«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

06
Jun 09
Santo Ireneu de Lyon (c. 130-c. 208), bispo, teólogo e mártir
 
«Baptizai-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo»
 
Eis a regra da nossa fé, eis o fundamento do nosso edifício, eis aquilo que dá firmeza ao nosso comportamento. Em primeiro lugar: Deus Pai, incriado, ilimitado, invisível, Deus uno, criador do universo; é o primeiro artigo da nossa fé. Segundo artigo: o Verbo de Deus, Filho de Deus, Jesus Cristo, Nosso Senhor, que foi revelado aos profetas segundo o género das suas profecias e segundo os desígnios do Pai; por meio de Quem todas as coisas foram feitas; no final dos tempos, para recapitular todas as coisas, dignou-Se encarnar, aparecendo entre os humanos, visível, palpável, para destruir a morte, fazer surgir a vida e operar a reconciliação entre Deus e o homem. Terceiro artigo: o Espírito Santo, por Quem os profetas profetizaram, os nossos pais conheceram as coisas de Deus e os justos foram conduzidos para a via da justiça; no final dos tempos, foi enviado aos homens de uma maneira nova, a fim de os renovar em toda a face da terra, para Deus.
 
É por isto que o baptismo do nosso novo nascimento é colocado sob o signo destes três artigos. Deus Pai concede-no-lo, com vista ao nosso novo nascimento em Seu Filho, pelo Espírito Santo. Porque aqueles que trazem em si o Espírito Santo são conduzidos ao Verbo, que é o Filho, o Filho condu-los ao Pai, e o Pai concede-lhes a imortalidade. Sem o Espírito, é impossível ver o Verbo de Deus, e sem o Filho ninguém pode aproximar-se do Pai. Porque o conhecimento do Pai é o Filho; o conhecimento do Filho faz-se pelo Espírito Santo; e o Filho concede o Espírito segundo a complacência do Pai.
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 12:01

São Mateus 28, 16-20
 
Os onze discípulos partiram para a Galileia, para o monte que Jesus lhes tinha indicado.
Quando o viram, adoraram-no; alguns, no entanto, ainda duvidavam.
Aproximando-se deles, Jesus disse-lhes:
«Foi-me dado todo o poder no Céu e na Terra.
«Ide, pois, fazei discípulos de todos os povos, baptizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo, ensinando-os a cumprir tudo quanto vos tenho mandado.
E sabei que Eu estarei sempre convosco até ao fim dos tempos.»
publicado por spedeus às 12:00

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Este ano será em Vale de Aosta, na residência de Les Combes de Introd, nos Alpes italianos próximos à fronteira francesa, que o Santo Padre repousará, de 13 a 29 do próximo mês de Julho, segundo informa a Prefeitura da Casa Pontifícia.
 
No domingo, 19 de Julho, ao meio-dia, Bento XVI preside à oração mariana do Angelus, na praça frente à igreja paroquial de Romano Canavese, na Diocese de Ivrea.
 
No domingo seguinte, 26 de Julho, a recitação do Angelus terá lugar na residência de Les Combes.
 
Ao longo do mês de Julho serão portanto suspensas as audiências gerais das quartas-feiras 15, 22 e 29.
 
 No regresso dos Alpes, a 29 de Julho, o Santo Padre transferir-se-á directamente à residência de Castel Gandolfo.
 
No período estivo ficarão suspensas todas as audiências privadas e especiais. A partir de 5 de Agosto, serão retomadas as audiências-gerais das quartas-feiras.
 
Durante a estadia do Papa em Castel Gandolfo, será aí que Bento XVI acolherá os fiéis que com ele quiserem recitar o Angelus, ao meio-dia, nos Domingos e Dias Santos.
 
 
(Fonte: site Radio Vaticana, foto de 2005 em Les Combes de Introd)

publicado por spedeus às 10:42

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O Prémio de Cultura Padre Manuel Antunes foi hoje entregue ao professor Adriano Moreira.
Uma distinção atribuída pela Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, com o alto patrocínio da Rádio Renascença.
 
 
Na cerimónia, que decorreu esta tarde em Fátima, Adriano Moreira sublinhou a dimensão do padre Manuel Antunes.
 
 
“É uma coisa que tem que ser recebida com humildade porque não é muito fácil alcançar o nível e a excelência da intervenção que ele teve” – sublinhou Adriano Moreira.
 
 
A persistência do testemunho do padre Manuel Antunes foi enaltecida em Fátima pelo presidente da Comissão Episcopal da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais.
 
 
A preocupação sublinhada por D. Manuel Clemente na atribuição do prémio de cultura “Padre Manuel Antunes” ao professor Adriano Moreira.
 
 
ML
 
 
(Fonte: site RR)
publicado por spedeus às 08:48

Anota: “Dia 6 de Junho. A minha oração da manhã a caminho das Huelgas: guiado por S. José, meti-me, com uma luz do Espírito Santo, na Chaga da mão direita do meu Senhor”.

(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=3099 )
publicado por spedeus às 08:16

Para além de Mozart, Bach, Beethoven, Chopin, Puccini e outros, o Trio de Keith Jarrett (piano), Gary Peaccok (baixo) e Jack De Johnette (bateria) está entre as minhas grande paixões musicais, ouço horas a fio concertos gravados há mais de 20 anos e não me canso. É tal o meu prazer, que durante a Quaresma e noutros momentos da minha vida, tenho oferecido ao Senhor como abstinência não ouvi-lo.
 
Keith Jarrett, é dos três o que mais sobressai pela pelas suas excepcionais qualidades como pianista, pelo que aqui vos deixo dois vídeos, “just hope you may enjoy it as much as I do”.

 

(JPR)


 P.S. – não estranhem o trautear de Keith Jarrett faz parte da sua genialidade e temos que lhe admitir o que inicialmente nos poderá parecer estranho, mas é tão-somente revelador do seu total envolvimento na peça que está a tocar.

publicado por spedeus às 00:04

publicado por spedeus às 00:02

Santa Teresa de Ávila (1515-1582), carmelita, Doutora da Igreja
 
«Ela, da sua penúria, deitou tudo»
 
Vivo sem viver em mim;
e minha esperança é tal,
que morro de não morrer.
 
 
Vivo já fora de mim
desde que morro de amor;
pois vivo no Senhor
que me quis para Si.
Quando Lhe dei o coração,
nele inscreveu estas palavras:
morro de não morrer. [...]
 
Ah! que triste é a vida
que não se alegra no Senhor!
E, se o amor é doce,
não o é a longa espera;
livra-me, meu Deus, desta carga,
mais pesada que o aço,
pois morro de não morrer.
 
Vivo só da confiança
de que um dia hei-de morrer,
pois pela morte é a vida
que a esperança me promete.
Morte em que se ganha a vida,
não tardes, que te espero,
pois morro de não morrer.
 
 
Vede como é forte o amor (Cant 8,6);
ó vida, não me sobrecarregues!
Vê o que apenas resta:
para te ganhar, perder-te! (Lc 9,24)
Venha ela, a doce morte!
Que minha morte venha bem cedo,
pois morro de não morrer.
 
Esta vida lá do alto,
que é vida verdadeira,
até que morra a vida cá de baixo
enquanto se viver não se a tem.
Ó morte, não te escondas!
Que viva porque morro já,
pois morro de não morrer.
 
 
Ó vida, que posso eu dar
a meu Deus, que vive em mim,
senão perder-te, a ti,
para merecer prová-Lo!
Desejo, morrendo, obtê-Lo,
pois tenho tal desejo do meu Amado
que morro de não morrer.
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

São Marcos 12, 38-44
 
Naquele tempo,
Jesus ensinava a multidão, dizendo:
«Acautelai-vos dos escribas,
que gostam de exibir longas vestes,
de receber cumprimentos nas praças,
de ocupar os primeiros assentos nas sinagogas
e os primeiros lugares nos banquetes.
Devoram as casas das viúvas
com pretexto de fazerem longas rezas.
Estes receberão uma sentença mais severa».
Jesus sentou-Se em frente da arca do tesouro
a observar como a multidão deitava o dinheiro na caixa.
Muitos ricos deitavam quantias avultadas.
Veio uma pobre viúva
e deitou duas pequenas moedas, isto é, um quadrante.
Jesus chamou os discípulos e disse-lhes:
«Em verdade vos digo:
Esta pobre viúva deitou na caixa mais do que todos os outros.
Eles deitaram do que lhes sobrava,
mas ela, na sua pobreza, ofereceu tudo o que tinha,
tudo o que possuía para viver».
publicado por spedeus às 00:00

05
Jun 09
Abster-me só ajudaria a engodar as percentagens dos partidos que defendem o relativismo, uns de uma forma mais clara, outros mais camuflada, e se em quem eu votar não for eleito, pelo menos não contribuí para a eleição dos neo-nazis pro-aborto, defensores de políticas contra a família e a legalização em pseudo-casamento das uniões entre homossexuais e dos que se dizem católicos, mas que não respeitam nem praticam a Doutrina, o Catecismo da Igreja Católica e os ensinamentos dos Santos Padres, incluindo o actual Papa Bento XVI, que quis o Divino Espírito Santo, no Sua infinita bondade, oferecer-nos como Sumo Pontífice em Abril de 2005.
 
Assim sendo, optei por uma personalidade que deu a cara pela Vida na campanha do refendo do aborto, na esperança que as sondagens se revelem enganadas e de a ver eleita e a defender valores iguais aos por mim professados num fórum de dimensão europeia, mas se tal não suceder, o meu voto nunca será um desperdício, porque não só a minha consciência sentir-se-á tranquila, mas sobretudo porque estou plenamente convicto que fui fiel ao Senhor.
 
O meu voto irá consequentemente para a Laurinda Alves que é cabeça de lista do MEP – Movimento Esperança Portugal.
 
“Não devemos de forma alguma preocupar-nos com o que diz a maioria, mas apenas com a opinião dos que têm conhecimento do justo e do injusto, e com a própria verdade” – Platão  em Critão
 
 
(JPR)

publicado por spedeus às 23:59

Clique sobre a foto para ampliar e ler

 

 

"Nós não temos necessidade alguma de políticos católicos, temos é que nos livrar deles, e o mais depressa possível. O que precisamos, isso sim é de Católicos fiéis que sejam políticos, e urgentemente. O Católico não é adjectivo, é substantivo, o político é que adjectiva o católico. O Católico está primeiro, é a base, a substância, o fundamento, a identidade que depois se desdobra coerentemente na política."

 

 

Pe. Nuno Serras Pereira

publicado por spedeus às 23:58

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Em vésperas de eleições europeias, vale a pena sublinhar o que Ratzinger enuncia como os três elementos constitutivos da Europa.
 
 
Em primeiro lugar, o reconhecimento de que a dignidade e os direitos humanos são anteriores às jurisdições dos Estados. Assim, os legisladores devem simplesmente reconhecê-los e não inventar novos direitos humanos nem diluir a sua importância, segundo os ditames da moda.
O segundo ponto que definiu desde sempre o rosto da Europa é o matrimónio entre homem e mulher, monogâmico, e a defesa da família como célula base da sociedade e do próprio Estado. Considera o actual Papa que a Europa não será mais Europa se esta célula fundamental desaparecer ou se se modificar na sua essência, nomeadamente, no que se refere às uniões homossexuais.
 
O terceiro pilar constitutivo da Europa refere-se à religião e ao respeito pelo sagrado. É justo, hoje em dia, penalizar os que desrespeitam os judeus, ou o Islão… Mas, quando se trata de cristãos, pode-se ofender à vontade, em nome da tolerância e da liberdade. Deparamos, então, com uma Europa compreensiva para os outros, mas incapaz de amar a sua própria herança e de perceber o que é grandioso, belo e puro.
 
Conclui o actual Papa que os cristãos devem-se conceber como uma minoria criativa e contribuir para que a Europa readquira de novo o melhor da sua herança.
 
O nosso contributo passa, por isso e desde já, por escolher um candidato que reconheça estes três elementos definidos por Ratzinger.
 
 
Aura Miguel 
 
  
(Fonte: site RR)
publicado por spedeus às 16:58

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Miguel Maria Cantista de Castro Tavares, tem 35 anos, e foi ordenado padre do Opus Dei no passado dia 23 de Maio. Nas vésperas da sua Missa Nova, a celebrar na Igreja da Trindade (Porto) às 12 horas, dá-se a conhecer numa breve entrevista.
 
O P. Miguel nasceu no Porto...
E vivi no Porto a infância e parte da juventude. Mais tarde vivi em Coimbra, onde me licenciei em Engenharia Civil. Trabalhei então numa empresa de projectos de arquitectura e engenharia.
 
Mas no meio disso porque é que surge a ideia de ir para padre?
Bem, a razão mais recente é que D. Javier Echevarría, o prelado do Opus Dei, há uns anos me propôs essa hipótese. Que pensasse com calma, naturalmente. Ficaria dedicado ao trabalho próprio dos padres do Opus Dei que é principalmente dedicar-se à missão que a Igreja entregou à prelatura.
 
E foi essa conversa que o convenceu?
Eu já tinha equacionado antes, por minha conta, que se a Igreja precisasse de mim para o sacerdócio eu diria que sim. Talvez o facto de ter uma família naturalmente cristã me tenha ajudado a encarar esses temas como mais um daqueles assuntos que é normal para um cristão jovem pensar.
 
Foram então os pais que o influenciaram?
Não. A influência dos meus pais que mais aprecio foi terem-me dado espaço para eu me auto-gerir em liberdade. Somos vários irmãos, com caminhos diferentes, e cada um respeita muito as decisões e o percurso dos outros.
 
Mas não nega que o facto de os seus pais serem supranumerários do Opus Dei teve muita importância...
Ter pais cristãos é importante, claro, e serem do Opus Dei também. Mas se a minha experiência diz alguma coisa é que isso significa um aumento do espaço de liberdade dos filhos, e não uma redução. É que há quem não pense que é assim, mas esta é a minha grande experiência. Aliás, os meus pais nunca me falaram nem de ser do Opus Dei nem de ser padre. Se tinham esse desejo, apostaram tudo em rezar por isso. O que é até mais inteligente, pois a oração não costuma falhar.
 
Pelo menos, o facto de ser do Opus Dei há mais de quinze anos teve importância.
Sim, é óbvio. E também em todo este tempo pude contar com um grande espaço e margem de reflexão. Aliás, nesse aspecto, o estilo formativo que encontrei no Opus Dei foi uma espécie de continuidade serena com a cultura de liberdade da minha família.
 
Depois de se saber que seria ordenado, já falou com amigos e conhecidos. Que tipo de perguntas ou advertências lhe fazem?
Muitas pessoas perguntam-me “e agora, que é que vais fazer na vida?”. A pergunta é normalmente feita por curiosidade e respondo com gosto. Nalgum caso particular sou obrigado a rir porque é como se a pessoa me dissesse “ai, pobre de ti, que te desgraçaste”... 
 
Mas afinal o que é que responde a essas perguntas?
Depende das pessoas. Mas eu refiz a pergunta e redireccionei-a para mim mais ou menos assim: “Mas, e agora, que é que vai fazer Deus através da minha vida?". Esta pergunta, assim, tem-me ajudado. Repare que se, por efeito do Baptismo, os gestos de um qualquer baptizado se unem a Cristo, imagine como não há-de ser no caso do padre, que, em nome de Cristo Cabeça, realiza os gestos próprios de Deus: perdoar os pecados, renovar pela Eucaristia o sacrifício de Cristo na Cruz, pregar a palavra de Deus...
 
Mas, além disso, que projectos tem?
Espero agora que me indiquem onde é necessário o meu trabalho sacerdotal para poder dedicar o meu melhor. Porém, a ideia de poder administrar a Reconciliação, celebrar a Eucaristia, dedicar-me à direcção espiritual, é uma ideia forte que estará sempre no núcleo de qualquer projecto meu. Aliás, vai começar um Ano Sacerdotal convocado pelo Papa Bento XVI, e se calhar aproveito a ocasião para fazer um pedido...

Porque não?...
Neste Ano Sacerdotal eu pediria muitas orações pelos sacerdotes de todo o mundo (por mim também, claro), para que sejamos santos instrumentos de Deus. Penso que nós os portugueses, pela predilecção que Nossa Senhora tem pelo nosso país, onde em Fátima pediu tantas orações pela conversão dos pecadores, temos uma especial responsabilidade (e facilidade) em pedir a Nossa Senhora que nos faça santos para que sejamos bons instrumentos e para que Deus, pelo nosso ministério, faça chegar o Seu perdão a todos os que se convertam ao Amor de Deus.
 
 
(Fonte: site Opus Dei – Portugal em http://www.opusdei.pt/art.php?p=34073 )
publicado por spedeus às 08:22

De 5 a 11 de Junho, prega um retiro a estudantes universitários no colégio do beato Juan de Ribera de Burjasot, em Valência. Anos mais tarde recordaria: “Num dos corredores encontrei um grande letreiro, escrito por algum não conformista, onde se lia “cada caminhante siga o seu caminho”. Quiseram tirá-lo, mas eu detive-os: “deixem-no – disse-lhes – gosto da frase (…)”. Desde então, essas palavras serviram-me muitas vezes como mote para a pregação. Liberdade: cada caminhante siga o seu caminho. É absurdo e injusto procurar impor a todos os homens um único critério, em matérias em que a doutrina de Jesus Cristo não estabelece limites”.
 
 
publicado por spedeus às 07:53

Se estiver de acordo com o comunicado, encaminhe este e-mail hoje mesmo para todos os políticos e órgãos de comunicação social a que tiver acesso (em baixo tem alguns endereços, basta copiá-los).
 
Não se esqueça de pôr o seu nome e BI, e passe palavra aos seus amigos. 
 
Pela liberdade, subscrevo o Comunicado abaixo.

Nome:
BI: 
          

COMUNICADO

 

IMPOSIÇÃO da inclusão OBRIGATÓRIA da educação sexual nas escolas!

[Projecto-Lei Projecto Lei 660/X (PS)]

 

Os cidadãos Portugueses, nomeadamente Pais com filhos em idade escolar, que em número significativo e em devido tempo fizeram chegar a sua voz à Assembleia da República colocam as questões abaixo às quais exigem respostas:
 
a) As escolas já fazem a explicação científica completa da reprodução humana. Mas aos políticos não basta. Agora o que querem é doutrinar os seus valores e a sua visão do homem;
 
b) Há mais de 300 modelos de educação sexual já testados, muito distintos nos objectivos e resultados. Não percebemos com que direito quer o parlamento português, entre os 300, impor 1 modelo único, uma espécie de “nacional-sexualismo” totalitário.
 
c) Queremos que nos dêem a prova científica de que “o” modelo “nacional-sexualista” já foi testado noutros países e deu os resultados pretendidos. Onde diminuiu o número de gravidezes adolescentes? Onde diminuiu o número de infecções sexuais?
 
d) Queremos ver as actas da Comissão parlamentar que debateu esta lei para saber quais foram as provas científicas apresentadas.
 
e) Exigimos que cada deputado nos responda a estas perguntas: acha que educou bem os seus filhos? Acha que foi tão exemplar que tem o direito de impor as suas convicções aos outros?
 
f) Queremos saber que “impacto ético” se prevê que este modelo “nacional-sexualista” venha a ter.
 
g) Há pessoas que querem esse modelo para os seus filhos, e estão no seu direito. Mas têm o direito ao modelo e ainda o direito à prova de que este modelo foi sujeito a um controle de qualidade cientificamente sólido.
 
h) Há pessoas que não querem este modelo, e também estão no seu direito.
 
i) Rejeitaremos, até ao limite das nossas energias, a interdisciplinaridade do modelo “nacional-sexualista” pois é a forma de o tornar compulsivo e anti-democrático, e por sexualizar de forma obsessiva todo o tempo escolar.
 
j) Se nós quiséssemos dar preservativos e contraceptivos aos nossos filhos não faltariam caixas nas nossas casas; sabemos muito bem onde os podemos ir buscar e de graça. Srs deputados: não finjam que não percebem! 
 
k) Esta lei de educação sexual humilha de novo os professores: considera-os uns “pais indignos” de educar sexualmente os próprios filhos; mas uns “professores hiper-habilitados” para educar sexualmente os filhos dos outros;
 
l) Rejeitamos o ataque cobarde do Governo aos professores: primeiro ata-os de pés e mãos e atira-os à água para avaliar o seu mérito natatório; agora, obriga-os a leccionar matérias que não dominam e que, na maioria, não subscrevem.
 
m) Os nossos filhos não são da sociedade nem da comunidade escolar. A educação dos filhos é um direito/dever dos pais que é indisponível: nem os pais podem prescindir dele nem o Estado lho pode retirar.
 
n) Esta lei da educação sexual é uma tirania ilegítima e não científica imposta às crianças;
 
o) Esta lei da educação sexual é uma intromissão intolerável na esfera de liberdade das famílias;
 
p) A Plataforma vai lançar nos próximos dias um vasto conjunto de iniciativas para implantar a resistência a nível nacional.

 

ABAIXO A TIRANIA
PELA LIBERDADE DE EDUCAÇÃO
PELA LIBERDADE DE PENSAMENTO
CONTRA O “NACIONAL-SEXUALISMO”
VIVA A RESISTÊNCIA
VIVA PORTUGAL

 

Portugal, 3 de Junho de 2009

Pela Plataforma,

Artur Mesquita Guimarães – V. N. Famalicão
Fernanda Neves Mendes – Leiria
Miguel Reis Cunha - Algarve
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publicado por spedeus às 00:04

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Santo Ambrósio (v. 340-397), Bispo de Milão e Doutor da Igreja
 
«O próprio David chama-Lhe Senhor»
 
Presta atenção ao mistério de Cristo! Ele nasceu do seio da Virgem, quer como Servo quer como Senhor; Servo para executar, Senhor para mandar, para enraizar no coração dos homens um Reino para Deus. Ele tem uma dupla origem, mas é um só ser. Não é um quando vem do Pai e outro quando vem da Virgem. Ele é o mesmo, nascido do Pai antes de todos os séculos, que encarnou pela Virgem no tempo. Eis a razão pela qual é chamado Servo e Senhor: Servo por nossa causa; mas, devido à unidade da substância divina, Deus de Deus, Príncipe dos Príncipes, Filho igual em tudo ao Pai, Seu igual. O Pai não criou um Filho estranho a Si mesmo, este Filho sobre quem declarou: «N'Ele pus todo o Meu agrado» (Mt 3, 17). [...]
 
O servo mantém sempre os títulos da sua dignidade. Deus é grande, e grande é o Seu servo: ao tomar carne, Ele não perde esta «grandeza que não tem limites» (Sl 144, 3). [...] «Ele, que era de condição divina, não reivindicou o direito de ser equiparado a Deus. Mas despojou-Se a Si mesmo tomando a condição de servo» (Fil 2, 6-7). [...] Ele é portanto igual a Deus, como Filho de Deus; tomou a condição de Servo ao encarnar; experimentou a morte (Heb 2, 9), Ele cuja «grandeza não tem limites». [...]
 
É boa, esta condição de servo, que nos libertou a todos! Sim, é boa! Ela valeu-Lhe «o nome que está acima de todo o nome»! É boa, esta humildade! Ela conseguiu que «ao nome de Jesus, todo o joelho se dobre, nos céus, na terra e nos infernos e toda a língua confesse que Jesus Cristo é o Senhor para glória de Deus Pai» (Fil 2, 10-11).
 
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

São Marcos 12, 35-37
 
Naquele tempo,
Jesus ensinava no templo, dizendo:
«Como podem os escribas dizer
que o Messias é filho de David?
O próprio David afirmou,
sob a acção do Espírito Santo:
‘Disse o Senhor ao meu Senhor:
Senta-Te à minha direita,
até que Eu faça dos teus inimigos
escabelo dos meus pés’.
O próprio David Lhe chama ‘Senhor’.
Como pode ser seu filho?».
E a numerosa multidão escutava com prazer o que Jesus dizia.
publicado por spedeus às 00:00

04
Jun 09
Abster-me só ajudaria a engodar as percentagens dos partidos que defendem o relativismo, uns de uma forma mais clara, outros mais camuflada, e se em quem eu votar não for eleito, pelo menos não contribuí para a eleição dos neo-nazis pro-aborto, defensores de políticas contra a família e a legalização em pseudo-casamento das uniões entre homossexuais e dos que se dizem católicos, mas que não respeitam nem praticam a Doutrina, o Catecismo da Igreja Católica e os ensinamentos dos Santos Padres, incluindo o actual Papa Bento XVI, que quis o Divino Espírito Santo, no Sua infinita bondade, oferecer-nos como Sumo Pontífice em Abril de 2005.
 
Assim sendo, optei por uma personalidade que deu a cara pela Vida na campanha do refendo do aborto, na esperança que as sondagens se revelem enganadas e de a ver eleita e a defender valores iguais aos por mim professados num fórum de dimensão europeia, mas se tal não suceder, o meu voto nunca será um desperdício, porque não só a minha consciência sentir-se-á tranquila, mas sobretudo porque estou plenamente convicto que fui fiel ao Senhor.
 
O meu voto irá consequentemente para a Laurinda Alves que é cabeça de lista do MEP – Movimento Esperança Portugal.
 
“Não devemos de forma alguma preocupar-nos com o que diz a maioria, mas apenas com a opinião dos que têm conhecimento do justo e do injusto, e com a própria verdade” – Platão  em Critão
 
 
(JPR)
publicado por spedeus às 09:15

“Simplesmente cristãos. Massa a fermentar. O que é próprio de nós é o corrente, com naturalidade. Meio: o trabalho profissional. Todos santos! Entrega silenciosa”, escreve em 1930.
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=2716 )
publicado por spedeus às 07:14

A desigualdade no acesso à saúde esteve no centro do discurso que D. Zygmunt Zimowski, presidente do Conselho Pontifício para a Pastoral da Saúde proferiu na 62ª Assembleia da Organização Mundial da Saúde.
 
Alertou para a redução e, em certos casos, o cancelamento, de programas de assistência aos sistemas de saúde dos países mais pobres.
 
 D. Zygmunt ressaltou a importância da ajuda das organizações de inspiração religiosa e administradas pela Igreja na assistência às pessoas que vivem na pobreza.
 
"Tais instituições já sofrem profundamente os efeitos da actual crise económica, pois não têm acesso a verbas governamentais ou internacionais". O Arcebispo frisou que o trabalho desta organizações religiosas é conduzido por valores de dignidade da vida humana, "princípios adoptados pela Assembleia da OMS, como a equidade, a solidariedade, a justiça social e o acesso universal aos serviços".
 
O arcebispo recordou que o grande desafio a alcançar, na área da saúde, é a igualdade. D. Zygmunt pediu que seja aprovada a proposta que visa desenvolver e alcançar estratégias para melhorar a saúde pública, especialmente no que diz respeito às injustiças existentes. Milhões de crianças em todo o mundo não se desenvolvem no seu potencial por falta de acesso à saúde.
 
 
(Fonte: site Radio Vaticana)

publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:02

São João da Cruz (1542-1591), carmelita, Doutor da Igreja
 
«Amarás o Senhor, teu Deus, com todo o teu coração, com toda a tua alma [...] e com todas as tuas forças»
 
A força da alma reside nas suas potências, impulsos e faculdades. Se a vontade os volta para Deus e os mantém longe de tudo o que não é Deus, a alma reserva para Ele toda a sua força; ama com todas as suas forças, como o próprio Deus lhe manda. Buscar-se a si mesmo em Deus é buscar as doçuras e consolações de Deus, e isto é contrário ao puro amor de Deus. É um grande mal ter em vista os bens de Deus e não a Deus mesmo, a oração e o desprendimento.
 
 
Há muitos que procuram em Deus as suas próprias consolações e gostos, e desejam que Sua Majestade os encha dos Seus favores e dons, mas o número dos que se esforçam por agradar-Lhe e oferecer-Lhe algo de si mesmos, rejeitando qualquer interesse próprio, é muito pequeno. São poucos os homens espirituais, mesmo entre os que temos por muito avançados na virtude, que conseguem uma perfeita determinação de fazer o bem. Não chegam nunca a renunciar por completo a si mesmos em algum aspecto do espírito do mundo ou da natureza, nem a desprezar aquilo que se pensará ou dirá deles, quando se trata de cumprir, por amor a Jesus Cristo, as obras da perfeição e do desprendimento. [...]
 
 
Aqueles que amam só a Deus não caminham nas trevas, por muito pobres e privados de luz que possam ver-se aos próprios olhos. [...] A alma que, no meio das securas e abandonos, conserva sempre a sua atenção e solicitude em servir a Deus poderá sofrer, poderá temer não conseguir, mas, na realidade, oferecerá a Deus um sacrifício de agradável odor (Gn 8, 21).
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

São Marcos 12, 28b-34
 
Naquele tempo,
aproximou-se de Jesus um escriba e perguntou-Lhe:
«Qual é o primeiro de todos os mandamentos?»
Jesus respondeu:
«O primeiro é este:
‘Escuta, Israel:
O Senhor nosso Deus é o único Senhor.
Amarás o Senhor teu Deus
com todo o teu coração, com toda a tua alma,
com todo o teu entendimento e com todas as tuas forças’.
O segundo é este:
‘Amarás o teu próximo como a ti mesmo’.
Não há nenhum mandamento maior que estes».
Disse-Lhe o escriba:
«Muito bem, Mestre! Tens razão quando dizes:
Deus é único e não há outro além d’Ele.
Amá-l’O com tom todo o coração,
com toda a inteligência e com todas as forças,
e amar o próximo como a si mesmo,
vale mais do que todos os holocaustos e sacrifícios».
Ao ver que o escriba dera uma resposta inteligente,
Jesus disse-lhe:
«Não estás longe do reino de Deus».
E ninguém mais se atrevia a interrogá-l’O.
publicado por spedeus às 00:00

03
Jun 09

Há temas que, de tão falados e nunca resolvidos, acabam por cansar. Este parece ser um deles – quanto mais se fala de «ajudas ao desenvolvimento», mais se fica com a sensação de que certos países ou regiões do globo ficaram definitivamente para trás. Importa, por isso, lembrar como é recente esta convicção de que os países mais ricos e economicamente desenvolvidos devem ajudar os mais pobres: tem, talvez, uns cinquenta anos. Nestas décadas, foi ganhando, lentamente, espaço na opinião pública e nas preocupações de políticos e governantes. Contribuiu para isso a percepção cada vez mais clara de que, a prazo, ou as vantagens do desenvolvimento económico são partilhadas por todos ou a miséria da maior parte acabará por arrastar consigo os restantes. Contribuiu também a tão maltratada globalização (das comunicações e da economia), abrindo fronteiras e tornando cada vez mais intolerável a miséria extrema em que se encontram mergulhadas populações inteiras. E contribuíram inúmeras Organizações da sociedade civil feitas porta-vozes do desespero de tantos povos junto dos governantes dos países ricos. Hoje, não é mais possível ignorar as condições de vida miseráveis das nações mais pobres – e se esta consciência não é suficiente, é absolutamente necessária para tornar possível os passos seguintes: a ajuda concreta, capaz de promover o desenvolvimento sustentado dos países em causa.
 
As armadilhas da «ajuda ao desenvolvimento»
 
Infelizmente, em não poucos casos, a chamada «ajuda ao desenvolvimento» dos países pobres tornou-se um instrumento de exploração económica desses países e de imposição de modelos culturais e sociais estranhos as tradições dos povos. Infelizmente, também, muitas dessas ajudas foram canalizadas através de governos ditatoriais e corruptos, que desbarataram a ajuda recebida ou se assenhorearam dela, mantendo os respectivos povos na miséria. Com o tempo, a má gestão local aliada ao egoísmo dos «países dadores» criou situações insuportáveis, com os países pobres paralisados economicamente por dívidas impossíveis de pagar. Tudo isto tornou evidente que o desenvolvimento dos países pobres não passa pela injecção de dinheiro nos cofres dos governantes locais. Implica, em primeiro lugar, exigir boa governação, respeito pelas pessoas, abertura de mercados para os produtos dos países pobres e investimentos produtivos na economia local. Mais do que impor modelos económicos e culturais, importa promover os modos de vida locais, permitindo às pessoas, famílias e comunidades tornarem-se senhoras dos próprios destinos. Neste sentido, é fundamental a criação de condições para que as populações locais possam produzir os bens necessários a uma existência digna. Sem isso, nunca haverá desenvolvimento económico sustentável. Menos dinheiro e mais cooperação, menos arrogância e mais respeito pelas pessoas e culturas é a chave de uma ajuda eficaz aos países mais pobres.
 
Ajudas concretas
 
Num tempo de crise económica global, torna-se mais difícil conseguir que os governantes dos países ricos se disponham a investir grandes somas de dinheiro em iniciativas sem retorno imediato, nem económico nem eleitoral. Esta crise pode, no entanto, constituir uma oportunidade de sensibilizar as pessoas para a urgência em promover formas de ajuda aos países pobres com impacto local. Certamente, há necessidade de levar os grandes credores internacionais a diminuírem o peso asfixiante da dívida externa sobre a economia dos países mais pobres. Isso, porém, não se pode fazer sem garantias de boa governação local e transparência na gestão dos dinheiros que um perdão, mesmo parcial, da dívida externa acabaria por gerar nas economias dos países devedores – sobretudo, exigindo e assegurando que tais poupanças e outras ajudas concedidas não sirvam para financiar militarismos descabidos, terrorismos e outras formas de violência, muitas vezes exercidas sobre as populações locais pelos próprios governantes. Os modos concretos como tal se poderá fazer devem ser deixados aos peritos nestes assuntos. O que não se lhes pode deixar – nem aos políticos – é a exigência pública de procederem de modo a tornar menos penosa a situação das populações dos países mais pobres. Ora, para estas populações, ter acesso a um poço de água potável é muito mais importante do que ouvir falar de uma linha de crédito para vender produtos que não conseguem produzir.
 
 
(Fonte: site Radio Vaticana)

publicado por spedeus às 13:47

Vídeo em espanhol

 

Nem o intenso empenho de trabalho nem as férias devem fazer faltar aos fiéis momentos reservados à oração e à contemplação de Deus, sem a qual as preocupações do mundo correm o risco de dominar os pensamentos e o coração. Afirmou Bento XVI durante a audiência geral desta quarta-feira, na Praça de S. Pedro, perante cerca de 20 mil pessoas.

Também nos tempos do trabalho, com o seu ritmo forte e também durante as férias - disse o papa na sua catequese dedicada a Raban Maur, monge artista e filósofo, nascido em Maguncia por volta do ano 780, devemos reservar alguns momentos da vida a Deus. Uma oração, um pensamento cada dia, sem esquecer a liturgia do Domingo, porque somente assim, a nossa vida se torna grande e vida verdadeira.

“Com o exemplo da sua vida, Raban Maur convida-nos a não esquecer de reservar algum tempo para contemplar o mistério de Deus, de maneira que não sejam os problemas do mundo a dominar os nossos pensamentos e os nossos corações, mas a luz de Deus.”

Raban Maur deu um grande impulso ao pensamento filosófico, teológico, exegético e espiritual do seu tempo, contribuindo para a conversão ao cristianismo dos povos limítrofes. Monge desde jovem foi abado do Mosteiro de Fulda e posteriormente arcebispo de Maguncia . A sua extraordinária cultura levou a ser conselheiro de príncipes e garante da unidade do império, facto que não lhe impediu de cultivar os seus estudos, mostrando assim que é compatível a entrega aos outros e a dedicação á reflexão. É provavelmente – recordou o Papa – o autor do famoso hino Veni Creator Spiritus . Nos seus escritos aparece o seu amor à cruz, à poesia, à liturgia e à Palavra de Deus que comentou durante a sua vida baseando-se nos Santos Padres da Igreja e com um objectivo pastoral claro…

Escutemos agora a saudação proferida pelo Papa em língua portuguesa:

Com amizade saúdo os diversos grupos do Brasil e demais peregrinos de língua portuguesa, com votos de que alcanceis aquilo que aqui vos trouxe de tão longe: parar junto das memórias dos Apóstolos e dos Mártires, meditando sobre o fim glorioso do seu combate por Cristo e receber a investidura do mesmo Espírito para idênticas batalhas em prol do triunfo do Evangelho no seio da família e da sociedade. Sobre cada um de vós e seus familiares, desça a minha Bênção.


(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 13:41

Anima os que convivem com ele, a viverem as coisas pequenas de cada dia: “… o sorriso constante, que tantas vezes custa, e custa muito, servindo o Senhor com alegria e servindo, também com alegria, os demais, por Ele. É o ramo de flores que apanha o pequenino que corre, vai e volta: enquanto os outros andaram só meio quilómetro o pequenino percorreu vários quilómetros, e os outros nem sequer se deram conta. Empenhai-vos, ainda que chegueis a ocupar um alto cargo na vida, em fazer-vos muito pequenos diante de Deus e servidores de todas as almas”.
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=2715 )

publicado por spedeus às 09:17

Roma, Basílica de Santo Eugénio, 23 de Maio de 2009
 
1.     Queridos irmãos e irmãs. Caríssimos diáconos.

Descerá sobre vós o Espírito Santo e vos dará força; e sereis minhas testemunhas (...) até aos confins do mundo (At 1,8).
 
Com essas palavras recolhidas nos Actos dos Apóstolos, Jesus Cristo despede-se dos discípulos antes de ascender ao Céu. Anuncia-lhes que receberão o Espírito Santo dentro de poucos dias, e convida-os a permanecer na Cidade esperando o cumprimento da sua promessa. Com efeito, dez dias mais tarde o Paráclito desceu sobre eles, em forma de línguas de fogo, cumulando-lhes com os seus dons.
 
 
Estas palavras do Senhor dirigem-se hoje, de modo especial, aos diáconos da Prelatura do Opus Dei que vão receber a consagração como presbíteros. A partir de hoje, conformados com Cristo Cabeça da Igreja, poderão desempenhar o ministério sacerdotal: pregar a Palavra de Deus com autoridade, administrar os sacramentos, sobretudo a Penitência e a Eucaristia, guiar o Povo cristão pelos caminhos da vida eterna.
 
Na realidade, todos nós – no Baptismo e depois no dia da Confirmação – fomos configurados com Cristo para continuar a sua missão salvífica, como instrumentos em suas mãos. Todos estamos chamados a transmitir a boa nova que Ele trouxe à terra.
 
O Espírito Santo foi-nos enviado para que possamos cumprir essa missão. Preparemo-nos desde agora para recebê-lo com fruto cada dia, e de modo especial no próximo Domingo, solenidade de Pentecostes. Decidamo-nos a viver os últimos dias do mês de Maio permanecendo ainda mais perto da Virgem Maria. Quem pode ensinar-nos a rezar melhor que Maria, que acompanhou os Apóstolos nos dias anteriores ao Pentecostes? Como eles, também nós devemos recolher-nos ao redor da nossa Mãe, rezar com Ela e como Ela. Procuremos terminar do melhor modo possível o mês mariano, cuidando especialmente a recitação e contemplação do Santo Rosário e a recitação do Regina Caeli.
 
2.     Dirijo-me agora mais directamente a vós, diáconos, que estais a ponto de converter-vos em sacerdotes. Com palavras do Apóstolo Paulo, que desejo que façais próprias de modo responsável, exorto-vos: Rogo ao Deus de Nosso Senhor Jesus Cristo, o Pai da Glória, que vos dê um espírito de sabedoria que vos revele o conhecimento dele; que ilumine os olhos do vosso coração, para que compreendais a que esperança fostes chamados, como é rica e gloriosa a herança que ele reserva aos santos, e qual a suprema grandeza do seu poder para connosco, que abraçamos a fé (Ef 1, 17-20).
 
O Apóstolo convida-vos a considerar de modo especial três aspectos. Em primeiro lugar, a esperança à qual o Senhor vos chama, que não é outra – e não pode existir um dom maior – que a posse da vida eterna. Com a ordenação presbiteral, de fato, Jesus Cristo chama-vos a ser santos de um modo novo, específico do estado sacerdotal: através do exercício do ministério da Palavra e dos sacramentos, cuidando da vossa vida interior. Esta é a grandeza extraordinária da vossa chamada.
 
Todos fomos convidados – afirma o próprio Jesus Cristo – a ser perfeitos como é perfeito o Pai celestial. São Josemaria escreveu: Não há santidade de segunda categoria: ou existe uma luta constante por estar na graça de Deus e ser conformes a Cristo, nosso Modelo, ou desertamos dessas batalhas divinas. O Senhor convida todos para que cada um se santifique no seu próprio estado. No Opus Dei esta paixão pela santidade - apesar dos erros e misérias individuais - não se diferencia pelo fato de se ser sacerdote ou leigo [1].
 
 
Por outro lado, é indubitável que os sacerdotes estão particularmente obrigados a ser santos. Com palavras do nosso Padre, recordo-vos que a vocação sacerdotal traz consigo a exigência da santidade. Esta santidade não é uma santidade qualquer, uma santidade comum, nem tão somente exímia. È uma santidade heróica [2].
 
Rezemos, pois, pelos novos sacerdotes. Rezemos muito pelo Papa Bento XVI, que tanto confia nas orações dos fiéis. Rezemos pelo seu Cardeal Vigário, pelos Bispos, sacerdotes, diáconos e seminaristas do mundo inteiro. Rezemos para que não faltem nunca ministros de Deus bem preparados, comprometidos totalmente com o serviço às almas.
 
3. O Santo Padre Bento XVI, com a convocação de um Ano Sacerdotal por ocasião do 150º aniversário do falecimento do Santo Cura d’Ars, quis chamar a atenção do povo cristão sobre a necessidade de que haja muitos sacerdotes santos. Como sabeis, o ano sacerdotal começará no próximo 19 de Junho e prolongar-se-á até à mesma data do ano 2010. Todos somos convidados a oferecer, ao longo desses meses, orações e mortificações pela santidade dos sacerdotes.
 
 
Num discurso pronunciado durante uma visita pastoral, Bento XVI assinalou os pontos mais importantes da vida dos sacerdotes: “A fidelidade no exercício do ministério e na vida de oração, a busca da santidade, a entrega total a Deus a serviço dos irmãos e irmãs, gastando vossas vidas e energias, promovendo a justiça, a fraternidade, a solidariedade, a partilha” [3].
 
 
Um sacerdócio assim, vivido um dia após o outro – prosseguia o Santo Padre – “suscita admiração nos fiéis, é fonte de bênçãos para a Comunidade, é a melhor promoção vocacional, é o mais autêntico convite para que outros jovens também respondam positivamente aos apelos do Senhor. É a verdadeira colaboração para a construção do Reino de Deus” [4].
 
Antes de terminar, desejo dirigir umas palavras de agradecimento aos pais e irmãos dos novos sacerdotes, também àqueles que não puderam participar dessa cerimónia. Todos vós colaborastes com Deus para fazer germinar nos vossos parentes a vocação sacerdotal; estai certos de que eles se lembrarão de vós cada dia na celebração do Sacrifício da Missa. Também vós deveis rezar por eles, pela sua fidelidade e pela eficácia do seu ministério.
 
Tornemos ao momento da Ascensão do Senhor e escutemos de novo as suas palavras. Ide por todo o mundo – diz-nos – e pregai o Evangelho a toda criatura (…). Os discípulos partiram e pregaram por toda a parte. O Senhor cooperava com eles e confirmava a sua palavra com os milagres que a acompanhavam. (Mc 16, 15-20).
 
Também nós queremos comportar-nos do mesmo modo, com a protecção da Santíssima Virgem Maria. Assim seja.
 
D. Javier Echevarría – Prelado do Opus Dei
 
 
[1] São Josemaría, Homilia Sacerdote para a eternidade, 13-IV-1973.
[2] São Josemaría (AGP. P01, 1993, p.172).
[3] Bento XVI, Discurso aos sacerdotes no Santuário de Aparecida, Brasil, 12-V-2007.
[4] Ibid.
 
 
(Fonte: site do Opus Dei – Portugal em http://www.opusdei.pt/art.php?p=33995 )
publicado por spedeus às 00:02

Catecismo da Igreja Católica
 
«Ele não é o Deus dos mortos mas dos vivos»
 
«CREIO NA RESSURREIÇÃO DA CARNE»

O Credo cristão — profissão da nossa fé em Deus Pai, Filho e Espírito Santo, e na sua acção criadora, salvadora e santificadora — culmina na proclamação da ressurreição dos mortos no fim dos tempos, e na vida eterna. Nós cremos e esperamos firmemente que, tal como Cristo ressuscitou verdadeiramente dos mortos e vive para sempre, assim também os justos, depois da morte, viverão para sempre com Cristo ressuscitado, e que Ele os ressuscitará no último dia. Tal como a d'Ele, também a nossa ressurreição será obra da Santíssima Trindade. [...] A palavra «carne» designa o homem na sua condição de fraqueza e mortalidade. «Ressurreição da carne» significa que, depois da morte, não haverá somente a vida da alma imortal, mas também os nossos «corpos mortais» (Rom 8, 11) retomarão a vida.
 
Crer na ressurreição dos mortos foi, desde o princípio, um elemento essencial da fé cristã. «A ressurreição dos mortos é a fé dos cristãos: é por crer nela que somos cristãos» (Tertuliano). [...] A ressurreição dos mortos foi revelada progressivamente por Deus ao seu povo. A esperança na ressurreição corporal dos mortos impôs-se como consequência intrínseca da fé num Deus criador do homem todo, alma e corpo. O Criador do céu e da terra é também Aquele que mantém fielmente a sua aliança com Abraão e a sua descendência. É nesta dupla perspectiva que começará a exprimir-se a fé na ressurreição. [...]

Os fariseus e muitos contemporâneos do Senhor esperavam a ressurreição. Jesus ensina-a firmemente. E aos saduceus, que a negavam, responde: «Não andareis vós enganados, ignorando as Escrituras e o poder de Deus?» (Mc 12, 24). A fé na ressurreição assenta na fé em Deus, que «não é um Deus de mortos, mas de vivos» (Mc 12, 27). Mas há mais: Jesus liga a fé na ressurreição à sua própria pessoa: «Eu sou a Ressurreição e a Vida» (Jo 11, 25). É o próprio Jesus que, no último dia, há-de ressuscitar os que n'Ele tiverem acreditado, comido o seu Corpo e bebido o seu Sangue (Jo 6, 40.54).
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

São Marcos 12, 18-27
 
Naquele tempo,
foram ter com Jesus alguns saduceus
que afirmam não haver ressurreição
e perguntaram-lhe:
«Mestre, Moisés deixou-nos escrito:
‘Se morrer a alguém um irmão,
que deixe esposa sem filhos,
esse homem deve casar-se com a viúva,
para dar descendência a seu irmão’.
Ora havia sete irmãos.
O primeiro casou-se e morreu sem deixar descendência.
O segundo casou com a viúva
e também morreu sem deixar descendência.
O mesmo sucedeu ao terceiro.
E nenhum dos sete deixou descendência.
Por fim morreu também a mulher.
Na ressurreição, quando voltarem à vida,
de qual deles será ela esposa?
Porque todos os sete se casaram com ela».
Disse-lhes Jesus: «Não andareis vós enganados,
ignorando as Escrituras e o poder de Deus?
Na verdade, quando ressuscitarem dos mortos,
nem eles se casam, nem elas são dadas em casamento;
mas serão como os Anjos nos Céus.
Quanto à ressurreição dos mortos,
não lestes no Livro de Moisés,
no episódio da sarça ardente,
como Deus disse:
‘Eu sou o Deus de Abraão, o Deus de Isaac e o Deus de Jacob’?
Ele não é Deus de mortos, mas de vivos.
Vós andais muito enganados».
publicado por spedeus às 00:00

02
Jun 09
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Com grande preocupação, o Cardeal Juan Luis Cipriani, Arcebispo de Lima, expressou suas opiniões sobre o relativismo moral que se vive na América Latina e que atinge a Igreja tanto por dentro como por fora.
 
No diálogo com Zenit, ao concluir a visita ad limina apostolorum, que os bispos peruanos realizaram à cidade de Roma, o purpurado referiu-se a temas como a verdadeira vocação do sacerdote e a identidade dos institutos católicos.
 
Também compartilhou como foram estes dez anos de serviço episcopal na Arquidiocese de Lima.
 
– Compartilhe connosco a experiência do encontro que os bispos do Peru tiveram com o Papa Bento XVI no dia 18 de Maio.
 
– Cardeal Juan Cipriani: No Papa encontramos, como sempre, uma grande alegria, uma paz muito grande. Para mim, uma das coisas mais impressionantes é como ele nos confirma na beleza da mensagem de Cristo. Ser claros ao anunciar Cristo tem uma beleza e um entusiasmo que o Papa, nessa juventude de seu espírito, transmitiu-nos. É um pai com um espírito e um entusiasmo muito fresco, apesar de que acabava de voltar da Terra Santa.
 
– Está por concluir o Ano Paulino e os bispos do Peru tiveram a oportunidade de celebrar uma Eucaristia na Basílica de São Paulo Fora dos Muros, em Roma. Que ensinamentos o Apóstolo dos Povos pode dar ao mundo de hoje?
– Cardeal Juan Luis Cipriani: São Paulo é um homem cuja credibilidade está em função de seu martírio. Ele cresce entre os gentios e é uma das colunas da Igreja.
 
Creio que o que hoje está faltando na Igreja é o martírio da fé, esse ter a audácia e a coragem de viver uma fé que nos leva a morrer aos caprichos pessoais, à soberba pessoal, à sensualidade. Deve-nos levar a morrer a esse complexo do relativismo que quer que todas as posições sejam iguais e é preciso vencê-lo. Leva-nos a ter a audácia de propor Cristo vivo e, portanto, viver esse respeito e reverência ao Corpo de Cristo na Eucaristia, recebendo-o de maneira respeitosa, e deixar de lado posições um pouco tíbias e temerosas, que estão fazendo em grandes grupos da Igreja um enorme problema de tibieza, ou seja, a religião como um menu segundo o gosto do consumidor ou como uma ONG preocupada de melhorar o ambiente.
 
Falta-nos o sabor que imprime uma Teresa de Calcutá, um Josemaría Escrivá ou, é claro, um São Paulo. É o caminho do martírio, o caminho da contemplação. Se deixamos de lado a contemplação, essa experiência de encontro com Cristo à qual Bento XVI nos convida em sua primeira Encíclica, para realmente ver com os olhos de Cristo, falar com suas palavras, sofrer com seu sofrimento, se deixamos de lado o martírio e a contemplação, ficamos sem Ressurreição, então a alegria desta fé passa a ser o peso das contradições, o caminho da negociação. Finalmente, a mensagem cristã se dissolve em um simples convite à boa vontade de alguns.
 
Creio que o Papa Bento XVI, como João Paulo II, ambos de diferentes modos, estão convidando todos – cardeais, bispos, sacerdotes, religiosos e, é claro, leigos – a não terem medo a lançar-nos a esse martírio da cruz: a cruz do que não tem medo de afirmar a verdade no trabalho, na política, na economia; o martírio que supõe que o sacerdote celebre a missa respeitando as normas do magistério, que os religiosos, cheios de entusiasmo, leiam uma e mil vezes a vida de seus santos fundadores e não tenham temor dessa entrega sem limites: “Não sou eu quem vivo, é Cristo que vive em mim”. (Gál 2, 20).
 
Por isso, São Paulo leva-nos a uma proposta de conversão que para mim é um convite que tomara que tenhamos a coragem de assumir, porque já estamos bastante satisfeitos de palavras bonitas: precisamos de santos, que caminhando pelas ruas e dirigindo suas famílias, trabalhando nos ofícios mais humildes ou sendo grandes economistas ou políticos, irradiem uma luz tão forte, seu sal seja de tal sabor, que voltemos a ver essa primavera da qual nos falava João Paulo II, de lares, de escolas. Não é uma utopia, é uma possibilidade ao alcance da santidade. Se não tomarmos a decisão de ser santos, não entenderemos a mensagem de São Paulo.
 
– Sobre esse relativismo, essa tibieza da qual nos fala: como o senhor vê isso concretamente na América Latina? 
– Cardeal Juan Luis Cipriani: Fala-se tanto dos direitos humanos, mas logo depois encontramos aquelas crianças mal nutridas, mal acolhidas por seus pais, que não têm o lar que devem ter, aquela escola que não dá o calor, o respeito e o testemunho dos professores. Isso está limitando enormemente os direitos humanos desses jovens e dessas crianças. A legislação deveria respeitar estas crianças, apoiando as famílias numerosas, dando possibilidades de acesso às mães de família quando têm mais filhos, e dessa maneira encontraríamos menos essa enorme quantidade de filhos naturais.
 
Outra maneira bem concreta são os seminários. Nos seminários penso que se estão dando passos interessantes, mas é preciso continuar tendo a coragem de que estes jovens, que estão preparando-se para ser outros Cristos, possam ter o sabor do que é um bom momento de oração diante do Santíssimo, do que são horas de estudo bem programadas, do que é essa autodisciplina para saber distinguir o que é a pornografia na televisão, na Internet, no sistema de mensagens, e assim poder ser pessoas maduras, que saem a serviço dos demais, tendo tido essa liberdade e essa experiência de contemplação e dessas horas de estudo com seriedade. Deve-se promover neles personalidades humanas maduras, que não estejam escondidas, mas que amadureceram para dar-se aos demais e deste modo não sairão às ruas com essa superficialidade na qual falta maturidade de seus afectos, que depois lhes gerará problemas.
 
Em qualquer ambiente que toquemos, poderíamos falar da política. A política deve ser mais coerente com a verdade. Esta crise financeira internacional, como vimos, deve-se principalmente a uma desconfiança por falta de ética e de moral, por abuso. É necessário respeito pelas normas jurídicas, políticas, não abusar da posição que se tem. Evidentemente, todas estas estruturas que tentam unir-nos mais seriam úteis, mas o que fazemos com algumas Nações Unidas de pura estrutura económica vazias de conteúdo ético e moral? E com todas essas organizações internacionais que, buscando unicamente negociações puramente externas, não pretendem criar um clima de uma maior formação moral, espiritual, ética? A tibieza invadiu o sistema mundial e essa tibieza gera espíritos indecisos. Deste modo, os negociadores da armadilha e da mentira, os poderosos da corrupção, têm êxito. É forte o que digo, mas não creio que o espaço onde estamos tenha um remédio fácil. Creio que temos de aplicar-lhe um remédio mais forte.
 
– Os problemas que o senhor menciona, como acha que tocam a realidade eclesial na América Latina?
 
– Cardeal Juan Luis Cipriani: Eu penso que há algo que está muito dentro do ser humano: o afã de ostentação, a vaidade. Quando o responsável, seja ele sacerdote ou bispo, ao invés de ser um servidor, um tapete para que seus irmãos pisem, o último dos servidores..., pensa que o cargo que possui lhe permite alguns benefícios, algumas comodidades; então, lamentavelmente, essa escola de vaidade, de superficialidade, converte-se em um caminho que não funciona. Muitas vezes se vê que quem está à frente de uma instituição ou responsabilidade, mais do que servir os demais, serve-se deles. Penso que muitas vezes estas acções têm uma etiqueta de ajuda ao próximo, mas por trás têm um conteúdo ideológico-político, como qualquer outra alternativa de outro grupo.
 
Nós, sacerdotes, não podemos servir-nos da Igreja para fazer um teatro e depois deixar a Igreja muito mal, com uma hipocrisia e um cinismo que realmente vai sendo cada dia mais  pavoroso. Isso conserta-se com um pouquinho mais de autoridade e de respeito às normas estabelecidas.
 
Sei que algum grupo poderia dizer: “isso parece um autoritarismo medieval”. Não, deve-se perder o medo dessas críticas ladinas. Todo ser humano requer apoio e orientação de alguém, tem necessidade de exemplo e liderança. Em toda instituição há algumas normas e quem não as cumpre vai embora da instituição. Eu creio que está faltando em muitos níveis da Igreja uma maior autoridade e uma maior obediência. E creio que isso não é nem medieval, nem moderno, nem pós-moderno. Assim foi desde Adão e Eva e assim será até o final dos séculos.
 
– A América Latina viveu nos últimos meses os escândalos do presidente do Paraguai, Fernando Lugo, que reconheceu a paternidade quando ainda era bispo, e do Pe. Alberto Cutié. Ambos deram muito o que falar sobre o celibato sacerdotal. Por que os sacerdotes vivem este conselho evangélico?
 
– Cardeal Juan Luis Cipriani: A encíclica Deus Caritas Est diz tudo. Eu creio que não devemos falar só destes dois casos, do celibato, mas do amor humano em geral. O Papa explica-nos com muito detalhe como esse amor, que inicia nesse movimento do eros, converte-se em um ágape. Já não é o impulso do sexo que está posto por Deus na natureza humana, mas esse impulso se purifica e se converte em entrega ao outro, no ágape.
 
O amor já não é somente o impulso de um, mas a entrega e o encontro de dois, que faz que sejam uma nova criatura, que é o amor. O Santo Padre diz-nos que, no Novo Testamento, quase sempre se utiliza a palavra ágape. O Papa começa a explicar-nos o que é o amor dizendo-nos: “o amor nasce na cruz”, porque  “tanto amou Deus o mundo, que nos enviou a seu filho unigénito para que, morrendo na cruz, nos redimisse”. É Deus quem o define, de uma maneira muito clara, não só com palavras, mas com o envio de seu Filho. Portanto, no mundo de hoje, ao não querer aceitar a dor, o sacrifício que leva à vida, mata-se o amor, e o que resta? Fica a possessão sexual. Amputou-se por temor, por covardia, por tibieza, a capacidade de sofrimento, porque só se busca o êxito e o prazer. Matamos a planta que surge da dor, que é o amor e, portanto, em muitas relações humanas, familiares, dá-se uma relação totalmente material, na qual praticamente a integridade da pessoa não está comprometida. Quando esse materialismo se apropria das relações humanas, então o homem e a mulher convertem-se em objectos de uma experiência sexual mais ou menos ilustrada e, portanto, essa experiência perde sua estabilidade, vai e vem, não produz essa alegria da entrega, porque não sai da dor nem do sacrifício e, quando se apresenta uma enfermidade ou um problema económico, uma discussão, rompe-se os matrimónios do mesmo modo que ocorre com estes casos, como Lugo ou o Pe. Cutié, que no momento de sentir um sacrifício superior às suas forças, rompem a palavra dada.
 
Aos sacerdotes pede-se essa castidade que se pede também ao matrimónio. Há uma castidade conjugal e há uma castidade no celibato. Quem sabe amar e quem tem a experiência de um amor matrimonial saudável e estável sabe de que estou falando. É o mesmo que a Igreja oferece a quem entrega tudo por amor a Deus. Não é menor nem é mais difícil, mas o produto desse amor hoje está escasso e, portanto, em um mundo materialista e um pouco hedonista, é difícil explicar o celibato, que é um tesouro da Igreja. Por este motivo, se quer converter esse tesouro em barro, porque quem tem os olhos sujos, não distingue nem a verdade, nem o amor, nem a beleza.
 
– Continuando com os temas de actualidade, vemos como, em 17 de Maio passado, a Universidade de Notre Dame nos Estados Unidos condecorou o presidente Barack Obama, apesar de suas políticas contrárias à vida humana. As universidades católicas estão renegando sua fé?
 
– Cardeal Juan Luis Cipriani: Eu creio que é necessário voltar às fontes. A identidade católica não é propriedade de uma universidade, nem do reitor, nem do ministro de educação. A identidade católica está acreditada pela Igreja Católica. O que não se pode e não se faz em nenhuma instituição é dizer “este é um carro Toyota”, se a fábrica Toyota não lhe põe a marca.
 
Creio eu que é necessário um pouco de clareza e de autoridade. De clareza por parte dos que são responsáveis para poder dizer: “se você não quer, deixe de ser católico”. Mas o que não podemos é vender um produto desgastado. Pensar que os pais e os filhos vão a uma universidade que tem o letreiro de “católica” e que depois ensina o contrário à fé é uma confusão e um abuso. Creio que a Igreja tem o dever de chamar as coisas pelo nome.
 
O que não me parece bem é que haja um presidente dos Estados Unidos, com todo o respeito que merece o Senhor Obama, que vá a uma universidade católica para explicar aos católicos o que é ser católico e, no seu discurso, faça toda uma aula de teologia vazia, cheia de relativismo, muito perigosa, convocando os dissidentes da Igreja Católica. É uma vergonha.
 
Penso que os bispos norte-americanos reagiram com bastante honradez, ainda que nem todos. Eu não sou partidário da polémica e da confrontação. Mas parece uma provocação prestar uma homenagem católica a um presidente que nos primeiros cem dias impulsionou o aborto, os casamentos gays, as pesquisas com células-tronco embrionárias e toda uma agenda anti-vida. Não me parece que seja a pessoa mais adequada para receber um reconhecimento da universidade de Notre Dame, que, aliás, há muitos anos está nesta grande confusão.
 
Em todos os tempos a tivemos, não pensemos que a Igreja começa connosco. Isto é muito antigo. Mas, qual é a diferença? Que antes, quem dissentia, ia embora da Igreja; hoje fica dentro e isto me parece que requer de nós, por amor à Igreja, um pouco mais de firmeza. Olhemos algumas destas situações diante de Jesus, na Eucaristia e na cruz, e digamos: “Senhor, isto é como em teus tempos, nem mais nem menos. Mas como respondiam teus discípulos? Primeiro com temor, logo com dor e depois com martírio. Pois se estes são os tempos; aqui estamos, Senhor, para que, por amor a ti e à Igreja, ao teu corpo místico, tenhamos a coragem de defendê-la até o final”.
 
Por exemplo, vemos com que clareza e amor à verdade o Papa Bento XVI voltou da Terra Santa. Com que alegria, com que clareza abordou todos os temas que pareciam difíceis, do ponto de vista político, mas ele os tratou do ponto de vista do que quer um peregrino da paz, um Vigário de Cristo. Cada vez o amam mais, cada vez é um líder que ilumina mais este mundo que está na escuridão.
 
– Como o senhor acha que este problema atinge as universidades católicas na América Latina?
 
– Cardeal Juan Luis Cipriani: As universidades e as escolas e até as equipas de futebol reflectem o que ocorre na sociedade. Pode haver uma universidade que tenha uma proposta luterana, marxista ou pagã, mas deixemos que haja também uma universidade com a proposta católica. Esta está muito bem definida por João Paulo II em muitos de seus escritos e o condensou na constituição apostólica Ex code ecclesiae. Portanto, não é de nenhuma maneira uma limitação à autonomia universitária, não confundamos a autonomia que tantas vezes foi a resposta ao controlo estatal.
 
Mas toda ciência tem a limitação de seu próprio método científico e, portanto, com os métodos da filosofia eu não posso fazer bioquímica. Com os métodos da teologia eu não posso fazer física. A proposta católica, que é uma contribuição à sociedade e ao progresso, simplesmente pede nesse espaço que se lhe permita em sua integridade ser oferecida a todos os alunos. Nessa integridade católica, logicamente, creio eu que não é nenhum problema nem a liberdade de cátedra, nem a autonomia. Não vai ser um projecto confessional, no sentido de fechado, porque então a universidade fracassaria e as universidades católicas não fracassaram. Foram pioneiras em muitas partes do mundo.
 
Compreendo que a situação reflecte este relativismo de pensamento e que muita gente, em nome da tolerância, é muito intolerante. Exigem tolerância, como ordinário do lugar, e contudo não toleram a proposta católica que a Igreja propõe. Então, temos de ser um pouco mais sinceros. A verdade é algo que é doloroso, a verdade cansa, constrói, enche de esperança, de fé e de alegria e creio que devemos redescobri-la.
 
Estamos num mundo no qual as comunicações trazem a possibilidade da transparência. Pois que essa transparência permita que se veja a verdade.
 
Creio eu que são momentos em que se deve ter uma enorme proximidade com o Senhor, deve-se ter paixão pelo tempo que nos coube viver, e não temor; deve-se buscar no fundo do coração das pessoas essa semente de bondade que todos temos, mas não fazê-lo pela via de uma negociação política ou de um intercâmbio de poderes, como um intercâmbio de equilíbrios ou como uma complicação ideológica. É muito mais sério. Levemos mais a sério a pessoa humana, a família, Deus criador, Deus feito homem, nossa mãe Santa Maria, no que representa para a maternidade de uma mulher.
 
 
(Fonte: Zenit com adaptação ortográfica de JPR)
publicado por spedeus às 20:10

O Papa Bento XVI manifestou nesta terça-feira o seu pesar pelo desastre do avião da Air France, ocorrido na madrugada de segunda-feira.
 
Assinado pelo Card. Secretário de Estado Tarcisio Bertone, o telegrama é endereçado ao núncio apostólico na França, D. Fortunato Baldelli.
 
"Informado da catástrofe do avião que ia do Rio de Janeiro para Paris, o Santo Padre exprime as suas vivas condolências aos familiares das vítimas e a sua solidariedade a todos o que foram tocados pelo drama. Recomenda os mortos à misericórdia divina, suplicando ao Todo-Poderoso que os acolha na sua paz e na sua luz. Pedindo a Deus que conforte todas as pessoas duramente provadas, para que encontrem ajuda nas suas necessidades nestas horas de dor, o Santo Padre concede a todas as pessoas atingidas por esta tragédia a sua Bênção Apostólica".
 
O voo AF 447 descolou do Rio de Janeiro no domingo à noite com destino à capital francesa, mas desapareceu quando sobrevoava o Atlântico com 216 passageiros e 12 tripulantes.As pessoas a bordo da aeronave pertenciam a 31 nacionalidades.
 
O Comando da Aeronáutica brasileira informou que foram avistados, esta terça-feira, a 650 quilómetros a Nordeste do arquipélago Fernando de Noronha, materiais metálicos e não metálicos que podem ser os destroços do Airbus A-330 da Air France.
 
 
(Fonte: site Radio Vaticana)

publicado por spedeus às 19:31

Cumprimenta uma senhora que se comove, durante a sua viagem ao México. Foi uma viagem de catequese que lhe permitiu estar com mais de 20 000 pessoas de condições muito variadas, a quem transmitiu a mensagem da fé, da santificação da vida corrente, de intimidade com Deus no mundo, própria do Opus Dei. Em Sulco escreve: Nem todos podem chegar a ser ricos, sábios, famosos... Mas todos - sim, todos! - somos chamados a ser santos.
 
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1827 )
publicado por spedeus às 08:22

EXCERTOS DO CAPÍTULO  Alguns pontos fulcrais no actual debate cultural e político

 

DOCUMENTO: Nota Doutrinal sobre algumas questões relativas à participação e comportamento dos católicos na vida política

 

AUTORIA:      Congregação para a Doutrina da Fé

 

DATA:              24 de Novembro de 2002

 

ASSINADO:    Card. Joseph Ratzinger e D. Tarcisio Bertone
 

Ler documento completo AQUI 

 

(...) A consciência cristã bem formada não permite a ninguém favorecer, com o próprio voto, a actuação de um programa político ou de uma só lei, onde os conteúdos fundamentais da fé e da moral sejam subvertidos com a apresentação de propostas alternativas ou contrárias aos mesmos.
 
Uma vez que a fé constitui como que uma unidade indivisível, não é lógico isolar um só dos seus conteúdos em prejuízo da totalidade da doutrina católica.
 
Não basta o empenho político em favor de um aspecto isolado da doutrina social da Igreja para esgotar a responsabilidade pelo bem comum. Nem um católico pode pensar em delegar a outros o empenho que, como cristão, lhe vem do evangelho de Jesus Cristo de anunciar e realizar a verdade sobre o homem e o mundo. 
 
Quando a acção política se confronta com princípios morais que não admitem abdicações, excepções ou compromissos de qualquer espécie, é então que o empenho dos católicos se torna mais evidente e grávido de responsabilidade. Perante essas exigências éticas fundamentais e irrenunciáveis, os crentes têm, efectivamente, de saber que está em jogo a essência da ordem moral, que diz respeito ao bem integral da pessoa. 
 
º É o caso das leis civis em matéria de aborto e de eutanásia (a não confundir com a renúncia ao excesso terapêutico, legítimo, mesmo sob o ponto de vista moral), que devem tutelar o direito primário à vida, desde o seu concebimento até ao seu termo natural.  
 
º Do mesmo modo, há que afirmar o dever de respeitar e proteger os direitos do embrião humano.
 
º Analogamente, devem ser salvaguardadas a tutela e promoção da família, fundada no matrimónio monogâmico entre pessoas de sexo diferente e protegida na sua unidade e estabilidade, perante as leis modernas em matéria de divórcio: não se pode, de maneira nenhuma, pôr juridicamente no mesmo plano com a família outras formas de convivência, nem estas podem receber, como tais, um reconhecimento legal.
 
º Igualmente, a garantia da liberdade de educação, que os pais têm em relação aos próprios filhos, é um direito inalienável, aliás reconhecido nas Declarações internacionais dos direitos humanos.
 
º No mesmo plano, devem incluir-se a tutela social dos menores e a libertação das vítimas das modernas formas de escravidão (pense-se, por exemplo, na droga e na exploração da prostituição).
 
º Não podem ficar fora deste elenco o direito à liberdade religiosa e o progresso para uma economia que esteja ao serviço da pessoa e do bem comum, no respeito da justiça social, do princípio da solidariedade humana e do de subsidariedade, segundo o qual “os direitos das pessoas, das famílias e dos grupos, e o seu exercício têm de ser reconhecidos”.
 
º Como não incluir, enfim, nesta exemplificação, o grande tema da paz? Uma visão irénica e ideológica tende, por vezes, a secularizar o valor da paz; noutros casos, cede-se a um juízo ético sumário, esquecendo a complexidade das razões em questão. A paz é sempre “fruto da justiça e efeito da caridade”; exige a recusa radical e absoluta da violência e do terrorismo e requer um empenho constante e vigilante da parte de quem está investido da responsabilidade política. 
 
 

Agradecimento: “É o Carteiro!”

publicado por spedeus às 00:04

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O Colégio Universitário Montes Claros fica mesmo ao lado do Oratório S. Josemaría

publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:02

S. Pedro Crisólogo (c. 406-450), Bispo de Ravena, Doutor da Igreja
 
Em Cristo Deus fez-nos passar da Sua imagem à Sua semelhança (Gn 1, 27)
 
Porque te desprezas tanto, homem, sendo tão precioso para Deus? Porque te desonras tu a tal ponto, quando Deus te honra pelo nascimento de Cristo na nossa carne? Porque procuras como foste feito, e não averiguas com que objectivo estás feito? Esta morada do mundo que vês não foi, toda ela, feita para ti? É para ti que a luz se espalha e dissipa as trevas, foi para ti que a noite foi regulada, para ti que o dia foi medido; para ti que o céu irradia esplendores distintos do sol, da lua e das estrelas; para ti que a terra está matizada de flores, de árvores e de frutos; para ti que esta multidão surpreendente de animais foi criada, no ar, nos campos, na água tão bela, para que uma triste solidão não estragasse a alegria do mundo novo. [...]

Além disso, o Criador procura o que pode acrescentar à tua dignidade; Ele deposita em ti a Sua imagem (Gn 1, 27), a fim de que esta imagem visível torne presente sobre a terra o Criador invisível, e confia-te a gestão dos bens terrenos, para que um tão vasto domínio não escape ao representante do Senhor. [...] E o que Deus fez em ti pelo Seu poder, teve a bondade de o assumir em Si mesmo; Ele quis manifestar-Se verdadeiramente no homem em quem, até então, tinha aparecido apenas em imagem. Ele concedeu ao homem ser realmente o que anteriormente era apenas por uma simples semelhança. [...] Cristo nasceu portanto para conferir toda a Sua integridade à natureza deteriorada.
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)

publicado por spedeus às 00:01

São Marcos 12, 13-17
 
Naquele tempo,
foram enviados a Jesus alguns fariseus e partidários de Herodes
para O surpreenderem no que dissesse.
Aproximaram-se e disseram:
«Mestre, sabemos que és sincero
e não Te deixas influenciar por ninguém,
pois não fazes acepção de pessoas,
mas ensinas com sinceridade o caminho de Deus.
É lícito ou não pagar o tributo a César?
Devemos pagar ou não?».
Mas Jesus, conhecendo a sua hipocrisia, respondeu-lhes:
«Porque Me armais esse laço?
Trazei-Me um denário para Eu ver».
Eles trouxeram-no e Jesus perguntou-lhes:
«De quem é esta imagem e esta inscrição?».
Eles responderam: "De César».
Então Jesus disse-lhes:
«Dai a César o que é de César
e a Deus o que é de Deus».
E eles ficaram muito admirados com Jesus.
publicado por spedeus às 00:00

01
Jun 09

Vídeo em espanhol
 
Bento XVI recebeu em audiência no Vaticano o Presidente da Ucrânia Viktor Yuschenko. Sucessivamente o mesmo Chefe de Estado, acompanhado pelo Ministro dos Negócios Estrangeiros, o Cardeal Secretario de Estado, Tarcisio Bertone, e o arcebispo Dominique Mamberti, Secretário para as Relações com os Estados.
 
Durante os colóquios cordiais falou-se da situação internacional. A nível bilateral foram evocadas com comprazimento as boas relações existentes entre a Ucrânia e a Santa Sé, bem como algumas perspectivas de aprofundamento da colaboração em âmbito cultural e social. Manifestando a vontade de encontrar soluções justas para as questões ainda abertas entre o estado e a Igreja, não se deixou de relevar o contributo oferecido também pela Igreja católica á sociedade ucraniana para a educação aos valores cristãos e á sua difusão e a importância do diálogo entre os cristãos para promover a unidade, no respeito de todos e em ordem a uma convivência pacifica
 
 
(Fonte: site Radio Vaticana, título da responsabilidade de JPR)

publicado por spedeus às 17:46

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Campanha do Banco Alimentar de 30 e 31 de Maio superou números de acções anteriores
 
O Banco Alimentar contra a fome conseguiu angariar 1935 toneladas de alimentos na campanha que decorreu este fim-de-semana, 30 e 31 de Maio.
 
O resultado mostra uma "extraordinária adesão a esta acção", apesar do clima de "profunda crise económica". Os portugueses "voltaram a fazer prova da sua tradicional solidariedade, continuamente patenteada de forma inquestionável desde que o Banco Alimentar Contra a Fome iniciou actividade", explica um comunicado.
 
A recolha de alimentos teve um aumento de 18% face a Maio de 2008. Em Dezembro de 2008 a recolha atingiu 1905 toneladas.
 
O Banco Alimentar sublinha que "numa altura em que a união de esforços é mais do que nunca necessária e em que um pequeno gesto de cada um faz mais sentido, os resultados desta campanha mostram que os portugueses respondem positivamente aos apelos de acções mobilizadores e credíveis".
 
A campanha decorreu em 1219 superfícies comerciais das zonas de Abrantes, Algarve, Aveiro, Braga, Coimbra, Cova da Beira, Évora e Beja, Leiria-Fátima, Lisboa, Oeste, Portalegre, Porto, Santarém, Setúbal e S. Miguel.
 
A campanha do fim-de-semana contou com 23 mil voluntários que se disponibilizaram para a recolha nos estabelecimentos comerciais e também nos armazéns do Banco Alimentar, procedendo para isso ao transporte, pesagem e separação dos produtos.
 
Os géneros alimentares recolhidos serão distribuídos a partir da próxima semana a mais de 1600 Instituições de Solidariedade Social que os entrega, a cerca de 250 mil pessoas com carências alimentares comprovadas, sob a forma de cabazes ou de refeições confeccionadas.
 
Ao longo da próxima semana, até 7 de Junho, haverá ainda a possibilidade de contribuir para os Bancos Alimentares Contra a Fome através da Campanha «Ajuda Vale», presente em alguns supermercados. Através desta ajuda pode comprar ainda produtos alimentares que serão posteriormente entregues nos armazéns do Banco Alimentar.
 
O primeiro Banco Alimentar Contra a Fome nasceu em Portugal em 1992, seguindo o modelo dos "Food Banks" norte americanos, à altura já implantado na Europa, em França e na Bélgica.
 
Estão actualmente em actividade no território nacional 15 Bancos Alimentares, congregados na Federação Portuguesa dos Bancos Alimentares, com o objectivo comum de ajudar as pessoas carenciadas, pela doação e partilha.
 
Existem 282 Bancos Alimentares operacionais na Europa, que em 2008 distribuíram 294.500 toneladas de produtos a 4,5 milhões de pessoas, através de 27.000 associações (www.eurofoodbank.org).
 
Nacional | Agência Ecclesia | 2009-06-01 | 10:40:09 | 3007 Caracteres | Solidariedade
 
 
(Fonte: site Agência Ecclesia)
publicado por spedeus às 13:44

Cheias no Norte do país provocaram milhares de desalojados
 
A Cáritas do Brasil apela a donativos para ajudar a população que sofre com as cheias que desalojaram mais de cerca de 400 mil pessoas e provocaram a morte a 42 neste país sul americano.
 
Semanas de chuvas deixaram as áreas do Norte do Brasil submersas, afectando a vida de oito milhões de pessoas em oito Estados.
 
A Conferência Episcopal do Brasil enviou uma carta às paróquias e dioceses para angariarem fundos para ajudar a população afectada. Vários voluntários serão mobilizados para a angariação de fundos.
 
A Cáritas quer providenciar cobertores, colchões, roupas, água e alimentos. Os membros das Cáritas locais começaram a recolher ajuda entre as comunidades para ajudar as pessoas que perderam as suas casas e todas as suas posses.
 
O Ceará é o estado que foi mais afectado. Mais de 244 mil pessoas foram afectadas pelas cheias.
 
As chuvas provocaram desabamento de terras e cortou a rede de transportes, levando alguns estados a declarar estado de emergência. Algumas áreas estão sem água e electricidade.
 
O Norte do país é a região mais árida. As chuvas no estado do Pará são consideradas as piores da história.
 
No final de 2008, as chuvas no sul do país provocaram a morte de mais de 100 pessoas.
 
Internacional | Lígia Silveira | 2009-06-01 | 12:37:51 | 1505 Caracteres | Brasil, Cáritas
 
  
(Fonte: site Agência Ecclesia)

publicado por spedeus às 13:37

Vídeo em espanhol

 

publicado por spedeus às 11:41

A Educação Sexual nas escolas merece a sua aprovação?
Merece com duas condicionantes: que não seja obrigatória e que não seja a partir de uma idade muito tenra. Obrigatória a partir dos 9 anos, estou contra.
 
E a distribuição de preservativos?
Todo esse tipo de coisas deve ser facultativo. Acho um erro, do ponto de vista de valores da sociedade, que retiremos à família o papel que deve desempenhar. Ser o Estado que se intromete a regular e a estabelecer quais são as orientações de educação que cada um quer dar ao seu filho, acho profundamente errado.
 
O Estado não pode ignorar que somos o segundo país da Europa com a mais alta taxa de adolescentes grávidas.
E os pais também não podem esquecer isso. Os pais que não queiram que os seus filhos sejam iniciados nos conhecimentos sobre educação sexual sem ser por eles próprios estão no seu direito de o fazer. Não podem os alunos obrigatoriamente fazer isso na escola através de professores que podem não ser aqueles que orientam as coisas da forma que os pais querem.
 
 
(Fonte: http://jn.sapo.pt/PaginaInicial/Nacional/Interior.aspx?content_id=1249190 )
 
 
Agradecimento: “É o Carteiro!”
publicado por spedeus às 10:28

Anota: “O trabalho esgota o teu corpo, e não podes fazer oração. – Estás sempre na presença do teu Pai. Se não falas com Ele, olha para Ele de vez em quando, como um pequenino… e Ele sorrir-te-á”.


(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1826 )
publicado por spedeus às 08:52

Este vídeo já foi publicado no blogue em finais de Junho de 2008, mas pela sua qualidade sobretudo nos seus últimos 4 minutios e 40 segundo "Adão & Eva" entendeu-se como interessante a sua repetição.

 

(JPR)

publicado por spedeus às 00:02

Santa Catarina de Siena (1347-1380), leiga da Ordem Terceira de S. Domingos, Doutora da Igreja, co-Padroeira da Europa
 
O dono da vinha
 
[Santa Catarina ouviu Deus dizer-lhe]: «Toda a criatura dotada de razão possui em si uma vinha, que é a vinha da alma. A vontade, pelo livre arbítrio, é o obreiro dessa vinha durante o tempo da vida; passado esse tempo, já ela não pode ali fazer mais nenhum trabalho, bom ou mau, mas, durante a vida, pode cultivar a sua vinha, vinha para a qual Eu a enviei. Esse obreiro da alma recebeu de Mim uma força tal, que não há demónio ou criatura alguma que lha possa tirar, se a estes se opuser.  Foi no baptismo que recebeu essa força e ao mesmo tempo o gládio do amor pela virtude e do ódio ao pecado. Foi por esse amor e esse ódio, pelo amor por vós e pelo ódio ao pecado, que morreu o Meu Filho unigénito, por vós derramando todo o Seu sangue. E é este amor pela virtude e este ódio ao pecado que vós encontrais no santo baptismo, que vos dá vida pela força do seu sangue [...].
 
 
«Arrancai pois os espinhos dos pecados mortais e plantai as virtudes [...], praticai a contrição, tende  desgosto pelo pecado e amor à  virtude; recebereis então os frutos do sangue do Meu Filho. Não podereis recebê-los se não vos dispuserdes a tornar-vos bons ramos unidos ao tronco da videira, o Meu Filho, que disse: "Eu sou a videira verdadeira, o meu pai é o agricultor, e vós, os ramos" (Jo 15, 1.5).
 
«Esta é a verdade. Sou Eu o verdadeiro agricultor, pois toda a coisa que possui ser veio e vem de mim. O Meu poder é insondável e pelo Meu poder e força governo todo o universo, pois nada é feito nem ordenado sem ser por Mim. Sim, sou o agricultor; fui Eu Quem plantou a verdadeira videira, o meu Filho unigénito, na terra da vossa humanidade, para que vós, que sois ramos unidos a esta videira, deis fruto».
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

São Marcos 12, 1-12
 
Naquele tempo,
Jesus começou a falar em parábolas
aos príncipes dos sacerdotes, aos escribas e aos anciãos:
«Um homem plantou uma vinha.
Cercou-a com uma sebe, construiu um lagar e ergueu uma torre.
Depois arrendou-a a uns vinhateiros e partiu para longe.
Quando chegou o tempo,
enviou um servo aos vinhateiros
para receber deles uma parte dos frutos da vinha.
Os vinhateiros apoderaram-se do servo,
espancaram-no e mandaram-no sem nada.
Enviou-lhes de novo outro servo.
Também lhe bateram na cabeça e insultaram-no.
Enviou-lhes ainda outro, que eles mataram.
Enviou-lhes muitos mais
e eles espancaram uns e mataram outros.
O homem tinha ainda alguém para enviar: o seu querido filho;
e enviou-o por último, dizendo consigo:
«Respeitarão o meu filho».
Mas aqueles vinhateiros disseram entre si:
«Este é o herdeiro.
Vamos matá-lo e a herança será nossa».
Apoderaram-se dele, mataram-no e lançaram-no fora da vinha.
Que fará então o dono da vinha?
Virá ele próprio para exterminar os vinhateiros
e entregará a outros a sua vinha.
Não lestes esta passagem da Escritura:
‘A pedra rejeitada pelos construtores
tornou-se pedra angular.
Isto veio do Senhor e é admirável aos nossos olhos’?».
Procuraram então prender Jesus,
pois compreenderam que tinha dito para eles a parábola.
Mas tiveram receio da multidão
e por isso deixaram-n’O e foram-se embora.
publicado por spedeus às 00:00

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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