o que o poderá mudar. “Eu sou de Jerusalém”, disse o muçulmano, “mas não posso lá voltar. Tenho a chave de minha casa e não me deixam lá ir”. E o velho cristão, ao seu lado, confidenciou: “Dantes, na Páscoa, íamos sempre a Jerusalém, mas agora não é possível. Tenho os meus documentos em ordem e não me deixam passar”.
 
Impressionou-me a falta de esperança destes homens. No regresso, quando voltei a atravessar aquele sufocante muro, latejavam na minha cabeça as palavras que Bento XVI tinha acabado de proferir, ao sair da Palestina. Ainda pior do que isto são os muros que construímos à volta do nosso coração.
 
Aura Miguel
 
 
(Fonte: site RR)

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publicado por spedeus às 00:02

Santo Agostinho (354-430), Bispo de Hipona (norte de África) e Doutor da Igreja
 
«Não vindes do mundo, pois fui Eu que vos escolhi do meio do mundo»
 
Todos os bons e fiéis cristãos, mas sobretudo os gloriosos mártires, dirão: «Se Deus está por nós, quem pode estar contra nós?» (Rm 8,31). O mundo contra eles gritava, as nações faziam planos insensatos, os príncipes conspiravam juntos (Sl 2,1); inventavam novos tormentos e imaginavam suplícios incríveis a que submetê-los. Oprimiam-nos cobrindo-os de opróbrio e de falsas acusações, encerravam-nos em cárceres insuportáveis, torturavam-lhes a carne com unhas de ferro, massacravam-nos a golpes de espada, expunham-nos às feras, abandonavam-nos às chamas, e estes mártires de Cristo exclamavam: «Se Deus está por nós, quem pode estar contra nós?»
 
O mundo inteiro está contra vós, e dizeis: «Quem pode estar contra nós?» Mas os mártires respondem-nos: «Que significa para nós o mundo inteiro, quando morremos por Aquele por Quem o mundo foi feito?» Que estes mártires o digam, então, e que o reiterem, e que nós os escutemos, dizendo com eles: «Se Deus está por nós, quem pode estar contra nós?» Podem descarregar a sua fúria, injuriar-nos, acusar-nos injustamente, cobrir-nos de calúnias; podem não só matar como torturar. Que farão os mártires? Repetirão: «Mas Deus é o meu auxílio, o Senhor é Quem conserva a minha vida» (Sl 53, 6). [...] Ora, se o Senhor é Quem conserva a minha vida e Quem dá força à minha alma, em que poderá o mundo fazer-me mal? [...] É também Ele quem restabelecerá o meu corpo. [...] «Até os cabelos da vossa cabeça estão contados» (Lc 12, 7). [...] Digamos portanto, digamos com fé, com esperança, com um coração ardendo de caridade: «Se Deus está por nós, quem pode estar contra nós?»
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)

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São João 15, 18-21
 
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Se o mundo vos odeia,
sabei que primeiro Me odiou a Mim.
Se fôsseis do mundo,
o mundo amaria o que era seu.
Mas porque não sois do mundo,
pois a minha escolha vos separou do mundo,
é por isso que o mundo vos odeia.
Lembrai-vos das palavras que Eu vos disse:
‘O servo não é mais do que o seu senhor’.
Se Me perseguiram a Mim,
também vos perseguirão a vós.
Se guardaram a minha palavra,
também guardarão a vossa.
Mas tudo isto vos farão por causa do meu nome,
porque não conhecem Aquele que Me enviou».
publicado por spedeus às 00:00

15
Mai 09
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Com um último apelo à paz no Médio Oriente e a nunca mais negar a Shoah, precedido por uma saudação do Presidente de Israel Shimon Peres, presente na cerimónia de despedida juntamente com o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu Bento XVI concluiu a sua viagem á Terra Santa.
 
Evocando – no seu discurso - a oliveira plantada no jardim da residência presidencial, no dia da sua chegada a Israel, Bento XVI recordou que é precisamente a imagem de uma oliveira que São Paulo usa para descrever a íntima relação entre Cristãos e Judeus. Na Carta aos Romanos, a Igreja dos Gentios é referida como um ramo de oliveira selvagem enxertado na oliveira boa que é o Povo da Aliança…
 
“Somos alimentados pelas mesmas raízes espirituais. Encontramo-nos como irmãos, irmãos que em certos períodos da nossa história tivemos uma relação tensa, mas que agora estamos firmemente empenhados em construir pontes de amizade duradoura”.
 
Referindo “um dos momentos mais solenes” desta sua estadia em Israel – a visita ao Memorial do Holocausto, em Yad Vashem, o Papa recordou o encontro tido com alguns sobreviventes aos horrores da Shoah. Encontro “profundamente emocionante” que lhe trouxeram ao espírito a visita realizada há três anos ao Campo de morte de Auschwitz, onde tantos judeus foram brutalmente exterminados:
 
“Tantos Judeus – mães, pais, irmãos, maridos, esposas, irmãos, irmãs, amigos – foram brutalmente exterminados por um regime sem Deus que propagandeava uma ideologia de anti-semitismo e de ódio. Não se deve nunca esquecer ou negar este horroroso capítulo da história. Pelo contrário, aquelas negras recordações devem-nos fortalecer na decisão de nos estreitarmos ainda mais uns aos outros como ramos da mesma oliveira, alimentada pelas mesmas raízes e unidos pelo amor fraterno”.
 
Agradecendo a calorosa hospitalidade que lhe foi reservada, afirmou Bento XVI:
 
“Vim visitar este país como um amigo dos Israelitas, exactamente como sou um amigo do povo palestiniano. Os amigos gostam de passar tempo na companhia um do outro, e afligem-se profundamente quando vêem o outro sofrer. Nenhum amigo dos Israelitas e dos Palestinianos pode deixar de se contristar com as contínuas tensões entre os vossos dois povos. Nenhum amigo pode deixar de chorar com os sofrimentos e as perdas de vidas humanas que ambos os povos têm sofrido nos últimos sessenta anos”.
 
E Bento XVI deixou aqui um sentido “apelo a todas as populações destas terras”:
 
“Nunca mais derramamento de sangue! Nunca mais combates! Nunca mais terrorismo! Nunca mais guerra! Quebremos o círculo vicioso da violência! Instaure-se, pelo contrário, uma paz duradoura baseada na justiça! Haja uma verdadeira reconciliação que cure as feridas”.
 
 Concretizando ainda mais o seu apelo, o Papa pediu que “seja universalmente reconhecido o direito do Estado de Israel a existir e a gozar de paz e segurança dentro de fronteiras internacionalmente reconhecidas”. E que “se reconheça igualmente que o povo palestiniano tem direito a uma pátria independente, soberana, a viver com dignidade e a viajar livremente”. Que a solução dos dois Estados se torne uma realidade e não permaneça mero sonho” – acrescentou ainda Bento XVI, que não quis concluir o seu discurso final sem uma referência directa ao Muro construído por Israel.
 
“Para mim, uma das mais tristes imagens na minha visita a estas terras foi o muro. No momento de passar ao lado dele, rezava pedindo um futuro em que as populações da Terra Santa possam viver em paz e harmonia sem necessidade de tais instrumentos de segurança e separação, respeitando e confiando um no outro e renunciando a toda e qualquer forma de violência e agressão”.
 
Declarando conhecer bem quão difícil de conseguir é este objectivo, o Papa sublinhou que se trata, em todo o caso, uma tarefa das autoridades de Israel, assim como da Autoridade palestiniana. E assegurou as suas orações e as dos católicos de todo o mundo “para que prossigam os esforços para construir nesta região uma paz justa e duradoura”. 
 
  
(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 14:06

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publicado por spedeus às 12:46

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publicado por spedeus às 12:45

A Peregrinação à Terra Santa que hoje termina o Sumo Pontífice constitui um indubitável caminho de esperança, de diálogo e de unidade, que só a Igreja Católica pode levar àqueles lugares tão conturbados e divididos por conflitos permanentes.
 
A sua condição de minoritária na região aliada ao elevadíssimo estatuto ético-moral de que é espelho em todo o mundo, coloca-a numa situação privilegiada para construir pontes e ser símbolo de Paz e Esperança.
 
É certo, que haverá sempre minorias duras de coração, que se recusarão a auscultar a voz da razão, mas já Jesus Cristo Nosso Senhor foi constantemente alvo de tal negação dos que não quiserem ouvir a palavra do Pai. Que não seja por isso, que afrouxaremos as nossas preces por todos os povos daquela área, sejamos nós através da oração e do exemplo na vida quotidiana, transmissores permanentes da mensagem deixada pelo sucessor de Pedro.
 
Ser-se de Cristo, é precisamente estar-se iluminado pela presença do Espírito Santo e com a intercessão da Virgem Santíssima Sua Mãe sermos capazes de com sincero amor ao próximo, de tudo fazer para que os povos da região não se consumam em rivalidades e ódios, pois temos a graça, que o Senhor nos concedeu, de poder ser humildes e apaixonados.
 
Assim seja!
 
 
(JPR)

publicado por spedeus às 09:37

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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