«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

25
Jul 09
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D. António Vitalino lembra crise que afecta o país, com situações de pobreza e desemprego
 
O Bispo de Beja, D. António Vitalino, manifestou-se contra os gastos excessivos nas gestas religiosas do Verão, lembrando que o país atravessa uma grave crise económica.
 
"Há festas em que os espectáculos de luxo e caros, o fogo-de-artifício, as decorações e arruados são um atentado contra quem vive no limiar da pobreza e precisa de apoio social", atira.
 
Na sua nota semanal para a "Rádio Pax", o prelado sublinha que, no dia-a-dia, "fala-se de crise económica, de desemprego, mas nas festas parece o contrário, ou então procura-se uma compensação através da distracção e pelo esquecimento".
 
Segundo o Bispo de Beja, "em quase todas estas festas há também alguns actos religiosos, por vezes mal inseridos nos programas altamente profanos. E ai do padre que não alinhe, mesmo que nem sempre as comissões de festas neles marquem presença".
 
D. António Vitalino não deixa de reconhecer os aspectos positivos das "festas religiosas e populares, que por toda a parte acontecem, mesmo nas aldeias e lugares mais desertificados, e que por essa ocasião se enchem de pessoas, muitas emigradas para outros meios mais populosos e mais favoráveis no mercado de trabalho e na existência de instituições culturais, sanitárias e sociais e que por esta altura voltam às terras das suas raízes".
 
"Em tudo isto há algo de positivo, que convém aproveitar, purificando-o de muitas conotações contrárias. O povo sente que a festa precisa de alguma motivação mais profunda e, geralmente, liga-a ao religioso, aos santos padroeiros, que querem ver nas ruas da terra em longas procissões e não esquecidos nos altares e nichos das igrejas e capelas", defende.
 
Nacional | Octávio Carmo | 2009-07-25 | 13:46:41 | 2025 Caracteres | Diocese de Beja
 
(Fonte: site Agência Ecclesia)

publicado por spedeus às 16:30

publicado por spedeus às 15:00

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Em Les Combes o Papa efectuou neste sábado uma visita médica depois de ter fracturado o punho direito há mais de uma semana.
 
Para o efeito foi levado para a residência papal, desde o hospital de Aosta, um aparelho radiológico portátil que permitiu realizar um exame de controlo que deu óptimos resultados como adiantou o director da Sala de Imprensa da Santa Sé Padre Federico Lombardi.Neste Domingo, em Les Combes, são esperadas mais de 5 mil pessoas para juntamente com o Papa recitarem a oração mariana do Angelus.
 
 
(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 14:37

Santo Hilário (c. 315-367), Bispo de Poitiers e Doutor da Igreja
Comentário ao Evangelho de S. Mateus, 14, 11; PL 9, 999 (a partir da trad. Matthieu commenté, DDB 1985, p. 98 rev.; cf SC 258, p. 23)
 
«Este é na verdade o Profeta que devia vir ao mundo!»
 
Os discípulos dizem que têm apenas cinco pães e dois peixes. Os cinco pães significavam que estavam ainda submetidos aos cinco livros da Lei, e os dois peixes que eram alimentados pelos ensinamentos dos profetas e de João Baptista. [...] Eis o que os apóstolos tinham para oferecer em primeiro lugar, uma vez que ainda se encontravam ali; e foi dali que partiu a pregação do Evangelho. [...]
 
O Senhor tomou os pães e os peixes. Ergueu os olhos ao céu, abençoou-os e partiu-os. Dava graças ao Pai por estar encarregado de os alimentar com a Boa Nova, após os séculos da Lei e dos profetas. [...] Os pães também são dados aos apóstolos: era por eles que os dons da graça divina deviam ser espalhados. Em seguida, as pessoas são alimentadas com os cinco pães e os dois peixes. Uma vez saciados os convivas, os bocados de pão e de peixe que sobejaram eram de tal forma abundantes que encheram doze cestos. Isto significa que a multidão fica saciada com a palavra de Deus, que provém do ensinamento da Lei e dos profetas. É a abundância do poder divino, reservado para os povos pagãos, que transborda na sequência do serviço do alimento eterno. Ela realiza uma plenitude, a do número doze, como o número dos apóstolos. Ora acontece que o número dos que comeram é o mesmo que o dos crentes vindouros: cinco mil homens (Mt 14, 21; Act 4, 4).
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 12:01

São João 6, 1-15
 
Naquele tempo,
Jesus partiu para o outro lado do mar da Galileia,
ou de Tiberíades.
Seguia-O numerosa multidão,
por ver os milagres que Ele realizava nos doentes.
Jesus subiu a um monte
e sentou-Se aí com os seus discípulos.
Estava próxima a Páscoa, a festa dos judeus.
Erguendo os olhos
e vendo que uma grande multidão vinha ao seu encontro,
Jesus disse a Filipe:
«Onde havemos de comprar pão para lhes dar de comer?»
Dizia isto para o experimentar,
pois Ele bem sabia o que ia fazer.
Respondeu-Lhe Filipe:
«Duzentos denários de pão não chegam
para dar um bocadinho a cada um».
Disse-Lhe um dos discípulos, André, irmão de Simão Pedro:
«Está aqui um rapazito
que tem cinco pães de cevada e dois peixes.
Mas que é isso para tanta gente?»
Jesus respondeu: «Mandai sentar essa gente».
Havia muita erva naquele lugar
e os homens sentaram-se em número de uns cinco mil.
Então, Jesus tomou os pães, deu graças
e distribuiu-os aos que estavam sentados,
fazendo o mesmo com os peixes;
e comeram quanto quiseram.
Quando ficaram saciados,
Jesus disse aos discípulos:
«Recolhei os bocados que sobraram,
para que nada se perca».
Recolheram-nos e encheram doze cestos
com os bocados dos cinco pães de cevada
que sobraram aos que tinham comido.
Quando viram o milagre que Jesus fizera,
aqueles homens começaram a dizer:
«Este é, na verdade, o Profeta que estava para vir ao mundo».
Mas Jesus, sabendo que viriam buscá-l’O para O fazerem rei,
retirou-Se novamente, sozinho, para o monte.
publicado por spedeus às 12:00

Um tesouro do qual a Igreja não pode privar os netos
 
No dia 26 de Julho, a Igreja Católica celebra a memória de São Joaquim e Santa Ana, pais de Nossa Senhora e avós de Jesus, motivo pelo qual a Conferência Episcopal Argentina, através da Área de Idosos do Secretariado Nacional, promove o costume de comemorar e homenagear neste dia os avôs e avós. 
 
O organismo episcopal motiva este esforço no magistério do Papa, que vê nos avós um tesouro do qual os netos não podem ser privados, assim como na pastoral que o Conselho Pontifício para a Família vem impulsionando nestes últimos anos. 
 
Este organismo Vaticano dedicou precisamente o ano passado aos avós, na sua 18ª Assembleia Plenária, com o tema: “Avós: seu testemunho e presença na família”. 
 
O encontro pretendeu sublinhar o papel de coesão, de apoio e sustento aos netos, de mediação nas relações entre cônjuges e nas relações entre pais e filhos, desempenhado pela geração mais idosa dentro do núcleo familiar. 
 
No discurso que Bento XVI dirigiu aos participantes da assembleia, no dia 5 de Abril, pediu que se promovesse o acolhimento dos avós, definindo-os como “um tesouro que não podemos tirar às novas gerações, sobretudo quando dão testemunho de fé”. 

O Papa recordou que “a Igreja sempre teve em relação aos avós uma atenção particular, reconhecendo-lhes uma grande riqueza sob o perfil humano e social, assim como sob o religioso e espiritual”.
  
Por isso, pediu que “os avós voltem a ser presença viva na família, na Igreja e na sociedade. No que diz respeito à família, os avós continuem a ser testemunhas de unidade, de valores originais sobre a fidelidade a um único amor que gera a fé e a alegria de viver”.
  
Por estes motivos, o organismo episcopal argentino sugere que se promova nas dioceses a comemoração do Dia dos Avós, tanto nas famílias como nas paróquias, escolas e instituições; e para este fim, deixou-se à criatividade das comunidades as formas de realizar a celebração.
 
 
(Fonte: ‘Zenit’ com adaptação de JPR)
publicado por spedeus às 10:48

A doutrina social da Igreja, que tem «uma importante dimensão interdisciplinar»[77], pode desempenhar, nesta perspectiva, uma função de extraordinária eficácia. Ela permite à fé, à teologia, à metafísica e às ciências encontrarem o próprio lugar no âmbito de uma colaboração ao serviço do homem; é sobretudo aqui que a doutrina social da Igreja actua a sua dimensão sapiencial. […]
 
A excessiva fragmentação do saber[80], o isolamento das ciências humanas relativamente à metafísica[81], as dificuldades no diálogo entre as ciências e a teologia danificam não só o avanço do saber mas também o desenvolvimento dos povos, porque, quando isso se verifica, fica obstaculizada a visão do bem completo do homem nas várias dimensões que o caracterizam.
 
[77] João Paulo II, Carta enc. Centesimus annus (1 de Maio de 1991), 59: AAS 83 (1991), 864
[80] Cf. João Paulo II, Carta enc. Fides et ratio (14 de Setembro de 1998), 85: AAS 91 (1999), 72-73.
[81] Cf. ibid., 83: o.c., 70-71

 
Caritas in veritate [II-31] – Bento XVI
publicado por spedeus às 00:05

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Durante um encontro no Peru, tira o terço do bolso, mostra-o aos assistentes e beija as medalhas. Em 1932, tinha escrito: “Ao rezar o Terço (…) contemplo os mistérios da vida, paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, tomando parte activa nas acções, e acontecimentos, como testemunha e criado e acompanhante de Jesus, Maria e José”. 
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1913 )

publicado por spedeus às 00:04

publicado por spedeus às 00:03

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[…] Comecemos com o Santo de amanhã, o apóstolo São Tiago, irmão de João, que foi o primeiro mártir entre os apóstolos. Era um dos três mais próximos do Senhor e participou tanto na Transfiguração no Monte Tabor com a sua beleza, na qual sobressaía o esplendor da divindade do Senhor como na angústia, na ansiedade do Senhor no Monte das Oliveiras, e assim viu também que o Filho de Deus, para carregar o peso do mundo, experimentou todo o nosso sofrimento e é solidário connosco. Sabeis que as relíquias de São Tiago se veneram no célebre santuário de Compostela, na Galiza, meta de numerosas peregrinações de todas as partes da Europa. A 11 de Julho passado celebrou-se São Bento, outro grande Padroeiro do "velho continente", e como sabeis, meu padroeiro desde quando fui eleito para o ministério de Pedro. Olhando para estes Santos, torna-se espontâneo deter-se a reflectir, precisamente neste momento histórico com todos os seus problemas, sobre a contribuição que o cristianismo deu e continua a oferecer à construção da Europa.
 
Gostaria de o fazer voltando com o pensamento à peregrinação que o meu amado Predecessor, o Servo de Deus João Paulo II fez, em 1982, a Santiago de Compostela, onde realizou um célebre "Acto europeísta", durante o qual pronunciou estas memoráveis palavras, de grandíssima actualidade, que agora repito: "Eu, Bispo de Roma e Pastor da Igreja universal, dirijo-te de Santiago, ó velha Europa, um grito cheio de amor; volta a ti mesma; sê tu mesma! Reaviva as tuas raízes. Revive aqueles valores autênticos que tornaram a tua história gloriosa e a tua presença entre os continentes benéfica" (Insegnamenti, vol. V/3, 1982, pág. 1269). João Paulo II lançou então o projecto de uma Europa consciente da própria unidade espiritual baseada no fundamento dos valores cristãos. Ele voltou sobre este tema por ocasião da Jornada Mundial da Juventude de 1989, que teve lugar precisamente em Santiago de Compostela. Desejou uma Europa sem fronteiras, que não renegasse as raízes cristãs sobre as quais surgiu e não renunciasse ao autêntico humanismo do Evangelho de Cristo! (cf. Insegnamenti, vol. XII/2, 1989, pág. 328). Como permanece Les Combes 24 de Julho de 2005 actual este seu apelo, à luz dos recentes acontecimentos do continente europeu!
 
Bento XVI – excerto Angelus do dia 24 de Julho de 2005 em Le Combres
publicado por spedeus às 00:02

Eusébio de Cesareia (c. 265-340), bispo, teólogo, historiador
História Eclesiástica, II, 3, 9 (a partir da trad. SC 31, pp. 54ss. rev.)
 
O martírio do Apóstolo São Tiago
 
Se a doutrina da salvação iluminou de repente toda a terra como um raio de sol, foi certamente graças à força e à ajuda do céu. Com efeito, de acordo com a Sagrada Escritura, a voz dos evangelistas e dos apóstolos ressoou por toda a terra «e a sua palavra até aos confins do mundo» [Sl 19 (18), 5]. E, na verdade, em cada cidade, em cada burgo, qual eira cheia de trigo, constituíam-se em massa Igrejas fortes e repletas de milhares de fiéis. [...] Mas, sob o reinado do imperador Cláudio, «o rei Herodes maltratou alguns membros da Igreja. Mandou matar à espada Tiago, irmão de João» (Act 12, 1-2).
 
Clemente [de Alexandria] faz de Tiago uma narrativa digna de memória, de acordo com a tradição dos seus predecessores: aquele que o levou ao tribunal ficou emocionado ao ver o testemunho que dava e confessou que também ele era cristão. Segundo Clemente, foram ambos conduzidos ao suplício e, pelo caminho, ele pediu a Tiago que lhe perdoasse. Tiago reflectiu um instante e abraçou-o, dizendo: «Que a paz seja contigo!» Assim, foram os dois decapitados ao mesmo tempo.
 
Então, diz a Sagrada Escritura, vendo que a iniciativa que tomara para matar Tiago tinha agradado a alguns, Herodes atacou igualmente a Pedro e lançou-o no cárcere. Por pouco este não morreu também. Mas, graças a uma manifestação divina, um anjo apresentou-se ao Apóstolo durante a noite e soltou-o miraculosamente das cadeias: libertou-o para o ministério de pregação (Act 12, 4-17).
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

São Mateus 20, 20-28
 
Naquele tempo,
a mãe dos filhos de Zebedeu
aproximou-se de Jesus com os filhos
e prostrou-se para Lhe fazer um pedido.
Jesus perguntou-lhe: «Que queres?».
Ela disse-Lhe:
«Ordena que estes meus dois filhos
se sentem no teu reino
um à tua direita e outro à tua esquerda».
Jesus respondeu:
«Não sabeis o que estais a pedir.
Podeis beber o cálice que Eu hei-de beber?».
Eles disseram: «Podemos».
Então Jesus declarou-lhes:
«Bebereis do meu cálice.
Mas sentar-se à minha direita e à minha esquerda
não pertence a Mim concedê-lo
é para aqueles a quem meu Pai o designou».
Os outros dez, que tinham escutado,
indignaram-se com os dois irmãos.
Mas Jesus chamou-os e disse-lhes:
«Sabeis que os chefes das nações exercem domínio sobre elas
e os grandes fazem sentir sobre elas o seu poder.
Não deve ser assim entre vós.
Quem entre vós quiser tornar-se grande
seja vosso servo
e quem entre vós quiser ser o primeiro
seja vosso escravo.
Será como o filho do homem,
que não veio para ser servido, mas para servir
e dar a vida pela redenção dos homens».
publicado por spedeus às 00:00

24
Jul 09
publicado por spedeus às 22:00

Vídeo em espanhol

 

Bento XVI interrompe férias para homenagear Santo Anselmo
 
Bento XVI chegou há momentos à Catedral de Aosta, para um encontro com cerca de 400 pessoas, entre padres, religiosos, religiosas e leigos da Diocese italiana que acolhe o Papa nas suas férias, de 13 a 29 de Julho.
 
A bordo de um carro aberto, o Papa atravessou o centro da cidade e dirigiu-se para a Catedral, onde preside à celebração de Vésperas com representantes das 93 paróquias de Aosta.
 
O motivo da visita é o desejo papal de homenagear Santo Anselmo, filósofo cujo nono centenário de morte se recorda este ano. Nascido em Aosta e naturalizado britânico, o Doutor da Igreja, teólogo e arcebispo de Cantuária era conhecido também como Anselmo di Bec ou Anselmo de Cantuária.
 
Depois de João Paulo II, numa visita pastoral em 1986, Bento XVI é o segundo Papa a visitar a catedral valdostana.
 
No último dia 22 de Abril, (data da morte de Santo Anselmo), o Papa enviou uma mensagem aos fiéis de Aosta, na qual definia Santo Anselmo como "uma das personalidades mais luminosas na tradição da Igreja e na própria história do pensamento ocidental europeu, que com a sua obra, contribuiu para fazer da Idade Média uma era ‘pensante' e ‘conscienciosa'".
 
Internacional | Octávio Carmo | 2009-07-24 | 16:42:53 | 1380 Caracteres | Bento XVI
 
 
(Fonte: site Agência Ecclesia)
 
 
Nota: O Santo Padre desejou aos fiéis presentes “Boas férias… sem percalços”

publicado por spedeus às 18:00

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Assembleia-geral das Nações Unidas
 
Uma obra de referência "para a nossa participação nos debates e negociações sobre temas relacionados com o desenvolvimento, liderança mundial, e também com a presente crise económica e financeira". É desta maneira que o Observador permanente da Santa Sé junto da ONU, D. Celestino Migliore, resume a importância da encíclica «Caritas in veritate».
 
Em entrevista à Agência SIR, o prelado recorda que a "doutrina social da Igreja é a carta magna da nossa razão de ser, missão e actividade nas Organizações internacionais".
 
No actual cenário mundial, sublinha D. Migliore, o texto de Bento XVI apresenta diversos temas de reflexão, mas também indicações e sugestões. "Entre muitas, sublinharei o convite e a urgência para redescobrir o verdadeiro sentido da economia e da política, (...) o que significa que ‘o primeiro capital a ser preservado e valorizado é o homem, a pessoa, na sua integridade', como escreve o Papa".
 
O documento, afirma o responsável, foi muito bem acolhido pelas instituições internacionais. "As reacções mais ponderadas e significativas ocorrerão durante o debate da 64.ª sessão da Assembleia-geral das Nações Unidas, que terá início em meados de Setembro". Nessa ocasião, anuncia o arcebispo, "organizaremos um seminário de apresentação e estudo da encíclica".
 
D. Migliore deteve-se também nas palavras do Papa sobre a urgência da reforma da ONU. Apesar das barreiras enfrentadas pela instituição na resolução de problemas urgentes, é necessário "fazer das organizações internacionais um fórum de atenção e resposta concreta aos problemas das populações".
 
Com Rádio Vaticano
 
Internacional | Agência Ecclesia | 2009-07-23 | 18:03:47 | 2483 Caracteres | Bento XVI
 
 
(Fonte: site Agência Ecclesia)

publicado por spedeus às 13:54

Os dados do Directório Católico Oficial dos Estados Unidos mostram que os católicos no país norte-americano são 22% da população.

 

O total de católicos nos Estados Unidos da América é de 68.115.001.

 

O Directório está baseado na informação repassada pelas Dioceses e publicada a cada primavera.

 

O número de católicos aumentou em um milhão desde o ano passado, informa o site da Conferência Episcopal dos Estados Unidos.

 

Todos os anos, as organizações católicas dos Estados Unidos proporcionam aproximadamente mais de 28 mil milhões de dólares em serviços através de instituições de saúde, caridade e educação, mas nesta quantia não está contabilizada a assistência oferecida através das paróquias e de outras organizações.

 

(Fonte: H2O News)

publicado por spedeus às 13:27

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«O migrante não pode ser visto como problema»
 
D. Alessandro Ruffinoni, bispo auxiliar do Arcebispado de Porto Alegre, Brasil, será o presidente da Peregrinação internacional de 12 e 13 de Agosto no Santuário de Fátima, que acolhe anualmente a Peregrinação do Migrante e do Refugiado, organizada pela Obra Católica Portuguesa das Migrações. 
 
Naquela que será a segunda visita a Portugal e também a Fátima, D. Alessandro Ruffinoni fala, em declarações à Sala de Imprensa do Santuário de Fátima, sobre o convite para presidir a esta peregrinação e anuncia as intenções especiais de oração que trará como peregrino neste santuário.
 
Enquanto responsável pela pastoral da emigração no Brasil caracteriza o fenómeno da migração, focando em especial Portugal e o Brasil, não se escusando a abordar as questões mais problemáticas que caracterizam os fenómenos migratórios.
 
No final da breve entrevista, realizada por Internet, D. Alessandro Ruffinoni deixa uma saudação e uma bênção para todos os brasileiros em Portugal.
 
- Esta viagem será a sua primeira visita a Portugal?
 
Já estive de passagem para o Portugal na ocasião da Beatificação do meu Fundador João Batista Scalabrini, apóstolo e pai dos migrantes (em Novembro de 1997). Antes de ir para Roma, fizemos uma escala em Lisboa e aproveitamos para fazer uma visita ao Santuário de Fátima. Foi um momento muito emocionante do qual sempre me recordo e está vivo dentro de meu coração.
 
- Que expectativas pessoais e de pastor tem para esta peregrinação ao Santuário de Fátima?
 
Quando recebi o convite de participar a este evento da peregrinação internacional dos migrantes a Fátima fiquei muito feliz. Voltar a um santuário é sempre uma ocasião de renovação, conversão e entusiasmo. Vou para Fátima para estar junto com os migrantes portugueses espalhados no mundo inteiro, para me encontrar com a forte comunidade de brasileiros no Portugal, mas também para levar comigo os sentimentos de amor a nossa Mãe, Maria Santíssima. Tenho muito para agradecer a Maria e também para pedir pela nossa Arquidiocese de Porto Alegre que está para iniciar, no mês de Agosto, a celebração do seu centenário. Levo comigo o Vicariato de Gravataí, no qual estou residindo, com a sua gente feita de operários e de migrantes internos, para que Nossa Senhora nos abençoe e nos conceda a graça de ser um bom pastor, como o seu Filho Jesus.
 
- Como responsável da Conferência Nacional dos Bispos Brasileiros pela Pastoral dos Brasileiros no exterior, como vê a realidade da mobilidade humana no mundo?
 
Sou missionário Scalabriniano. A minha vida e o meu trabalho como sacerdote foi sempre neste carisma de trabalhar no mundo das migrações. Como Bispo recebi da CNBB a tarefa de facilitar a presença de sacerdotes brasileiros para acompanhar as comunidades brasileiras espalhadas no mundo (estima-se que haja 4 milhões de brasileiros no mundo). A realidade da mobilidade humana constitui o maior movimento de pessoas de todos os tempos. Não há lei que possa deter este fenómeno que é antigo quanto a humanidade. O migrante não pode ser visto como problema nem pela Igreja, nem pelo Estado. Na Igreja ninguém é estrangeiro. Ela é como uma mãe que acolhe, estima e valoriza a todos, porque todos são seus filhos e filhas. O pai dos migrantes, João Batista Scalabrini dizia: “...emigra o homem, guiado pela Providência...”. Os migrantes são muitas vezes ocasião de comunhão, diálogo, integração. Eles não só precisam de acolhida e trabalho, mas também eles levam consigo uma riqueza de fé, de cultura e tradições que enriquecem os povos que os acolhem.
 
- Concretamente sobre o Brasil, continua a ser um país que acolhe pessoas de todo o mundo. Como caracteriza os emigrantes portugueses que aí residem?
 
O Brasil é um país que se construiu com os migrantes. É um país que sempre acolheu muitos migrantes. Sendo uma nação formada de várias nacionalidades é também considerada uma terra hospitaleira e de muita alegria. Ultimamente o governo aprovou a lei de amnistia para todos os migrantes ilegais que entraram no Brasil até Fevereiro deste ano de 2009. Por esta atitude de acolhida, o Brasil é um País de muitas culturas, tradições que fazem desta nação uma riqueza incomparável.
 
Aqui chegaram, além dos primeiros portugueses de Pedro Álvares Cabral, muitos outros portugueses do continente e das ilhas que formaram grandes comunidades de fé e de amor ao trabalho e à família. Eu vivo e moro em um lugar onde existem muitos de origem açoriana. É aqui que eu conheci a devoção ao Divino Espírito Santo, com todo o folclore de bandeiras vermelhas, com o menino imperador, com a visita das bandeiras nas casas, com a prece dos fiéis rezada fazendo um nó nas fitas amarradas às bandeiras... Sem falar da riqueza cultural e dos monumentos de estilo colonial português que são motivo de visita de muitos turistas.
 
- Visitará emigrantes do Brasil em Portugal durante a sua viagem. Existem ainda alguns preconceitos relativamente a este grupo de emigrantes, e a outros. Qual a forma de terminarem?
 
O motivo pelo qual aceitei de participar a este evento é também a possibilidade de me encontrar com os missionários e missionárias brasileiros que trabalham com comunidades brasileiras no Portugal. A Igreja do Brasil com a PBE (Pastoral para os Brasileiros no Exterior) quer dizer a todos os seus filhos e filhas que não se esqueceu deles. Sempre recordamos a todos e, na medida do possível, queremos encontrar novos sacerdotes e religiosos/as que se dediquem, por um tempo, a uma experiência missionária junto a eles. Sabemos que muitos dos nossos compatriotas se deixam, às vezes, iludir por falsas promessas e infelizmente caem em situações ilegais e de risco. A presença do missionário brasileiro e o diálogo entre os Bispos de origem e de acolhida dos migrantes deve ajudar a minimizar certas situações difíceis. Não podemos só ver os migrantes e passar adiante. A Igreja é por sua natureza samaritana, acolhedora e promotora de justiça e fraternidade.
 
- Sabemos, aqui, no Santuário, que no Brasil é muito grande a devoção a Nossa Senhora de Fátima, com inúmeras paróquias, igrejas, santuários, escolas, etc., a Ela dedicados. É assim um facto tão visível no dia-a-dia do povo católico, como a nós aqui em Portugal nos parece, pelos contactos que daí nos chegam?
 
O povo brasileiro é devoto de maneira especial a Nossa Senhora Aparecida. Mas devido a origem de várias etnias existem devoções marianas ligadas ao País de origem dos migrantes. Sem dúvida a devoção a Nossa Senhora de Fátima é muito grande. Temos muitas Igrejas (Matriz e Capelas), santuários dedicados a Nossa Senhora de Fátima. Visitando as famílias é difícil não encontrar uma imagem de N.S. de Fátima. Os peregrinos que visitam Fátima voltam todos marcados por esta experiência de fé e com grande desejo de continuar esta devoção. Acredito que a mensagem de Fátima de oração e de conversão toca muito profundamente a todos nós pastores e fiéis.
 
A minha próxima visita ao Santuário de Fátima é uma graça que recebi e da qual agradeço de coração a Obra Católica Portuguesa pelo convite e pela honra.
 
Aproveito desta oportunidade para desde já saudar a comunidade brasileira e os seus missionários/as. Espero de poder ter um pouco de tempo para celebrar com algumas delas.
A todos o meu abraço e bênção e até breve.

 
Entrevista por LeopolDina Simões, Sala de Imprensa/Santuário de Fátima
 
 
BOLETIM INFORMATIVO 105/2009, DE 24 DE JULHO DE 2009, 13:00
publicado por spedeus às 13:02

Quando alguém conclui um curso superior, os familiares festejam, mas conseguir que toda a família, pais e filhos, receba os diplomas na mesma cerimónia é uma proeza alcançada pelos Lopes na Leeds Metropolitan University (Leeds Met), em Inglaterra.
 
 
A filha Joana, 23 anos, abriu caminho ao ingressar na licenciatura em Arquitectura em 2003. O pai Eurico, 48 anos, e a mãe, Arminda, 49, docentes do Politécnico de Castelo Branco, visitaram-na mais tarde e decidiram ali realizar os seus doutoramentos.
 
Com eles viajaram os outros dois filhos, Maria, a mais nova (12 anos), e João (21), que acabou por ingressar também na Leeds Met e concluir a licenciatura em Arquitectura Paisagística.
Este ano os quatros estudantes foram o foco de todas as atenções na tradicional semana de graduação, ao receberem juntos os respectivos diplomas - já com Jo Miguel pelos braços, o mais novo membro da família, com três anos, entretanto nascido em Inglaterra.
 
Depois da cerimónia de 17 de Julho, os Lopes foram notícia na imprensa britânica e as fotografias da família em traje académico percorreram o Yorkshire Evening Post, o Daily Mail e o Daily Telegraph.
 
"Ao estarem mãe, pai e dois filhos a receberem diplomas, ainda por cima com a importância que é dada ao acto em Inglaterra, uma pessoa sente-se importante. Sente-se que a família fez uma coisa especial", descreve Arminda, de regresso a casa, em Castelo Branco.
 
Os filhos foram bem sucedidos ao concluir as respectivas licenciaturas, enquanto pai e mãe terminaram os seus doutoramentos sobre "Interacção Homem Máquina", no caso de Arminda, e sobre "Sistemas de apoio à decisão", a tese na área da engenharia informática assinada por Eurico.
 
Ele é professor coordenador do Departamento de Engenharia Informática do Politécnico de Castelo Branco e a esposa coordena o Departamento de Tecnologias de Informação e Multimédia.
Além do trabalho académico, a família suscitou a curiosidade da comunidade local, porque "não é nada comum estarmos todos na mesma universidade".
 
"As pessoas comentavam, por exemplo, quando íamos às compras e mostrávamos os cartões de estudante. Ou quando íamos ao cinema, onde os quatro tínhamos desconto", recorda Arminda, sem esconder que não foi fácil conciliar todas as tarefas.
 
Mas como a família se portou tão bem, "decidimos fazer outro filho que nasceu lá, o Jo Miguel", conta Eurico Lopes.
 
"Acho que não podia ter corrido melhor, apesar de ser difícil", sublinha, ao descrever o dia-a-dia de "manter os jovens a estudar, com a carga de trabalho associada ao nosso desempenho ao nível da investigação", decorrente dos doutoramentos.
 
Em Inglaterra, marido e mulher eram também estudantes e colegas: "O pai e a mãe existiam, mas a nossa relação era de colegas. O primeiro a chegar a casa, tomava conta do Jo e era o primeiro a colaborar com o trabalho de grupo", acrescenta Arminda.
 
Joana, que partira de Castelo Branco aos 18 anos para estudar em Inglaterra, confessa que, "no início", quando os pais decidiram fazer doutoramento na mesma universidade, "foi estranho".
"Mas foi bom porque estar sozinha lá foi complicado. Assim já tinha a família e falar português em casa também ajudou", recorda.
 
Agora, Joana acredita que será a vez de Maria, a irmã mais nova, continuar o legado da família em Leeds. "Ela aprendeu a falar inglês melhor que qualquer um de nós. Acho que é uma possível candidata à Leeds Met, como nós fomos", conclui.
 
 
Lusa/fim
 
 
(Fonte: ‘Expresso’ online)
publicado por spedeus às 13:01

Coreia do Norte executou publicamente uma mulher cristã, em Junho, por ter alegadamente distribuído a Bíblia, proibida naquele país comunista.
 
Ri Hyon Ok, de 33 anos, acusada de espiar para a Coreia do Sul e para os Estados Unidos e de organizar dissidentes, foi executada na cidade de Ryongchon, cidade do noroeste da Coreia do Norte perto da fronteira com a China a 16 de Junho, refere um relatório de uma aliança de várias dezenas de grupos de activistas anti-Coreia do Norte.
 
Os pais, o marido e três filhos de Ri Hyon Ok foram mandados para um campo-prisão para políticos na cidade de Hoeryong, no nordeste do país, um dia depois da execução, ainda segundo o relatório.
 
A informação do relatório é impossível de ser verificada devido ao secretismo que vigora na Coreia do Norte, onde as autoridades controlam apertadamente a vida dos cidadãos.
 
Segundo um relatório anual de organizações de direitos humanos sul-coreanas que operam na Coreia do Norte, divulgado quinta-feira, as execuções públicas naquele país têm registado uma diminuição nos últimos anos, mas continuam a ser aplicáveis a pessoas que cometam crimes como o de assassinar ou de fazer circular filmes estrangeiros.
 
A Coreia do Norte afirma que garante a liberdade de religião aos cerca de 24 milhões de habitantes, mas o culto de personalidade em torno do fundador Kim Il-Song e o filho, o actual líder Kim Jong-Il, funciona como uma religião do Estado comunista.
 
O Governo norte-coreano autorizou a existência de três igrejas, uma católica e duas protestantes, mas a estas só podem acorrer estrangeiros, estando vedado o acesso aos norte-coreanos.
 
 
(Fonte: site Jornal de Notícias)

publicado por spedeus às 13:00

O saber humano é insuficiente e as conclusões das ciências não poderão sozinhas indicar o caminho para o desenvolvimento integral do homem. Sempre é preciso lançar-se mais além: exige-o a caridade na verdade[76]. Todavia ir mais além nunca significa prescindir das conclusões da razão, nem contradizer os seus resultados. Não aparece a inteligência e depois o amor: há o amor rico de inteligência e a inteligência cheia de amor.
 
[76] Cf. Bento XVI, Carta enc. Deus caritas est (25 de Dezembro de 2005), 28: AAS 98 (2006), 238-240.
 
Caritas in veritate [II-30 (b)] – Bento XVI
publicado por spedeus às 00:03

No Peru, uma enfermeira pergunta-lhe como ajudar os seus pacientes a aceitarem as doenças com sentido cristão: “A doença é um bem muito grande. Eu tenho visto tantas pessoas felicíssimas com o seu sofrimento (…) Quando os doentes sabem aproveitar as suas doenças, as suas dores, para oferecê-las ao Senhor por determinadas intenções, para desagravar, tudo lhes parece pouco, e a dor já não é dor: é um tesouro”.
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1912 )

publicado por spedeus às 00:02

Santo Agostinho (354-430), Bispo de Hipona (Norte de África) e doutor da Igreja
Sermão 101
 
«Cem, sessenta e trinta por um»
 
A sementeira foi feita pelos apóstolos e pelos profetas, mas é o próprio Senhor que semeia. É o próprio Senhor que está presente neles, pois foi o próprio Senhor que fez a colheita. Porque, sem Ele, eles não são nada, enquanto que Ele, sem eles, permanece na Sua perfeição. Com efeito, Ele disse-lhes: «Sem Mim nada podeis fazer» (Jo 15, 5). Semeando portanto entre as nações, que disse Cristo? «Um semeador saiu para semear» (Mt 13, 3). Noutro texto, os semeadores foram enviados para colher; agora, o semeador sai para semear, e não se queixa do trabalho. Com efeito, que importa que o grão de trigo caia à beira do caminho, sobre as pedras ou entre os espinhos? Se ele se deixasse desencorajar por estes lugares ingratos, não avançaria até à boa terra! [...] 
 
É de nós que se trata: seremos esse caminho, essas pedras, esses espinhos? Queremos ser a boa terra? Dispomos o nosso coração a produzir trinta vezes mais, sessenta vezes mais, cem vezes, mil vezes mais? Trinta vezes, mil vezes, sempre trigo e apenas trigo. Não sejamos mais esse caminho onde a semente é pisada por quem passa e onde o nosso inimigo a agarra como os pássaros. Nem essas pedras onde uma terra pouco profunda faz germinar rapidamente um grão que não consegue resistir ao calor do sol. Nunca mais esses espinhos, as ambições deste mundo, este hábito de fazer o mal. Com efeito, que coisa pior pode haver do que aplicar todos os esforços a uma vida que impede de chegar à vida? Que coisa mais infeliz que escolher a vida para perder a vida? Que coisa mais triste que temer a morte para sucumbir ao poder da morte? Arranquemos os espinhos, preparemos o terreno, recebamos a semente, aguentemos até à colheita, aspiremos a ser arrecadados nos celeiros.
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

São Mateus 13, 18-23

Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Escutai o que significa a parábola do semeador:
Quando um homem ouve a palavra do reino
e não a compreende,
vem o Maligno e arrebata o que foi semeado no seu coração.
Este é o que recebeu a semente ao longo do caminho.
Aquele que recebeu a semente em sítios pedregosos
é o que ouve a palavra e a acolhe de momento com alegria,
mas não tem raiz em si mesmo, porque é inconstante,
e, ao chegar a tribulação ou a perseguição por causa da palavra,
sucumbe logo.
Aquele que recebeu a semente entre espinhos
é o que ouve a palavra,
mas os cuidados deste mundo e a sedução da riqueza
sufocam a palavra, que assim não dá fruto.
E aquele que recebeu a palavra em boa terra
é o que ouve a palavra e a compreende.
Esse dá fruto
e produz ora cem, ora sessenta, ora trinta por um».
publicado por spedeus às 00:00

23
Jul 09

O Santo Padre ontem durante um habitual passeio cerca das 18h30 pelos arredores do seu local de férias encontrou algumas mães com os respectivos filhos, tendo tido a oportunidade de saudar afectuosamente uma das mães que sofre de um tumor levando ao colo um filho de três anos, havendo trocado para além de um amistoso abraço, votos de melhoras.
 
A conversa inicou-se por uma carinhosa pergunta a Bento XVI com estava o pulso, tendo este respondido “ é preciso tempo e paciência".
 
Recordando o momento, reconheceu sentir-se comovida pelo carinho recebido do Santo Padre e recordou “Há já muitos anos a Les Combres – recordou – tive também a oportunidade de encontrar João Paulo II, mas este encontro foi seguramente para mim mais comovente. Espero que reze pela minha cura”.
 

(Tradução do italiano de JPR com base em agências noticiosas, nomeadamente a ANSA)
publicado por spedeus às 22:55

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Bento XVI prossegue o período de repouso na localidade de Les Combes, Vale de Aosta, norte da Itália. Apesar da queda sofrida na passada Sexta-feira, que lhe provocou uma fractura no pulso direito, o Papa continua a dedicar tempo ao estudo, oração e lazer, com passeios pelas montanhas, acompanhado pelo seu secretário pessoal, Mons. Georg Gäenswein.
 
Na agenda do Papa, para os próximos dias, estão previstos dois compromissos: uma celebração na Catedral de Aosta, marcada para esta Sexta-feira, com o clero da Diocese, e a oração do Angelus, no próximo Domingo, em Les Combes.
 
Na tarde desta sexta-feira, Bento XVI deixará a estância de Les Combes, para se deslocar a Aosta onde na Catedral de Nossa Senhora da Assunção presidirá a celebração de Vésperas em que participarão cerca de 400 pessoas: sacerdotes, religiosos e religiosas, dois representantes leigos de cada paróquia e representantes dos escritórios diocesanos das organizações eclesiais.
 
Este ano, Aosta recorda 900 anos de morte de seu mais célebre cidadão: Santo Anselmo, Doutor da Igreja, teólogo e arcebispo de Cantuária. A Catedral de Aosta abriga o cenotáfio ‘Tributo a Santo Anselmo’, diante do qual o papa fará uma oração.
 
No final da celebração, em que fará a homilia, Bento XVI irá até ao adro da Catedral para saudar os fiéis presentes. Ao voltar para a residência salesiana de Les Combes, onde está a passar férias, o Papa saudará os doentes da casa de repouso local.
 
 
(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 14:49

Ano Jubilar de Santiago de Compostela 2010 em Itália já se prepara- “La Voce del Popolo” Diocese de Brescia
publicado por spedeus às 09:04

A caridade não exclui o saber, antes reclama-o, promove-o e anima-o a partir de dentro. O saber nunca é obra apenas da inteligência; pode, sem dúvida, ser reduzido a cálculo e a experiência, mas se quer ser sapiência capaz de orientar o homem à luz dos princípios primeiros e dos seus fins últimos, deve ser « temperado » com o « sal » da caridade. A acção é cega sem o saber, e este é estéril sem o amor. De facto, « aquele que está animado de verdadeira caridade é engenhoso em descobrir as causas da miséria, encontrar os meios de a combater e vencê-la resolutamente »[75].
 
[75] Paulo VI, Carta enc. Populorum progressio (26 de Março de 1967), 19: AAS 59 (1967), 293-294.
 
Caritas in veritate [II-30 (a)] – Bento XVI
publicado por spedeus às 00:05

São Josemaría é nomeado Consultor da Sagrada Congregação dos Seminários e Universidades, e Académico de Honra da Pontifícia Academia Romana de Teologia. “É necessário que a Universidade incuta nos estudantes uma mentalidade de serviço: serviço à sociedade, promovendo o bem comum através do trabalho profissional e da actuação pública. Os universitários devem ser responsáveis, sentir uma sã inquietação pelos problemas dos outros e um espírito generoso que os leve a enfrentar estes problemas e a procurar encontrar-lhes a melhor solução. É missão da Universidade dar tudo isto aos estudantes”, comenta numa entrevista coligida em Temas actuais do Cristianismo.
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1911 )

publicado por spedeus às 00:04

I - Pelos Sacerdotes, freiras e religiosos militantes! aqui
 
II – Pelos trabalhadores em geral
aqui
 
III – Pelos presos
aqui
 
IV – Pelos doentes
aqui
 
V – Pelos funcionários dos hospitais
aqui
 
VI – Pelas famílias -
aqui      
 
VII – Contra a luxúria
aqui
 
VIII – Pelas crianças e jovens
aqui
 
IX – Pelos agonizantes espirituais
aqui
 
X - Pelos sofredores em geral
aqui    
 
XI – Pelos pecadores de todo o mundo
aqui
 
XII – Por todas as Igrejas
aqui
 
XIII – Pelos profetas actuais aqui
 
XIV – Pelos políticos e pelos governantes aqui
 
XV -
aqui
 
Oração final -
aqui
publicado por spedeus às 00:03

 

1. "Eu renovo todas as coisas... estas palavras são fiéis e verdadeiras" (Ap 21, 5).
 
Cristo renova todas as coisas. Santa Brígida, ilustre filha da terra da Suécia, acreditou muito e com profundo amor em Cristo. Adornou com o seu cântico de fé e as suas boas obras a Igreja, na qual reconhecia a comunidade dos crentes, habitada pelo Espírito de Deus.
 
Hoje recordamos esta singular figura de Santa e sinto-me particularmente feliz por que nesta celebração estejam ao meu lado os mais altos representantes das Igrejas luteranas da Suécia e da Finlândia, juntamente com os meus venerados Irmãos no Episcopado de Estocolmo e de Copenhaga. Saúdo-os a todos e cada um com grande afecto.
 
Com deferência saúdo também o Rei e a Rainha da Suécia, que quiseram honrar esta celebração com a sua presença. A minha saudação estende-se, além disso, às Personalidades políticas que estão aqui connosco. Saúdo por fim todas vós, queridas Irmãs do Santíssimo Salvador de Santa Brígida, aqui guiadas pela vossa Superiora-Geral.
 
2. Estamos mais uma vez reunidos para renovar diante do Senhor o empenho pela unidade da fé e da Igreja, que Santa Brígida, com convicção, fez próprio em tempos difíceis. A paixão pela unidade dos cristãos foi o alimento de toda a sua existência. E este empenho, graças ao seu testemunho e ao da Madre Isabel Hesselblad, chegou até nós através da corrente misteriosa da Graça que ultrapassa os confins do tempo e do espaço.
 
A celebração hodierna impele-nos a meditar sobre a mensagem de Santa Brígida, que eu quis recentemente proclamar co-Padroeira da Europa, juntamente com Santa Catarina de Sena e Santa Teresa Benedita da Cruz. O seu amor activo pela Igreja de Cristo e o testemunho que deu da Cruz constituem um símbolo e uma inspiração para todos nós, que nos preparamos para cruzar o limiar de um novo milénio.
 
É-me muito grato inaugurar e benzer nesta tarde, no termo da presente celebração, uma estátua que tornará mais viva, aqui no Vaticano, a memória desta grande testemunha da fé. Colocada no exterior desta Basílica e precisamente ao lado da Porta chamada "da oração", a efígie em mármore de Santa Brígida constituirá para todos um constante convite a orar e a trabalhar sempre pela unidade dos cristãos.
 
3. O meu pensamento dirige-se agora para o dia 5 de Outubro de 1991, quando, nesta mesma Basílica, teve lugar uma solene celebração ecuménica no sexto centenário da canonização de Santa Brígida. Naquela circunstância pude dizer: "Já há vinte e cinco anos luteranos e católicos se esforçam por encontrar de novo o caminho comum... O diálogo teológico tornou evidente o vasto património de fé que nos une... Ninguém ignora que da doutrina da justificação teve início a Reforma protestante e que ela rompeu a unidade dos cristãos do Ocidente. Uma sua comum compreensão... ajudar-nos-á, disto estamos certos, a resolver as outras controvérsias que, directa ou indirectamente, a ela estão ligadas" (cf. L'Osserv. Rom. ed. port. de 13/10/1991, pág. 2).
 
Aquela "comum compreensão" a que eu almejava há nove anos, hoje, graças ao Senhor, tornou-se realidade animadora. No dia 31 de Outubro passado, na cidade de Ausburgo, foi assinada solenemente uma Declaração conjunta, na qual luteranos e católicos amadureceram um consenso sobre verdades fundamentais da doutrina da justificação. Esta aquisição do diálogo ecuménico, marco miliário no caminho rumo à unidade plena e visível, é o resultado de um intenso trabalho de pesquisa, encontros e oração.
 
Contudo, permanece diante de nós um longo caminho a percorrer: "grandis resta nobis via". Devemos fazer ainda mais, conscientes das responsabilidades que nos competem no limiar de um novo milénio. Devemos continuar a comunhão juntos, sustentados por Cristo, que no Cenáculo, na vigília da sua morte, pediu ao Pai para que todos os seus discípulos "fossem um só" (Jo 17, 21).
 
4. Como mais do que nunca necessário, no texto da Declaração conjunta está escrito que o consenso obtido pelos católicos e luteranos "sobre verdades fundamentais da doutrina da justificação, deve ter efeitos e encontrar uma verificação na vida e no ensino das Igrejas" (n. 43).
Neste caminho, confiamo-nos à acção incessante do Espírito Santo. Além disso, temos confiança também em quem, antes de nós, amou tanto Cristo e a sua Cruz e orou, como Santa Brígida, pela característica irrenunciável da Igreja, a da sua unidade.
 
Não conhecemos o dia do encontro com o Senhor. Por isto o Evangelho convida-nos a vigiar, tendo acesas as nossas lâmpadas para que, quando o Esposo chegar, possamos estar prontos a acolhê-l'O. Nesta expectativa vigilante, ressoa no coração de cada crente a invocação do divino Mestre: "Ut unum sint".
 
Santa Brígida nos sirva de exemplo e interceda por nós. A vós, suas caríssimas filhas espirituais da Ordem do Santíssimo Salvador, peço de modo especial que prossigais com fidelidade no vosso precioso apostolado ao serviço da unidade.
 
O novo milénio já está às portas: "Cristo ontem, hoje e sempre" seja o centro e a meta de todas as nossas aspirações. É Ele que renova todas as coisas e traça para nós um itinerário de jubilosa esperança. Oremos sem cessar para que Ele nos conceda a sabedoria e a força do seu Espírito; invoquemo-l'O para que todos os cristãos cheguem quanto antes à unidade. Nada é impossível a Deus!
 
João Paulo II – Homilia proferida em 13 de Setembro de 1999

publicado por spedeus às 00:03

APF – Associação para o Planeamento da Família

publicado por spedeus às 00:02

João Paulo II
Carta apostólica «Spes Aedificandi», de 02/10/1999 (© copyright Libreria Editrice Vaticana)
 
Santa Brígida da Suécia, co-padroeira da Europa
 
A fé cristã deu forma à cultura do continente europeu e combinou-se de forma inextricável, com a sua história, a ponto de esta ser incompreensível se uma referência aos acontecimentos que caracterizaram, primeiro o grande período da evangelização, depois os longos séculos no decurso dos quais o cristianismo se afirmou, apesar da dolorosa divisão entre o Oriente e o Ocidente, como a religião dos europeus. [...]
 
O caminho em direcção ao futuro não pode deixar de ter em conta este facto; os cristãos são chamados a ter dele uma consciência renovada, a fim de darem conta das suas permanentes potencialidades. Têm o dever de dar à construção da Europa um contributo específico, que terá tanto mais valor e eficácia quanto souberem renovar-se à luz do Evangelho. Serão então os continuadores desta longa história de milénios, em que os santos oficialmente reconhecidos mais não são do que cumes propostos como modelos para todos. Há, com efeito, inúmeros cristãos que, pela sua vida recta e honesta, animada pelo amor a Deus e ao próximo, alcançaram, nas mais diversas vocações consagradas e laicas, uma santidade verdadeira e largamente difundida, ainda que se mantivesse oculta. A Igreja não duvida de que este tesouro de santidade é precisamente o segredo do seu passado e a esperança do seu futuro. [...]
 
Foi por isso que, completando aquilo que fiz quando declarei padroeiros da Europa, a par de São Bento, dois santos do primeiro milénio, os irmãos Cirilo e Metódio, pioneiros da evangelização do Oriente, pensei agora completar o cortejo dos padroeiros celestiais com três figuras igualmente emblemáticas de momentos cruciais deste segundo milénio que chega agora ao fim: Santa Brígida da Suécia, Santa Catarina de Sena, Santa Teresa Benedita da Cruz. Três grandes santas, três mulheres que, em três épocas diferentes - duas em plena Idade Média, uma no nosso século -, se evidenciaram pelo seu amor activo à Igreja de Cristo e pelo testemunho prestado à Sua cruz.
  
(Fonte: Evangelho Quotidiano)

publicado por spedeus às 00:01

São João 15, 1-8
 
Naquele tempo,
disse Jesus aos seus discípulos:
«Eu sou a verdadeira vide e meu Pai é o agricultor.
Ele corta todo o ramo que está em Mim e não dá fruto
e limpa todo aquele que dá fruto,
para que dê ainda mais fruto.
Vós já estais limpos, por causa da palavra que vos anunciei.
Permanecei em Mim e Eu permanecerei em vós.
Como o ramo não pode dar fruto por si mesmo,
se não permanecer na videira,
assim também vós, se não permanecerdes em Mim.
Eu sou a videira, vós sois os ramos.
Se alguém permanece em Mim e Eu nele,
esse dá muito fruto,
porque sem Mim nada podeis fazer.
Se alguém não permanece em Mim,
será lançado fora, como o ramo, e secará.
Esses ramos, apanham-nos, lançam-nos ao fogo e eles ardem.
Se permanecerdes em Mim
e as minhas palavras permanecerem em vós,
pedireis o que quiserdes e ser-vos-á concedido.
A glória de meu Pai é que deis muito fruto.
Então vos tornareis meus discípulos».
publicado por spedeus às 00:00

22
Jul 09
Petição Cidadania Família Casamento
publicado por spedeus às 16:01

“O Santo Padre está bem e de bom humor, continua a aprendizagem de como se vive com um pulso engessado, muniu-se de um gravador para poder ditar as suas reflexões uma vez que não pode utilizar com facilidade a caneta”, informou o porta-voz da Santa Sé, Padre Fedrico Lombardi.
 
Segundo informou o Padre Lombardi “o Papa mantém comunicações telefónicas regulares com o seu irmão, que dentro de poucos dias estará em Castel Gandolfo para passar quatro semanas com ele à semelhança dos anos anteriores”.
 
"Hoje - prosseguiu o porta-voz - “veio visitá-lo o Cardeal Bertone que chegou pelas 10h30 vindo de Romano Canavese."
 
(Fonte: Agências noticiosas com tradução de JPR)
publicado por spedeus às 14:04

Quando o Estado promove, ensina ou até impõe formas de ateísmo prático, tira aos seus cidadãos a força moral e espiritual indispensável para se empenhar no desenvolvimento humano integral e impede-os de avançarem com renovado dinamismo no próprio compromisso de uma resposta humana mais generosa ao amor divino[71]. Sucede também que os países economicamente desenvolvidos ou os emergentes exportem para os países pobres, no âmbito das suas relações culturais, comerciais e políticas, esta visão redutiva da pessoa e do seu destino. É o dano que o « superdesenvolvimento » [72] acarreta ao desenvolvimento autêntico, quando é acompanhado pelo « subdesenvolvimento moral »[73].
 
[71] Cf. Bento XVI, Carta enc. Deus caritas est (25 de Dezembro de 2005), 1: AAS 98 (2006), 217-218.
[72] João Paulo II, Carta enc. Sollicitudo rei socialis (30 de Dezembro de 1987), 28: AAS 80 (1988), 548-550.
[73] Paulo VI, Carta enc. Populorum progressio (26 de Março de 1967), 19: AAS 59 (1967), 266-267.
 
Caritas in veritate [II-29] – Bento XVI
publicado por spedeus às 00:04

Recolhe por escrito: “Tem confiança com o teu Anjo da Guarda. – Trata-o como amigo íntimo – é-o efectivamente – e ele saberá prestar-te mil e um serviços nos assuntos correntes de cada dia”.
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1910 )
publicado por spedeus às 00:03

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Maria Madalena é uma personagem feminina do Novo Testamento. Provavelmente natural de Magdala (daí o nome Madalena), foi uma das "piedosas mulheres" que acompanhavam Jesus, que a havia libertado de sete demónios. Assistiu à crucifixão e à deposição de Cristo e foi testemunha da Ressurreição do Mestre. Tradicionalmente é identificada com a anónima "pecadora arrependida" de que fala Lucas, aquela que perfumou os pés de Jesus, banhou-os com suas lágrimas e enxugou-os com os próprios cabelos; a sua figura representa, para a cristandade, o símbolo da penitente. A Igreja romana, seguindo são Gregório Magno, além de a identificar com a "pecadora", também a confunde frequentemente com Maria de Betânia, irmã de Lázaro, e celebra as três Marias com uma única festa. A Igreja grega, ao contrário, seguindo Orígenes, distingue as três figuras, celebrando três festas diferentes.
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:02

São Romano, o Melódio
I Hino da Ressurreição (a partir da trad. SC 128, pp. 385ss.)
 
Maria Madalena, apóstolo dos apóstolos
 
As mulheres que levavam os aromas enviaram Maria Madalena ao sepulcro à frente delas, segundo o relato de São João Teólogo. Era de noite, mas o amor a iluminava, de tal maneira que ela viu a grande pedra rolada da frente da porta do túmulo e regressou dizendo: «Discípulos, sabei o que vi: a pedra já não tapa o túmulo. Terão levado o meu Senhor? Não se vêem os guardas, fugiram. Terá Ele ressuscitado, Aquele que oferece a ressurreição aos homens caídos?» [...]
 
Aquele que tudo vê, vendo Madalena dominada pelos soluços e acabrunhada pela tristeza, deixou-se tocar no Seu coração. [...] Aquele que sonda os rins e os corações, sabendo que Maria Lhe reconheceria a voz, chamou a Sua ovelha, Ele que é o verdadeiro pastor: «Maria!», disse-lhe. E ela imediatamente O reconheceu: «É o meu bom pastor, que me chama para me contar entre as noventa e nove ovelhas. Sei bem quem Ele é, Aquele que me chama; já o tinha dito, é o meu Senhor, Aquele que oferece a ressurreição aos homens caídos.» [...]
 
O Senhor disse-lhe: «Mulher, que a tua boca proclame estas maravilhas e as explique aos filhos do Reino, que esperam que Eu desperte, Eu que estou vivo. Vai depressa, Maria, reúne os Meus discípulos [...]; desperta-os a todos como que de um sonho, a fim de que venham ao Meu encontro com as lamparinas acesas. Vai dizer-lhes: o Esposo acordou, saiu agora do túmulo. [...] Apóstolos, afastai a vossa tristeza mortal, pois despertou Aquele que oferece a ressurreição aos homens caídos.» [...]
 
«Subitamente, o meu luto transformou-se em júbilo, tudo se tornou para mim alegria e felicidade. E não hesito em o dizer: recebi a mesma glória que Moisés; vi, sim, vi, não no alto da montanha, mas no sepulcro, não velado por uma nuvem, mas no seu corpo, vi o Senhor dos seres incorpóreos e das nuvens, Aquele que é, que era e que há-de vir. Foi Ele que me disse: detém-te, Maria, vai revelar àqueles que Me amam que Eu ressuscitei. Vai levar esta boa nova aos descendentes de Noé, como a pomba lhes levou o ramo de oliveira (Gn 8, 11). Diz-lhes a morte foi destruída e que Aquele que oferece a ressurreição aos homens caídos Se elevou do túmulo.»
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

São João 20,1.11-18.
 
No primeiro dia da semana, Maria Madalena foi ao túmulo logo de manhã, ainda escuro, e viu retirada a pedra que o tapava.
Maria estava junto ao túmulo, da parte de fora, a chorar.
Sem parar de chorar, debruçou-se para dentro do túmulo, e contemplou dois anjos vestidos de branco, sentados onde tinha estado o corpo de Jesus, um à cabeceira e o outro aos pés.
Perguntaram-lhe:
«Mulher, porque choras?»
E ela respondeu:
«Porque levaram o meu Senhor e não sei onde o puseram.»
Dito isto, voltou-se para trás e viu Jesus, de pé, mas não se dava conta que era Ele.
E Jesus disse-lhe:
«Mulher, porque choras? Quem procuras?»
Ela, pensando que era o encarregado do horto, disse-lhe:
«Senhor, se foste tu que o tiraste, diz-me onde o puseste, que eu vou buscá-lo.»
Disse-lhe Jesus:
«Maria!»  
Ela, aproximando-se, exclamou em hebraico: 
«Rabbuni!» que quer dizer: «Mestre!» 
Jesus disse-lhe:  
«Não me detenhas, pois ainda não subi para o Pai;
mas vai ter com os meus irmãos e diz-lhes: 'Subo para o meu Pai, que é vosso Pai, para o meu Deus, que é vosso Deus.'»
Maria Madalena foi e anunciou aos discípulos:
«Vi o Senhor!» E contou o que Ele lhe tinha dito.
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:00

21
Jul 09
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Os primeiros alimentos consumidos na Lua foram-no em recordação do sacrifício de Cristo pela humanidade.
 
Pouco depois de ter alunado, Buzz Aldrin pediu ao Centro Espacial uns minutos de silêncio:
 
“Gostaria de convidar cada pessoa que nos está a ouvir, seja quem for e esteja onde estiver, a contemplar por uns momentos os eventos das últimas horas, e de dar graças à sua maneira”.

Durante muito tempo não se soube exactamente o que se tinha passado de seguida, mas mais tarde Aldrin divulgou que nessa altura retirou um pequeno saco de plástico onde tinha guardado um recipiente com vinho e uma pequena hóstia.
 
 
“Coloquei o vinho no cálice que a minha Igreja me tinha dado, com um sexto da gravidade da terra, o vinho enrolou-se e subiu suavemente pelos lados do vaso. Depois li uma passagem das escrituras: «Eu sou a videira; vós sois as varas. Quem permanece em mim e eu nele, esse dá muito fruto»”.
 
 
Aldrin explica que queria ter lido a passagem escolhida para a comunhão em directo para a Terra, mas no último minuto pediram-no para não o fazer. A NASA estava envolvida numa disputa legal com um activista anti-religião, pelo facto dos tripulantes do Apollo 8 terem lido passagens do Génesis enquanto orbitavam a lua durante o Natal.
 
“Engoli o vinho e a pequena hóstia, e dei graças pela inteligência e a vontade que tinham trazido estes dois pilotos até ao Mar da Tranquilidade”.
 
 
Aldrin pertence à Igreja Presbiteriana, um ramo da reforma protestante. As crenças dos presbiterianos em relação à Eucaristia diferem das católicas. Aqueles acreditam na presença real de Cristo no pão e vinho consagrados, mas de forma espiritual, evitando termos como transubstanciação.
 
 
Contudo, do ponto de vista católico, os clérigos presbiterianos não têm ordens válidas pelo que a Eucaristia celebrada por eles não tem valor sacramental. Desta perspectiva, a comunhão que Aldrin celebrou teria apenas um valor simbólico
 
 
(Fonte: site RR)
publicado por spedeus às 17:43

O respeito pela vida é um ponto de convergência entre muitas tradições religiosas, apesar das diferenças existentes. Essa é a ideia forte que emerge do VIII Curso Internacional sobre Bioética, que se realizou no Ateneu Pontifício Regina Apostolorum em Roma neste mês de Julho. Falando sobre as semelhanças e diferenças entre o catolicismo e outras tradições religiosas, o padre Cristián Borgoño, Doutor em Bioética, insistiu na especificidade católica.
  
O Director do Master em Igreja, Ecumenismo e Religiões, o professor Joan-Andreu Rocha, expressou como a bioética está presente no pensamento das diferentes religiões, seja de origem chinesa, como o taoísmo, ou nas religiões monoteístas, como o judaísmo, o cristianismo ou o islamismo.
 
Referindo-se à relação existente entre a bioética e a ecologia, durante o curso de: “Global Bioethics: ciência, religiões e direitos humanos em diálogo”, o professor Rocha, perito em comunicação intercultural e inter-religiosa, explicou como as diferentes religiões respeitam os elementos da natureza. Por sua vez os monoteísmos insistem na criação, enquanto as outras religiões se referem mais a uma energia cósmica.
 
“Há algumas matizes naturalmente em alguns temas mais específicos, digamos de segunda categoria – por assim dizer -, como pode ser o tema da anticoncepção, o tema do planeamento familiar, e também alguns temas de reprodução assistida".
 
"Porém no que diz respeito à defesa da vida humana há uma substancial convergência, não somente entre católicos e protestantes – que seriam versões do cristianismo – mas também entre todas as religiões. Inclusive, religiões por assim dizer, menos conhecidas como podem ser as religiões africanas ou inclusive asiáticas”. 
 
“Devemos dizer que a bioética está sendo hoje em dia um dos pontos que está gerando mais diálogo e debate entre as diversas tradições religiosas porque toca um ponto fundamental: que é a existência humana e sua relação com a vida, com outros seres humanos e com o conjunto da natureza”. 
 
“Em cada tradição religiosa esta natureza tem umas conotações de tipo diferente, por exemplo, no âmbito das religiões monoteístas, o judaísmo, o islamismo e cristianismo, esta realidade vê-se como uma realidade criada”.
 
“Por exemplo, no âmbito das religiões da China, vê-se mais como um encontro de diversos elementos energéticos, porém, a harmonia e a responsabilidade do sujeito e o respeito também em relação a esses elementos da natureza, é um elemento comum e por isso é um dos aspectos nos quais o diálogo entre as diversas religiões está dando melhores resultados”.  
 
(Fonte: H2O News)
publicado por spedeus às 13:58

Quando uma sociedade começa a negar e a suprimir a vida, acaba por deixar de encontrar as motivações e energias necessárias para trabalhar ao serviço do verdadeiro bem do homem. Se se perde a sensibilidade pessoal e social ao acolhimento duma nova vida, definham também outras formas de acolhimento úteis à vida social[67]. O acolhimento da vida revigora as energias morais e torna-nos capazes de ajuda recíproca. Os povos ricos, cultivando a abertura à vida, podem compreender melhor as necessidades dos países pobres, evitar o emprego de enormes recursos económicos e intelectuais para satisfazer desejos egoístas dos próprios cidadãos e promover, ao invés, acções virtuosas na perspectiva duma produção moralmente sadia e solidária, no respeito do direito fundamental de cada povo e de cada pessoa à vida.
 
[67] Cf. Bento XVI, Mensagem para o Dia Mundial da Paz 2007, 5: Insegnamenti II/2 (2006), 778.
 
Caritas in veritate [II-28] – Bento XVI
publicado por spedeus às 00:03

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O homem chega à lua e São Josemaría vê pela televisão, em diferido. Mons. Álvaro del Portillo comenta como o atraíam todas as realidades humanas: “Lia os jornais, via o telejornal, gostava das canções de amor, rezava pelos astronautas que iam chegar à Lua… Era muito afável, sabia dar confiança e acolher as pessoas”.
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1909 )

publicado por spedeus às 00:02

Concílio Vaticano II
Constituição Dogmática sobre a Igreja, «Lumen Gentium», §§ 61-62
 
«Todo aquele que fizer a vontade de Meu Pai que está no Céu, esse é que é Meu irmão, Minha irmã e Minha mãe»
 
A Virgem Santíssima, predestinada para Mãe de Deus desde toda a eternidade em simultâneo com a encarnação do Verbo, por disposição da Divina Providência foi na terra a nobre Mãe do Divino Redentor, a Sua mais generosa cooperadora e a escrava humilde do Senhor. Concebendo, gerando e alimentando a Cristo, apresentando-O ao Pai no templo, padecendo com Ele quando agonizava na cruz, cooperou de modo singular, com a sua fé, esperança e ardente caridade, na obra do Salvador, para restaurar nas almas a vida sobrenatural. É, por esta razão, nossa Mãe na ordem da graça.
 
Esta maternidade de Maria na economia da graça perdura sem interrupção. [...] De facto, depois de elevada ao céu, não abandona esta missão salvadora mas, com a sua multiforme intercessão, continua a alcançar-nos os dons da salvação eterna. Cuida com amor maternal dos irmãos do seu Filho que, entre perigos e angústias, caminham ainda na terra, até chegarem à pátria bem-aventurada. Por isso, a Virgem é invocada na Igreja com os títulos de advogada, auxiliadora, socorro, medianeira. [...]
 
Nenhuma criatura se pode equiparar ao Verbo encarnado e redentor; mas, assim como o sacerdócio de Cristo é participado de diversos modos pelos ministros e pelo povo fiel, e assim como a bondade de Deus, sendo uma só, se difunde variamente pelos seres criados, assim também a mediação única do Redentor não exclui, antes suscita nas criaturas cooperações diversas, que participam dessa única fonte.
 
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano )

publicado por spedeus às 00:01

São Mateus 12,46-50
 
Estava Ele ainda a falar à multidão,
quando apareceram sua mãe e seus irmãos,
que, do lado de fora, procuravam falar-Lhe. Disse-lhe alguém:
«A tua mãe e os teus irmãos estão lá fora e querem falar-te.»
Jesus respondeu ao que lhe falara:
«Quem é a minha mãe e quem são os meus irmãos?»
E, indicando com a mão os discípulos, acrescentou:
«Aí estão minha mãe e meus irmãos;
pois, todo aquele que fizer a vontade de meu Pai que está no Céu,
esse é que é meu irmão, minha irmã e minha mãe.»
 
publicado por spedeus às 00:00

20
Jul 09
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O profeta Elias nasceu em Tisbé e foi contemporâneo do rei Acab e da rainha Jezabel. E morreu depois deles, julgando-se que ainda vivia no ano 850 antes de Cristo. Mas pouco mais se sabe. A sua memória perdurou como a de um homem de Deus.
 
«Então surgiu um profeta como um fogo cujas palavras era um forno aceso» (Ecle. 48,1). O profeta é Elias. A Ordem do Carmo reconhece-o como seu pai e inspirador espiritual. Na verdade o primeiro grupo de Carmelitas ao fixar-se no Monte Carmelo escolheu viver no lugar junto à fonte de Elias. Este lugar forneceu o nome ao grupo – Carmelitas – e marcou profundamente o seu carisma. Elias, porém não foi um legislador ou organizador, não foi um chefe com inclinações para estruturar fosse o que fosse. Não escreveu nada sobre oração, não o vemos a passar longas horas em oração (embora certamente as tenha passado). Porém, o seu amor aos lugares solitários fez com que os habitasse e os enchesse de sentido com a sua presença de homem de Deus. No Carmelo um homem de Deus – Elias –, viveu apenas para Deus porque a única ocupação que vale a pena é contemplar a beleza de Deus.
 
Para o peregrino que visitava a Terra Santa, o Monte Carmelo era o lugar onde Elias vivera. Elias escolhera a Montanha do Carmelo para, no silêncio e na solidão, saborear a presença de Deus; aí levou uma vida eremítica e travou uma grande e decisivo duelo contra os profetas de Baal, que levavam o povo de Israel à idolatria. No ponto mais alto do monte Elias venceu o desafio e provou aos israelitas (rei incluído) que Jahvé, o Senhor Deus, é o único e verdadeiro Deus.
 
Elias é líder espiritual, mas essencialmente é um profeta e um homem de Deus. As suas primeiras palavras são como que um grito de guerra que saem da sua boca para afirmar: «Vive Deus!». Ao escolher viver no Monte Carmelo, nas proximidades da fonte de Elias, os Carmelitas exprimiam o desejo de imitar o Profeta, pois também eles desejam adorar o único Deus verdadeiro e mostrá-lo ao povo. O nome Elias significa «Deus é meu o Senhor». A sua fé no único Deus – fé amadurecida na provação – impressionou muitíssimas gerações de homens e mulheres crentes. Na Sagrada Escritura o profeta Elias aparece como o homem que caminha sempre na presença de Deus...
 
O seu lema era «ardo de zelo pelo Senhor Deus dos exércitos».
 
(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 07:08

Os direitos à alimentação e à água revestem um papel importante para a consecução de outros direitos, a começar pelo direito primário à vida. Por isso, é necessário a maturação duma consciência solidária que considere a alimentação e o acesso à água como direitos universais de todos os seres humanos, sem distinções nem discriminações[65].
 
[65] Cf. Bento XVI, Mensagem por ocasião do Dia Mundial da Alimentação 2007: AAS 99 (2007), 933-935.
 
Caritas in veritate [II-27] – Bento XVI
publicado por spedeus às 00:04

Em Molinoviejo, Espanha, num momento de descanso durante um curso de Verão com universitários. Na Forja escreve: “Hás-de procurar que, onde estiveres, haja esse «bom humor» – essa alegria – que é fruto da vida interior”.
 
(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/showevent.php?id=1908 )
publicado por spedeus às 00:03

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Desde o passado dia 19 de Junho que toda a Igreja, por indicação do Santo Padre, o Papa Bento XVI, está a viver o ANO SACERDOTAL, recordando o 150º Aniversário de um grande sacerdote e pároco rural, S. João Maria Vianney, mais conhecido como o Cura d‘Ars.

 

Todo o cristão, consciente e fiel, deve assentir com toda a alma a este convite do Santo Padre, porque o sacerdócio ministerial, que Jesus Cristo instituiu na Última Ceia, é um dom de Deus a toda a humanidade. Por seu intermédio, é possível realizar em nome da Pessoa de Cristo, os mesmos gestos de salvação que Ele dispensou durante a sua passagem pela terra. O perdão dos pecados no Sacramento da Penitência, a Consagração e a Renovação do Sacrifício do Calvário na Santa Missa, transmitir a Palavra de Deus com autoridade, etc.

 

E o que fazer? Em primeiro lugar, rezar com abundância e com fé ao Senhor da Messe, a fim de que sempre existam Bons Pastores dispostos a tomar boa conta do rebanho do Senhor. Nunca nos queixemos de que existem poucas vocações sacerdotais. São tantos quantos os méritos dos cristãos. Peçamo-las a Deus, que não nos deixará de ouvir. Certamente, a intercessão de Maria Santíssima, Mãe e Rainha de todos os sacerdotes, representará um verdadeiro acréscimo de eficácia à força da nossa solicitação.

 

Mas não nos limitemos a isso. Numa família verdadeiramente cristã tem de haver a santa preocupação de que, entre os seus filhos, Nosso Senhor faça despertar uma vocação para o sacerdócio. Dá ideia de que, neste campo, os pais nem sempre se preocupam com esta possibilidade. Existem muitas carreiras profissionais mais atractivas sob o ponto de vista mundano. Dão mais prestígio e talvez menos trabalho. Por isso, não se fala desta hipótese, ou, se é abordada, faz-se sempre como uma alternativa remota, mais própria para as famílias amigas do que para a sua. Não se trata de forçar ou de lamentar-se se Deus não toca a família – ou parece não tocar – com uma vocação, mas de a pedir com perseverança, sabendo que as orações dos pais são sempre as mais ouvidas, porque cativam o Coração do Senhor.

 

O exemplo de viver bem a fé é o melhor acicate para o nascimento das vocações no seio familiar. Por isso, os pais devem ser, em primeiro lugar, exemplos vivos de Cristo nas suas atitudes e nas suas ocupações. Não creio que Nossa Senhora tenha forçado alguma vez Jesus a rezar. O seu exemplo de oração – juntamente com o de S. José – formaram Cristo nesse hábito consubstancial de rezar e rezar muito, de pedir e pedir sempre ao Pai, para que fosse feita a sua vontade, ainda que, nalgum momento, esta pudesse ser dura e pouco apelativa. Lembremos a oração de Jesus, depois da Ceia Pascal, no Jardim das Oliveiras, tendo em mente os sofrimentos da sua Paixão: “Pai, se é possível, afasta de Mim este cálice, mas não se faça a minha vontade, mas a tua...”(Mt 26,39).

 

Neste ANO SACERDOTAL, tão oportuno para a cristandade dos nossos dias, há-de orientar-se a nossa oração, principalmente, para a santidade dos sacerdotes. A sua falta poderá ser o pior lenitivo para que alguém, probo e honesto, queira orientar a sua vida no sentido de seguir os passos do verdadeiro sacerdote e origem do sacerdócio ministerial, que é Jesus. Ele mesmo teve a audácia de dizer de Si mesmo: “Aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração”(Mt 11, 28). Esta afirmação ou é de um louco presunçoso, ou verdadeira, real, exacta. Só em Cristo a aceitamos com estas qualidades, porque a sua vida foi exactamente assim – a mostração da verdadeira mansidão e da verdadeira humildade.

 

Peçamos, pois, muito ao Senhor e à Virgem Santíssima pela santidade dos sacerdotes. Um sacerdote santo, como o Cura d’Ars, arrasta as pessoas, converte os corações. Quantas e quantas almas não deverão a sua salvação às 14 e 16 horas diárias de confessionário, que, S. João Maria Vianney, na sua modesta paróquia de Ars, atendeu durante muitos anos. Aparentemente, um trabalho sem resultados. De facto, uma tarefa cheia de pujança e sentido sobrenatural. As almas das pessoas são as jóias mais preciosas que se conhecem, pelo que tratar da sua saúde espiritual é caminho seguro para que elas possam, um dia, quando o Senhor as chamar, prestar as melhores contas e serem abraçadas para sempre pela Santíssima Trindade.

 

Recorde-se ainda que todo o baptizado recebe o sacerdócio comum dos fiéis, que o torna especialmente capaz, pelos méritos de Cristo, de ser intermediário entre os homens e Deus e Deus e os homens. Quando reza e pede por uma intenção, por exemplo, está a exercitar esse sacerdócio. E, de uma maneira específica, quando aproxima com o seu exemplo, o seu sacrifício e a sua oração perseverante uma alma do Senhor. O apostolado é uma incumbência que não pode descurar, porque Deus lhe deu todas as possibilidades para o realizar. Pensemos, pois, como anda a nossa preocupação pelas almas e corrijamos o que manifeste, no nosso interior, tibieza ou indiferença.
 
(Pe. Rui Rosas da Silva – Prior da Paróquia de Nossa Senhora da Porta Céu em Lisboa in Boletim Paroquial de Julho, selecção do título da responsabilidade do autor do blogue)

publicado por spedeus às 00:02

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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