«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

04
Mai 10
publicado por spedeus às 00:08

Receber o Santo Padre no nosso país não é só um privilégio, mas uma grande manifestação da graça de Deus.

Bento XVI é o sucessor de Pedro, o apóstolo a quem o Senhor concedeu o governo de toda a Igreja que Ele fundou e se mantém, desde o momento em que surgiu, fiel à doutrina, fiel à unidade tão desejada pelo próprio Jesus, fiel aos desígnios e fins que o Mestre lhe prescreveu, numa palavra, fiel a Cristo.

A presença do Papa entre nós fala-nos da maior confissão religiosa que o mundo conhece e, por certo, a mais amada. Nem sempre a sua vida é fácil, porque o próprio Fundador avisou de que segui-Lo é pegar na cruz todos os dias e ser sinal de contradição. E quando assim acontece, está-se no caminho certo, o das Bem-aventuranças: “Bem-aventurados sereis, quando vos insultarem, vos perseguirem. e disserem toda a espécie de mal por causa de Mim. Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos Céus...” (Mt. 5, 12).

Não admira, pois, que ela seja a instituição viva que conheceu, ao longo dos seus quase dois mil anos de existência, o maior número de incompreensões e de perseguições. Estes eventos fazem parte do seu “pão nosso de cada dia”, que nem sempre é fácil de aceitar, e lembra que, quem a ataca, por vezes, fá-lo duma forma tão agressiva e tão despropositada, que parece não agir apenas por sua inspiração. Dir-se-ia instrumento nas mãos de forças de um mal sobrehumano, que deixa o seu ferrete viscoso e repelente no modo como age e como incita os seus sequazes a tratar a Igreja ou os seus membros.

Para estes detractores, não importa ser justo ou dizer a verdade com clareza. O que se persegue é o escândalo, a atemorização dos crentes, o enxovalho mais asqueroso dos seus dirigentes, tentar tornar a Igreja fundada por Cristo num conjunto de criminosos e ocultadores de histórias nojentas, que sem deixarem de ser reais – o pecado humano é sempre feio e mau– envolve um número ínfimo dos fiéis da Igreja.

Por ser quem é, isto é, a Igreja que Cristo fundou, dá o exemplo de reconhecer os pecados dos seus membros e pedir perdão. Confesso que não sei se outra instituição congénere já realizou gestos semelhantes e, quem sabe, por motivos muito mais gravosos e abundantes. Mas isso não é o importante. O que interessa é que a Igreja sabe pedir perdão, dando exemplo de humildade e reconhecendo que nem sempre os seus membros amaram a mensagem de caridade que o Mestre lhe deixou.

Bento XVI vai a Fátima visitar Nossa Senhora, essa Mãe tão carinhosa que apareceu a três humildes zagaletes da Serra de Aire em 1917, e, dum modo mais específico, deu a entender à pequenita Jacinta (hoje Beata Jacinta), que o Papa teria de sofrer muito. Também isto não constitui novidade na vida dos Romanos Pontífices. S. Pedro morreu crucificado, os seus sucessores dos primeiros tempos foram martirizados quase sem excepção e, ao longo dos dois milénios da Igreja, quantos não tiveram de suportar vexames, ataques e brutalidades, que às vezes partiam dos próprios senhores do poder, que lhe deviam respeito e veneração como crentes.

A História não se repete, porque é feita por homens diferentes, mas o pecado humano é sempre igual. Por isso, não é original nem surpreendente o que nos magoa tanto, quando, com certa insistência depressiva e patológica, abrimos jornais, ouvimos rádio ou vemos televisão. Cada qual quer que o Papa e a Igreja se comportem da maneira mais adequada a que os seus leitores, os seus ouvintes, ou os seus espectadores lhes dêem crédito.

Compete-nos, na dor que nos assaca, manter a tranquilidade e a alegria dos filhos de Deus e da Igreja. E saber, junto de Maria Santíssima, pedir perdão a Deus por todos os pecados humanos – de nós, fiéis da Igreja, do presente e do passado – e de todos os que, por razões tão estranhas, empolam misérias repugnantes como juízes que estão acima do bem e do mal e tudo podem condenar com um rigor e uma inflexibilidade que, provavelmente, não aplicam, com tanto zelo, a outras condutas condenáveis e mais frequentes.

Não será toda esta sanha uma prova bem patente da importância que a Igreja tem nos nossos dias e da expectativa que existe entre as pessoas sobre a sua santidade?

(Pe. Rui Rosas da Silva – Prior da Paróquia de Nossa Senhora da Porta Céu em Lisboa in Boletim Paroquial de Maio, título da responsabilidade do autor do blogue)

publicado por spedeus às 00:07

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Maria estava "aos pés" da cruz. Também Ela entregava o Seu Filho à humanidade, porque estando cheia do Espírito Santo, sabia no Seu coração desde sempre, que Jesus ia morrer por nós.

Ao entregar o Seu Filho sabia que também Ela se estava a entregar à humanidade, como Mãe para sempre.

Ela sabia que era nossa Mãe, desde que sentiu Jesus Cristo no Seu ventre. Sentia-o, porque sabia que o Seu Filho estava em todos nós e estando em todos, todos eram Seus filhos.

Também Ela entregava o Seu Filho no meio da dor e da tristeza da Mãe humana, mas vivia também a exaltação da Sua parte divina de Mãe de Deus, que Lhe afirmava a salvação dos homens Seus filhos, pelo sacrifício e ressurreição daquEle que agora Se entregava e que Ela tinha trazido ao mundo.

Humildemente aos pés da cruz, Ela chorava o Filho entregue e alegrava-se pela promessa de salvação para todos os Seus outros filhos, conseguida pela morte e ressurreição dO que Ela tinha gerado.

Nos Seus olhos brilhavam ao mesmo tempo a lágrima da dor e a alegria da promessa de vida eterna para a humanidade.

Também Ela obedeceu até à morte de Seu Filho e durante toda a Sua vida, mantendo-se na sombra, na humildade, no caminho, seguindo Jesus e aceitando desde logo a Sua cruz, que já Lhe estava garantida e desvendada por Simeão no templo.

Também Ela aceitou a vontade do Pai sem hesitações, entregando o que demais precioso tinha para entregar, o Seu próprio Filho.

E Ela sabia no Seu coração desde o principio, que não seria como Abraão: O Seu Filho não seria poupado, tinha de morrer, para ressuscitar vencendo a morte e assim trazer a salvação aos Seus outros filhos.

E Jesus na Sua agonia confirma-Lhe o que Ela já sentia, entregando-A como Mãe a João e entregando João a Maria como Seu filho.

Não se Lhe conhece um queixume, não se Lhe conhece uma reprovação, não se Lhe conhece uma inveja ou um ciúme de mãe, mesmo quando outras mulheres se acercam Jesus e Ele lhes dá atenção.

Não, Maria sabe no Seu intimo que tem de ser assim, também Ela tem de sofrer em silêncio, também Ela tem de dar exemplo de obediência à vontade do Pai, também Ela tem de se curvar à missão do Seu Filho, também Ela se deve deixar conduzir pelo Espírito Santo, para preencher completamente a condição de “bendita entre as mulheres, de cheia de graça, de ter o Senhor com Ela, de ser a Mãe do Salvador” e de, por isso mesmo, ser Mãe da Igreja e da humanidade.

Maria não lidera, não conduz, mas ora, mas intercede, mas suplica ao Seu Filho, para que o Espírito Santo, que já está nEla, desça também sobre os Apóstolos e sobre todos os Seus filhos, durante todos os tempos.

E quando os discípulos partem em missão, Ela fica a orar, a interceder, a suplicar, a Jesus dentro de Si, a Jesus à direita do Pai, a Jesus dentro de nós.

Por isso a Mãe é a grande intercessora, a poderosa advogada, Aquela que nos traz no coração, o mesmo coração que deu sangue a Jesus.

Assim o amor de Deus é tão grande, tão infinito, que nos quis dar este elo de ligação entre o divino e o humano, a Mãe de Jesus e nossa Mãe, para que saibamos, que a virtude é sempre possível a todos nós, desde que nos entreguemos à vontade do Pai, à condução do Espírito Santo e ao amor de Jesus Cristo, que está em nós.

Todos somos um pouco Maria, pois temos Jesus Cristo em nós, só não sabemos é guardá-Lo para sempre, como Ela o fez desde a primeira hora.

Joaquim Mexia Alves

publicado por spedeus às 00:07

«O grão da semente não permanece só, ao grão da semente pertence o mistério maternal da terra – a Cristo pertence Maria, a terra sagrada da Igreja como os Padres da Igreja lhe chamavam de forma tão bela. O mistério de Maria significa precisamente isto: que a palavra de Deus não permaneceu sozinha mas, pelo contrário, assumiu o outro – a terra -, que se tornou ser humano na “terra-mãe” e então, novamente, intimamente ligada à terra de toda a humanidade, pôde voltar a Deus»

(Joseph Ratzinger in ‘Maria primeira Igreja’ – Joseph Ratzinger e Hans Urs von Balthasar)
publicado por spedeus às 00:06

Vídeo em espanhol

 

"Não se sintam fora do destino do mundo, mas sintam-se peças preciosas de um belíssimo mosaico que Deus, como grande artista, forma dia após dia, graças também à vossa contribuição".

Tratou-se de um abraço intenso entre Bento XVI e os doentes da "Pequena Casa da Divina Providencia". Em Turim, o Papa encontrou também aqueles que a sociedade tende a deixar de lado, como se quisesse tornar invisível a dor humana. A eles, o pontífice recordou que "oferecendo a nossa dor a Deus por meio de Cristo, nós podemos colaborar na vitória do bem sobre o mal, porque Deus torna fecundo a nossa oferta, o nosso acto de amor". Num ambiente repleto de alegria pela visita do Sucessor de Pedro, Bento XVI louvou a vida e a obra de São José Cottolengo, definido "uma campeão da caridade". "Ele compreendeu – precisou o Papa – que quem é atingido pelo sofrimento e pela rejeição tende a fechar-se e a isolar-se e a manifestar desconfiança em relação à própria vida". "Por isso, o assumir cargo de muitos sofrimentos humanos significava – concluiu – criar relações de proximidade afectiva, familiar e espontânea, dando vida a estruturas que podem favorecer essa proximidade, com aquele estilo de família que continua ainda hoje".

(Fonte: H2O News com adaptação de JPR)

publicado por spedeus às 00:05

Que preciso eu para acreditar que Deus, meu Criador e Senhor, me salvou para a vida eterna e, ao fazê-lo me deu uma dimensão de eternidade? Que preciso eu?

Ah!, apetece-me dizer, preciso de muito porque sou débil e fraco e pusilânime e detenho-me em tantas coisas sem importância, em pormenores e detalhes que não interessam para nada e que me distraem do principal.

Mas!, reflicto, tudo isso está escrito, dito, lavrado nas páginas do livro da vida humana, dos homens que me precederam e que deram os seus bens, a sua honra e, até, a sua vida para o avalizarem. Sim, tudo isto consta claramente nas páginas do livro da vida que folheio diariamente, de facto, não preciso de mais nada.

Não… não preciso de nada?, volto a interrogar-me.

Bom, de facto preciso… e muito; preciso, Senhor, que aumentes a minha pouca fé.

(AMA, meditação sobre acreditar, 2009.03.14)
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Tema: Mês de Maria – O Santo Rosário – Mistérios Dolorosos

Os Mistérios Dolorosos são os que consideram os cinco principais temas da Paixão e Morte de Jesus Cristo:
1. A oração de Jesus no Horto;
2. A Flagelação;
3. A Coroação de Espinhos;
4. Jesus com a Cruz às costas;
5. Jesus morre na Cruz.

(AMA, 2010.04.08)

Doutrina: Critério

À porta da cozinha estavam deitados os cães. João, o cozinheiro, matou um vitelo e deitou as vísceras para o pátio. Os cães comeram-nas, e disseram: «É um bom cozinheiro, cozinha muito bem». Pouco tempo depois, João pelava as ervilhas e as cebolas, e atirou as cascas para o pátio. Os cães atiraram-se sobre elas, mas torcendo o nariz para o lado, disseram: «O cozinheiro perdeu qualidades, já não vale nada».
(A. LUCIANI (João Paulo I); Ilustríssimos Señores, nr. 12 e ss.)

Agradecimento: António Mexia Alves
publicado por spedeus às 00:02

Imitação de Cristo, tratado espiritual do século XV
Livro 1, cap. 11

«Dou-vos a Minha paz»

Grande paz poderíamos alcançar se nos não quiséssemos ocupar das palavras e dos actos alheios e do que não nos diz respeito. Como poderá permanecer em paz aquele que interfere nos problemas dos outros, que busca o que é exterior e pouco ou muito raramente se recolhe? Felizes os simples, porque terão grande paz.

Por que razão qualquer dos santos foi tão perfeito e contemplativo? Porque a todo o momento eles matavam em si os desejos do mundo, de todo o coração pertenciam a Deus e então livremente se ocupavam de si. Mas nós ocupamo-nos muito das nossas paixões e daquilo que passa. Raramente vencemos por completo um defeito, e não conseguimos um progresso diário: assim nos mantemos frios ou mornos.

Se estivéssemos completamente mortos para nós próprios e mais livres por dentro, saberíamos o gosto do divino e alguma coisa da contemplação do Céu. O nosso maior e único obstáculo é não estarmos livres de paixões e desejos e não nos esforçarmos por entrar na perfeita via dos santos. Quando nos sucede qualquer adversidade, imediatamente desanimamos e voltamos às consolações humanas.

Se nos mantivermos quais homens fortes no combate, depressa veremos sobre nós o auxílio de Deus. Na verdade, Ele está pronto a ajudar os que combatem e esperam na Sua graça, pois é Quem nos favorece as ocasiões de lutar, para que vençamos. [...]

Oh, soubesses tu quanta paz para ti e alegria para os outros a tua vida santa causaria, julgo que terias mais ardor no teu progresso espiritual.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

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São João 14,27-31

27 «Deixo-vos a paz, dou-vos a Minha paz; não vo-la dou como a dá o mundo. Não se perturbe o vosso coração, nem se assuste.28 Ouvistes que Eu vos disse: Vou e voltarei a vós. Se vós Me amásseis, certamente vos alegraríeis de Eu ir para o Pai, porque o Pai é maior do que Eu.29 Eu vo-lo disse agora, antes que aconteça, para que, quando acontecer, acrediteis.30 Já não falarei muito convosco, porque vem o príncipe deste mundo. Ele não pode nada contra Mim,31 mas é preciso que o mundo conheça que amo o Pai e que faço como Ele Me ordenou. Levantai-vos, vamo-nos daqui.
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03
Mai 10
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O Laboratório de Expressão Facial da Emoção, da Faculdade de Ciências da Saúde, da Universidade Fernando Pessoa, no Porto, divulgou hoje um estudo que revela que o Bento XVI exibe uma expressão facial "congruente, consistente e verdadeira".

Segundo Freitas-Magalhães, director do laboratório e especialista em expressão facial da emoção, "os movimentos e linguagens faciais do Papa são simétricos e articulados com o discurso verbal e contexto nos quais são produzidos e exibidos".

O estudo inédito da expressão e linguagens faciais do Papa Bento XVI, que está em desenvolvimento no Laboratório de Expressão Facial da Emoção, iniciou-se quando foi eleito pelo conclave de cardeais, em 2005, e faz parte do projecto científico "A neuropsicofisiologia da face: Os movimentos e linguagens em figuras públicas".

O Presidente norte-americano, Barack Obama, foi o primeiro a ser objecto da "autópsia facial" no âmbito daquele programa, seguindo-se o chefe de Estado português, Cavaco Silva.

Freitas-Magalhães vai apresentar os resultados sobre o estudo da expressividade da face de Bento XVI durante a conferência "Os Vestígios Emocionais do Cérebro na Face Humana: O Efeito da Idade", a 20 de Maio, na Universidade Católica, em Braga.

(Fonte: site Rádio Renascença)
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publicado por spedeus às 19:54

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Bento XVI traz esperança em tempo de crise

D. António Vitalino, Bispo de Beja, considera que os católicos se devem sentir “honrados e estimulados” com a visita de Bento XVI a Portugal.

Na sua nota semanal para a “Rádio Pax”, o prelado considera que o Papa vai contribuir para “fortalecer” a esperança em “tempos de crise”, e “despertar energias positivas para a construção de um país mais solidário e lutador pelo progresso e bem comum”.

“Como bispo e como cidadão católico apelo aos meus diocesanos e concidadãos para que, uma vez mais, nos preparemos para esta visita, que terá o seu ponto alto em Fátima, para a maioria dos portugueses e católicos do mundo inteiro um lugar significativo para a Igreja e para a paz no mundo”, apela.

Bento XVI, acrescenta, é um “pregoeiro de Cristo e dos valores evangélicos para a humanidade”.
“Preparemo-nos, pois, para, uma vez mais, sermos um povo hospitaleiro, respeitoso e que se alegra com a visita do sucessor de Pedro. E, mesmo não sendo católicos, alegremo-nos com os que se alegram”; conclui.

(Fonte: site Agência Ecclesia)
publicado por spedeus às 17:13

Vídeo em espanhol
O Cardeal Angelo Sodano, decano do colégio cardinalício presidiu na manhã desta segunda feira na Basílica de S. Pedro as exéquias do cardeal Agostinho Mayer

Intervindo, no final da celebração, Bento XVI recordou em breves traços alguns dados do seu percurso de vida, desde a Baviera natal, até Roma, onde se formou e onde foi ao longo de dezassete anos, como monge beneditino, Reitor do Pontifício Ateneu de Santo Anselmo, e depois, a partir de 1972, Secretário da Congregação para os Religiosos, e sucessivamente, em 1984, Prefeito da Congregação para o Culto divino. Recordando que esta celebração exequial decorre sob o signo da esperança, afirmou Bento XVI:

Numa época como a nossa, em que o medo da morte lança tantas pessoas no desespero e na busca de consolações ilusórias, o cristão distingue-se pelo facto de pôr a sua segurança em Deus, num Amor tão grande que pode renovar o mundo inteiro. ‘Eis, que faço novas todas as coisas’, declara – quase no final do Livro do Apocalipse – Aquele que está sentado no trono. A visão da nova Jerusalém exprime o realizar-se do desejo mais profundo da humanidade: o de vivermos juntos em paz, sem a ameaça da morte, mas gozando da plena comunhão com Deus e entre nós”.

(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 16:23

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Todos à Clínica dos Arcos, na R. da Mãe d'Água, nº 15 (perto da Pç da Alegria - LX)

Saiu esta semana um artigo no DN* sobre a Missão Mãos Erguidas, da Leonor Castro, anunciando as vidas salvas de terço na mão à porta da Clínica dos Arcos em Lisboa. Na sequência, a TVI gravou uma reportagem (que talvez passe nos noticiários deste fim de semana) e a RTP propõe-se gravar já no dia 5 a oração pela Vida que ali se realiza todas as quartas-feiras durante a hora de almoço.

Por isso apelamos a todos os amigos da Causa da Vida que trabalhem no centro de Lisboa ou ali se possam deslocar no dia 5, para que a partir das 10h00 da manhã mas especialmente durante o tempo de almoço, se juntem às mães de «Mãos Erguidas» para rezar o terço pelos 50.000 bebés vítimas do aborto em Portugal, mas também pelas suas mães e pais e por um rápido despertar da consciência desta nossa sociedade.

Gostaríamos igualmente de anunciar que, conforme pedíamos numa petição recentemente entregue, o Santo Padre deverá abençoar durante a sua próxima visita dois bebés salvos do aborto pela Missão «Mãos Erguidas». Graças a Deus por eles e pelo nosso Santo Padre!


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Missão

'Piquete' pró-vida convenceu 14 mulheres a não abortar
por ANA BELA FERREIRA29 Abril 2010
Grupo junta-se desde 2008 à porta da Clínica dos Arcos, em Lisboa, para rezar o terço e tentar demover as mulheres de abortar
"Esta semana já salvámos mais dois bebés." Antes da oração do terço foi esta a boa notícia que fez sorrir os voluntários do grupo Mãos Erguidas. Desde 2008 que estes missionários se juntam à porta da Clínica dos Arcos, em Lisboa, para rezar e demover as mulheres de abortarem.
 
Durante este tempo dizem já ter convencido 14 mulheres a desistir. "Pelo menos que a gente saiba, mas podem ser mais", adianta Manuela Gonçalves, uma das oradoras.
publicado por spedeus às 15:54

03

Hoje tenho, para ti, uma prece: Santa Maria, Mãe de Deus e minha Mãe, diz ao Teu Divino Filho, coisas boas de mim, que eu, não obstante ser débil, pusilânime e volúvel, me esforço por ser um bom filho. Pobre de mim que não o consigo sempre, mas, repito vezes sem conta: Diz-lhe coisas boas de mim!
publicado por spedeus às 15:44

publicado por spedeus às 09:44

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Se o País vive um momento de aperto, é preciso diagnosticar a situação, confrontar a causa, procurar a saída. Cada um, ao seu nível, tem de suportar o sofrimento e enfrentar a dificuldade. Foi assim que ultrapassámos problemas muito maiores. Assim venceremos este. Pôr-se a lamentar bloqueios, bramar contra culpados remotos, insultar o País ou cair na autocomiseração não se deve à recessão. Vem da falta de carácter.
Este nosso problema é uma manifestação de um diagnóstico já antigo e muito mais vasto que a dívida lusitana. "A grande tradição intelectual que chegou até nós, desde Pitágoras e Platão, nunca se interrompeu ou perdeu com bagatelas como o saque de Roma, o triunfo de Átila ou todas as invasões bárbaras da idade das trevas. Apenas se perdeu após a introdução da imprensa, o descobrimento da América, a fundação da Royal Society e todo o progresso do Renascimento e do mundo moderno. Foi aí, se o foi em qualquer parte, que se perdeu ou se quebrou o longo fio, fino e delicado, que vinha desde a antiguidade remota. O fio dessa rara mania dos homens - o hábito de pensar" (G. K. Chesterton, 1933, St. Thomas Aquinas, cap. III).

João César das Neves

(Fonte: DN online excerto artigo publicado com data de hoje e que pode ser lido na integra AQUI)
publicado por spedeus às 09:26

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Numa entrevista publicada hoje, referindo-se ao Santuário de Torreciudad, em Huesca (Espanha), diz: “Espero frutos espirituais: graças, que o Senhor quer dar a quem for venerar a sua Mãe Bendita no seu santuário. Estes são os milagres que desejo: a conversão e a paz para muitas almas”.

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)
publicado por spedeus às 09:14

«(…) um raciocínio do próprio Newman sobre a relação fundamental do homem com a verdade. Os homens estão demasiadas vezes inclinados, assim raciocina o grande filósofo da religião, a ficar tranquilamente em suas casas à espera de que lhes cheguem demonstrações da revelação, como se estivessem na posição árbitros e não de necessitados. “Eles decidiram examinar o Omnipotente de maneira desapaixonada e objectiva, com total imparcialidade, de cabeça fria.” Mas o homem que deste modo se torna senhor da verdade engana-se. Ele subtrai-se a semelhante senhor e abre-se apenas àquele que se aproxima dela com respeito, com humildade veneradora.» (Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
publicado por spedeus às 00:06

publicado por spedeus às 00:05

É nossa obrigação, dos cristãos, estar alegres. Esta é uma afirmação que pode, por vezes, ser difícil de aceitar mas que, nem por isso, deixa de ser verdadeira. A vida, a vida comum de todos os dias, é recheada de imprevistos e incidentes, uns bons e outros, menos bons; uns agradáveis e, outros, que facilmente dispensaríamos. “Não há bem que sempre dure… e mal que se não acabe”, diz o conhecido rifão. É esta a vida humana, normal, corrente do comum das pessoas. O cristão é, antes de mais, uma pessoa humana, em tudo sujeito às leis da vida comum, de sociedade mas, é, além, disso, algo mais: é uma pessoa humana com uma convicção íntima, concreta, real: sabe que Jesus Cristo, pela Sua Paixão, Morte e Ressurreição, o salvou para a vida eterna e o converteu, de pleno direito, em Filho de Deus. Esta verdade não será suficiente e bastante para o encher de alegria?

 

(AMA, comentário sobre a alegria, Março 2009.03.09)

publicado por spedeus às 00:04

Existe um facto realmente extraordinário na vida São Filipe, natural de Betsaida, na Galileia. Um dia, quando obrigado a reverenciar o deus Marte acendendo-lhe incenso, eis que surge detrás do altar pagão uma cobra que mata o filho do sacerdote-mor e dois dos seus servos. Filipe ressuscitou-os e matou a cobra. Esse milagre de São Filipe originou a conversão de muitas pessoas ao cristianismo.

Existem muito poucas referências à sua vida nas sagradas escrituras. Uma delas conta que foi ele quem perguntou a Jesus, no dia do milagre da multiplicação dos pães, como faria para alimentar tanta gente com tão poucos pães.

Não se sabe exactamente como ou quando Filipe morreu. Mas o mais provável é que tenha sido crucificado aos oitenta e sete anos, por ordem do imperador Domiciano. As suas relíquias estão guardadas numa igreja de Roma, junto com as de São Tiago Menor, e seria por isso que se festejam no mesmo dia esses dois santos apóstolos.


São Tiago Menor

São Tiago, dito “o menor”, um dos doze apóstolos, era filho de Alfeu e primo de Jesus. É identificado nos Evangelhos como “irmão do Senhor”, termo esse usado pelos povos semitas para designar um grau de parentesco próximo (Mc 6,3 e Mt 13,55). Teve muita influência na comunidade de Jerusalém. Foi testemunha da ressurreição de Jesus (I Cor 15,7) e é o provável autor da “Epístola de Tiago”; foi com ele que Paulo, depois de convertido, se foi encontrar em Jerusalém (Gl 1,18). São Tiago teve um papel importante no Concílio de Jerusalém (Act 15,13-29). Morreu mártir por volta do ano 62.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:02

Tema: Mês de Maria – O Santo Rosário – Mistérios

 

O Santo Rosário divide-se nos chamados Terços que, por sua vez, são constituídos por cinco dezenas de Avé-Marias que separam os “mistérios” que, mais não são, que momentos ou cenas da vida de Nossa Senhora e do seu Filho Jesus Cristo propostos à nossa contemplação.

Assim os Mistérios são: Mistérios Gozosos, os Mistérios Dolorosos, Os Mistérios, Gloriosos, os Mistérios Luminosos.

(ama, 2010.04.08)

 

Doutrina: Perfeição

 

A perfeição não consiste em coisas exteriores como derramar lágrimas e coisas semelhantes, mas em virtudes verdadeiras e sólidas.

(S. Filipe de Neri, Máximas, F.W.Faber, Cromwell Press SN12 8PH, nr. 5-17)

 

Agradecimento: António Mexia Alves

publicado por spedeus às 00:02

Santo Agostinho (354-430), bispo de Hipona (Norte de África) e Doutor da Igreja
Discurso sobre os Salmos, Salmo 86

São Filipe e São Tiago, apóstolos, fundamentos da cidade santa (Ap 21, 14)

«O seu fundamento está sobre os montes santos. O Senhor ama as portas de Sião» (Sl 86, 1-2) [...] «Sois concidadãos dos santos e membros da família de Deus, edificados sobre o alicerce dos apóstolos e dos profetas, com Cristo por pedra angular» (Ef 2, 19-20). [...] Cristo, pedra angular, e as montanhas, ou seja, os apóstolos e os grandes profetas que são o fundamento de toda a cidade, constituem uma espécie de edifício vivo. E este edifício vivo tem uma voz, que ressoa agora no vosso coração: Deus, hábil artífice, serve-se da minha linguagem para vos incitar a tomardes o vosso lugar nesta construção, como outras tantas pedras talhadas de lados iguais. [...]

Reparai, a forma de uma pedra perfeitamente cúbica é a imagem perfeita do cristão. Por muitas tentações que sofra, o cristão não cai; pode ser violentamente empurrado, revirado, mas não cai. Da mesma maneira, para onde quer que volteis uma pedra cúbica, ela permanece de pé. [...] Sede pois semelhantes a pedras cúbicas, estai preparados para todos os choques; e, seja qual for a força que vos empurre, que ela não vos faça perder o equilíbrio. [...]

Elevar-vos-eis ao vosso lugar neste edifício através de uma vida cristã sincera, pela fé, a esperança e a caridade. A cidade santa é constituída pelos seus próprios cristãos; os homens são, simultaneamente, pedras e cidadãos, porque estas pedras são pedras vivas. «Vós mesmos, como pedras vivas, entrai na construção dum edifício espiritual» (1Ped 2, 5). [...] Por que é que os apóstolos e os profetas são os fundamentos da cidade? Porque a sua autoridade sustenta a nossa fraqueza. [...] Através deles, nós entramos no Reino de Deus; eles são os pregadores da salvação. E quando entramos na cidade através deles, entramos nela por Cristo, porque Ele é a porta (Jo 10, 9).

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
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São João 14,6-14

6 Jesus disse-lhe: «Eu sou o caminho, a verdade e a vida; ninguém vai ao Pai senão por Mim.7 Se Me conhecesseis, também certamente conheceríeis Meu Pai; mas desde agora O conheceis e já O vistes».8 Filipe disse-Lhe: «Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta».9 Jesus disse-lhe: «Há tanto tempo que estou convosco, e ainda não Me conheces, Filipe? Quem Me viu, viu também o Pai. Como dizes, pois: Mostra-nos o Pai?10 Não acreditais que Eu estou no Pai e que o Pai está em Mim? As palavras que vos digo, não as digo por Mim mesmo. O Pai, que está em Mim, Esse é que faz as obras.11 Crede em Mim: Eu estou no Pai e o Pai está em Mim.12 Crede-o ao menos por causa das mesmas obras. «Em verdade, em verdade vos digo, que aquele que crê em Mim fará também as obras que Eu faço. Fará outras ainda maiores, porque Eu vou para o Pai.13 Tudo o que pedirdes em Meu nome, Eu o farei, para que o Pai seja glorificado no Filho.14 Se Me pedirdes alguma coisa em Meu nome, Eu a farei.
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02
Mai 10
publicado por spedeus às 21:41

02
Neste teu mês, Mãe, desejo meditar, diariamente, sobre ti, algo que te diga respeito.

Hoje celebramos o dia da Mãe e, eu, ao falar contigo, Mãe do Céu, lembro a minha Mãe que, agora, também está no Céu.

Cheio de gratidão por tudo quanto me ensinou, pelo amor que me deu, o carinho e ternura que me dispensou. Sei que Nosso Senhor, a tem junto de Si e, por isso, sei que não deixa agora, como sempre fez nesta terra, de velar e interceder por mim junto daquele que tudo pode.

Queridas Mães: obrigado

Do vosso filho, muito amigo

António
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Vídeo em espanhol

No final da celebração, passado já o meio-dia, antes do canto do “Regina Coeli”, Bento XVI dirigiu o seu olhar a Maria Santíssima, venerada em Turim como padroeira sob o título de Nossa Senhora “Consolata”. Confiando-lhe a Cidade e todos os seus habitantes, o Papa dirigiu-se-lhe em oração:

“Vela, ó Maria, sobre as famílias e sobre o mundo do trabalho; vela sobre todos os que perderam a fé e a esperança; conforta os doentes, os encarcerados e todos os que sofrem; sustenta, ó Ajuda dos Cristãos, os jovens, os idosos e as pessoas em dificuldade. Vela, ó Mãe da Igreja, sobre os Pastores e sobre toda a comunidade dos fiéis, para serem sal e luz no meio da sociedade”.

Bento XVI sublinhou que foi a “Virgem Maria quem, mais do que ninguém, contemplou Deus no rosto humano de Jesus”.

“No coração de Maria encontra-se conservado o mistério do rosto de Cristo, mistério de morte e de glória. Que dela possamos sempre aprender a contemplar Jesus com um olhar de amor e de fé, a reconhecer naquele rosto humano o Rosto de Deus”.

(Fonte: site Radio Vaticana)
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Bento XVI visita este Domingo a cidade italiana de Turim para venerar o Santo Sudário, exposto publicamente pela primeira vez nos últimos anos.

O Sudário, uma das relíquias mais famosas do Cristianismo, é um pano de linho puro que alguns afirmam ter sido utilizado para envolver o corpo de Jesus Cristo após sua crucificação.

À imagem do que fez João Paulo II, em Maio de 1998, Bento XVI irá venerar esta tarde , o Sudário; o programa desta visita a Turim inclui ainda o encontro com jovens e uma visita a um centro para pessoas com deficiência, no fim da tarde.
Constituiu uma palavra de fé, de esperança e de exortação à caridade fraterna – como Jesus nos amou, a homilia do Papa, na celebração eucarística, a partir das leituras deste quinto domingo do Tempo pascal, uma celebração que teve lugar na Praça de São Carlos.

No Evangelho proclamado, Jesus fala de um “mandamento novo”. Mas “qual é a sua novidade?” – interrogou-se Bento XVI, logo recordando as palavras do próprio Jesus: “Como eu vos amei, amai-vos assim também vós uns aos outros”.

“O que há de novo é precisamente este amar como Jesus amou. Todo o nosso amar é precedido do seu amor e insere-se, realiza-se precisamente por este amor. O Antigo Testamento não apresentava nenhum modelo de amor, mas formulava apenas o preceito de amar. Jesus deu-se a si mesmo como modelo e como fonte de amor”.

Trata-se ( acrescentou ainda o Papa) de um amor sem limites, universal, capaz de transformar até mesmo todas as circunstâncias negativas e todos os obstáculos em ocasiões para progredir no amor”.

Neste contexto, e como tinham já feito o presidente da Câmara de Turim e o respectivo arcebispo, nas saudações iniciais, também Bento XVI evocou “a rica tradição de santidade e de generoso serviço aos irmãos” de que a Igreja que está em Turim deu provas nos séculos passados, na pessoa de padres, religiosas e mesmo leigos. E aqui o Papa quis deixar uma palavra especial de grande encorajamento aos padres e diáconos, como também aos Religiosos e Religiosas:

“Por vezes, ser operário na vinha do Senhor pode parecer duro, multiplicam-se os empenhos, muitos são os apelos, não faltam problemas. Sabei encontrar quotidianamente na relação de amor com Deus e na oração a força para levar o anúncio profético da salvação; centrai de novo a vossa existência sobre o essencial do Evangelho, cultivai uma real dimensão de comunhão e fraternidade no interior do presbitério, das vossas comunidades, nas relações com o Povo de Deus; testemunhai no ministério a potência do amor que vem do Alto, vem do Senhor presente no meio de nós”.

Bento XVI não esqueceu as “dificuldades, problemas, preocupações” de tantas pessoas em situação de “precariedade, por falta de trabalho, incerteza pelo futuro, sofrimento físico e moral”, referindo as famílias, os jovens, as pessoas idosas, sós ou marginalizadas, os imigrados.
Às famílias, o Papa pediu que vivam “a dimensão cristã do amor nas simples acções quotidianas, nas relações familiares, superando divisões e incompreensões, cultivando a fé”. Ao “rico e variegado mundo da Universidade e da cultura”, Bento XVI pediu um “testemunho de amor”, com “a escuta atenta e o diálogo humilde, na busca da Verdade, na certeza de que é a própria Verdade que vem ao nosso encontro”.

Não faltou um encorajamento às autoridades públicas:

“Desejo também encorajar o esforço, muitas vezes difícil, de quem está chamado a administrar a coisa pública: a colaboração para alcançar o bem comum e tornar a Cidade cada vez mais humana e vivível, é um sinal de que o pensamento cristão sobre o homem nunca é contra a sua liberdade, mas a favor de uma maior plenitude que só numa civilização do amor encontra a sua concretização”.

Bento XVI concluiu, deixando uma exortação à “Igreja que está em Turim”:

“Vim ao meio de vós para vos confirmar na fé. Desejo exortar-vos, com força e afecto, a permanecerdes firmes naquela fé que recebestes e que dá sentido à vida; a não perderdes nunca a luz da esperança em Cristo Ressuscitado, que é capaz de transformar a realidade e de tornar novas todas as coisas; a viverdes na cidade, nos bairros, nas comunidades, nas famílias, de modo concreto e simples, o amor de Deus: Como eu vos amei, amai-vos assim uns aos outros”.

(Fonte: site Radio Vaticana)
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«Como é possível retirar uma percentagem do subsídio de desemprego a quem perdeu o trabalho e manter as bonificações imorais nas empresas de participação do Estado? Como se pode tentar acabar com os abusos do subsídio de reinserção social quando se aceita que uma deputada eleita pelo círculo de Lisboa resida em Paris para efeito de pagamento de viagens e de ajudas de custo? Não se pode e não se deve porque é imoral e injusto.»

Zita Seabra

(Fonte: excerto artigo de opinião publicado pelo JN online AQUI, título da responsabilidade de JPR)
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Faz uma romaria à Virgem de Sonsoles. “Desde Ávila – conta recordando esse dia – vínhamos contemplando o Santuário, e – como é natural – ao chegar à falda do monte desapareceu da nossa vista (…). Comentámos: assim faz Deus connosco muitas vezes. Mostra-nos claramente o fim, e dá-no-lo a contemplar, para nos dar firmar no caminho da sua amabilíssima Vontade. E, quando já estamos perto d’Ele, deixa-nos nas trevas, parecendo abandonar-nos. (…) Fora com as dúvidas, as vacilações e as indecisões! Vi o caminho, empreendi-o e sigo-o”.

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)
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«(…) , a negação da questão de Deus, a renúncia a esta elevada abertura do homem, é um acto de fechamento, é esquecer o grito íntimo do nosso ser. Neste contexto Josef Pieper citou palavras de Hesíodo, retomadas pelo Cardeal Newman, nas quais esta problemática se encontra expressa com inimitável elegância e precisão. “Ser sábio com a cabeça de outrem (…) é decerto menos que sê-lo com a nossa, mas tem infinitamente mais peso que o orgulho estéril daquele que não realiza a independência do sapiente e ao mesmo tempo despreza a dependência do crente.”»

(Olhar para Cristo – Joseph Ratzinger)
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Ser perseverante é, de certo modo, ter unidade de vida. Não posso ser homem de oração, de vida interior intensa e vibrante se não perseverar na luta contra os meus defeitos, sem dúvida, mas, talvez mais importante, porfiar por adquirir a unidade de vida que deve levar-me à santidade pessoal.

Começo tanta coisa ao mesmo tempo! Salto de um objectivo, de uma tarefa, de um projecto para outros sem quase me deter. Na oração, às vezes, não me concentro na que estou a fazer mas numa que já fiz ou hei-de fazer. Vivo o minuto que passa como o que já passou ou o que há-de vir.

Numa palavra, tenho muito pouca perseverança na minha vida. E não pode ser! Tenho de fazer um esforço sério para fazer o que devo, quando devo, e estar no que faço.
Por momentos, ponho-me na Tua frente e pergunto-te: Senhor, qual é a Tua opinião a meu respeito? O que pensas de mim?

A resposta... sim... conheço a resposta: ''Que queres que te diga, filho? Nem Eu, que Sou o Senhor, consigo classificar-te bem. Tão depressa estás junto de Mim como logo te afastas e procedes como se Eu não existisse; estás unido a Mim e ao mesmo tempo, quase, devaneias não sei por onde; tomas uma decisão e, depois, decides que é para mais tarde; escreves e dizes coisas bonitas e envaideces-te como se os talentos fossem teus; fazes as coisas que te apetece fazer deixando para depois as que deves fazer! Como queres, filho, que te classifique?''

Mas, Senhor, pergunto ainda, não faço nada de bom?

''Não sejas tonto, respondes-me sorrindo, claro que fazes coisas boas mas, o teu problema e a minha pena, é que não as fazes constantemente, quer dizer, só deverias fazer coisas boas''

Mas como, Senhor, fraco e pusilânime como sou?

''Basta-te a minha graça e que consideres, sempre, a tua filiação divina.''

Obrigado, Senhor, vou tentar, a sério... vou tentar....

Dizes-me ainda: ''Não tentes... FAZ!''

(AMA, meditação sobre unidade de vida, 2009.12.13)
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«O Crucifixo é sabedoria, porque manifesta verdadeiramente quem é Deus, ou seja, poder de amor que chega até à Cruz para salvar o homem. Deus serve-se de modos e de instrumentos que para nós, à primeira vista, parecem debilidade. O Crucifixo releva, por um lado, a debilidade do homem e, por outro, o verdadeiro poder de Deus, ou seja, a gratuidade do amor: precisamente esta total gratuidade do amor é a verdadeira sabedoria. São Paulo fez esta experiência até na sua carne, e disto dá-nos testemunho em várias fases do seu percurso espiritual, que se tornaram pontos de referência específicos para cada discípulo de Jesus: "Ele disse-me: basta-te a minha graça, porque é na fraqueza que a minha força se revela plenamente" (2 Cor 12, 9); e ainda. "Deus escolheu o que é fraco, segundo o mundo, para confundir o que é forte" (1 Cor 1, 27). O Apóstolo identifica-se a tal ponto com Cristo que também ele, embora se encontre no meio de muitas provações, vive na fé do Filho de Deus que o amou e se entregou pelos pecados dele e de todos (cf. Gl 1, 4; 2, 20). Este dado autobiográfico do Apóstolo torna-se paradigmático para todos nós.

São Paulo ofereceu uma síntese admirável da teologia da Cruz na segunda Carta aos Coríntios (5, 14-21), onde tudo está contido em duas afirmações fundamentais: por um lado Cristo, que Deus tratou como pecado em nosso benefício (v. 21), morreu por todos (v. 14); por outro, Deus reconciliou-nos consigo, sem atribuir a nós as nossas culpas (cf. vv. 18-20). É deste "ministério da reconciliação" que toda a escravidão já foi resgatada (cf. 1 Cor 16, 20; 7, 23). Aqui aparece como tudo isto é relevante para a nossa vida. Também nós temos que entrar neste "ministério da reconciliação", que supõe sempre a renúncia à própria superioridade e à opção da loucura do amor. São Paulo renunciou á própria vida, entregando-se totalmente a si mesmo pelo ministério da reconciliação, da Cruz que é salvação para todos nós. E também nós devemos saber fazer isto. Podemos encontrar a nossa força precisamente na humildade do amor, e a nossa sabedoria na debilidade de renunciar para entrar assim na força de Deus. Todos nós devemos formar a nossa vida sobre esta verdadeira sabedoria: não viver para nós mesmos, mas viver na fé naquele Deus, de quem todos nós podemos dizer: "Amou-me e entregou-se por mim!".»


(Bento XVI - Audiência geral do dia 29 de Outubro de 2008)

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01
Mai 10
Começa o mês de Maio e, com ele, o teu mês, minha Mãe do Céu. Vou, durante este mês, fazer um esforço de vontade sério para estar mais próximo de ti, rezar-te com mais devoção, lembrar-me mais amiúde da tua figura como Mãe extremosa.

Quero pôr ao teu serviço os meus dias, fazer o que tenho a fazer com os olhos postos em ti, já que, tu, tens os teus postos no Teu Divino Filho, meu modelo e fim.
Que eu seja - pelo menos um pouco – como Ele foi, durante a Sua vida na terra, cuidando de ti com redobrado amor e entranhada devoção, que faça tudo para te agradar e mimar, deixando nas tuas mãos a tarefa de me guiares por um caminho seguro que conduza a Ele.

Iter para tutum: tu sabes o caminho, tu conheces a rota, o rumo, a direcção que me convém seguir para alcançar a promessa do Senhor: A Vida Eterna!

Nos teus braços descanso o meu corpo algo cansado de um vaivém constante de emoções, delírios, preocupações, medos e desejos. Revejo-me nos teus olhos doces e asseguro-me que me tens bem preso pela mão e que não deixarás que me afaste. Minha querida Mãe do Céu, acolho-me à tua protecção maternal, à segurança da tua figura incomparável de Mãe.

Sinto esta urgência de te dizer que te amo, que te venero, que quero amar-te com todas as forças do meu coração; que me sinto agradecido por todas as graças – as que sei e as que desconheço – que por teu intermédio têm recheado a minha vida; que não encontro palavras para descrever o carinho e ternura que por ti, Mãe, sinto; que confio plena e totalmente em ti como refúgio, auxílio, e refrigério; que me quero entregar – como João Paulo II – de uma forma completa, inteira, a ti, minha Mãe, meu Amor, minha garantia de salvação.

Salve Rainha do meu coração, luz dos meus olhos, doce amor da minha vida inteira.

Salve Senhora da minha predilecção, a primeira de todas as mulheres.

Salve Mãe extremosa que nunca me abandonas.

Salve Guardiã do meu coração que desejo guardar intacto e inteiro para o Teu Filho Jesus.

Salve meu refúgio e protecção nos momentos difíceis em que as dificuldades se avolumam e os problemas parecem não ter solução.

Salve Nobre Padroeira do meu País que adoece e definha às mãos dos que promovem leis iníquas.

Salve Nossa Senhora do Rosário de Fátima para onde concorrem tantos milhares de portugueses em busca de auxílio, protecção e alívio.


(AMA, meditação, 2010.05.01)
publicado por spedeus às 19:51

publicado por spedeus às 19:31

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Tem início hoje o mês de Maio com uma memória litúrgica tão querida ao povo cristão, a de São José Operário. E sabeis que eu me chamo José. Foi instituída pelo Papa Pio XII, de venerada memória, precisamente há cinquenta anos, para realçar a importância do trabalho e da presença de Cristo e da Igreja no mundo operário. É necessário testemunhar também na sociedade de hoje o "Evangelho do trabalho", do qual falava João Paulo II na sua Encíclica Laborem exercens. Faço votos por que não falte o trabalho especialmente para os jovens, e que as condições de trabalho sejam cada vez mais respeitosas da dignidade da pessoa humana.
Penso com afecto em todos os trabalhadores e saúdo os que se encontram na Praça de São Pedro, pertencentes a numerosas associações. Em particular saúdo os amigos das ACLI (Associações Cristãs dos Trabalhadores Italianos), que celebram este ano o sexagésimo aniversário de fundação, e desejo-lhes que continuem a viver a opção da "fraternidade cristã" como valor a ser encarnado no campo do trabalho e da vida social, para que a solidariedade, a justiça e a paz sejam os pilares sobre os quais construir a unidade da família humana.
Por fim, dirijo o pensamento a Maria: a ela está particularmente dedicado o mês de Maio. Com as palavras e, ainda mais, com o exemplo o Papa João Paulo II ensinou-nos a contemplar Cristo com o olhar de Maria, especialmente valorizando a oração do Santo Rosário. Com o canto do Regina Caeli, confiamos à Virgem todas as necessidades da Igreja e da humanidade.

Bento XVI – Regina Caeli do dia 1 de Maio de 2005
publicado por spedeus às 16:42

Há mais razões e motivos para a alegria que para a tristeza, o muito que recebemos, constantemente, é muito mais que aquilo que, aparentemente, nos falta.
 
(AMA, 2007.07.20)
publicado por spedeus às 16:26

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Talvez nunca nos tenhamos preocupado tanto com os custos de uma visita papal: quanto custará a de Bento XVI? Só depois o saberemos, e nessa altura, espero, confrontar-se-á com o que rendeu. Já não falo do proveito espiritual e cultural da sua presença, de valor sempre incalculável. Refiro-me ao seu rendimento económico, que também não será de fácil avaliação, pois conta com um voluntariado excepcional, mais abundante e barato do que o de qualquer evento partidário, e porque, gerando mais trabalho, fará lucrar muitas empresas entrosadas no grande acontecimento, com o positivo movimento financeiro daí decorrente. Além disso, virão frutos económicos da imagem que se dará do nosso país, nesses dias tornado centro da atenção mundial. No meio da crise geral, a imagem de um país ordeiro, sereno e alegre, apesar das dificuldades por que passamos, atrairá muita gente «lá de fora» – um país que vale a pena visitar e em que apetece investir.

Para já, a visita está a animar fortemente os meios de comunicação social, fornecendo-lhes um «conteúdo» que vende sempre e bem, sobretudo com as «polémicas» criadas ou empoladas pelos novos moralistas, que ainda ontem repudiavam a homossexualidade e agora a reverenciam; que ontem lamentavam o aborto e hoje o reclamam como um direito; a quem repugna a pedofilia, aplaudindo ao mesmo tempo a educação sexual, que, seguindo as recomendações da União Europeia, começa com experiências libidinosas aos cinco anos. E descobrindo que, afinal, invocam dogmas, quer dizer, verdades absolutas, objectivas e universais, em matéria moral. E lá se vai o seu relativismo e tolerância…

Ou seja: a comunicação social é a primeira beneficiada; simplesmente, avolumando depois qualquer incidente desagradável, para que ela mesma terá contribuído por gosto de sensacionalismo, retirará talvez boa parte da imagem que o nosso povo merece. Apesar disso, o próprio resultado económico será positivo certamente.

Pe. Hugo de Azevedo
publicado por spedeus às 16:22

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Cerca de 100 mil peregrinos esperam o Papa Bento XVI que neste Domingo visita Turim no norte da Itália . Durante a sua permanência na cidade, cerca de 10 horas o Santo Padre encontrar-se-á 4 vezes com os fiéis e proferirá cinco discursos

Durante a manhã celebrará a Santa Missa, à tarde terá um encontro com os jovens, efectuará uma visita á Basílica onde se encontra exposto o Sudário e, em seguida, terá um encontro com os doentes.

(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 16:05

Tema: Mês de Maria – O Santo Rosário

Rezar o Terço: Em tantos lares portugueses, houve, e ainda há, esse costume de rezar o Terço, em família, diariamente.
Hoje, nestes tempos acelerados em que vivemos, não há muito tempo nem ocasião para que isso se possa fazer, mas, o pai e a mãe, pelo menos, podem encontrar algum momento em que, os dois, juntos, desfiem as contas do Rosário.
Os filhos, sobretudo os mais pequenos, gravarão na sua mente esta devoção dos seus pais ou dos seus avós.
Porque não aproveitar este mês de Maio para começar a fazê-lo?
Pessoalmente, estou convencido, que as grandes revoluções a que ultimamente temos assistido no nosso mundo, das quais a mais significativa terá sido a queda e desmistificação radical do comunismo ateu, se devem aos muitos milhares de homens e mulheres de Portugal e de todo o mundo, que atenderam e têm seguido a mensagem da Senhora.
Quantos milhões de Avé-Marias, em cada dia, em cada hora, cada minuto, subirão ao Céu?!
(AMA, palestra na Meadela, Maio de 1993)

Doutrina: Mandamento do Amor

Não pode separar-se o amor ao próximo do amor a Deus: O maior mandamento da Lei é amar a Deus de todo o coração, e ao próximo como a si mesmo (Cfr Mt 22, 37-40). Cristo fez deste mandamento do amor para com o próximo o Seu mandamento e enriqueceu-o com novo significado, identificando-Se com os irmãos como objecto da caridade, dizendo: sempre que o fizestes a um destes Meus irmãos mais pequeninos, a Mim o fizestes (Mt. 25, 40). Com efeito, assumindo a natureza humana, Ele uniu a Si como família, por uma certa solidariedade sobrenatural, todos os homens e fez da caridade o sinal dos Seus discípulos, com estas palavras: nisto conhecerão todos que sois Meus discípulos, se vos amardes uns aos outros.
(CONCÍLIO VATICANO II, Decreto Apostolicam Actuositatem, nr. 8)

Agradecimento: António Mexia Alves
publicado por spedeus às 12:02

Bem-aventurada Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade
Um caminho simples

«Que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei.»

Digo sempre que o amor começa em casa. Primeiro está a família, depois a cidade. É fácil fingir amar as pessoas que estão longe; mas é muito menos fácil amar aqueles que vivem connosco ou que estão muito perto de nós. Desconfio dos grandes projectos impessoais, porque o importante são as pessoas. Para se amar alguém, é preciso estar perto dessa pessoa. Toda a gente precisa de amor. Todos nós precisamos de saber que temos importância para os outros e que temos um valor inestimável aos olhos de Deus.

Cristo disse: «Que vos ameis uns aos outros assim como Eu vos amei». E disse também: «Aquilo que fizerdes ao mais pequeno dos Meus irmãos, a Mim o fazeis» (Mt 25, 40). É a Ele que amamos em cada pobre, e todos os seres humanos são pobres de alguma coisa. Disse Ele: «Tive fome e destes-Me de comer, estava nu e vestistes-Me» (Mt 25, 35). Recordo sempre às minhas irmãs e aos nossos irmãos que o nosso dia consiste em passar vinte e quatro horas com Jesus.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 12:01

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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