«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

27
Jun 10
publicado por spedeus às 00:03

Como confiar se estou “preso” a tantas coisas, convenções, hábitos, desejos de ter e possuir? Efectivamente não me sobra muito espaço para a confiança.
Confiar é pôr toda a minha vida nas mãos de Deus que sabe muito melhor que eu o que mais e melhor me convém em cada momento. Esta confiança permitir-me-á fazer o que devo fazer em cada momento seguro que essa, sendo a Vontade de Deus, é a atitude correcta para ser feliz.

(AMA, meditação sobre a confiança, 2010.05.11)

Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/
publicado por spedeus às 00:02

publicado por spedeus às 00:02

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Encravada num vale no sopé dos Alpes da Isére, a Grande Chartreuse, berço da milenar Ordem dos Cartuxos, é considerado um dos Mosteiros mais ascéticos do mundo.

Em 1984, o director alemão Philip Gröning escreveu à Ordem dos Cartuxos, a mais austera da Igreja, pedindo permissão para filmar um documentário no mosteiro. Eles lhe garantiram que dariam um retorno. Dezasseis anos depois, eles estavam prontos. Gröning, sem equipe ou iluminação artificial, viveu seis meses na clausura dos monges — filmando suas orações diárias, tarefas, rituais e ocasionais saídas ao ar livre. Este filme transcendente, cuidadosamente observado, busca encorpar um mosteiro, ao invés de simplesmente retratá-lo — sem créditos, comentários ou cenas arquivísticas. O que resta é estarrecedoramente elementar: tempo, espaço e luz. Uma das crónicas mais hipnotizantes e poéticas jamais criadas sobre a espiritualidade, O GRANDE SILÊNCIO dissolve a fronteira entre tela e telespectador com uma imersão total na quietude da vida monástica. Mais meditação do que documentário, é uma rara e transformadora experiência para todos.

Um filme sobre a presença do absoluto, no silêncio e na vida de almas dedicadas à vida reclusa para Deus, adiantando-se na eterna contemplação já nesta vida prévia [Lucas 10;38-42]. O filme ganhou diversos prémios e lotou cinemas por toda a Europa.

Título alemão original: Die Größe Stile (O Grande Silêncio / Into Great Silence / Le Grand Silence)

Site Oficial: www.diegrossestille.de/english

 

publicado por spedeus às 00:00

26
Jun 10
Vídeo em espanhol
Bento XVI recebeu neste sábado no Vaticano uma Delegação do Círculo São Pedro, num total de 45 pessoas.

No discurso feito aos membros deste Círculo , o Papa agradeceu pelo generoso serviço prestado à Santa Sé. Em seguida recordou que se concluiu recentemente o Ano Sacerdotal durante o qual a Igreja reflectiu com especial atenção sobre a figura de São João Maria Vianney, o Santo Cura d’Ars, recordando os 150 anos de sua morte.

“Ele é um modelo de vida evangélica não somente para os padres, mas também para os leigos, especialmente para aqueles como vocês, - disse o Papa - comprometidos no amplo campo da caridade. Um aspecto peculiar da vida deste humilde sacerdote foi, de fato, o desapego aos bens materiais. Ele não possuía nada, distribuía tudo aos mais necessitados; para ele não sentia necessidade de nada: considerava tudo supérfluo. O amor aos pobres ele tinha aprendido quando era criança, vendo como eram acolhidos e assistidos pelos seus pais, dentro de casa. Esse amor o levou, durante a sua vida sacerdotal, a distribuir aos outros tudo o que possuía”.

O seu exemplo – continuou o Papa – constitua para vocês, sócios do Círculo de São Pedro, um constante convite a abrir os braços a toda pessoa que tem necessidade de um sinal tangível de solidariedade. Continuem – foi o convite do Santo Padre – a ser sinal concreto da caridade do Papa para com todos aqueles que têm necessidade seja no sentido material que no sentido espiritual, como também para com os peregrinos que chegam a Roma de todas as partes do mundo para visitar os túmulos dos Apóstolos e para encontrar o Sucessor de Pedro.

“Visitando as paroquias romanas e cuidando da gestão de centros de acolhimento e de assistência na capital italiana, - disse depois o Santo Padre - vós tendes a possibilidade de colher directamente as múltiplas situações de pobreza ainda presentes; ao mesmo tempo podeis também constatar quanto é intenso nas pessoas o desejo de conhecer Cristo e de o amar nos irmãos”.

Através do compromisso de ir ao encontro das necessidades dos menos favorecidos, vocês difundem uma mensagem de esperança, que brota da fé e da adesão ao Senhor, tornando-se assim arautos do seu Evangelho. Caridade e testemunho – disse – continuam a ser, portanto, as linhas guias do vosso apostolado.

O Papa concluiu o seu discurso confiando as aspirações e propósitos e todas as actividades dos membros do Círculo São Pedro à materna protecção de Nossa Senhora, invocada como “Salus Populi Romani”, para que os guie nos seus passos, tornando-os cada vez mais convictos agentes de solidariedade e construtores de paz em todos os sectores onde se realiza a sua acção associativa.

O encontro com o Santo Padre foi ocasião para a entrega do Óbolo de São Pedro recolhido nas igrejas de Roma.

(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 18:46

Quantas vezes te tenho dito claramente
Que não entendo as razões ou porquês
Da tua chamada para um viver diferente
Para voos mais altos e demorados talvez.

Do meu esvoaçar sem nexo daqui para ali
Quiseste dar-me um rumo mais seguro
Levando-me a fixar os meus olhos em ti
Com um olhar mais límpido e mais puro.

Voar alto, muito mais alto numa ânsia de subir
Para lá das planas terras e dos grandes montes
Avistar os cumes e os mais altos que hão-de vir
Beber apenas nas águas das mais puras fontes.

E eu fui e tenho ido como num sonho irreal
Sem me deter a pensar no que possa valer
A minha entrega feita de abandono total
Sabendo que se há mérito só teu pode ser.

Ah! Josemaria meu querido Padre Santo
Todos os dias me interrogo constantemente
Como me foste buscar ao meu fundo canto
Onde escondido me gastava inutilmente.

Foste tu e não eu quem se aproximou
Naquele encontro breve mas muito intenso
Em que nas palavras do teu filho Ramon
Me deixaste entrever um mundo imenso.

Este mundo onde me esforço como posso e sei
Por viver como tu queres: disponível e profundo
Tentando pôr acima de tudo Jesus como Rei
Que foi para ser Rei que Ele veio ao Mundo.

Disponível para os outros antes de mim mesmo
Profundo no sentir as coisas de Deus que são todas
Deixando de lado a vida sem destino e a esmo
Preparando-me como amigo do Esposo para as bodas.

Estar sempre pronto:
Não ficar à porta por falta de azeite
Ter um plano de vida:
Não me desviar do caminho traçado
Ser exigente e determinado:
Não me deixar levar pelo falso deleite
Ter os olhos na Cruz:
Do mais fácil ou do menos ousado.

AMA, Porto, 09 de Janeiro de 2002
 
Agradecimento a António Mexia Alves
publicado por spedeus às 18:26

publicado por spedeus às 18:00

Bento XVI visitou o Centro Dom Orione e as dominicanas de Santa Maria do Rosário em Roma

As obras de caridade não podem reduzir-se a simples gestos de filantropia, mas devem permanecer "expressão tangível do amor providente de Deus", recordou Bento XVI durante a visita realizada ao Centro Dom Orione, no bairro romano de Monte Mário para a bênção da imagem de Nossa Senhora.

Prezados irmãos e irmãs!

Em primeiro lugar, gostaria de saudar cordialmente todos vós, aqui reunidos para o significativo evento hodierno. Nesta colina voltou a velar sobre a nossa Cidade a majestosa imagem de Nossa Senhora, abatida há alguns meses pela fúria do vento. Antes de tudo, saúdo o Cardeal Vigário Agostino Vallini e os Bispos presentes, Dirijo um pensamento especial a Pe. Flávio Peloso, reeleito para a guia da Obra Dom Orione, agradeço-lhe as amáveis palavras que me quis dirigir. Estendo esta saudação aos religiosos participantes no 13º Capítulo geral, àqueles que trabalham nesta Instituição ao serviço dos jovens e de quem sofre, e a toda a família espiritual orionita. Dirijo o meu pensamento especial ao Senhor Presidente da Câmara Municipal de Roma. Dep. Gianni Alemanno: desejo manifestar-lhe antecipadamente o meu apreço pelo Concerto que o Capitólio me oferecerá na tarde de 29 de Junho; é um gesto que testemunha o afecto de toda a Cidade de Roma ao Papa. Saúdo também as demais autoridades civis e militares. Enfim, não posso deixar de agradecer de coração a quantos, de vários modos, contribuíram para restituir à imagem de Nossa Senhora o seu esplendor original.

Foi de bom grado que aceitei o convite a unir-me a vós para prestar homenagem a Maria, "Salus populi romani", representada nesta maravilhosa imagem, tão querida ao povo romano. Imagem que é memória de acontecimentos dramáticos e providenciais, escritos na história e na consciência da Cidade. Com efeito, ela foi colocada na colina de Monte Mário em 1953, como cumprimento de um voto popular pronunciado durante a segunda guerra mundial, quando as hostilidades e as armas faziam temer pelo destino de Roma. Então, das obras romanas de Dom Orione surgiu a iniciativa de uma angariação de assinaturas para um voto a Nossa Senhora, ao qual aderiram mais de um milhão de cidadãos. O Venerável Pio XII recolheu a devota iniciativa do povo, que se confiava a Maria, e o voto foi pronunciado no dia 4 de Junho de 1944, diante da imagem de Nossa Senhora do Divino Amor. Precisamente nesse dia teve lugar a libertação pacífica de Roma. Como não renovar também hoje, juntamente convosco, queridos amigos de Roma, aquele gesto de devoção a Maria "Salus populi romani", benzendo esta bonita imagem?

Os Orionitas quiseram-na grande, colocada no alto, sobranceira à cidade, para prestar homenagem à santidade excelsa da Mãe de Deus que, humilde na terra, "foi exaltada acima dos coros angélicos nos reinos celestes" (Gregório VII, A Adelaide da Hungria) e para ter dela, ao mesmo tempo, um sinal de presença familiar na vida quotidiana. Maria, Mãe de Deus e nossa Mãe, esteja sempre no ápice dos vossos pensamentos e dos vossos afectos, amável conforto das vossas almas, guia segura das vossas vontades e sustento dos vossos passos, inspiradora persuasiva da imitação de Jesus Cristo. A "Madonnina" como os romanos gostam de lhe chamar no gesto de olhar do alto para os lugares da vida familiar, civil e religiosa de Roma, proteja as famílias, suscite propósitos de bem, sujira a todos desejos celestes. "Olhar para o céu, rezar e depois ir em frente com coragem e trabalhar. Ave Maria e em frente!" exortava São Luís Orione.

No seu voto a Nossa Senhora, além de prometer oração e devoção, os romanos comprometeram-se também em obras de caridade. Por sua vez, os Orionitas realizaram neste Centro de Monte Mário, antes ainda da imagem, o acolhimento de crianças mutiladas e de órfãos. O programa de São Luís Orione "Somente a caridade salvará o mundo" teve aqui uma concretização significativa e tornou-se um sinal de esperança para Roma, juntamente com a "Madonnina" posta sobre a colina. Estimados irmãos e irmãs, herdeiros espirituais do Santo da Caridade, Luís Orione! O Capítulo geral que há pouco terminou teve como tema esta expressão querida ao vosso Fundador, "Somente a caridade salvará o mundo". Abençoo o propósito e as decisões que foram tomadas para relançar aquele dinamismo espiritual e apostólico que sempre vos deve distinguir.
Dom Orione viveu de modo lúcido e apaixonado a tarefa da Igreja, de viver o amor para fazer entrar no mundo a luz de Deus (cf. Deus caritas est, 39). Deixou esta missão aos seus discípulos, como caminho espiritual e apostólico, convencido de que "a caridade abre os olhos para a fé e aquece os corações de amor a Deus". Caros Filhos da Providência Divina, continuai ao longo deste sulco carismático por ele traçado porque, como ele dizia, "a caridade é a melhor apologia da fé católica", "a caridade conquista, a caridade move, leva à fé e à esperança" (Actas, 26.11.1930, pág. 95). As obras de caridade, quer como actos pessoais, quer como serviços às pessoas frágeis, prestados em grandes instituições, nunca podem reduzir-se a um gesto filantrópico, mas hão-de permanecer sempre como uma expressão tangível do amor providente de Deus. Para fazer isto recorda Dom Orione é necessário ser "imbuído pela caridade suavíssima de nosso Senhor" (Escritos, 70, 231), mediante uma vida espiritual autêntica e santa. Só assim é possível passar das obras da caridade à caridade das obras, porque acrescenta o vosso Fundador "também as obras sem a caridade de Deus, que as valorize diante dele, de nada valem" (Às psmc, 19.6.1920, pág. 141).

Estimados irmãos e irmãs, agradeço-vos mais uma vez o vosso convite e a vossa hospitalidade. Acompanhe-vos todos os dias a salvaguarda maternal de Maria, que juntos invocamos para quantos trabalham neste Centro e para toda a população romana e, enquanto a cada um garanto a minha recordação orante, abençoo-vos a todos afectuosamente.

(© L'Osservatore Romano - 26 de Junho de 2010)
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publicado por spedeus às 17:36

publicado por spedeus às 12:01

Santa Teresa Benedita da Cruz [Edith Stein] (1891-1942), carmelita, mártir, co-padroeira da Europa
Meditação para a festa da Exaltação da Santa Cruz (a partir da trad. Source cachée, Cerf 1999, p. 277)

«Segue-Me»

O Salvador precedeu-nos no caminho da pobreza. Todos os bens do céu e da terra Lhe pertencem. Não representam para Ele nenhum perigo; podia fazer uso deles e manter o Seu coração completamente livre. Mas Ele sabia que é quase impossível a um ser humano possuir bens sem se subordinar a eles e tornar-se seu escravo. Foi por esta razão que Ele abandonou tudo e nos mostrou, com o Seu exemplo, mais ainda do que pelas Suas palavras, que só possui tudo quem não possui nada. O Seu nascimento num estábulo e a Sua fuga para o Egipto mostravam já que o Filho do Homem não teria onde reclinar a cabeça. Quem quiser segui-Lo tem de saber que não temos aqui morada permanente. Quanto mais vivamente tomarmos consciência disso, mais fervorosamente tenderemos para a nossa futura morada, e exultaremos com o pensamento de termos direito de cidadania no Céu.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
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São Lucas 9,51-62

51 Aconteceu que, aproximando-se o tempo da Sua partida deste mundo, dirigiu-Se resolutamente para Jerusalém,52 e enviou adiante de Si mensageiros, que entraram numa aldeia de samaritanos para Lhe prepararem pousada.53 Não O receberam, por dar mostras de que ia para Jerusalém.54 Vendo isto, os Seus discípulos Tiago e João disseram: «Senhor, queres que digamos que desça fogo do céu que os consuma?».55 Ele, porém, voltando-Se para eles, repreendeu-os.56 E foram para outra povoação. 57 Indo eles pelo caminho, veio um homem que Lhe disse: «Seguir-Te-ei para onde quer que fores».58 Jesus respondeu-lhe: «As raposas têm suas tocas e as aves do céu têm seus ninhos, porém, o Filho do Homem não tem onde reclinar a cabeça».59 A um outro disse: «Segue-Me». Mas ele disse: «Senhor, permite-me que eu vá primeiro sepultar meu pai».60 Mas Jesus replicou: «Deixa que os mortos sepultem os seus mortos; tu vai anunciar o reino de Deus».61 Um outro disse-Lhe: «Senhor, seguir-Te-ei, mas permite que vá primeiro dizer adeus aos de minha casa».62 Jesus respondeu-lhe: «Ninguém que, depois de ter metido a mão no arado olha para trás, é apto para o reino de Deus».
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Festa de São Josemaría Escrivá. Ao dar o meio-dia, morre repentinamente em Roma, depois de ter dirigido um olhar cheio de carinho, pela última vez, a uma imagem da Virgem de Guadalupe que tinha em lugar de honra no quarto de trabalho. Cinco anos antes, durante a sua estada no México, tinha murmurado em frente de um quadro em que a Senhora dá uma rosa a São João Diego: “Assim queria eu morrer: olhando para a Santíssima Virgem, e que ela me desse uma flor”.

A fotografia foi tirada nessa mesma manhã.

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)
publicado por spedeus às 09:35

É certo que há muito que eu sentia «o coração abrasar-me» (Lc 24,32), mas o acompanhar um familiar na Clínica Universitária de Navarra em Pamplona em 2006, aonde pude constatar o extraordinário calor humano para com os pacientes para além da excepcional qualidade dos cuidados médicos prestados fizeram-me olhar o Opus Dei de uma forma diversa daquela mal informada e deformada que tinha.

Poucos dias após o meu regresso e ao comentar a excepcional qualidade dos cuidados prestados ao meu familiar, uma colega minha, católica praticante, comentou que houvera poucos dias havia estado a navegar no site do Opus Dei em Portugal. Este aparente simples facto, hoje sei que foi o Espírito Santo que a usou como mensageira, aguçou-me a curiosidade e nesse mesmo dia fui ver o site e num impulso, que correspondia ao que me ia na alma, fui à página ‘contacte-nos’ e abri o meu coração com total transparência e sinceridade. Passados dois ou três dias responderam-me e desde daí tem sido um evoluir de amor e identificação.

A clareza das palavras que lia de S. Josemaría, o seu discurso incisivo, às vezes quase que provocador, mexeram profundamente comigo.

Talvez fruto da minha educação base, Escola Alemã e Colégio Militar, a ortodoxia e o total respeito à tradição nas celebrações eucarísticas, para além do cuidado extremo na celebração das mesmas foram e são outro aspecto, fruto do legado de S. Josemaría, que fazia da Santa Missa o centro do seu dia, que me atraíram e atraem no Opus Dei ao ponto de hoje me sentir incomodado quando as Leituras não têm uma boa dicção e quase são imperceptíveis, ou quando constato que um sacerdote não colocou o devido cuidado em todos os detalhes na preparação da celebração, ou quando, talvez por timidez, fala tão baixo que não se ouve.

S. Josemaría tinha um cuidado extremo a todos estes aspectos, não, e infelizmente que não, que o tenha conhecido, mas os inúmeros relatos, documentação fotográfica e vídeos existentes, comprovam que assim era.

Todos os dias recorro à sua intercessão antes da leitura matinal do Evangelho, e peço ao Senhor que por sua intercessão me guie durante o dia e me ampare nas quedas que diariamente dou.

Querido S. Josemaría, sabes bem que andava há dias para escrever estas palavras, mas aguardava, para que fossem o mais sinceras possíveis, da inspiração necessário para as redigir e desculpa-me a singeleza das mesmas e a pouca eloquência, mas este é o teu filho pecador na sua essência de homem simples.

Bem-haja por tudo, a ti e à tua magnífica Obra!
 
Lisboa, 25 de Junho de 2010 pelas 23h00 

João Paulo Reis
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Ó Deus, que por mediação da Santíssima Virgem,
Concedeste Inúmeras Graças a S. Josemaría, Sacerdote,
escolhendo-o como instrumento fidelíssimo,
para fundar a Opus Dei (Obra de Deus)
caminho de santificação no trabalho profissional,
e no cumprimento dos deveres quotidianos do cristão,
fazei com que também eu saiba converter
todos os momentos e circunstâncias da minha vida,
em ocasião de vos amar e servir, com alegria e simplicidade,
de amar e servir a Igreja, o Romano Pontífice, e rezar pelas almas,
iluminando os caminhos da terra,
com a luz da Fé e do Amor.

Concedei-me por intercessão de S. Josémaría,
Esta graça que vos peço.
Ámen
publicado por spedeus às 00:05

publicado por spedeus às 00:04

publicado por spedeus às 00:03

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Josemaría Escrivá nasceu em Barbastro (Huesca, Espanha) no dia 9 de Janeiro de 1902. Os pais chamavam-se José e Dolores que deram aos filhos uma profunda educação cristã.

Em 1915 faliu o negócio do pai, que era um industrial de tecidos, e ele teve de mudar-se para Logronho, onde encontrou outro trabalho. Nessa cidade, Josemaría apercebe-se da sua vocação pela primeira vez: depois de ver na neve umas pegadas dos pés descalços de um frade, intui que Deus deseja qualquer coisa dele, embora não saiba exactamente o que é. Pensa que poderá descobri-lo mais facilmente se se fizer sacerdote e começa a preparar-se para tanto, primeiro em Logronho, e mais tarde no seminário de Saragoça. Estuda Direito como aluno voluntário. O pai morre em 1924, e ele fica como chefe de família. Recebe a ordenação sacerdotal em 28 de Março de 1925 e começa a exercer o seu ministério numa paróquia rural e, depois, em Saragoça.
Em 1927 muda-se para Madrid, com autorização do seu bispo, com o objectivo de se doutorar em Direito. Aí, no dia 2 de Outubro de 1928, no decorrer de um retiro espiritual, vê aquilo que Deus lhe pede e funda o Opus Dei. Desde então começa a trabalhar na fundação, ao mesmo tempo que continua exercendo o ministério sacerdotal, especialmente entre pobres e doentes. Além disso, estuda na Universidade de Madrid e dá aulas para manter a família.

Quando rebenta a guerra civil encontra-se em Madrid, e a perseguição religiosa obriga-o a refugiar-se em diversos lugares. Exerce o ministério sacerdotal clandestinamente, até que consegue sair de Madrid. Depois de ter atravessado os Pirenéus, fixa residência em Burgos.

Acabada a guerra, em 1939, regressa a Madrid e obtém o doutoramento em Direito. Nos anos que se seguem dirige numerosos retiros para leigos, para sacerdotes e para religiosos.

Em 1946 fixa residência em Roma. Faz o doutoramento em Teologia pela Universidade Lateranense. É nomeado consultor de duas Congregações da Cúria Romana, membro honorário da Academia Pontifícia de Teologia e prelado honorário de Sua Santidade. De Roma desloca-se, em numerosas ocasiões, a diversos países da Europa - e em 1970 ao México -, a fim de impulsionar o estabelecimento e consolidação do Opus Dei nessas regiões. Com o mesmo objectivo, em 1974 e em 1975, realiza duas longas viagens pela América Central e do Sul, onde, além disso, tem reuniões de catequese com grupos numerosos de pessoas.

A Santa Missa era a raiz e o centro da sua vida interior. O sentido profundo da sua filiação divina, vivido numa contínua presença de Deus Uno e Trino, levava-o a procurar em tudo a mais completa identificação com Jesus Cristo, a uma devoção terna e forte a Nossa Senhora e a S. José, a um trato habitual e confiado com os Santos Anjos da Guarda e a ser um semeador de paz e de alegria por todos os caminhos da terra.

Mons. Escrivá oferecera a sua vida, repetidas vezes, pela Igreja e pelo Romano Pontífice. O Senhor acolheu esta oferta e Mons. Escrivá entregou santamente a alma a Deus, em Roma, no dia 26 de Junho de 1975, no seu quarto de trabalho.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
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publicado por spedeus às 00:02

A liberdade de João Paulo II

Contou um bispo espanhol que, no termo de uma viagem ad limina, perguntou, informalmente, a João Paulo II: Santidade, qual o seu programa de vida.
“Bem, respondeu o Papa, levanto-me bastante cedo, pelas seis e trinta celebro a Santa Missa, cerca das oito tomo o pequeno-almoço normalmente em companhia de alguém, logo trato dos assuntos do Dicastério despachando com os vários responsáveis, após o que se, seguem audiências, almoço, por volta das treze e trinta, com várias pessoas, depois trato de variados assuntos, tempos de oração etc., até que, por volta das onze e trinta me vou deitar”.
Mas, santidade, perguntou o Bispo: Não tem um momento livre?!
Respondeu o Papa com a sua costumada boa disposição: “Bem de facto, tudo quanto faço é com inteira e absoluta liberdade!”

(Citado por P. M. MARTÍNEZ, Recolecção, Agosto 2008)

Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/
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São João Crisóstomo (c. 345-407), presbítero em Antioquia depois Bispo de Constantinopla, Doutor da Igreja
Homilias sobre São Mateus, 27,1 (a partir da trad. Véricel, l'Evangile commenté, p. 98)

«Ele curou muitos doentes»

«Ao entardecer, apresentaram-Lhe muitos possessos; e Ele, com a Sua palavra, expulsou os espíritos e curou todos os que estavam doentes». Vês como a fé da multidão crescia pouco a pouco? Apesar da hora avançada, não quiseram deixar o Senhor; pensaram que a tarde permitia trazer-Lhe os doentes. Imagina o número de curas que os evangelistas não relataram; não as contam todas, uma a uma, mas numa só frase fazem-nos ver um oceano infinito de milagres. Para que a grandeza do prodígio não nos provoque a incredulidade, para que não fiquemos perturbados com o pensamento de uma tal multidão ferida de males tão diversos e curada num instante, o evangelho traz o testemunho do profeta, tão extraordinário e tão surpreendente como os próprios factos: «Para que se cumprisse o que foi dito pelo profeta Isaías: Ele tomou as nossas enfermidades e carregou as nossas dores» (53, 4). Não diz: «Ele destruiu», mas: «Ele tomou» e «Ele carregou», frisando assim, no meu entender, que o profeta fala mais do pecado que dos males do corpo, o que está em conformidade com a palavra de João Baptista: «Eis o Cordeiro de Deus, eis Aquele que tira o pecado do mundo» (Jo 1, 29).

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

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São Mateus 8,5-17

5 Tendo entrado em Cafarnaum, aproximou-se d'Ele um centurião, e fez-Lhe uma súplica,6 dizendo: «Senhor, o meu servo jaz em casa paralítico e sofre muito».7 Jesus disse-lhe: «Eu irei e o curarei».8 Mas o centurião, respondeu: «Senhor, eu não sou digno de que entres na minha casa; diz, porém, uma só palavra, e o meu servo será curado.9 Pois também eu sou um homem sujeito a outro, mas tenho soldados às minhas ordens, e digo a um: “Vai”, e ele vai; e a outro: “Vem”, e ele vem; e ao meu servo: “Faz isto”, e ele o faz».10 Jesus, ouvindo estas palavras, admirou-Se, e disse para os que O seguiam: «Em verdade vos digo: Não achei fé tão grande em Israel.11 Digo-vos, pois, que virão muitos do Oriente e do Ocidente, e se sentarão com Abraão, Isaac e Jacob no Reino dos Céus,12 enquanto que os filhos do reino serão lançados nas trevas exteriores, onde haverá pranto e ranger de dentes».13 Então disse Jesus ao centurião: «Vai, seja feito conforme tu creste». E naquela mesma hora ficou curado o servo.14 Tendo chegado Jesus a casa de Pedro, viu que a sogra dele estava de cama com febre;15 e tomou-a pela mão, e a febre deixou-a, e ela levantou-se e pôs-se a servi-los.16 Pela tarde apresentaram-se muitos possessos do demónio, e Ele com a Sua palavra expulsou os espíritos e curou todos os enfermos;17 cumprindo-se deste modo o que foi anunciado pelo profeta Isaías, quando diz: “Ele mesmo tomou as nossas fraquezas e carregou com as nossas enfermidades”.
publicado por spedeus às 00:00

25
Jun 10
publicado por spedeus às 18:00

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A Santa Sé lamenta a forma como se realizaram as buscas na sede do Arcebispado de Malines-Bruxelas.

O Vaticano através da sua Secretaria de Estado denunciou esta sexta-feira e manifestou a sua "indignação" pela profanação dos túmulos de dois cardeais D. Josef-Ernest Van Roey e D. Léon-Joseph Suenes, que, de acordo com a Santa Sé, ocorreram ontem durante as buscas no Arcebispado de Malines-Bruxelas. 

TEXTO EM ESPANHOL DA RADIO VATICANA

Viernes, 25 jun (RV).- La Secretaría de Estado de la Santa Sede ha expresado hoy su estupor por las formas en las que se desarrolló el registro ayer de la sede del arzobispado de Malinas-Bruselas por parte de las autoridades judiciales belgas. Previamente la declaración insiste una vez más en la condena de cualquier acto de abusos de menores por parte de miembros de la Iglesia, y subraya la necesidad de reparar y afrontar tales actos conforme a las exigencias de la justicia y las enseñanzas del Evangelio.

De hecho las quejas de la Secretaría de Estado se refieren a la modalidad en que se produjo el mencionado registro del arzobispado y a la profanación de las tumbas de dos cardenales, ambos arzobispos de Malinas-Bruselas. A la consternación por tales acciones, se añade el pesar por algunas infracciones de la confidencialidad, a la que tienen derecho –se lee en el comunicado- precisamente las víctimas.

Por su parte el portavoz de la Conferencia Episcopal belga explicaba en una declaración que en el registro del arzobispado que se prolongó desde las 10 y media de la mañana hasta las siete y media de la tarde, no se facilitó ninguna explicación por parte de las fuerzas del orden y todos los documentos y teléfonos fueron confiscados. Además se impidió la salida tanto del personal como de los miembros de la Conferencia Episcopal que se encontraban reunidos en su encuentro mensual.

http://www.radiovaticana.org/SPA/Articolo.asp?c=403431
publicado por spedeus às 16:21

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Hoje vou falar de dois futebolistas: Rooney e Káká.

Kaká, numa conferência de imprensa, responde corajosamente às críticas de um comentador da "Folha de São Paulo", um ateu que ataca o jogador por este declarar publicamente a sua fé em Cristo.

O jovem brasileiro disse diante das televisões (e podemos vê-lo agora no YouTube) que, assim como o respeita como ateu, espera que esse colunista o respeite a ele e a milhões de brasileiros que crêem em Deus e em Jesus Cristo.

Noutra conferência de imprensa, Wayne Rooney, o famoso avançado do Manchester United e estrela da selecção inglesa de futebol, declarou-se católico assumido. Há dias, foi fotografado num treino, com um terço ao pescoço. Rooney confirmou que usa, há quatro anos, o terço ao pescoço, durante os treinos, porque é católico. Mas, quando os jornalistas quiseram saber mais detalhes, o responsável pela Federação Inglesa de Futebol mandou-o calar, dizendo "Nos não falamos de religião".

Choveram as críticas, tal como já tinha acontecido quando a British Airways suspendeu uma funcionária do check-in por exibir um crucifixo ao pescoço.

É neste panorama – em que é cada vez mais raro encontrar católicos assumidos - que somos chamados a dar testemunho.

Que belo exemplo o destes dois jogadores do Mundial de futebol.

Aura Miguel

(Fonte: site Rádio Renascença)
publicado por spedeus às 16:00

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O Comité de Doutrina da Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos (USCCB) deu a conhecer uma declaração na qual explica que nenhuma circunstância, nenhum facto, em última instância nada nem ninguém justifica o aborto, quer dizer a eliminação directa de um ser humano inocente no ventre materno.

A nota dada a conhecer pelos prelados refere-se ao aborto praticado por um grupo de médicos no St. Joseph’s Hospital and Medical Center em Phoenix, depois do qual o Bispo desta cidade, D. Thomas Olmsted, julgou que o procedimento tinha sido efectivamente isso, um aborto de uma vida humana inocente, o qual é moralmente inadmissível.

Depois do aborto, indicam os bispos na nota com data 23 de Junho de 2010, "alguns argumentaram que o procedimento foi um aborto indirecto e portanto um procedimento médico legítimo. Outros disseram que inclusive o assassinato directo da criança não nascida é permitido em ocasiões pela doutrina católica, e que esta posição é defendida por algumas previsões das Directivas Éticas e Religiosas para os Serviços de Cuidado da Saúde Católicos, um documento emitido pela Conferência de Bispos Católicos dos Estados Unidos que se refere aos princípios morais aplicados em tais casos".

Ante a confusão gerada por estas afirmações disseminadas pela comunicação social, os bispos assinalam a necessidade de distinguir "entre os procedimentos que causam o aborto directo e aqueles que podem gerar indirectamente a morte da criança não nascida".

A distinção, explicam, "aparece nos números 45 e 47 das Directivas Éticas e Religiosas para os Serviços de Cuidado da Saúde Católicos. A 45 estabelece: ‘o aborto (quer dizer, a interrupção directa intencional da gravidez antes da viabilidade ou a deliberada destruição de um feto viável) nunca está permitido. Todo procedimento cujo único efeito imediato é acabar a gravidez antes de sua viabilidade é um aborto, que, em seu contexto moral, inclui o intervalo entre a concepção e a implantação do embrião’".

Seguidamente os bispos precisam que "o aborto directo nunca é permissível moralmente. As pessoas não podem matar directamente um ser humano inocente, seja qual for a razão. Em contraste, em algumas situações, poderia permitir-se realizar algum procedimento médico numa mulher grávida que directamente trate um problema sério de saúde mas que como efeito secundário poderia gerar a morte da criança em desenvolvimento".

Por fim, indicam, está estabelecido no numero 47 das mencionadas directivas que estabelece: "as operações, tratamentos e remédios que têm como propósito directo a cura de uma condição patológica proporcionalmente séria de uma mulher grávida estão permitidos quando não podem ser adiadas de maneira segura até que a criança não-nascida seja viável, inclusive se isso pode resultar na morte do criança não-nascida".

Depois de reconhecer que uma mãe que se submete a um aborto não necessariamente actua por egoísmo e que costuma estar em meio de uma situação complicada, além de uma série de complicações mais como as dificuldades económicas, os bispos assinalam que "estas e outras razões similares, sem importar quão sérias ou trágicas que sejam, nunca podem justificar o assassinato deliberado de um ser humano inocente".

Então, concluem os bispos dos Estados Unidos, "nada pode justificar um aborto directo" e concluem sua nota citando uma frase do Papa João Paulo II em sua encíclica Evangelium vitae (nº 63): "Nenhuma circunstância, nenhum fim, nenhuma lei no mundo poderá jamais tornar lícito um ato que é intrinsecamente ilícito, porque contrário à lei de Deus, inscrita no coração de cada homem, reconhecível pela própria razão e proclamada pela Igreja”.

(Fonte: ‘ACI Digital’ com adaptação de JPR)
publicado por spedeus às 14:12

Vídeo em espanhol
Nesta sexta-feira o Papa Bento XVI recebeu em audiência no Vaticano os participantes na assembleia da Reunião das Obras de ajuda ás Igrejas Orientais. O Santo Padre desejou antes de mais, para a Terra Santa, o Iraque e o Médio Oriente, o dom de uma paz estável e de um convívio sólido, salientando:

Nascem do respeito dos direitos da pessoa, das família, das comunidades e dos povos, e da superação de toda a descriminação religiosa, cultural ou social.

Confio a Deus, e a vós igualmente – acrescentou o Papa – o apelo lançado em Chipre a favor do Oriente cristão.
Enquanto instrumentos da caridade eclesial, possais colaborar sempre antes de mais na construção da justiça na liberdade e na paz!

Bento XVI encorajou depois todos aqueles que partilham o dom inestimável do Baptismo a perseverar na fé e, não obstante os numerosos sacrifícios, a permanecer ali onde nasceram. Ao mesmo tempo exortou as migrantes orientais a não esqueceram as suas origens, especialmente religiosas. A sua fidelidade e a sua coerência humanas e cristãs daí dependem. O Santo Padre prestou uma homenagem particular aos cristãos que sofrem violência por causa do Evangelho, confiando-os ao Senhor.

“Conto sempre – salientou Bento XVI a concluir - com os Responsáveis das Nações para que garantam de maneira real, sem distinção e em todo o lado, a profissão publica e comunitária das convicções religiosas de cada um.

(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 13:29

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Ordenação dos três primeiros sacerdotes do Opus Dei: Álvaro del Portillo, José Luis Músquiz e José María Hernández de Garnica. Neste dia comenta com os seus filhos: “Irão perguntar: o que dizia o Padre no dia da ordenação dos três primeiros? E hão-de responder-lhes: disse-nos: sede homens de oração; homens de oração e homens de oração”.

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)
publicado por spedeus às 09:30

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O Arcebispo de Génova e Presidente da Conferência Episcopal Italiana, Cardeal Angelo Bagnasco, assinalou que "a laicidade não comporta a exclusão dos símbolos religiosos" como o crucifixo "dos lugares públicos como escolas, tribunais, prisões", em referência à próxima decisão do Tribunal de Estrasburgo sobre este tema que se espera para o 30 de Junho.

Na sua mensagem enviada ao presidente da organização "Humanismo cristão", Claudio Zucchelli, em ocasião da mesa redonda organizada em Roma por esta instituição sobre o tema "Valores e direito: O caso do crucifixo", o Cardeal indicou que "reconhecer a legitimidade e o valor da exposição do crucifixo significa garantir o respeito da liberdade religiosa e das tradições dos povos, em harmonia com o princípio de subsidiariedade que preside a relação entre os estados e as instituições europeias".

Ante a próxima decisão do Tribunal de Estrasburgo, o Cardeal Bagnasco indicou que é oportuno "reclamar a atenção da opinião pública sobre a importância que reveste a exposição do crucifixo nas escolas em relação aos sentimentos religiosos e às tradições das nações da Europa".

Sobre este tema, a presidência da CEI pronunciou-se recentemente ressaltando que a exposição do crucifixo "não se traduz em uma imposição e não tem valor de exclusão, mas expressa uma tradição que todos conhecem e reconhecem em seu alto valor espiritual, e como sinal de uma identidade aberta ao diálogo com todo homem de boa vontade, a favor dos necessitados e dos que sofrem sem distinção de fé, etnia ou nacionalidade".

O Cardeal Bagnasco cita ainda na sua mensagem Bento XVI, quem na sua mensagem aos participantes do 56° Congresso Nacional de Juristas Católicos Italianos recordou que "a sã laicidade comporta que o Estado não considere a religião como um simples sentimento individual, que poderia ser confinado apenas ao âmbito privado em vez de considerá-lo como presença comunitária pública".

O Santo Padre também recordava naquela oportunidade que "não é certa a expressão de laicidade, a não ser no sua degeneração no laicismo, a hostilidade a toda forma de relevância política ou cultural da religião, à presença em particular, de qualquer símbolo religioso nas instituições públicas".

(Fonte: ‘ACI Digital’ com adaptação de JPR)
publicado por spedeus às 00:05

A Jornada Mundial da Juventude segue avançando nos preparativos. A 15 de Junho, realizou-se uma conferência de imprensa sobre a Via-Sacra, que terá lugar pelas ruas de Madrid em Agosto de 2011.

"As duas palavras que se cruzaram para a escolha das estações têm sido a fé que se faz cultura, e a beleza em que a fé se plasmou. Ou seja, transmitir algo aos jovens através dessas obras, pois muitos deles têm pouca formação cultural, religiosa e, digamos, não conhecem nada de arte sacra”.

Ela será composta por objectos da Semana Santa espanhola, são peças de altíssimo valor artístico, provenientes de 10 cidades do país. Pe. Javier Cremades é o director dos actos centrais.

“E provêm de toda a Espanha, especialmente dos lugares onde a Semana Santa tem mais tradição, e de outros tem menos tradição, e representam um pouco as milhares procissões que cruzam a nossa geografia durante a Semana Santa.

Todavia, não é correcto pensar que a Via-Sacra seja como uma colecção de obras de arte expostas aos grande público para admirar e poder rezar diante dessas mostras maravilhosas da religiosidade popular”.

De Málaga a Zamora, de Valladolid a Murcia, Igrejas e confrarias cederam generosamente seus bens para as 14 estações da Via-Sacra, que sairão em procissão em Agosto de 2011, no “Paseo de Recoletos” de Madrid. O percurso previsto sairá da Praça de Cibeles até chegar à Praça de Colón. A Via-Sacra é um dos actos principais da Jornada Mundial da Juventude, já que recorda de maneira gráfica os últimos passos de Jesus pela Terra.

(Fonte: H2O News com adaptação de JPR)

publicado por spedeus às 00:04

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“Naquele tempo”, escreveram assim os evangelistas que nos deram a conhecer os passos de Jesus Cristo, quando, verdadeiro Deus e verdadeiro Homem, esteve entre nós ensinando e revelando o Deus de amor que nos criou, seguido por multidões que avidamente O escutavam.

“Neste tempo” poderia escrever alguém, sobre este tempo em que Jesus Cristo entre nós, não visível aos olhos humanos, mas presente na vida e no coração de cada um, nos interpela, nos chama, nos quer continuar a ensinar e a guiar no caminho da salvação.

E “neste tempo”, talvez seja assim!

«Pára um pouco, homem, quero-te falar do mundo que criei para ti e para todos.»
Desculpa, não tenho tempo! Estou muito ocupado com o meu trabalho, ajudando a construir o mundo e retirando dele todas as coisas de que necessito para a minha vida.
«Mas repara, não é melhor parares um pouco para reflectires sobre o que vais fazendo no mundo e ao mundo? É que sabes, ele não me parece melhor e mais harmonioso!»
Não há problema, temos agora que retirar do mundo tudo o que precisamos, mesmo que seja em excesso, e depois logo se vê! Os que vierem ainda terão muito com certeza. E o mundo tem tanto para dar!

«Deixa-me então falar-te da vida, do sentido da vida, da vida que Eu te dou.»
Agora não, estou muito ocupado em gerir a minha vida à minha vontade.
E depois ando também muito empenhado em criar a vida, porque não duvides, nós homens também somos capazes de criar vida!
«Mas e a alma, também consegues criar a alma?»
O que é isso de alma? É algo que se possa ver com os nossos olhos ou tocar com as nossas mãos?
Se não é, não existe, não interessa, não tem sentido porque não pode ser experimentado e provado.
«Não te entendo, homem, dei-te a vida, tu dizes-me que queres e podes criar vida e no entanto fazes leis e mais leis para destruir a vida!»

«Pelo menos, deixa-me falar-te do amor.»
Do amor? O amor é coisa passageira! Experimenta-se, e se dá resultado tudo bem, se não parte-se para outra!
«Mas ouve, espera, o amor não é uma experiência. É antes um doar-se, um dar-se a conhecer, um partilhar e viver as coisas boas e as coisas más, num projecto de vida em comum, que Eu abençôo.»
Doar-se, dar-se a conhecer, partilhar? Nem pensar. Era o que mais faltava! Isso era colocar-me à disposição do outro e ficar dependente dele. Nem pensar. O que é preciso é retirar duma relação tudo o que me interessa, e quando estiver esgotada, arranja-se outra. E o outro se quiser que faça a mesma coisa!
«Mas, homem, isso não é amor, é individualismo e egoísmo! Então e a ajuda aos outros, o amor pelos outros, aqueles que mais precisam?»
Para isso também não tenho tempo, mas de vez em quando lá dou umas moedas a algum pedinte e já faço muito!
Isto é como todas as coisas, uns nasceram do lado certo e outros do lado errado, o que se há-de fazer!
Eu não tenho culpa nenhuma que assim seja, e o que tenho custou-me muito a ganhar, é meu! Uns têm e outros não, é a vida!

«Então e Deus?»
O que é que tem Deus? Deus está lá e nós estamos cá, se é que Ele existe.
Ele trata das coisas d’Ele e nós das nossas! Agora é assim, separação total, cada um sabe de si, e depois elegemos uns de nós que tratam de tudo o que é preciso. Não precisamos que Deus interfira nas coisas dos homens.
E já Te dei muito tempo afinal, por isso vou-me embora que tenho mais que fazer!

E enquanto se afastava de Deus, o homem ia ouvindo no seu coração:
«Em verdade, em verdade te digo, mesmo que te afastes de Mim, mesmo que não me queiras, Eu amar-te-ei sempre com amor eterno, e estarei sempre à tua espera para te receber e acolher. É que sabes, sem Mim, sem o amor que Eu sou, a tua vida não tem sentido.»

Monte Real, 24 de Junho de 2010

Joaquim Mexia Alves
http://queeaverdade.blogspot.com/2010/06/naquele-tempo-neste-tempo.html
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Liberdade e entrega

Cristo, e só Ele é o Salvador, que Se entrega em completa liberdade por nós; mas os homens só podem beneficiar plenamente da salvação que Cristo nos consegue, se, livremente, nos unimos a Ele com a nossa entrega pessoal, que se manifesta na oração vigilante.

(D. Javier ECHEVARRIA, Getsemani, Planeta, 3ª Ed. Pg. 1149)

Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/
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São Simeão, o Novo Teólogo (c. 949-1022), monge grego
Hino 30 (a partir da trad. de SC 174, p. 357)

«Jesus estendeu a mão e tocou-o, dizendo: «Quero, fica purificado!»»

Antes que brilhasse a luz divina,
Não me conhecia a mim mesmo.
Vendo-me então nas trevas e na prisão,
Preso num lamaçal,
Coberto de sujidade, ferido, com a minha carne inchada [...],
Caí aos pés d'Aquele que me iluminara.

E Aquele que me iluminara tocou com as Suas mãos
Nas minhas cadeias e nas minhas feridas;
Do sítio onde a sua mão tocou e aonde o Seu dedo se chegou,
No mesmo momento me caíram as cadeias,
Desapareceram as feridas e toda a sujidade.
A mácula da minha carne desapareceu [...]
E Ele tornou-a semelhante à Sua mão divina.
Estranha maravilha: a minha carne, a minha alma e o meu corpo
Participam da glória divina.

Assim que fui purificado e desembaraçado das minhas cadeias,
Ei-Lo que me estende uma mão divina,
Retira-me completamente do lamaçal,
Abraça-me, lança-se-me ao pescoço,
Cobre-me de beijos (Lc 15, 20).
E a mim, que estava completamente exausto,
E tinha perdido as forças,
Pôs-me aos ombros (Lc 15, 5),
E levou-me para fora do meu inferno. [...]
É a luz que me leva e me sustenta;
Conduz-me para uma grande luz. [...]
Permite-me contemplar através de que estranha renovação
Ele próprio me tornou a formar (Gn 2, 7) e me arrancou à corrupção.
Concedeu-me o dom da vida imortal
E revestiu-me com uma túnica imaterial e luminosa
E deu-me sandálias, um anel e uma coroa
Incorruptíveis e eternos (Lc 15, 22).

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
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São Mateus 8,1-4

1 Tendo Jesus descido do monte, seguiu-O uma grande multidão.2 E eis que, aproximando-se um leproso, se prostrou, dizendo: «Senhor, se Tu quiseres, podes curar-me».3 Jesus, estendendo a mão, tocou-o, dizendo-lhe: «Quero, sê curado». E logo ficou curado da sua lepra.4 E Jesus disse-lhe: «Vê, não o digas a ninguém, mas vai, mostra-te ao sacerdote, e faz a oferta que Moisés preceituou em testemunho da tua cura».
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24
Jun 10
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Como o ateu mais conhecido do mundo mudou de opinião": este é o subtítulo de um livro recente do professor Anthony Flew ("There Is a God: How the World's most Notorious Atheist Changed His Mind", 2007/2008). Não posso avaliar se ele era ou não o ateu mais conhecido do mundo, mas era seguramente bastante conhecido.

TEOLOGIA E FALSIFICAÇÃO
Em 1950, numa sessão do Oxford University Socratic Club, presidida por C. S. Lewis, Flew apresentara uma comunicação que ficou famosa: "Theology and Falsification". A tese era inspirada na teoria da refutação de Karl Popper e pretendia excluir a hipótese de existência de Deus com base no argumento de que essa hipótese não era susceptível de refutação (Popper, diga-se de passagem, nunca subscreveu esse argumento de Flew). Mais tarde, Flew desenvolveria o argumento em dois livros com bastante sucesso: "God and Philosophy" e "The Presumption of Atheism".

Durante mais de 50 anos, Anthony Flew foi sem dúvida um influente crítico da religião, bem como um filósofo respeitado, que ensinou em Oxford, Reading, Keele e Aberdeen. O anúncio público da sua conversão, em 2004, criou de facto um certo furor, sobretudo no mundo de língua inglesa. Embora muitos outros filósofos e cientistas tenham ultimamente escrito em defesa da existência de Deus, o caso de Flew assume no entanto um interesse especial. Tendo sido um reputado ateu com base na razão, agora defende que, precisamente com base na razão, foi levado a concluir que Deus existe.

EM NOME DA RAZÃO
"Agora acredito", escreve Anthony Flew, "que o universo foi trazido à existência por uma Inteligência infinita. Acredito que as intricadas leis deste universo manifestam aquilo que os cientistas têm chamado a Mente de Deus. Acredito que a vida e a reprodução têm origem numa Fonte divina." (p. 88)

Como explicar estas novas convicções de Anthony Flew, quando ele passara 50 anos a defender o contrário? A resposta é simples, diz o autor: "Esta é a visão do mundo que emerge da ciência moderna. A ciência destaca três dimensões da natureza que apontam para Deus. A primeira reside no facto de a natureza obedecer a leis. A segunda é a dimensão da vida, de seres inteligentemente organizados e que se dirigem por propósitos, que emerge da matéria. A terceira é a própria existência da natureza." (p. 89)

ABERTURA RACIONAL
Não se trata de uma mudança de paradigma, explica Anthony Flew, porque o seu paradigma continua o mesmo, ditado por Sócrates: "seguir o argumento [racional], onde quer que ele leve".

Uma questão relativamente óbvia emerge desta explicação. Se Anthony Flew sempre se pautou pelo mesmo princípio - seguir o argumento racional, onde quer que ele leve -, por que razão não foi conduzido antes à hipótese de Deus? A resposta é interessante: porque, explica ele, o seu entendimento de razão não era suficientemente aberto a todas as hipóteses explicativas para a grande pergunta "por que razão existe alguma coisa em vez de nada?".

UMA PARÁBOLA
Comecemos com uma parábola, propõe Anthony Flew. Imaginemos que um telefone por satélite aparece numa ilha habitada por uma tribo que nunca teve contacto com a civilização. Os nativos carregam ao acaso nas teclas e ouvem diferentes vozes humanas após digitarem algumas sequências. Assumem que é o instrumento que produz aquelas vozes.

Surge então um membro solitário da tribo que diverge dos outros. Este propõe outra hipótese: o aparelho está basicamente a comunicar com outros seres humanos, que existem para lá dos limites estreitos da única ilha que a tribo conhece. A tribo responde com uma gargalhada geral: isso é pura superstição. Basta ver que, uma vez destruído o aparelho, as vozes deixam de se ouvir. Logo, as vozes são produto do aparelho.

FACTOS E PRECONCEITOS
Este é um exemplo, diz Anthony Flew, de como ideias preconcebidas dão forma aos dados empíricos, em vez de se deixarem desafiar pelos dados empíricos. Algo semelhante acontece quando os ateus (como era o seu próprio caso) dizem que "não devemos procurar uma explicação para a existência do mundo, ele simplesmente existe". Ou quando "porque não podemos aceitar uma fonte transcendente da vida, simplesmente escolhemos acreditar no impossível: que a vida emergiu espontaneamente e por acidente da matéria". Ou ainda que "as leis da física são 'leis sem lei' que emergem do vazio" (pp. 85-87).

por João Carlos Espada, Publicado em 17 de Abril de 2010

(Fonte: Jornal “i” online com agradecimento a ‘É o Carteiro!’)
publicado por spedeus às 17:31

publicado por spedeus às 17:07

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Vídeo em espanhol

Somente a caridade salvará o mundo. Estas palavras do Padre Orione foram repetidas esta quinta-feira por Bento XVI durante a sua visita, aqui em Roma, à colina de Monte Mário, onde no jardim do grande instituto para órfãos e pessoas com deficiência fundado pelo Santo de Tortona, surge a estátua de Nossa Senhora que vigia sobre a cidade de Roma desde o após guerra.

“O Padre Orione – (recordou o Papa) – viveu de maneira lúcida e apaixonada a tarefa da Igreja de viver o amor para fazer entrar no mundo a luz de Deus. Deixou esta missão aos seus discípulos como caminho espiritual e apostólico, convencido de que a caridade abre os olhos á fé e aquece os corações de amor para com Deus.”

E a este propósito, dirigindo-se aos Filhos da Divina Providencia, o instituto religioso fundado pelo Padre Orione, Bento XVI recomendou que as obras de caridade, como actos pessoais e como serviços prestados ás pessoas débeis e oferecidos em grandes instituições, nunca sejam reduzidas a gesto filantrópico . Pelo contrario elas devem permanecer sempre expressão tangível do amor providente de Deus. Para fazer isso, sublinhou ainda citando o Padre Orione é necessário estar empastados pela caridade suavíssima de Nosso Senhor mediante uma vida espiritual autentica e santa.

“Somente assim é possível passar das obras de caridade á caridade das obras, porque também as obras sem a caridade de Deus, que as valorize diante d’Ele, não valem nada.”

Aos pés da estátua de Nossa Senhor, o Papa observou que este pensamento do Padre Orione teve ali em Monte Mário uma significativa concretização e tornou-se sinal de esperança para a cidade de Roma, juntamente com a grande estátua de Nossa Senhor colocada na colina de Monte Mário .

Continuai, queridos Filhos da Divina Providencia – exortou ainda o Santo Padre - seguindo esta senda carismática, porque a caridade é a melhor apologia da fé católica, a caridade arrasta, a caridade move, leva á fé e á esperança.

Bento XVI uniu-se depois á oração da hora media das Irmãs Dominicanas de clausura de Santa Maria do Rosário no bairro romano de Monte Mário sublinhando como esta não sirva apenas para a santificação e purificação pessoal, mas á Igreja inteira para que possa comparecer pura e santa diante do Senhor.


O Papa chegou ao mosteiro depois da visita ao Cento do Padre Orione e a bênção da estátua de Nossa Senhor de Monte Mário colocada de novo em cima da pequena torre do Centro de onde tinha caído em Outubro do ano passado durante um violenta tempestade que então se abateu sobre a cidade de Roma.

Falando às irmãs o Papa exortou a recordar na oração as necessidades espirituais e materiais de tantos irmãos em dificuldade, e a vida perdida daqueles que se afastaram do Senhor e parecem vaguear sem uma meta.

Depois da oração e de uma breve visita ao mosteiro , Bento XVI regressou de automóvel ao Vaticano, cerca do meio-dia.

(Fonte: site Radio Vaticana)
publicado por spedeus às 14:16

publicado por spedeus às 14:14

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Porque é que a Igreja insiste em baptizar as crianças pouco tempo depois de elas nascerem? Não será isto um atentado contra a sua liberdade? E se mais tarde não quiserem seguir a religião Católica? Não será muito mais sensato esperar que cresçam e nessa altura escolham livremente a religião que desejam praticar?

São muito comuns, nos dias de hoje, estas perguntas. E não somente as perguntas. Também está a tornar-se comum – infelizmente – atrasar o baptismo com o argumento de que é preciso respeitar a liberdade das crianças. Com essa mesma “lógica”, os pais não deveriam escolher arbitrariamente um nome para os seus filhos – seria mais respeitador da sua liberdade que mais tarde os próprios escolhessem. Também seria contra a liberdade dos filhos obrigá-los a ir à escola, a arrumar o quarto ou, em geral, a portarem-se bem. Quem são os pais para imporem aos seus filhos aquilo que consideram que é o bem ou o mal? Não será que essa atitude pode gerar-lhes traumas na infância que dificultarão o exercício da sua liberdade sem nenhum tipo de limites?

Que tal, neste momento, pormos os pontos nos ii? O problema de fundo não é o baptismo nem a liberdade. O problema de fundo é a falta de fé de alguns pais no que significa para o seu filho ser baptizado. Actualmente, vê-se muitas vezes o baptismo como uma simples festa de apresentação aos familiares e amigos da criança que acaba de nascer. Dá-se mais importância a aspectos exteriores como a escolha “cuidadosa” dos padrinhos – não com a finalidade de que saibam zelar pela fé do afilhado, mas com o “critério” de que sejam pessoas amigas que não se esqueçam de dar presentes nos momentos oportunos.

O Compêndio do Catecismo da Igreja Católica diz-nos que é precisamente o desejo de que os filhos sejam livres que leva os pais a pedirem o baptismo pouco depois de eles nascerem. Pergunta nº 258: “Porque é que a Igreja baptiza as crianças?”. Resposta: “Porque tendo nascido com o pecado original, elas têm necessidade de ser libertadas do poder do Maligno e de ser transferidas para o reino da liberdade dos filhos de Deus”.

Se uma pessoa possui de verdade a fé católica – ou seja, se acredita naquilo que nos disse Nosso Senhor Jesus Cristo – sabe que todos nascemos com uma doença espiritual que se chama pecado original. Também sabe que essa doença tem cura – uma cura infalível que é o baptismo. Também sabe que essa cura não foi “inventada” pela Igreja, mas foi instituída por Jesus Cristo, que, com a sua morte na Cruz, nos alcançou a libertação do pecado e a gloriosa liberdade de filhos de Deus. Também sabe que o baptismo é necessário para a salvação porque assim o disse, sem papas na língua, o próprio Jesus: “Quem crer e for baptizado será salvo; mas quem não crer, será condenado” (Mc 16, 15).

Resumindo: o problema dos atrasos no baptismo não está tanto no respeito pela liberdade das crianças, mas sim na falta de fé de muitos pais que se “esquecem” da importância que possui este sacramento para a salvação dos seus filhos.

Pe. Rodrigo Lynce de Faria
publicado por spedeus às 13:19

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D. Javier Echevarría ajuda-o a colocar o microfone antes de começar um encontro com numerosas pessoas na Argentina. Noutro desses encontros, no dia seguinte, diz: “Semeai a paz e a alegria por toda a parte; não digais nenhuma palavra desagradável a ninguém; recebei bem os que não pensam como vós. Não os maltrateis nunca; sede irmãos de todas as criaturas, semeadores de paz e de alegria”.

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)
publicado por spedeus às 09:36

Fecho os olhos e deixo que me conduzas.

Ao princípio cada passo é uma decisão, um medo de tropeçar e cair, um medo de me magoar, mas dou-Te a mão e confio.

Acredito que não me deixas cair.

Depois os passos vão-se tornando mais firmes, mais decididos, mais confiantes, porque então já não só acredito mas tenho como verdade, que Tu não me deixas cair.

Torno-me mais afoito, há momentos em que já corro, há momentos em que até perco o bom senso e já me atiro para a frente como se não houvesse pedras de tropeço, buracos onde cair.

Mas ainda Te dou a mão e Tu, com todo o Teu amor, vais-me chamando a atenção, vais-me pedindo calma, vais-me dizendo para me agarrar ao Teu tempo e não querer cumprir o meu.

Mas eu acho que já sou capaz, porque estou tão certo das certezas que Tu me deste, que elas já me parecem minhas, e assim até me parece que o estar de mão dada conTigo me impede de caminhar, de correr, da fazer tudo aquilo que eu já penso conseguir fazer sozinho.

E Tu cheio de paciência vais-me dizendo com amor, que sozinho não sou capaz, que o caminho só tem sentido, verdade e meta, se for vivido conTigo, segundo a Tua vontade.

Mas aí eu já não Te ouço, tão cheio estou das minhas capacidades, que até começa a parecer que o aluno quer ultrapassar o Mestre.

E esbracejo e corro, atiro-me para a frente, e até parece ao princípio que afinal tinha razão pois tudo corre tão bem.

Mas de repente, a pedra de tropeço, o buraco fundo e intransponível, onde caio e não me consigo levantar.

Olho para Ti, estendo-Te a mão e digo: Levanta-me Senhor, que me afundo em mim!

E a Tua mão logo surge, agarra a minha com força, tira-me do abismo em que caí e olhando-me nos olhos, dizes-me cheio de amor:

Eu não te disse meu filho que sem Mim, não há caminho. Eu não te disse meu filho, que não podes viver em Meu Nome, se não me quiseres ao teu lado.

É que sabes, meu filho, tu tens olhos para ver, ouvidos para ouvir, boca para falar, mente para pensar, coração para amar, mas se não viveres na e da minha luz de nada te serve caminhar.

Por isso Eu te disse sempre e continuo a dizer: Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida.

9 de Julho de 2009

Joaquim Mexia Alves
publicado por spedeus às 00:05

 

 

O Presidente do Pontifício Conselho para a Cultura e Presidente da Pontifícia Comissão de Arqueologia Sacra, D. Gianfranco Ravasi apresentou ontem pela manhã em conferência de imprensa na Basílica de São Paulo Extra Muros os novos descobrimentos nas catacumbas romanas da Santa Tecla, onde se descobriram os ícones mais antigos, que se calculam dos últimos anos do século IV, dos Apóstolos Pedro, André e João.

 

A Rádio Vaticano assinala que graças às novas técnicas que incluem os raios laser, foi possível descobrir estas imagens nas que se aprecia o busto de Pedro, "reconhecível pela barba, o rosto enquadrado e o semblante típico de um homem ancião. As outras duas imagens mostram André, e o outro (...) o aspecto juvenil de João".

 

Os investigadores acreditam que estas imagens seriam parte de um túmulo de uma mulher nobre, provavelmente da aristocracia romana, que conhecia bem as escrituras. O túmulo parece ser dos últimos anos do século IV, quando nasce o culto aos apóstolos, a quem a mulher teria escolhido como seus protectores.

 

D. Ravasi disse sobre estes descobrimentos que "devemos proceder de modo que todos os monumentos deste tipo tenham a capacidade de falar com a cultura contemporânea, fazendo que suas vozes ressoem com seus valores e com toda sua beleza".

 

A Rádio Vaticano conclui a nota ressaltando que com o laser também se descobriu uma imagem de Cristo Mestre e um majestoso colégio apostólico, com um especial carácter devocional.

 

(Fonte: ‘ACI Digital’ com adaptação de JPR)

publicado por spedeus às 00:04

Queridos irmãos e irmãs!

Hoje, 24 de Junho, a liturgia convida-nos a celebrar a solenidade do Nascimento de São João Baptista, cuja vida está toda orientada para Cristo, como a da mãe d'Ele, Maria. João Baptista foi o precursor, a "voz" enviada para anunciar o Verbo encarnado. Por isso, comemorar o seu nascimento significa na realidade celebrar Cristo, cumprimento das promessas de todos os profetas, dos quais o Baptista foi o maior, chamado para "preparar o caminho" diante do Messias (cf. Mt 11, 9-10).

Todos os Evangelhos iniciam a narração da vida pública de Jesus com a narração do seu baptismo no rio Jordão por obra de João. São Lucas situa a entrada em cena do Baptista com uma moldura histórica solene. Também o meu livro Jesus de Nazaré se inspira no baptismo de Jesus no Jordão, acontecimento que teve grande ressonância no seu tempo. De Jerusalém e de todas as partes da Judeia o povo acorria para ouvir João Baptista e fazer-se baptizar por ele no rio, confessando os próprios pecados (cf. Mc 1, 5). A fama do profeta baptizador cresceu a tal ponto que muitos perguntavam se era ele o Messias. Mas ele ressalta o evangelista negou-o decididamente: "Eu não sou o Messias" (Jo 1, 20). Contudo, ele permanece a primeira "testemunha" de Jesus, tendo recebido a indicação do Céu: "Aquele sobre Quem vires o Espírito descer e permanecer é que baptiza no Espírito Santo" (Jo 1, 33). Isto acontece precisamente quando Jesus, tendo recebido o baptismo, saiu da água: João viu descer sobre Ele o Espírito como uma pomba. Foi então que "conheceu" a plena realidade de Jesus de Nazaré, e começou a dá-lo a "conhecer a Israel" (Jo 1, 31), indicando-o como Filho de Deus e redentor do homem: "Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo" (Jo 1, 29).

De profeta autêntico, João deu testemunho da verdade sem condescendências. Denunciou as transgressões dos mandamentos de Deus, também quando os protagonistas eram os poderosos.

Assim, quando acusou de adultério Herodes e Herodíades, pagou com a vida, selando com o martírio o seu serviço a Cristo, que é a Verdade em pessoa. Invoquemos a sua intercessão, juntamente com a de Maria Santíssima, para que também nos nossos dias a Igreja saiba manter-se sempre fiel a Cristo e testemunhar com coragem a sua verdade e o seu amor a todos.


Bento XVI – durante o Angelus de Domingo dia 24 de Junho de 2007

publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:02

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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