«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

28
Mai 10
publicado por spedeus às 00:06

publicado por spedeus às 00:05

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Estava numa aflição: não via nada; tinha os olhos abertos mas não enxergava absolutamente nada. Parecia estar mergulhado numa escuridão absoluta, profunda, total.

Ouvia ruídos à minha volta, conseguia identificar pessoas a falar e a mover-se, veículos a transitar nas ruas e muitos outros ruídos comuns no dia-a-dia a quem vive numa cidade.

Estava assustado e muito, muito preocupado pois não fazia a menor ideia do que se passava comigo. Não me doía nada, sentia-me muito bem e, se não fosse a escuridão em que estava mergulhado, poderia dizer que não se passava nada de anormal, fora do comum.

Levei a ponta dos dedos à cara para me certificar que tinha as pálpebras abertas e, de facto, estavam...

A minha preocupação subiu uns graus, sentia-me perdido, confuso, desnorteado. Percebi então que também não conseguia falar. Bem abria a boca na tentativa de gritar, chamar a atenção de alguém, mas não saía um som da minha garganta.

Estava cego e mudo! Triste e amarga realidade!

Isto aconteceu-me hoje, há pouco, sem eu dar conta.

Mas...quantas vezes, esta aflição, me atinge, porque, numa desatenção, num afrouxar da guarda, fecham-se-me os olhos e os ouvidos incapacitam-se para ouvir e, eu, fico assim, cego e surdo.

Nestas situações só me oiço e vejo a mim próprio. Fico como que numa câmara de eco forrada a espelhos, oiço-me e vejo-me repetidamente.

Na porta desta câmara, para que não restem dúvidas a ninguém, pende um letreiro: ORGULHO.

(AMA, Publicado em NUNC COEPI a 14.11.2006 AQUI)
publicado por spedeus às 00:04

 

Senhor, tende piedade de nós.
Jesus Cristo, tende piedade de nós.
Senhor, tende piedade de nós.

Jesus Cristo, ouvi-nos.
Jesus Cristo, atendei-nos.

Pai celeste que sois Deus,
tende piedade de nós.
Filho, Redentor do mundo, que sois Deus,
tende piedade de nós.
Espírito Santo, que sois Deus,
tende piedade de nós.
Santíssima Trindade, que sois um só Deus,
tende piedade de nós.

Santa Maria,
rogai por nós.
Santa Mãe de Deus,
Santa Virgem das Virgens,
Mãe de Jesus Cristo,
Mãe da divina graça,
Mãe puríssima,
Mãe castíssima,
Mãe imaculada,
Mãe intacta,
Mãe amável,
Mãe admirável,
Mãe do bom conselho,
Mãe do Criador,
Mãe do Salvador,
Virgem prudentíssima,
Virgem venerável,
Virgem louvável,
Virgem poderosa,
Virgem clemente,
Virgem fiel,
Espelho de justiça,
Sede de sabedoria,
Causa da nossa alegria,
Vaso espiritual,
Vaso honorífico,
Vaso insígne de devoção,
Rosa mística,
Torre de David,
Torre de marfim,
Casa de ouro,
Arca da aliança,
Porta do céu,
Estrela da manhã,
Saúde dos enfermos,
Refúgio dos pecadores,
Consoladora dos aflitos,
Auxílio dos cristãos,
Rainha dos anjos,
Rainha dos patriarcas,
Rainha dos profetas,
Rainha dos apóstolos,
Rainha dos mártires,
Rainha dos confessores,
Rainha das virgens,
Rainha de todos os santos,
Rainha concebida sem pecado original,
Rainha elevada ao céu,
Rainha do sacratíssimo Rosário,
Rainha da paz,

Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,
perdoai-nos Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,
ouvi-nos Senhor.
Cordeiro de Deus, que tirais os pecados do mundo,

tende piedade de nós.

V. Rogai por nós, Santa Mãe de Deus,

R. Para que sejamos dignos das promessas de Cristo.

Oremos.
Senhor Deus, nós Vos suplicamos que concedais aos vossos servos perpétua saúde de alma e de corpo; e que, pela gloriosa intercessão da bem-aventurada sempre Virgem Maria, sejamos livres da presente tristeza e gozemos da eterna alegria.
Por Cristo Nosso Senhor.

Amém.

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Espírito Santo e a Fé

Ainda que o assentimento da Fé não seja um movimento cego da alma, ninguém, contudo, pode aderir à pregação evangélica - como é necessário para salvar-se - sem a iluminação e a inspiração do Espírito Santo, que dá a todos suavidade em consentir e crer a verdade. Por isso a Fé é em si mesma - ainda que não actue pela caridade (cfr. Gal 5, 6) - Dom de Deus e o seu acto é uma obra que pertence à salvação; por este acto o homem presta ao próprio Deus obediência livre, consentindo e cooperando com a Sua Graça, a que poderia resistir.

(CONCÍLIO VATICANO I, Constituição Dogm. Dei Filius, cap. 3, Dz - Sch, nr. 3010)

MÊS DE NOSSA SENHORA

Santo Rosário: Mistérios Luminosos
2º Mistério: As Bodas de Caná


Em Caná da Galileia mostra-se só um aspecto concreto da indigência humana, aparentemente pequeno, e de pouca importância: Não têm vinho. Mas isto tem um valor simbólico. O ir ao encontro das necessidades do homem significa, ao mesmo tempo, a sua introdução no raio de acção da missão messiânica e do poder salvífico de Cristo. Por conseguinte, dá-se uma mediação: Maria põe-se entre seu Filho e os homens na realidade das suas privações, indigências e sofrimentos. Põe-se "no meio ", ou seja, faz de mediadora não como uma pessoa, estranha, mas no seu papel de mãe, consciente de que como tal pode - melhor "tem o direito de" - tornar presente ao Filho as necessidades dos homens.

(JOÃO PAULO II, Encíclica Redemptoris Mater, 25.03.1987, nr 20)
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Jean Tauler (c. 1300-1361), dominicano
Sermão 46 (a partir da trad. Cervo 1980, t. 2, p. 24)

«Não está escrito: A Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos? Mas vós fizestes dela um covil de ladrões.»

Nosso Senhor entrou no Templo e expulsou todos os que compravam e vendiam, dizendo: «A Minha casa será chamada casa de oração. Mas vós fizestes dela um covil de ladrões». Que templo é este que se tornou um covil de ladrões? É a alma e o corpo do homem, que são muito mais o verdadeiro templo de Deus que todos os templos alguma vez edificados (1Cor 3, 17; 6, 19).

Quando Nosso Senhor quer vir a este templo, encontra-o transformado num covil de ladrões e numa feira de mercadores. Quem é o mercador? São os que dão o que têm – o seu livre árbitro – por aquilo que não têm – as coisas deste mundo. O mundo está cheio desses mercadores! Há-os entre os padres e os leigos, entre os religiosos, monges e freiras. [...] Tanta gente tão cheia da sua própria vontade [...]; tanta gente que procura em tudo o seu próprio interesse. Pelo contrário, se quisessem fazer negócio com Deus, oferecendo-Lhe a sua vontade, que feliz negócio fariam!

O homem deve querer, deve seguir, deve procurar Deus em tudo o que faz; e quando tiver feito tudo – beber, dormir, comer, falar, ouvir –, deixe então completamente as imagens das coisas e esvazie o seu templo. Uma vez o templo esvaziado, uma vez expulso esse bando de vendedores, a imaginação que te estorva, poderás ser uma casa de Deus (Ef 2, 19). Terás então a paz e a alegria do coração, e mais nada te perturbará, nada do que agora te preocupa, te deprime e te faz sofrer.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
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São Marcos 11,11-26

11 Entrou em Jerusalém, no templo, e, tendo observado tudo, como fosse já tarde, foi para Betânia com os doze.12 Ao outro dia, depois de sairem de Betânia, teve fome.13 Vendo ao longe uma figueira que tinha folhas, foi lá ver se encontrava nela algum fruto. Aproximando-Se, nada encontrou senão folhas, porque não era tempo de figos.14 Então disse à figueira: «Nunca mais alguém coma fruto de ti». Os discípulos ouviram-n'O.15 Chegaram a Jerusalém. Tendo entrado no templo, começou a expulsar os que vendiam e compravam no templo e derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos que vendiam as pombas.16 E não consentia que ninguém transportasse nenhum objecto pelo templo;17 e os ensinava dizendo: «Porventura não está escrito: “A minha casa será chamada casa de oração por todas as gentes”? Mas vós fizestes dela “um covil de ladrões”».18 Ouvindo isto os príncipes dos sacerdotes e os escribas procuravam o modo de O matar; porque O temiam, visto todo o povo admirar a Sua doutrina.19 Quando se fez tarde, sairam da cidade.20 No outro dia pela manhã, ao passarem, viram a figueira seca até às raízes.21 Então Pedro, recordando-se, disse-Lhe: «Olha, Mestre, como se secou a figueira que amaldiçoaste».22 Jesus, respondendo-lhe, disse-lhes: «Tende fé em Deus.23 Em verdade vos digo que todo aquele que disser a este monte: “Tira-te daí e lança-te no mar”, e não hesitar no seu coração, mas tiver fé de que tudo o que disse será feito, assim acontecerá.24 Por isso vos digo: Tudo o que pedirdes na oração, crede que o haveis de conseguir e o obtereis.25 Quando estiverdes a orar, se tendes alguma coisa contra alguém, perdoai-lhe, para que também vosso Pai, que está nos céus, vos perdoe os vossos pecados.26 Porque, se vós não perdoardes, também o vosso Pai que está nos céus, não perdoará os vossos pecados».
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27
Mai 10
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Escritora algarvia aplaude mensagem de convergência de Bento XVI

A escritora Lídia Jorge, que participou no encontro de Bento XVI com o mundo da cultura, a 12 de Maio, em Lisboa, considera que a iniciativa foi um momento “invulgar” e “importante para o nosso país”.

Em entrevista ao jornal “Folha do Domingo”, a autora afirma que a sessão “foi um momento de credibilização da Igreja como parceiro na cultura e no domínio intelectual” e reconhece que o Papa “excedeu largamente” as suas expectativas.

“Apercebi-me de que estava perante uma figura de uma dimensão intelectual invulgar, pela forma como o texto que leu chamava à convergência todos aqueles que se preocupam e trabalham no domínio, não dos bens materiais, mas da espiritualidade. Fui ficando muito entusiasmada e posso dizer que me tocou e que ainda hoje me toca”, refere Lídia Jorge.

“Fazei coisas belas, mas sobretudo tornai as vossas vidas um lugar de beleza” foi, para a escritora algarvia, um dos apelos mais interpeladores do discurso, por convocar todos os artistas à “busca do conhecimento”, independentemente da suas convicções religiosas.

“O problema da nossa Igreja – defende a escritora – é considerar que todos aqueles que não estão dentro dela estão desvalorizados, sendo portanto suspeitos. O que Bento XVI veio dizer é que ninguém é suspeito”.

Para Lídia Jorge, “urge desmascarar o preconceito de que somos 80 e tal por cento de cristãos, pois a prática não revela isso, existindo uma espécie de descompasso entre a realidade autêntica e a teoria que é o retrato oficial do país”.

Segundo a escritora, “a Igreja aparece como um poder de controlo”, enquanto que a “cultura, pela sua natureza, não quer controlo. É uma situação muito delicada”.

A ponte entre as duas instâncias “deve ser feita como Bento XVI a fez”, ou seja, através de “um convite lateral de convergência no domínio da verdade e da beleza”, embora não “valha a pena fazer encomendas aos escritores ou aos artistas para criarem expressamente para a Igreja”.

Lídia Jorge considera ainda que “a Igreja não pode continuar a ter, sobretudo na dimensão do culto, práticas tão incipientes de arte” e que “não é possível continuar, no domínio do canto, da música ou da representação, a ficar tão aquém das potencialidades artísticas contemporâneas”.

Falando sobre a sua relação pessoal com o transcendente, a escritora diz que é preciso valorizar a “ideia de Deus enquanto interrogação”: “Uma das coisas que me tocou muito foi perceber que a Madre Teresa de Calcutá, em determinado momento, teve dúvidas”.

A cultura, declara a autora, faz sempre “pressentir que há uma dimensão que pode chamar-se transcendental, mágica ou de inquietação espiritual”.

“Acho que se alguma coisa pode valorizar os homens e as mulheres, e todos aqueles que tenham um papel na vida cultural, é não ter medo de se falar dessa dimensão misteriosa. Aceitar ao menos que existe um mistério faz com que a nossa conduta tenha de ser, no mínimo, fraterna”, diz Lídia Jorge.

A autora considera que é “difícil acreditar” em Deus e que a ciência “parece que caminha rapidamente para a desmontagem da Criação”.

“Pessoalmente gostava que nunca se abrisse essa caixa de Pandora, a ponto de dizemos: não temos mais nenhuma outra explicação senão uma equação matemática. Nessa altura os homens serão absolutamente tristes, porque nós queremos acreditar, constitutivamente, que Deus existe”, afirma Lídia Jorge.

(Fonte: site Agência Ecclesia)
publicado por spedeus às 23:23

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Numa Catedral de Nossa Senhora de Los Angeles totalmente repleta para a Missa de boas-vindas ao novo Arcebispo Auxiliar de Los Angeles - a arquidiocese com maior presença latina nos Estados Unidos – D. José Horacio Gómez, afirmou que "ninguém é estrangeiro para Deus e ninguém é um estrangeiro para outros".

Na Missa de boas-vindas celebrada na tarde de ontem à qual assistiram umas quatro mil pessoas, 50 bispos de dentro e fora dos Estados Unidos e 411 sacerdotes, destacaram-se os discursos, petições, orações e cantos não só em inglês e espanhol a mas também em outros idiomas como o chinês para mostrar a diversidade cultural da arquidiocese de Los Angeles.

D. Gómez, quem se converterá automaticamente no Arcebispo titular de Los Angeles quando o Cardeal Roger Mahony cumpra 75 anos no próximo 27 de Fevereiro de 2011, começou seu discurso agradecendo "às formosas boas-vindas" e fazendo uma brincadeira: "quase duas homilias pelo mesmo preço… embora ambas sejam grátis, é um bom negócio".

Dirigindo-se de seguida ao Cardeal Mahony, o ainda Arcebispo titular de Los Angeles, D. Gómez pediu ao Cardeal que agradeça o Papa Bento XVI por havê-lo designado para esta importante arquidiocese e pediu dizer ao Papa que "trabalharei com todo meu coração neste serviço. Diga-lhe que trabalharei com todas minhas forças, expresse-lhe o meu amor filial".

No seu discurso pronunciado em inglês e espanhol, o Arcebispo Auxiliar salientou que "todos e cada um dos que estamos aqui nesta imponente Catedral somos discípulos que temos a responsabilidade da grande missão da Igreja. A nossa missão é a de Cristo, proclamar a boa nova de que Ele é Deus, que Ele é maior que a morte. Devo servir e aprender convosco e a continuar a missão já iniciada nesta histórica sede".

Depois de agradecer pelos 25 anos de serviço do Cardeal Mahony e saudar todos os membros da arquidiocese de Los Angeles, D. Gómez assinalou a urgência de defender a vida, desde a concepção até a morte natural, de todos, especialmente dos que não têm podem falar por si próprios.

Seguidamente, primeiro em espanhol e depois em inglês, o Arcebispo disse: "peçamos hoje que esta Igreja seja sempre um sinal de que Deus está connosco e em cujo olhar amoroso ninguém é um estrangeiro para Ele e ninguém é um estrangeiro para os outros. Todos somos iguais aos seus olhos", o que provocou que a Catedral inteira irrompesse em aplausos.

Referindo-se à diversidade cultural de Los Angeles, o Prelado assinalou que "podemos ver que nossa Igreja é católica aqui em Los Angeles. Podemos ver aqui o que Deus quer para todos. Somos todos uma família de Deus, composta por diversos idiomas".

Depois de ressaltar que necessitará o apoio de todos os católicos de Los Angeles, o Arcebispo dirigiu-se aos sacerdotes a quem recordou que "são homens de Deus e de grande coração, são os primeiros colaboradores no trabalho da Igreja de Deus. Levem a Deus às pessoas e as pessoas a Deus. Irmãos, o sacerdócio é a alegria de minha vida e me alegra estar convosco para servir à Igreja. Quero conhecê-los todos e a cada um de vós".

Visivelmente emocionado, o Arcebispo fez uma pausa e comentou em espanhol: "não posso acreditar que esteja aqui, isto é assombroso" ao que todos responderam novamente com aplausos.

Depois de comentar que sua família estava presente na Catedral e brincar ao comentar que "estão se adaptando bem", o Prelado recordou que "este Deus a quem servimos é um Deus de surpresas. Rezemos a Ele para que faça que os sacerdotes respondam generosamente ao chamamento que lhes é feito. Que faça fiéis os religiosos, diáconos, os leigos das comunidades eclesiásticas e dos movimentos".

"Para grandes coisas nascemos. Cada um de nós foi feito por Deus para grandes coisas. Não há alma que não deva ser tocada pela mensagem de amor de Deus. Podemos oferecê-las a Deus".

Logo depois de pedir orações por seu novo cargo pastoral, o Arcebispo Auxiliar de Los Angeles afirmou que "nestes dias estive pensando muito na minha família. Minhas irmãs e seus maridos estão aqui hoje. Sem dúvida que eu gostaria que meus pais pudessem estar connosco". Emocionado novamente até às lágrimas acrescentou: "estou seguro que nos acompanham do céu com os Santos e os Anjos".

A seguir voltou a fazer uma brincadeira, da qual tirou uma lição: "é complicado falar inglês sem sotaque. Minha mãe quis que aprendesse e não dei importância. É um grande ensinamento que me deixou assim minha mãe: sempre dar importância ao que dizem os pais. Se choro é culpa de minha mãe".

D. Gómez agradeceu de imediato a Deus pela graça de "viver num lar católico, através dele pude ver o amor do Senhor Jesus por mim. As orações de meus amigos ajudaram-me na minha missão como bispo. Não tenho palavras para agradecer tudo o que Ele fez por mim".

"Nossos pais nos ensinaram que temos uma Mãe no Céu, Nossa Senhora de Guadalupe que nos ama. Confio a Ela meu serviço e todos vós. Muito Obrigado a todos por este caloroso acolhimento", concluiu o novo Arcebispo Auxiliar de Los Angeles.

Ao final do discurso de D. Gomez, o Cardeal Mahony convidou o novo Arcebispo Auxiliar a sentar-se na sede (cadeira do Bispo) da Catedral de Los Angeles, ante os calorosos aplausos da assistência.

(Fonte: ‘ACI Digital’ com adaptação de JPR)
publicado por spedeus às 22:41

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publicado por spedeus às 20:03

publicado por spedeus às 19:16

publicado por spedeus às 18:00

Vídeo em espanhol

Na assembleia geral da Conferência Episcopal Italiana, que decorre no Vaticano, os Bispos de Itália decidiram assumir a educação como opção pastoral fundamental para os próximos dez anos. Uma decisão amplamente apoiada por Bento XVI, que considera importante fazer própria a responsabilidade das novas gerações, “com uma obra de testemunho unitário, integral e sinérgico, que ajude a pensar, a propor e a viver a verdade, a beleza e a bondade da experiência cristã”, dirigindo-se-lhes nesta quinta-feira:

“Não podemos ceder ao desânimo e à resignação. Nunca foi fácil educar, mas não devemos render-nos: seríamos infiéis ao mandato que o próprio Senhor nos confiou, chamando-nos a apascentar com amor o seu rebanho. Despertemos, isso sim, nas nossas comunidades, aquela paixão educativa, que não se reduz a uma didáctica, a um conjunto de técnicas e nem sequer à transmissão de princípios áridos.

Educar é formar as novas gerações para aprenderem a entrar em relação com o mundo, fortalecidos com uma memória significativa, com um património interior partilhado, com a verdadeira sapiência que, ao mesmo tempo reconhece o fim transcendente da vida, orienta o pensamento, os afectos e o juízo”.

Os jovens – observou o Papa – levam no coração uma pergunta de significado e de relações humanas autênticas, que os ajudem a não se sentirem sós perante os desafios da vida. “É desejo de um futuro, tornado menos incerto por uma companhia segura e fiável, que aborda cada um com delicadeza e respeito”.

“A vontade de promover uma renovada estação de evangelização não esconde as feridas de que está marcada a comunidade eclesial, pela debilidade e pelo pecado de alguns dos seus membros. Esta humilde e dolorosa admissão, não deve, porém, fazer-nos esquecer o serviço gratuito e apaixonado de tantos crentes, a partir dos sacerdotes. O ano especial a eles dedicado quis constituir uma oportunidade para promover a sua renovação interior, como condição para um mais incisivo empenho evangélico e ministerial”.

“O que é motivo de escândalo, deve traduzir-se para nós em apelo a uma profunda necessidade de acostumar-se de novo à penitência, de aceitar a purificação, de aprender por um lado o perdão, e por outro lado a necessidade da justiça”.

A concluir as suas palavras aos Bispos italianos, Bento XVI evocou a sua recente viagem a Portugal. Afirmando levar sempre no coração “as preocupações e expectativas de cada um” dos bispos de Itália, o Papa declarou tê-las deposto – juntamente com as de toda a humanidade – aos pés de Nossa Senhora de Fátima. E aqui o Papa pronunciou, em conclusão, a parte final da oração rezada no encontro com o clero, no dia 12 à tarde.

“Virgem Mãe de Deus e nossa Mãe caríssima: Que a vossa presença faça reflorescer o deserto das nossas solidões e brilhar o sol sobre as nossas trevas, faça voltar a calma depois da tempestade, para que todo o homem veja a salvação do Senhor, que tem o nome e o rosto de Jesus, reflectida nos nossos corações, para sempre unidos ao vosso! Assim seja!

(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 14:35

Quando se pediu ao reverendo Joe Wright que fizesse a oração de abertura no Senado de Kansas, todos esperavam uma oração ordinária, mas isto foi o que todo escutaram:

"Senhor, viemos diante de Ti neste dia, para Te pedir perdão e para pedir a tua direcção.

Sabemos que a tua Palavra disse: 'Maldição àqueles que chamam "bem" ao que está "mal“, e é exactamente o que temos feito.

Temos perdido o equilíbrio espiritual e temos mudado os nossos valores.


Temos explorado o pobre e temos chamado a isso "sorte".

Temos recompensado a preguiça e chamámo-la de "Ajuda Social".

Temos matado os nossos filhos que ainda não nasceram e temo-lo chamado “a livre escolha".

Temos abatido os nossos condenados e

chamámo-lo de "justiça".

Temos sido negligentes ao disciplinar os nossos filhos e chamámo-lo “desenvolver a sua auto-estima”.

Temos abusado do poder e temos chamado a isso: "Política".

Temos cobiçado os bens do nosso vizinho e a isso temo-lo chamado "ter ambição".

Temos contaminado as ondas de rádio e televisão com muita grosseria e pornografia e temo-lo chamado "liberdade de expressão".

Temos ridicularizado os valores estabelecidos desde há muito tempo pelos nossos ancestrais e a isto temo-lo chamado de "obsoleto e passado".

Oh Deus!, olha no profundo dos nossos corações; purifica-nos e livra-nos dos nossos pecados.

Amen.


A reacção foi imediata.

Um Parlamentar abandonou a sala durante a oração. Três outros criticaram a oração do Pastor classificando a oração como “uma mensagem de intolerância”.

Durante as seis semanas seguintes, a Igreja 'Central Catholic Church‘ onde o reverendo Wright exerce o seu ministério recebeu mais de 5.000 chamadas telefónicas,  das quais só 47 foram desfavoráveis.

Esta Igreja recebe agora petições do mundo inteiro, da Índia, África, Ásia, para que o pároco Wright ore por eles.

O comentarista Paul Harvey difundiu esta oração na sua emissão de rádio ' The Rest of the Story ', (O Resto da História), e recebeu um acolhimento muito mais favorável por esta emissão, que por qualquer outra.

Com a ajuda de Deus, gostaríamos que esta oração se derramasse sobre a nossa nação, e que nasça em nossos corações o desejo de chegar a ser uma ''Nação debaixo do olhar de Deus".
Agradecimento: António Mexia Alves
publicado por spedeus às 14:20

id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475931846197063858" />A peregrinação em Portugal abre uma nova etapa deste pontificado

No pontificado de Bento XVI, haverá o “antes” e o “após” a sua peregrinação apostólica a Portugal: é o que resulta dos contactos com os peritos em informação religiosa ou das suas crónicas e impressões, quer sejam favoráveis ou hostis ao pensamento de Joseph Ratzinger.

Nas vésperas desta visita, todos estavam de acordo em dizer que o Papa iniciava a sua décima quinta viajem apostólica internacional (de 11 a 14 de Maio), em circunstâncias particularmente desfavoráveis, devido à “assustadora” crise que a Igreja católica viveu nestes últimos meses após as divulgações de abusos sexuais cometidos contra menores por membros do clero.

Uma fortaleza inesperada

Desde o primeiro dia da viagem, certos meios de comunicação social, que haviam lançado ataques sem precedentes contra um papa, tomaram consciência que algo estava a mudar radicalmente. O “New York Times” publicava, a 11 de Maio, na Internet uma crónica de Rachel Donadio, na qual a jornalista considera que as palavras do bispo de Roma aos jornalistas como sendo as mais duras pronunciadas sobre o tema.

“Os ataques 'não vêm somente do exterior' constatava o Papa, mas 'os sofrimentos da Igreja vêm do interior da mesma da Igreja, do pecado que existe na própria Igreja'. E a crónica recordava as medidas recentes tomadas pelo Papa para purificar a Igreja.

“Trata-se de um exemplo claro da mudança que o Papa está a imprimir no Vaticano”, comenta John L. Allen Jr., vaticanista do semanário americano National Catholic Reporter.

Miguel Mora, correspondente no Vaticano do diário madrileno “El País”, um dos jornais europeus menos contemporizador para com o papado, numa análise intitulada “o gladiador solitário ", apresentava o Santo Padre assim: “Enquanto que os escândalos de pedofilia encobertos pelo clero desencadeavam a pior crise que a Igreja conheceu desde há décadas, Ratzinger deu o melhor de ele mesmo”. E o correspondente do jornal reconhecia neste Papa “a coragem e a ferocidade de um gladiador solitário, incomuns num homem de 83 anos”, “ na purificação de uma Igreja “pecadora”.

O afecto do fiéis em números

A mudança de atitude dos jornalistas é reforçada pelos números surpreendentes da visita papal. O Pontífice reuniu no recinto do Santuário de Fátima, a 13 de Maio, uma multidão de mais de meio milhão de pessoas, ou seja, cem mil mais que em 2000, aquando da última peregrinação de João Paulo II a Fatima, para a beatificação de Jacinta e Francisco.

Em Lisboa, o Papa reuniu umas 200 000 pessoas na Missa, e cerca de 120.000 no Porto. Contando todas as pessoas presentes ao longo das ruas nas três localidades visitadas, chega-se provavelmente ao milhão. Num país de 10 milhões de habitantes, foram 10% entre eles que encontraram o Sumo Pontífice.

Bento XVI até então desconhecido

Desta vez, os meios de comunicação social não viram na timidez do Papa um hóspede frio. Bem pelo contrário, aperceberam-se do seu lado mais íntimo, em especial quando o viram ajoelhar-se, a 12 de Maio, diante da Virgem, na Capela da Aparições em Fátima. Jean-Marie Guénois, cronista sobre religião do Figaro, que se encontrava então a alguns metros do Papa, imortalizou estes minutos em que Bento XVI ofereceu à Virgem a rosa de ouro e prata.

“Seguidamente, como que se transformou no momento em que o seu assistente lhe entregou o famoso presente para que o depusesse aos pés da estátua. E nesse instante, não era mais um Papa mas uma criança. Avançou com o sorriso de uma criança pequena na festa do Dia Mãe ”. Bento XVI depositou este presente aos pés da Virgem e rezou: “Longos minutos paradoxais em que se associam à ausência, uma surpreendente presença e o silêncio”.

“Ao redor, quase 300.000 pessoas vibravam em consonância”, prossegue o cronista. O seu mestre de cerimónias veio então e pegou-lhe delicadamente pelo braço: “A criança voltou a ser o Papa”.

No voo papal de regresso a Roma na tarde de Sexta-feira, Octávio Carmo, da agência de imprensa católica portuguesa “Ecclesia”, escolhe igualmente este momento para resumir esta peregrinação: “É sem dúvida a viagem que melhor define o pontificado de Bento XVI: homem que surpreende as multidões que não o conhecem, mas que se revela mais intensamente em privado”.

A missão profética de Fatima não está terminada

Andrea Tornielli, vaticanista do diário italiano “Il Giornale”, sublinhou as palavras da homilia que o Papa pronunciou a 13 de Maio, quando preveniu “o que pensava que a missão profética de Fátima estava terminada enganava-se”, considerando que a mensagem da Virgem não se limita ao atentado de 1981 contra João Paulo II.

Na sua famosa conferência de imprensa no avião, Bento XVI reconheceu que no texto do terceiro segredo Fátima “vê-se a necessidade de uma paixão da Igreja, que naturalmente se reflecte na pessoa do Papa”.

Quinta-feira, aquando do seu encontro com os bispos de Portugal, Bento XVI apresentou assim a sua missão à luz de Fátima: “O Papa tem necessidade de se abrir sempre mais ao mistério da Cruz, abraçando-o como a única esperança e o meio final para ganhar e reunir no Crucificado todos os irmãos e irmãs em bondade”.

Após ter deixado transparecer emoções tão profundas, uma nova etapa do pontificado Bento XVI começa, pelo menos para os profissionais da informação religiosa.

João THEMUDO BARATA

(Fonte : ‘Zenit’ edição francesa do dia 17 de Maio de 2010 com tradução de JPR)
publicado por spedeus às 13:50

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Detenhamo-nos num pormenor desta Palavra, desta descrição do milagre da recuperação da vista, para quem andava nas trevas.
Porquê os pormenores?

Se acreditamos que a Palavra escrita é inspirada no e pelo espírito Santo, então os pormenores têm de ter algum significado e esse significado será conforme o mesmo Espírito nos leva a discernir em cada momento.

«E ele, atirando fora a capa, deu um salto e veio ter com Jesus»
O cego Bartimeu, atirou fora a capa…

Quantas vezes a capa que “usamos” nas nossas vidas, não nos deixa ver o caminho, não nos deixa ver a verdade, não nos deixa viver o amor.

É a capa do orgulho, a capa do respeito humano, a capa do dinheiro, a capa do prazer, a capa do egoísmo, a capa da auto-suficiência, a capa do sofrimento, a capa da comiseração, a capa do queixume, a capa da critica, a capa da má-lingua, a capa das “minhas certezas”, a capa da “minha fé”…

Cada um pode escolher, ou melhor, descobrir a sua capa, ou capas…
E por isso muitas vezes não “vemos”, não temos luz para o caminho das nossas vidas.

Vemos tudo com os olhos do corpo, mas os “olhos” do nosso coração estão fechados, estão cegos, não vêem a luz da paz, da alegria, da vida nova com e em Cristo.

Por vezes tiramos a capa, mas não a atiramos fora, guardamo-la e tornamos a usá-la…

O cego Bartimeu «atirou fora a capa», não quis mais saber dela, só lhe interessava Jesus Cristo que lhe podia fazer recuperar a vista, a vista que lhe trazia uma vida nova…

Nada mais lhe interessava! Ele queria aquela vida nova, porque sabia no seu intimo que era uma vida abundante, em que podia “ver”…

E a fé de Bartimeu?!

Ele não se levantou e caminhou!

Não, ele «deu um salto», como quem mergulha em algo que não sabe o que é, mas tem a certeza de que é bom, a certeza de quem confia, de quem espera, a certeza de quem tem Fé…

Ah, Senhor dá-nos a força para também atirarmos fora as nossas capas, para bem longe de nós.

Melhor Senhor, toma Tu conta delas, para que não caiamos na tentação de as querermos reaver…

Ah Senhor, dá-nos a coragem para darmos o salto para Ti, de olhos fechados, sem medo do “que lá vem”, mas na certeza da Fé de que Tu nos abrirás os olhos e nos darás a luz para caminharmos no Teu amor.

Monte Real, 1 de Outubro de 2007

Joaquim Mexia Alves
publicado por spedeus às 13:17

Numa tertúlia no México com profissionais recorda: “Os negócios não correram nada bem ao meu pai. E dou graças a Deus, porque assim sei o que é a pobreza; de contrário, não teria sabido. Vêem como foi bom? Agora quero mais ao meu pai… Era tão maravilhoso, que soube ter uma serenidade imensa e suportar a contradição com paz de um cristão e de um cavalheiro”.

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)
publicado por spedeus às 07:22

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Regresso do Papa foi tema de conversa «informal»

O Santuário de Fátima gostaria de receber um Papa para a celebração do centenário das Aparições de Nossa Senhora, no ano de 2017.

“Da parte do episcopado, do Bispo de Leiria – Fátima e também do Santuário não há dúvida que gostaríamos que o Papa estivesse pressente, seja Bento XVI ou outro”, afirma o Reitor do Santuário de Fátima, o Pe. Virgílio Antunes, numa entrevista à ECCLESIA.

Recentemente em Portugal, por ocasião de uma visita apostólica de quatro dias, Bento XVI referiu-se duas vezes ao centenário das Aparições de Fátima.

O Pe. Virgílio Antunes dá conta que a possibilidade de Bento XVI regressar a Portugal por ocasião do centenário este foi tema de conversa “informal” mas “está tudo em aberto”.

O Santuário de Fátima está já a programar o aniversário.

A comissão organizadora já reuniu e “centra-se na definição dos temas doutrinais e teológicos relacionados com a mensagem de Fátima que vão orientar os próximos sete anos”, dá conta o Reitor do Santuário de Fátima.

Em desenvolvimento está um esboço programático de acção que deverá entrar em funcionamento no próximo Advento.

(Fonte: site Agência Ecclesia)

Nota de JPR: mantenhamos a perseverança nessa extraordinária “arma” que o Senhor nos ensinou e incluamos doravante nas nossas orações esta intenção, com a humildade de Lhe dizer também, «seja feita a Vossa vontade assim na terra como no Céu».

publicado por spedeus às 00:07

publicado por spedeus às 00:06

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publicado por spedeus às 00:06

O que é a paciência? Quem pode responder melhor a esta pergunta que o impaciente?
Sim, há várias coisas que sabe.
Por exemplo:

• A sua falta traz-lhe sofrimento porque, habitualmente faz sofrer outros;
• Quer, agora, o que só estará disponível mais tarde;
• Esgota num ápice o que deveria durar algum tempo;
• Responde mesmo antes da pergunta estar completamente elaborada;
• Adianta-se quando deveria esperar;
• Começa sem ter acabado o que começou;
• Agita o que estava tranquilo;
• Desconfia do evidente;
• Pretende o que não lhe compete;
• Julga sem analisar;
• Precipita a conclusão;
• Não espera pelo resultado.

• E, sofre ainda mais porque se dá conta que:

• É desagradável no trato;
• Cai com frequência no destempero de atitudes e linguagem;
• Dá-se conta do afastamento dos outros.

Continua a sofrer porque:

• Perde oportunidades;
• Não presta a atenção que os outros merecem;
• Não tem uma trajectória recta;
• Zizagueia de emoções em emoções;
• Troca coisas importantes por ninharias;
• Muda de verdades essenciais para hipóteses efémeras.


Na verdade, o impaciente, sofre muitíssimo porque não dando felicidade aos outros não a consegue para si próprio.

Assim temos, exactamente, o que a paciência não é.

(AMA, dissertação 2010.05.22)
publicado por spedeus às 00:05

publicado por spedeus às 00:02

Espírito Santo, sensibilidade à Sua acção

A Tradição cristã resumiu a atitude que devemos adoptar para com o Espírito Santo num só conceito: docilidade. Sermos sensíveis aquilo que o Espírito Divino promove à nossa volta e em nós mesmos: aos carismas que distribui, aos movimentos e instituições que suscita, aos efeitos e decisões que faz nascer nos nossos corações...

(S. JOSEMARÍA, Cristo que Passa, 130)

MÊS DE NOSSA SENHORA

Santo Rosário: Mistérios Luminosos
1º Mistério: O Baptismo de Jesus no Jordão

São João Baptista, ao ver aproximar-se do seu baptismo Aquele de quem tinha dado testemunho tão autêntico, resistia razoavelmente a baptizá-lo. Não era necessário que Jesus fosse baptizado por João, já que não tinha pecado algum. Mas Jesus quis submeter-se a este baptismo antes de inaugurar a Sua pregação para nos ensinar a obedecer a todas as disposições divinas (antes tinha-se submetido, por exemplo, à circuncisão, à apresen¬tação no Templo e ao resgate como primogénito). Os planos de Deus dispunham que Jesus Se aniquilasse até Se submeter à autoridade de outros homens.

(Bíblia Sagrada, Santos Evangelhos, Anotada pela Fac. de Teologia da Univ. de Navarra, Comentário sobre Jo 3, 14)
publicado por spedeus às 00:02

São Gregório Magno (c. 540-604), Papa e Doutor da Igreja
Homilias sobre os Evangelhos, n°2 (a partir da trad. Tissot, Les Pères nous parlent, 1954, p. 190)

«Filho de David, tem misericórdia de mim»

Com razão a Escritura nos apresenta este cego sentado à beira do caminho e pedindo esmola, porque a Verdade diz acerca de Si mesma: «Eu sou o caminho» (Jo 14, 6). Assim, todo aquele que ignora a claridade da luz eterna é cego.

Se já cremos no Redentor, estamos sentados à beira do caminho. Se já cremos, mas descuramos pedir que nos seja dada a luz eterna e descuramos a oração, podemos estar sentados à beira do caminho, mas não pedimos esmola. Mas se cremos, se conhecemos a cegueira do nosso coração e oramos a fim de recebermos a luz da verdade, então somos efectivamente este cego sentado à beira do caminho e que pede esmola.

Assim, aquele que reconhece as trevas da sua cegueira e sente a privação da luz eterna, grite do fundo do seu coração, grite com toda a sua alma: «Jesus, Filho de David, tem piedade de mim!»

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

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São Marcos 10,46-52

46 Chegaram a Jericó. Ao sair Jesus de Jericó, com os Seus discípulos e grande multidão, Bartimeu, mendigo cego, filho de Timeu, estava sentado junto ao caminho.47 Quando ouviu dizer que era Jesus Nazareno, começou a gritar: «Jesus, Filho de David, tem piedade de mim!».48 Muitos repreendiam-no para que se calasse. Mas ele cada vez gritava mais forte: «Filho de David, tem piedade de mim!».49 Jesus, parando, disse: «Chamai-o». Chamaram o cego, dizendo-lhe: «Tem confiança, levanta-te, Ele chama-te».50 Ele, lançando fora a capa, levantou-se de um salto e foi ter com Jesus.51 Tomando Jesus a palavra, disse-lhe: «Que queres que te faça?». O cego respondeu: «Rabboni, que eu veja!».52 Então Jesus disse-lhe: «Vai, a tua fé te salvou». No mesmo instante recuperou a vista, e seguia-O no caminho.
publicado por spedeus às 00:00

26
Mai 10
publicado por spedeus às 22:42

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publicado por spedeus às 22:27

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Eu, pecador, me confesso de uma falta consciente e voluntariamente cometida no passado dia 12 de Maio, na portagem de entrada em Fátima, pouco antes da chegada do Santo Padre. Com efeito, quando dei ao zeloso funcionário a quantia que lhe devia pelo troço de auto-estrada percorrido, disse-lhe com fingida seriedade que, se Bento XVI passasse por ali, fizesse o favor de não lhe cobrar a portagem…

Estupefacto, o portageiro gaguejou:

- Mas, o Papa vai passar por aqui?!

Não, Sua Santidade não ia passar por ali, para tranquilidade da inocente vítima da minha bem-humorada maldade sacerdotal, a quem logo esclareci, para o bem da sua alma e paz da minha pesada consciência. De facto, Bento XVI não passou por aquela portagem que, quanto muito, sobrevoou de helicóptero, mas franqueou outras fronteiras, cruzando os espaços da nossa interioridade.

Passou pelos corações das crianças que o esperavam no aeroporto e nos Jerónimos, com cânticos de alegria.

Passou pelas autoridades a quem protocolarmente cumprimentou, dando a um gesto formal o alcance de um acolhimento pastoral.

Passou pelo entusiasmo dos jovens que encheram de cor e de júbilo o Terreiro do Paço e, depois, sob as janelas da Nunciatura Apostólica, cantaram ao Papa a felicidade que lhes vai na alma cristã.

Passou pelas mentes ilustres dos agentes da cultura, num Centro Cultural de Belém repleto de personalidades sisudas que, por um momento, se ergueram para aplaudirem, de pé, o porta-voz da verdade que nos faz livres.

Passou pelas vidas de milhares de padres, religiosos, missionários e seminaristas, cuja entrega a Deus e ao próximo consagrou ao Imaculado Coração de Maria, a todos chamando a uma mais plena e decidida resposta à graça do dom e da missão.

Passou pela existência prosaica dos fiéis congregados na imensa esplanada da Cova da Iria, naquela vigília memorável de oração e de fé, e depois prolongada na impressionante Eucaristia matutina do dia 13.

Passou pelo serviço dos que se dedicam à pastoral sócio-caritativa, neles despertando renovados anseios de autêntico apostolado cristão.

Passou pelo fraternal abraço aos bispos portugueses, confirmando-os na sua autoridade e serviço eclesial e recordando-lhes a dimensão profética do seu munus pastoral que, por ser católico, deve estar aberto a todas as multiformes manifestações do único Espírito.

Passou pelos milhares de fiéis, invictos do frio e da chuva na urbe invicta, e que protagonizaram uma emocionante despedida ao Papa peregrino, já em vias de regressar à capital da Cristandade.

Passou pelos céus que abençoou e pelas terras que, sobrevoando, tocou com a sua benfazeja sombra de sucessor de Pedro.

E passou também por todas as televisões, passou pelas rádios das mais díspares frequências, pelas manchetes de todos os jornais e publicações, pelos cartazes urbanos, pelas bandeiras e pelos estandartes agitados ao vento, pelas embarcações engalanadas sobre as águas do Tejo e do Douro.

Passou sobretudo pelos sorrisos das crianças, pelo entusiasmo dos jovens, pelo consolo dos doentes, pela esperança dos velhos, pela contrição dos pecadores e pelo fervor dos santos.

Sim, eu pecador me confesso de ter sido percurso do Papa Bento XVI, porque o seu sorriso paternal ainda brilha na minha alma e a sua voz amabilíssima de bom Pastor perdura na minha mente e no meu coração. Deo gratias!

P. Gonçalo Portocarrero de Almada

publicado por spedeus às 21:15

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PROGRAMA
13h30 Almoço com Antigos Residentes
15h00 Projecção de fotografias da Residência
15h30 Conferência proferida pelo Prof. Fernando Adão da Fonseca subordinada ao tema : “Liberdade de Educação ou Estado Educador?”
17h00 Lanche

Colégio Universitário Montes Claros
Rua Vera Lagoa, 5 - 1600-028 Lisboa
Tel: 217 221 000 | Fax: 217 221 007
mc@montesclaros.pt | www.montesclaros.pt
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publicado por spedeus às 20:48

O Projecto Cabo Verde é um projecto de Voluntariado Internacional para a Cooperação desenvolvido desde 2006 por estudantes universitárias e jovens profissionais, e que pretende dar um contributo eficaz para fazer dos beneficiários os protagonistas do seu próprio desenvolvimento.

A estratégia de intervenção abrange três pilares fundamentais do desenvolvimento social, designadamente a educação e formação, a saúde e o ambiente. A intervenção no terreno efectiva-se em 15 dias do mês de Agosto. No entanto, os objectivos globais e específicos do projecto vão muito além de uma ajuda anual desligada.

Desde 2006 beneficiaram directamente do Projecto mais de 7.000 pessoas.

Para levar a cabo este projecto, necessitamos do contributo de muitas pessoas que acreditem no trabalho que fazemos no terreno e na experiência de formação que proporcionamos aos voluntários. Contamos com a ajuda monetária no montante que puderem dispor e os recibos que passamos são dedutíveis em IRS / IRC.

Estou disponível para prestar individualmente os esclarecimentos que forem necessários.

Muito Obrigada!

Inês Maria Aires Magriço
Cooperativa de Telheiras para a Promoção da Solidariedade e da Cultura, CRL
Av. Sidónio Pais, nº24 CV Esq.
1050-215 Lisboa
inesm.cpact@mail.telepac.pt
Telefone: +351 218 429 910
publicado por spedeus às 19:48

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Duas semanas depois de anunciadas as novas medidas de austeridade tudo o que se sabe sobre elas sabe a pouco.

Ao aumento de impostos, de que se discute ainda a constitucionalidade, soma-se apenas uma mão cheia de medidas avulsas, em matéria de despesa, cujo impacto final, uma a uma, ninguém arrisca quantificar.

Para cortar 14 milhões de euros no bolo de 8,7 mil milhões do orçamento da saúde a ministra Ana Jorge anuncia um corte cego de 5% nas horas extraordinárias. Mas, o mesmo Governo que arrisca lançar o caos em algumas urgências e blocos hospitalares, para poupar 14 milhões, não abdica de gastar, mais do dobro, em promoções “ad hoc”, decididas pelos respectivos chefes de serviço, e destinadas a premiar o desempenho os funcionários públicos “excelentes”. Só porque faltou coragem para decidir: este ano haverá progressões e prémios zero!

Proíbem-se contratações, por concurso, de funcionários públicos. Mas, os gabinetes ministeriais, continuam a poder recrutar, fora da administração, mais pessoal.

O ministro das Obras públicas recusa-se a ficar sem pasta e insiste em não congelar os projectos embora saiba que não haverá dinheiro para os financiar.

No meio deste desnorte! O tempo, implacável, corre contra nós.

Graça Franco

(Fonte: site Rádio Renascença)

publicado por spedeus às 18:54

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"O Orçamento Nacional deve ser equilibrado. As Dívidas Públicas devem ser reduzidas, a arrogância das autoridades deve ser moderada e controlada. Os pagamentos a governos devem ser reduzidos, se a Nação não quiser ir à falência. As pessoas devem novamente aprender a trabalhar, em vez de viver por conta pública."

Marcus Tullius - Romma, 55a.C.
publicado por spedeus às 18:01

publicado por spedeus às 18:00

Vídeo em espanhol

Catequese do Papa foi dedicada ao poder dado aos sacerdotes para governar os fiéis e as comunidades

O Papa convidou os padres de todo o mundo para as celebrações conclusivas do Ano Sacerdotal, de 9 a 11 de Junho, em Roma.

Na audiência geral desta Quarta-feira, Bento XVI afirmou que o encontro vai ser uma ocasião para meditar na “conversão” e na “missão”, bem como no “dom do Espírito” e na “relação com a Virgem Maria”.

A iniciativa é também uma oportunidade para os padres renovarem as suas “promessas sacerdotais”, “sustentados por todo o povo de Deus”.

Na intervenção que proferiu na Praça de São Pedro, em Roma, o Papa sublinhou que os padres devem conduzir os fiéis no rumo que Deus quer, e não na direcção que lhes “parece mais conveniente ou mais fácil”.

Bento XVI recordou que a acção dos padres exige uma “disponibilidade incondicional”, deixando que o próprio Cristo governe as suas vidas.

“Por isso, na base do ministério pastoral, está o encontro pessoal e constante com o Senhor, para conformar a própria vontade com a d’Ele”, salientou o Papa, recordando que a “docilidade dos fiéis aos seus pastores depende da docilidade dos sacerdotes a Cristo”.

Poder de governar

Depois de em semanas anteriores se ter pronunciado sobre a missão de santificar e ensinar, Bento XVI terminou nesta Quarta-feira as alocuções referentes às três funções específicas dos sacerdotes com uma catequese dedicada ao poder de governar.

No entender do Papa, a autoridade entendida a partir do ponto de vista cristão deve ser exercida em referência a Deus, procurando o verdadeiro bem da pessoa, que é a “salvação em Cristo”.

“Entendida à luz da fé”, esta autoridade, embora envolvendo o exercício do poder, permanece um serviço à construção da Igreja na santidade, unidade e verdade”, explicou Bento XVI.

Para cumprir este propósito, o padre deve adquirir as suas forças em Cristo, “verdadeiro modelo pelo seu humilde serviço de amor exprimido no lava-pés e na sua realeza que culmina na Cruz”.

Para Bento XVI, “fora desta visão sobrenatural não é possível compreender o ofício de governo que exercem os sacerdotes”.

“Governar é formar Cristo nos corações dos fiéis”, referiu o Papa, que pediu aos padres para “não terem medo” de conduzir a Deus as pessoas e comunidades que lhes foram confiadas e para serem “modelos para todos”.

Aos fiéis que não são sacerdotes, Bento XVI pediu para rezassem por ele enquanto “Sucessor de Pedro”, e também pelos bispos e padres.

A Igreja evoca nesta Quarta-feira a memória de São Filipe Néri, que, nas palavras do Papa, se distinguiu pela "alegria" e "especial dedicação à juventude”, que educou e evangelizou através da Congregação do Oratório, por si fundada.

No fim da catequese, Bento XVI pediu a intercessão deste santo nascido na actual Itália para que os jovens vivam com “simplicidade evangélica”, os doentes façam do seu sofrimento “uma oferta ao Pai celeste” e os novos esposos construam “uma família verdadeiramente cristã”.

(Fonte: site Agência Ecclesia)

publicado por spedeus às 14:50

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A mensagem dirigida ao presidente da Conferência Episcopal expressa «vivo apreço e gratidão» pelo «zelo e empenho» na realização da visita e reconhece acção de colaboradores e benfeitores

Bento XVI agradeceu ao presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga, “os momentos felizes” vividos durante a sua visita a Portugal, entre 11 e 14 de Maio.

“Queira Deus, na sua grande generosidade recompensar o Senhor Arcebispo com todos os colaboradores e benfeitores que se lhes associaram para permitir a digna realização dos sucessivos encontros”, escreveu o Papa em mensagem com data de 19 de Maio.

id="BLOGGER_PHOTO_ID_5475562554482243826" />Depois de realçar o "caloroso acolhimento" e "grande testemunho de fé" com que foi recebido, Bento XVI pede a D. Jorge Ortiga que seja “intérprete” do “vivo apreço e gratidão” aos bispos de Portugal “pelo zelo e empenho postos na preparação e realização” da visita.

O reconhecimento é particularmente dirigido a D. Carlos Azevedo, na qualidade de coordenador da estadia e responsável pela Pastoral Social, e aos presidentes das Comissões Episcopais da Cultura, Bens Culturais e Comunicações Sociais, D. Manuel Clemente, e das Vocações e Ministérios, D. António Francisco dos Santos, sectores que organizaram encontros restritos com Bento XVI.

O Papa afirma ter sentido “uma grande alegria” ao saudar “um a um” os pastores das dioceses portuguesas, sentimento que se repetiu ao “abraçar com os olhos a imensa e vibrante multidão de fiéis” na missa celebrada a 13 de Maio, em Fátima.

Depois de pedir a “Nossa Senhora” para guiar e proteger “os passos de todo o povo português por sendas de fé viva, esperança segura e caridade solidária”, Bento XVI diz confiar a Deus as dioceses “comprometidas num renovado anúncio do Evangelho”.


Mensagem de Bento XVI ao presidente da Conferência Episcopal Portuguesa

Ao Venerado Irmão
D. JORGE FERREIRA DA COSTA ORTIGA
Arcebispo de Braga e Presidente da
Conferência Episcopal Portuguesa

Regressado a Roma, voltam-me à mente os momentos felizes vividos durante a minha Visita a Portugal, que me brindou com um caloroso acolhimento e um grande testemunho de fé. Queira Deus, na sua grande generosidade, recompensar o Senhor Arcebispo com todos os colaboradores e benfeitores que se lhes associaram para permitir a digna realização dos sucessivos encontros com as diversas componentes do povo de Deus.

Peço-lhe para, na sua qualidade de Presidente, fazer-se intérprete do meu vivo apreço e gratidão aos membros dessa Conferência Episcopal pelo zelo e empenho postos na preparação e realização desta minha Visita Apostólica, nomeadamente a D. Carlos Alberto de Pinho Moreira Azevedo, coordenador geral da mesma e Presidente da Comissão Episcopal de Pastoral Social, a D. Manuel José Macário do Nascimento Clemente, Presidente da Comissão Episcopal da Cultura, e a D. António Francisco dos Santos, Presidente da Comissão Episcopal das Vocações e Ministérios.

Pude no Santuário de Fátima sentir ao meu redor as várias dioceses de Portugal guiadas pelos respectivos Pastores: foi para mim uma grande alegria saudá-los um a um na Casa de Nossa Senhora do Carmo, como o foi abraçar com os olhos a imensa e vibrante multidão de fiéis na celebração eucarística do dia 13 de Maio sob o olhar de Nossa Senhora de Fátima. Que Ela vele, guie e proteja os passos de todo o povo português por sendas de fé viva, esperança segura e caridade solidária!

Reconhecido, retribuo todas as gentilezas recebidas, confiando a Deus as comunidades diocesanas de Portugal comprometidas num renovado anúncio do Evangelho, enquanto de coração concedo uma especial Bênção Apostólica.

Vaticano, 19 de Maio de 2010.

Benedictus PP XVI.

(Fonte: site Agência Ecclesia)
publicado por spedeus às 13:52

publicado por spedeus às 09:23

“Jesus, se não é para ser o instrumento que desejas, leva-me quanto antes na tua graça. Não receio a morte, apesar da minha vida pecadora, porque me lembro do teu Amor: um tifo, uma tuberculose, uma pneumonia…ou quatro tiros, tanto faz!”, escreve nesta data.

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)
publicado por spedeus às 08:29

"Nunc coepi!" – agora começo! É o grito da alma apaixonada que, a cada instante, tanto se foi fiel como se lhe faltou generosidade, renova o seu desejo de servir – de amar! – com inteira lealdade o nosso Deus.

(São Josemaría Escrivá - Sulco, 161)
publicado por spedeus às 00:06

A virtude da Fidelidade é, segundo o meu conceito, uma das mais belas. Bem entendido, todas as virtudes têm beleza e um fulgor característico que as distingue, mas, a Fidelidade tem um brilho tão intenso e envolvente que acaba por transmitir, ao que a possui, como que uma aura pessoal que o torna em alguém notável.

Ser fiel é também uma disposição interior porque não depende nem das circunstâncias nem das pessoas mas sim de uma estabilidade própria nos sentimentos e emoções.

Não pode ser fiel quem não tenha vida interior, segura, esclarecida, exactamente porque, a Fidelidade, nasce no mais profundo de nós. Não é, de modo nenhum, algo externo, influenciável, mutável.

A pessoa fiel torna-se, automaticamente em alguém digno de confiança em quem se pode depositar e entregar tudo o que se queira com a certeza que é guardado e mantido tal como o entregamos.

(AMA, dissertação sobre Fidelidade)
publicado por spedeus às 00:05

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O Pontifício Conselho para a Cultura e a sociedade bio-farmacêutica NeoStem Inc. anunciaram hoje uma iniciativa conjunta para ampliar a investigação e sensibilizar a opinião pública sobre as terapias com células estaminais adultas, que são moralmente correctas pois não geram a destruição de embriões humanos como no caso das células estaminais (células tronco) embrionárias.

Conforme informa um comunicado publicado hoje, a Stem for Life Foundation, da NeoStem Inc., foi criada para sensibilizar sobre a possibilidade do uso de células estaminais adultas no tratamento de enfermidades, enquanto que STOQ International (Science, Theology and the Ontological Quest), dependente do Pontifício Conselho da Cultura, trabalhará para fomentar a investigação desse tipo de células, explorar sua aplicação clínica no âmbito da medicina regenerativa e analisar a importância cultural dessa investigação, sobre tudo de suas repercussões em matérias teológicas e éticas.

A colaboração do laboratório NeoStem Inc. e do Pontifício Conselho da Cultura, assinala o texto, "centrar-se-á no desenvolvimento de programas educativos, publicações e cursos académicos com um enfoque interdisciplinar nas faculdades de teologia e filosofia, além daquelas dedicadas à bioética, em todo mundo".

Uma das iniciativas será uma conferência internacional no Vaticano sobre a investigação de células estaminais adultas – incluída a tecnologia VSELTm (caracterizada pelo emprego de diminutas células estaminais, parecidas com as dos embriões) –, centrada na apresentação de investigações médicas e nas implicações teológicas e filosóficas dos progressos científicos.

(Fonte: ‘ACI Digital')
publicado por spedeus às 00:04

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Neste dia recordamos a santidade de vida do Santo da Alegria, que encantou a Igreja com seu jeito criativo e excêntrico de viver o Evangelho. Nascido em 1515, São Filipe Néri, foi morar com um tio negociante, que colocou diante de seus olhos a proposta de assumir os empreendimentos, mas acolheu as proposta do Senhor que eram bem outras.

Ao ir para Roma estudou Filosofia e Teologia, sem pensar no sacerdócio. Sendo um homem de caridade, vendeu toda a sua biblioteca e deu tudo aos pobres; visitava as catacumbas tinha devoção aos mártires e tudo fazia para ganhar os jovens para Deus, já que era afável, modesto e alegre, por isso fundou ainda como leigo, a irmandade da Santíssima Trindade.

São Filipe Néri que muito acolhia peregrinos em Roma, foi dócil em acolher o chamamento ao sacerdócio que o despertou para as missões nas Índias, porém, o seu Bispo esclareceu-lhe que a sua Índia era Roma. Como Santo da Jovialidade, simplicidade infantil e confiança na Divina Providência, Filipe fundou a Congregação do Oratório; foi vítima de calúnias; esquivou-se de ser cardeal, mas não da Salvação das Almas e do seu lema: Pecados e melancolia estejam longe de minha casa.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:02

Espírito Santo e a pureza

A pureza como virtude, quer dizer, capacidade de 'manter o próprio corpo em santidade e respeito' (cfr. 1 Tes 4,4), aliada ao Dom de Piedade, como fruto da habitação do Espírito Santo no 'templo' do corpo, realiza nele uma plenitude tão grande de dignidade nas relações interpessoais, que o 'próprio Deus é glorificado nele'. A pureza é glória do corpo humano diante de Deus. É a glória de Deus no corpo humano.

(JOÃO PAULO II, Audiência geral, 1981.03.18)

MÊS DE NOSSA SENHORA

Santo Rosário: Mistérios Gloriosos
5º Mistério: A Coroação da Santíssima Virgem


Aí estás tu, Senhora, na Glória sublime que te estava reservada.
Solenemente Deus Pai, coloca na tua singela cabeça a coroa máxima da realeza perfeita.

A teus pés, a serpente contorce-se pela impotência a que desde o inicio dos tempos foi condenada. És, para ela, intocável.

Dos lados, as legiões dos Anjos olham embevecidos a tua Pureza Virginal.
Filha, Mãe e, agora, Rainha!

Á tua frente, prostrados, a multidão de Santos, profetas, místicos, virgens e tantos outros que te anunciaram, louvaram e enalteceram de mil e uma maneiras. A Glória, fantástica, que só o Céu pode conceber.

Aí, na presença Gloriosa de Deus, não esqueces Senhora, os teus filhos nesta terra, entre os quais me encontro.

(AMA, meditações sobre os Mistérios do Rosário, 1988.02.25)
publicado por spedeus às 00:02

Santo Afonso Maria de Ligório (1696-1787), bispo e Doutor da Igreja
(a partir da trad. de Oeuvres, t. 14)

«Dar a própria vida em resgate por todos»

Um Deus que serve, que varre a casa, que se entrega a trabalhos penosos – deveria bastar um destes pensamentos para nos encher de amor! Quando o Salvador começou a pregar o Seu Evangelho tornou-Se «o servo de todos», afirmando de Si mesmo que «não veio para ser servido, mas para servir». Foi como se tivesse dito que queria ser servo de todos os homens. E, no final da Sua vida, conforme dizia São Bernardo, «não contente com o facto de ter tomado a condição de servo para Se colocar ao serviço dos homens, quis ainda tomar a aparência de servo indigno para ser maltratado e suportar o castigo que devia cair sobre nós, em consequência dos nossos pecados».

Eis que o Senhor, servo obediente de todos, Se submete à sentença de Pilatos, injusta como é, e Se entrega aos Seus algozes. [...] Assim, tanto nos amou Deus que, por amor de nós, quis obedecer como escravo até morrer e morrer de uma morte dolorosa e infame, o suplício da cruz (Fl 2, 8).

Ora, em tudo isso Ele obedecia, não como Deus, mas como homem, como escravo de que assumira a condição. Tal santo entregou-se como escravo para resgatar um pobre e atraiu a admiração do mundo devido a esse acto heróico de caridade. Mas que caridade é essa, comparada com a do Redentor? Sendo Deus e querendo resgatar-nos da escravidão do Diabo e da morte que nos era devida, tornou-Se Ele mesmo escravo e deixou-Se amarrar e pregar na cruz. «Para que o servo se torne senhor, dizia Santo Agostinho, Deus quis fazer-Se servo».

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

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São Marcos 10,32-45

32 Iam em viagem para subir a Jerusalém; Jesus ia diante deles. E iam perturbados e seguiam-n'O com medo. Tomando novamente à parte os doze, começou a dizer-lhes o que tinha de Lhe acontecer:33 «Eis que subimos a Jerusalém, e o Filho do Homem será entregue aos príncipes dos sacerdotes e aos escribas; eles O condenarão à morte e O entregarão aos gentios;34 e O escarnecerão, Lhe cuspirão, O açoitarão, e Lhe tirarão a vida. Mas ao terceiro dia ressuscitará».35 Então aproximaram-se d'Ele Tiago e João, filhos de Zebedeu, dizendo: «Mestre, queremos que nos concedas o que Te vamos pedir».36 Ele disse-lhes: «Que quereis que vos conceda?».37 Eles responderam: «Concede-nos que, na Tua glória, um de nós se sente à Tua direita e outro à Tua esquerda».38 Mas Jesus disse-lhes: «Não sabeis o que pedis. Podeis beber o cálice que Eu vou beber, ou ser baptizados no baptismo com que Eu vou ser baptizado?».39 Eles disseram-Lhe: «Podemos». Jesus disse-lhes: «Efectivamente haveis de beber o cálice que Eu vou beber e haveis de ser baptizados com o baptismo com que Eu vou ser baptizado;40 mas, quanto a estardes sentados à Minha direita ou à Minha esquerda, não pertence a Mim concedê-lo, mas é para aqueles para quem está preparado».41 Ouvindo isto, os dez começaram a indignar-se com Tiago e João.42 Mas Jesus, chamando-os, disse-lhes: «Vós sabeis que aqueles que são reconhecidos como chefes das nações as dominam e que os seus príncipes têm poder sobre elas.43 Porém, entre vós não deve ser assim, mas o que quiser ser o maior, será o vosso servo,44 e o que entre vós quiser ser o primeiro, será servo de todos.45 Porque também o Filho do Homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a Sua vida para redenção de todos».
publicado por spedeus às 00:00

25
Mai 10
publicado por spedeus às 18:00

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Pela relevância e pelo emocionante do texto publico-o já em francês e procurarei entre hoje e amanhã traduzi-lo para português

Les experts voient un «avant» et un «après» la visite de Benoît XVI à Fatima

Dans le pontificat de Benoît XVI, il y aura un «avant» et un « après » son pèlerinage apostolique au Portugal : c'est ce qui ressort des entretiens avec les experts de l'information religieuse ou de leurs chroniques et impressions, qu'ils soient favorables ou hostiles à la pensée de Joseph Ratzinger.

A la veille de cette visite, tous s'accordaient à dire que le pape entreprenait son quinzième voyage apostolique international (du 11 au 14 mai), dans des circonstances particulièrement défavorables, du fait de la crise « terrifiante » que l'Eglise catholique a vécue ces derniers mois après les révélations d'abus sexuels commis contre des mineurs par des membres du clergé.

Une forteresse inattendue

Dès le premier jour du voyage, certains médias, qui avaient lancé des attaques sans précédent contre un pape, ont pris conscience que quelque chose était en train de changer radicalement. Le « New York Times » publiait, le 11 mai, sur Internet une chronique de Rachel Donadio, dans laquelle la journaliste considère que les paroles de l'évêque de Rome aux journalistes « ont été les plus dures » qu'il ait prononcées sur le sujet.

«Les attaques 'ne viennent pas seulement de l'extérieur' constatait le pape, mais 'les souffrances de l'Eglise viennent de l'intérieur même de l'Eglise, du péché qui existe dans l'Eglise'. Et la chronique revenait sur les récentes mesures prises par le pape pour purifier l'Eglise.

«Il s'agit là d'un exemple clair du changement de ton que le pape est en train d'imprimer au Vatican », commente John L. Allen Jr., vaticaniste de l'hebdomadaire américain National Catholic Reporter.

Miguel Mora, correspondant au Vatican du quotidien madrilène «El País», un des journaux européens les moins complaisants envers la papauté, dans une analyse intitulée "Le gladiateur solitaire", présentait le Saint-Père ainsi : « Alors que les scandales pédophiles couverts par le clergé déclenchaient la pire crise que l'Eglise ait connue depuis des décennies, Ratzinger a donné le meilleur de lui-même ». Et le correspondant du journal reconnaissait en ce pape « le courage et la férocité d'un gladiateur solitaire, inhabituels chez un homme de 83 ans », dans «la purification d'une Eglise 'pécheresse'».

L'affection des fidèles en chiffres

Le changement d'attitude des journalistes est renforcé par les chiffres surprenants de la visite papale. Le pontife a rassemblé sur l'esplanade du sanctuaire de Fatima, le 13 mai, une foule de plus d'un demi-million de personnes, soit cent mille de plus qu'en 2000, lors du dernier pèlerinage de Jean Paul II à Fatima, pour la béatification de Jacinthe et François.

A Lisbonne, le pape a rassemblé quelque 200 000 personnes à la messe, et environ 120 000 à Porto. En comptant toutes les personnes présentes le long des rues dans les trois localités visitées, on arrive probablement au million. Dans un pays de 10 millions d'habitants, ce
sont 10% d'entre eux qui ont rencontré le souverain pontife.

Un Benoît XVI jusqu'alors inconnu

Cette fois-ci, les médias n'ont pas vu dans la timidité du pape un hôte froid. Bien au contraire, ils ont su percevoir son côté le plus intime, en particulier lorsqu'ils l'ont vu s'agenouiller, le 12 mai, devant la Vierge, dans la chapelle des apparitions de Fatima. Jean-Marie Guénois, chroniqueur Religion du Figaro, qui se trouvait alors à quelques mètres du pape, a immortalisé ces minutes où Benoît XVI a offert à la Vierge une rose en or et en argent.

«Puis, il s'est comme transformé au moment où son assistant lui a remis le fameux présent pour qu'il le dépose au pied de la statue. Et là, ce n'était plus un pape mais un enfant. Il s'est avancé avec le sourire d'un petit le jour de la fête des mères». Benoît XVI a déposé ce cadeau au pied de la Vierge puis s'est mis à prier : «Longues minutes paradoxales où se lient l'absence, une étonnante présence et le silence».

«Autour, près de 300 000 personnes vibraient au diapason», poursuit le chroniqueur. Son maître des cérémonies est alors venu lui prendre délicatement le bras : «L'enfant est redevenu pape».

Dans le vol papal du retour à Rome dans l'après-midi de vendredi, Octávio Carmo, de l'agence de presse catholique portugaise "Ecclesia", choisit également ce moment pour résumer ce pèlerinage : «C'est sans doute le voyage qui définit le mieux le pontificat de Benoît XVI : un
homme qui surprend les multitudes qui ne le connaissent pas, mais qui se révèle plus intensément en privé».

La mission prophétique de Fatima n'est pas achevée

Andrea Tornielli, vaticaniste du quotidien italien "Il Giornale", a souligné les paroles de l'homélie que le pape a prononcée le 13 mai, quand il a prévenu « Celui qui penserait que la mission prophétique de Fatima est achevée se tromperait », considérant que le message de la
Vierge ne se limite pas à l'attentat de 1981 contre Jean Paul II.

Dans sa fameuse conférence de presse dans l'avion, Benoît XVI lui-même a reconnu que dans le texte du troisième secret de Fatima «on voit la nécessité d'une passion de l'Église, qui naturellement se reflète dans la personne du pape».

Jeudi, lors de sa rencontre avec les évêques du Portugal, Benoît XVI a présenté ainsi sa mission à la lumière de Fatima : «Le Pape a besoin de s'ouvrir toujours davantage au mystère de la Croix, en l'embrassant comme l'unique espérance et le moyen ultime pour gagner et réunir dans le Crucifié tous ses frères et sœurs en humanité».

Après avoir laissé transparaître en direct des émotions aussi profondes, une nouvelle étape du pontificat de Benoît XVI commence, du moins pour les professionnels de l'information religieuse.

João THEMUDO BARATA

(Fonte : ‘Zenit’ edição francesa do dia 17 de Maio de 2010)

Um agradecimento muito especial a um amigo e sacerdote que me fez chegar este texto.
Bem-haja Pe. HA
publicado por spedeus às 16:40

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No salão de reuniões da Câmara de Barbastro recebe a Medalha de ouro da cidade. No fim, diz: “Eu renovo o meu propósito, com a graça de Deus, de vir com vagar a Barbastro, para conversar com cada um na intimidade da alma, para falar de Deus para que vejam como Ele vos quer e eu vos quero, e para que me ajudem a ser bom e fiel”.

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)

publicado por spedeus às 10:35

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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