«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

28
Jul 10

A pedofilia é um crime que mata as crianças, mas que muitas vezes se consuma na indiferença geral. Esta é a forte denúncia lançada por Pe. Fortunato Di Noto, fundador da Associação Meter, que há mais de 20 anos trabalha na linha de frente em favor da tutela da infância e contra a pedofilia, a pedopornografia e a exploração sexual.

O empenho da Associação Meter é levado adiante, não somente de maneira repressiva, mas também preventiva e educativa, com 15 escritórios e 300 agentes em Itália na tutela da infância e em nível global, através da monitorização constante da Rede e a colaboração com a polícia.

Um crime sim, a pedofilia, mas também uma indústria e um comércio, que lucra mais de 13 mil milhões de euros por ano, num total de mais de 200.000 menores envolvidos e abusados, entre os quais maioritariamente crianças com poucos dias a dois anos de idade.

E mesmo assim, destaca Pe. Di Noto, grande parte da media escandaliza-se somente com os padres pedófilos, mas não pelo fenómeno em si, que tem proporções muito mais vastas.

Para o fundador de Meter, um facto que deve ter mais apelo a uma maior responsabilidade e atenção por parte dos pais é também a crescente difusão da pedofilia nas principais redes sociais.

Portanto, a interrogação que deve suscitar é como transformar a Internet em um instrumento eficaz para a comunicação do Evangelho também às crianças da era digital.

Pe. Fortunato Di Noto: “A coisa mais impressionante é que se tenha falado de pedofilia do clero, mas não se falou, por exemplo, da pedofilia como fenómeno mundial. E o fenómeno mundial dos abusos sexuais está diante de todos. O que me impressiona e o que, no fundo, faz a diferença è que os jornais, provavelmente muito endereçados pelas lobby da comunicação, quiseram falar mais disso do que falar da gravidade desses crimes, da gravidade da exploração sexual das crianças, da gravidade do turismo sexual, da gravidade da venda de crianças e da gravidade do estupro em crianças. Esta è a demonstração visível de como certa imprensa, movida por essaslobby, comunique às vezes notícias falsas, não verificáveis ou também instrumentalizadas”.

Pe. Fortunato Di Noto: “A pergunta é por que em Itália existem 180 mil menores abaixo de 13 anos que sem autorização estão inscritos no Facebook? E, portanto, significa que existem 180 mil famílias que não controlam as actividades dessas crianças. [...]

"Porque deixar um grande instrumento de comunicação, como a Internet, nas mãos das crianças deve impor, de um lado, o conceito de segurança, que é uma segurança não somente de tipo informático mas também educativo e, de outro, deve incidir também nas grandes sociedades de comunicação, que deveriam investir muito mais em filtros e percursos educativos capazes de chegar até as crianças”.

Pe. Fortunato Di Noto: “No fundo, devemos recriar uma vez mais uma nova linguagem para chegar às crianças. E então eu pergunto-me: as crianças, enquanto estamos falando, estão navegando, estão utilizando a Rede... como fazer chegar a mensagem de Jesus àquelas crianças que estão navegando na Rede e no Facebook?”.

(Fonte: H2O News com adaptação de JPR)

publicado por spedeus às 00:05

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Programa da Igreja Católica na Antena 1 entrevista bispos e padres responsáveis pela Pastoral do Turismo

As férias são uma ocasião única para a interioridade, reconciliação e revisão de vida mas a Igreja Católica não está a aproveitar todas as possibilidades oferecidas pelos tempos de descanso e lazer.

Em entrevista ao programa da Igreja Católica na Antena 1, o director da Obra Católica Portuguesa das Migrações, Fr. Francisco Sales, lembrou que o Verão é marcado pela mudança de espaços e de ritmos.

“Quando chegam a um espaço de lazer para descansar, muitas vezes as pessoas procuram a igreja para fazerem uma paragem interior e se encontrarem com Deus. Penso que aí a Igreja tem uma grande oportunidade”, salientou o responsável.

O Bispo do Algarve, D. Manuel Quintas, reforça esta ideia: “O testemunho do clero é que muitas pessoas procuram os padres para se confessar e receber o sacramento da Reconciliação”.

“Estão fora do seu ambiente e aqui talvez encontrem mais disponibilidade exterior e, sobretudo, interior, para um momento de reflexão”, acrescentou.

O prelado responsável pela diocese de Angra, D. António Sousa Braga, destaca que o tempo livre proporcionado pelas férias pode também ser potenciado através da herança que o cristianismo deixou em Portugal, “não para o proselitismo, mas para fazer compreender a motivação e a vivência da fé que está por trás do património religioso”.

Para D. António Vitalino, Bispo de Beja e presidente da Comissão Episcopal da Mobilidade Humana, organismo que coordena a Pastoral do Turismo, as comunidades e estruturas eclesiais têm de “cultivar a cultura do lazer e do descanso”, para que as pessoas encarem a vida “com mais coragem, dinamismo e esperança”.

Na emissão de hoje, o pároco do Luso, Pe. Carlos Godinho, diz que a presença da Igreja nas termas deve ser “dialogante” e “missionária”, evitando acomodar-se a uma “manutenção” que se resuma a esperar pelos fiéis que vão à missa ou a outras celebrações e sacramentos.

As possibilidades oferecidas pelas paróquias podem ser realçadas através da Internet, da publicação de folhetos de boas-vindas e sobretudo através dos leigos que trabalham nos estabelecimentos termais, assinala o sacerdote.

O Pe. Carlos Godinho frisa que as férias constituem uma oportunidade para o aprofundamento da “identidade cristã”, exemplificando a sua convicção com a história de uma turista que encarava a sua passagem pelas termas como “um espaço quase de retiro espiritual”, estimulado pela leitura e “proximidade à vida da paróquia”.

As oportunidades criadas pelo tempo de descanso poderiam, no entanto, ser mais aproveitadas pela Igreja: segundo o Fr. Francisco Sales, as actividades da Pastoral do Turismo têm resultado de “acções esporádicas” e de iniciativas “muitas vezes pessoais”, pelo que é necessário proceder a uma “reestruturação” dos secretariados diocesanos dedicados a este sector.

Por seu lado, D. Manuel Quintas sublinha que a Igreja tem “de responder a quem a procura”, embora reconheça a incapacidade da diocese em responder às solicitações que crescem durante o Verão, sobretudo no que se refere “à disponibilidade para acolher as pessoas”.

O programa da Igreja Católica na Antena 1 dedica esta semana uma atenção particular ao tema do Turismo e à sua abordagem.

As emissões vão para o ar de Segunda a Sexta-feira às 23h45 e aos Domingos a partir das 6h00, podendo também ser ouvidas em qualquer momento no site da Ecclesia Rádio.

(Fonte: site Agência Ecclesia)

publicado por spedeus às 00:04

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A graça santificante é no homem o princípio e a fonte de uma nova vida: vida divina e sobrenatural.

(JOÃO PAULO II, Encíclica Dominum et vivificatem, 18.05.1986, nr. 52, trad. do castelhano por AMA)

Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/

publicado por spedeus às 00:02

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São Boaventura (1221-1274), franciscano, Doutor da Igreja 
Vida de São Francisco, Legenda major, cap. 7 (a partir da trad. de Vorreux, Eds franciscaines 1951, p. 122)

A pérola de grande valor

De entre os dons espirituais recebidos da generosidade de Deus, Francisco obteve em particular o de enriquecer constantemente o seu tesouro de simplicidade graças ao seu amor pela extrema pobreza. Vendo que aquela que tinha sido a companheira habitual do Filho de Deus se tornara, nessa altura, objecto de uma aversão universal, tomou a peito desposá-la e devotou-lhe um amor eterno. Não satisfeito em «deixar por ela pai e mãe» (cf. Gn 2, 24), distribuiu pelos pobres tudo o que pudesse ter (cf. Mt 19, 21). Nunca ninguém guardou tão ciosamente o seu dinheiro como Francisco guardou a sua pobreza; nunca ninguém vigiou o seu tesouro com maior cuidado do que o que ele colocou em guardar esta pérola de que fala o Evangelho. 

Nada o magoava mais do que encontrar junto dos seus irmãos qualquer coisa que não fosse perfeitamente conforme à pobreza dos religiosos. Pessoalmente, desde o princípio da sua vida como religioso até à morte, não teve senão uma túnica, uma corda a servir de cinto e umas bragas como única riqueza; não precisava de mais nada. Acontecia-lhe muitas vezes chorar ao pensar na pobreza de Cristo Jesus e na de Sua Mãe. Dizia ele: «Aqui está a razão pela qual a pobreza é a rainha das virtudes: pelo esplendor com que brilhou no «Rei dos reis» (1Tm 6, 15) e na Rainha Sua Mãe.»

Quando os irmãos lhe perguntaram um dia qual era a virtude que nos torna mais amigos de Cristo ele respondeu abrindo-lhes, por assim dizer, o segredo do seu coração: «Sabei, irmãos, que a pobreza espiritual é o caminho privilegiado para a Salvação, visto que é a seiva da humildade e a raiz da perfeição; os seus frutos são incontáveis, embora escondidos. Ela é esse «tesouro escondido num campo», do qual nos fala o Evangelho, pelo qual é necessário vender tudo o resto e cujo valor deve impelir-nos a desprezar todas as outras coisas.»

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

publicado por spedeus às 00:01

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São Mateus 13,44-46

44 «O Reino dos Céus é semelhante a um tesouro escondido num campo que, quando um homem o acha, esconde-o e, cheio de alegria pelo achado, vai e vende tudo o que tem e compra aquele campo.45 O Reino dos Céus é também semelhante a um negociante que busca pérolas preciosas46 e, tendo encontrado uma de grande preço, vai, vende tudo o que tem e a compra.
publicado por spedeus às 00:00

27
Jul 10
publicado por spedeus às 21:32

Oferecer às pessoas com deficiências não escolarizadas um percurso educativo, de socialização, aprendizagem e reabilitação física. Mas também um lugar de integração e diálogo entre culturas diferentes que vivem juntos em harmonia. Isso acontece no centro Regina Pacis, em Amã, na Jordânia, onde os cristãos e muçulmanos trabalham juntos para ajudar as crianças com deficiência.

Para os maiores de 14 anos, o centro põe a disposição espaços onde são ensinados trabalhos manuais. Mosaicos, objectos em cerâmica. Tudo rigorosamente feito a mão e depois colocados à venda. Uma missão, a do centro, que visa sensibilizar a sociedade da Jordânia, a fim de alcançar a plena aceitação das pessoas com deficiência. No dia 8 de Maio de 2009, o Papa Bento XVI visitou a instalação durante a sua visita à Terra Santa. Uma recordação ainda viva e que encoraja as pessoas que ali trabalham.

“O Centro Nossa Senhora da Paz, em Amã tem várias secções, incluindo um para a educação e formação. Essas secções se ocupam de crianças com problemas mentais, entre 6 e 14 anos. As crianças são divididas em quatro classes, onde elas são educadas e reabilitadas, para poderem ser inseridas na sociedade local e melhorar a sua vida diária. Outro serviço nesta secção é a intervenção precoce em crianças com autismo e em casos difíceis. Oferecemos também terapia e fisioterapia para crianças com deficiências físicas acolhidas no centro e também utilizamos a terapia aquática”.

“Para nós, a visita teve um grande significado que nos encoraja para melhorar e continuar o nosso trabalho para ajudar a esta parte carente da sociedade”.

(Fonte: H2O News com adaptação de JPR)

publicado por spedeus às 16:00

publicado por spedeus às 07:15

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Em Lima, durante um encontro, Carmina, de sete anos, conta-lhe: “O meu papá está no Céu. Gostava que me falasse um pouco do Céu”. São Josemaría responde-lhe: “Gosto muito que me perguntes pelo Céu, onde se ama muito a Nosso Senhor e se é feliz. No céu, o papá, neste momento está muito contente e abençoa-te: o Padre abençoa-te em nome do teu papá, e o Senhor também”.

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)

publicado por spedeus às 06:25

publicado por spedeus às 00:04

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Acaba de ser publicada a 4ª edição de Amigos de Deus, em língua portuguesa, em Portugal (Junho de 2010). Esta 4ª edição foi revista a partir da 3ª edição portuguesa, de há muito esgotada, bem como de sete homilias, publicadas em separado, por ocasião do centenário do nascimento do Autor, entre 2001 e 2002.

O formato de livro de bolso (13,5x9,5 cm), e o papel bíblia em que está impresso, fazem deste livrinho um óptimo companheiro de viagem quer para as férias quer para os que têm de aproveitar os poucos momentos livres de que dispõem, num transporte público ou numa qualquer sala de espera.

O título do livro favorece a compreensão do fio condutor dos textos: ajudar o leitor a tornar-se amigo de Deus, a percorrer o caminho que nos cabe viver neste mundo, trabalhando, aproveitando “o tesouro do tempo” que nos é outorgado, “rumo à santidade”, através da vivência das virtudes humanas e das virtudes cristãs (humildade, desprendimento, a prudência…), com especial relevo dado às virtudes teologais – fé, esperança e caridade -. A vida de oração é outro dos temas que se enquadra neste itinerário, bem como o apostolado, “para que todos se salvem”. Com a ajuda de Maria, percorreremos o caminho que nos conduzirá à intimidade plena com Deus.

Para terminar esta breve nota, transcrevem-se umas palavras de D. Álvaro del Portillo, retiradas da ‘Apresentação’: "Juntamente com a simplicidade, ressalta nestes escritos um contraponto constante de amor apaixonado, transbordante. O caminho para a santidade que nos propõe Mons. Escrivá está inserido num profundo respeito pela liberdade. O fundador do Opus Dei deleita-se com as palavras de Santo Agostinho, que diz que Deus "julgou que seriam melhores os seus servidores se livremente o servissem".

Josemaria Escrivá, Amigos de Deus, 4ª ed. revista, Lisboa, Diel, 2010

publicado por spedeus às 00:03

A alma que ama a Deus deveras, não deixa por preguiça de fazer o que possa para encontrar o Filho de Deus, Seu Amado. E depois de fazer tudo quanto pode, não fica satisfeita, pois pensa que nada fez.

(S. JOÃO DA CRUZ, Cântico Espíritual, 3, 1, trad. do castelhano por AMA)

Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/

publicado por spedeus às 00:02

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Bem-aventurada Teresa de Calcutá (1910-1997), fundadora das Irmãs Missionárias da Caridade
A Simple Path (a partir da trad. Un chemin simple, Plon, Mame 1995, p. 69)

«A boa semente são os filhos do Reino»

Não existem dois mundos, o mundo físico e o mundo espiritual; há apenas um: o Reino de Deus, «na Terra como no céu» (Mt 6, 10).

Muitas pessoas dizem: «Pai Nosso que estais no céu», e pensam que Deus está lá em cima, o que reforça a ideia de uma separação entre os dois mundos. Os ocidentais gostam de distinguir a matéria do espírito. Mas a verdade é só uma, e o mesmo acontece com a realidade. Desde o momento em que admitimos a incarnação de Deus, que para os cristãos se realiza na pessoa de Jesus Cristo, começamos a levar as coisas a sério.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

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São Mateus 13,36-43

36 Então, despedido o povo, foi para casa, e chegaram-se a Ele os Seus discípulos, dizendo: «Explica-nos a parábola do joio no campo».37 Ele respondeu: «O que semeia a boa semente é o Filho do Homem.38 O campo é o mundo. A boa semente são os filhos do reino. O joio são os filhos do Maligno.39 O inimigo que o semeou é o demónio. O tempo da ceifa é o fim do mundo. Os ceifeiros são os anjos.40 De maneira que, assim como é colhido o joio e queimado no fogo, assim acontecerá no fim do mundo.41 O Filho do Homem enviará os Seus anjos e tirarão do Seu reino todos os escândalos e os que praticam a iniquidade,42 e lançá-los-ão na fornalha de fogo. Ali haverá choro e ranger de dentes.43 Então resplandecerão os justos como o sol no reino de seu Pai. O que tem, ouvidos para ouvir, oiça.
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26
Jul 10
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O Núncio Apostólico na Espanha, D. Renzo Fratini, enviou em nome do Santo Padre uma mensagem com a bênção pontifícia aos participantes no Dia dos Avós 2010, que este ano cumpriu a sua décima segunda edição.

A mensagem está dirigida ao presidente do grupo Mensageiros da Paz, Padre Ángel García, e aos organizadores e membros da "Idade Dourada" que com ocasião da celebração de São Joaquim e Santa Ana, neste 26 de Julho, celebram o Dia dos Avós.

"O Santo Padre, apreciando a riqueza religiosa, espiritual, humana e social dos avós, une-se com agrado a este gesto de carinho e gratidão para com eles e anima-os a perseverar na fé, dando sentido com a luz de Cristo o Senhor, a todos os momentos de suas vidas", afirma a mensagem.

Do mesmo modo, pede "ao Senhor que os assista com sua providência e misericórdia – prossegue a mensagem pontifícia – e implorando o amparo dos santos avós Joaquim e Ana, e de sua Filha a gloriosa Virgem Maria, mãe de Jesus Cristo Nosso Senhor, o Santo Padre vos concede com afecto a implorada bênção apostólica que estende com agrado aos seus filhos, netos e a quantos participam da celebração". 

(Fonte: ‘ACI Digital’)

publicado por spedeus às 22:06

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Pela 11ª vez consecutiva, sempre no dia da Festa Litúrgica de S. Joaquim de Santa Ana, pais de Maria e avós e Jesus, o Santuário de Fátima tomou a iniciativa de convidar avós e netos para um momento de oração e convívio, que pretende ser de louvor a Deus e de homenagem aos avós.

 

Após o acolhimento, na tarde de ontem, na Casa de Nossa Senhora das Dores, e de a recitação do Rosário, à noite, ter tido como intenção especial a oração pelos avós e pelos netos, o grande momento da peregrinação teve lugar esta manhã com a celebração da eucaristia, na Igreja da Santíssima Trindade.

 

Centenas de avós, alguns acompanhados pelos netos, outros trazidos pelos seus filhos ou mesmo pelos seus netos, participaram na missa que lhe era especialmente dedicada.

 

No início, o Reitor do Santuário, Padre Virgílio Antunes, que presidiu à celebração, destacou a importância desta festa litúrgica que a Igreja celebra a 26 de Julho: “Recordamos o carinho, a dedicação com que Deus cuida de nós através de outras pessoas, neste caso em particular através dos avós”.

 

Durante a homilia, ao reiterar que a família é a “célula base da sociedade”, o Padre Virgílio Antunes sublinhou que a Igreja valoriza a Família por ser “o lugar onde se faz a educação da fé” e onde os mais novos são também primeiramente “educados para os valores”.

 

Reconhecendo que na actualidade é mais difícil o papel dos avós, o sacerdote destaca na acção destes a formação dos netos para “o acolhimento, a proximidade, o amor, a transmissão de valores, a entreajuda aos mais frágeis e necessitados”.

 

No final da missa, os avós consagram-se a Nossa Senhora confiando-lhe os seus filhos e os seus netos.

A uma só voz, a que se juntaram outras, os avós rezaram a oração distribuída no início da celebração, oferecida pelo Santuário a todos os participantes como lembrança deste Dia dos Avós:
“Ó Mãe da Esperança, trazemos no coração os nossos filhos e netos. Desejamos para eles a vida, a paz, a alegria, a felicidade”. “Queremos continuar a propor a fé, com audácia e sem respeitos humanos. Queremos ser força de elevação para o Alto, para Deus. Queremos ser elo a unir a todos no seio das nossas famílias! Queremos ser memória viva para que todos os nossos filhos e netos descubram as suas raízes e as acarinhem”. Boletim Informativo do Santuário de Fátima – 26 de Julho de 2010/15:30
publicado por spedeus às 18:03

publicado por spedeus às 18:00

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Arcebispo de Braga recebeu padres do Arciprestado após onda de contestação perante alterações nas paróquias

Os padres do Arciprestado de Fafe deslocaram-se esta segunda-feira aos serviços centrais da Arquidiocese de Braga para um “acto de solidariedade” com D. Jorge Ortiga, Arcebispo local.

O prelado tem sido alvo de contestação por alguns fiéis da paróquia de Santa Eulália de Fafe, após ter dispensado o actual pároco, Pe. José Peixoto Lopes.

Segundo comunicado divulgado pela Diocese, os padres de Fafe lamentaram “os contornos e proporção que toda a situação atingiu” nessa paróquia.

Ao Arcebispo de Braga, os sacerdotes asseguraram que “tudo farão para que, a breve termo, se retome a devida normalidade”.

O Pe. José Peixoto Lopes, que contesta a decisão de D. Jorge Ortiga, vai abandonar a paróquia de Santa Eulália de Fafe em finais de Agosto, sendo substituído por uma equipa constituída pelo Pe. João Fernando Araújo e o Pe. Paulo Jorge Brás de Sá.

O comunicado afirma que o Pe. José Peixoto Lopes “está empenhado em preparar os fiéis da paróquia de Sta. Eulália de Fafe para acolherem os novos párocos num ambiente de serenidade e de paz”.

No documento assinala-se ainda a “ausência de dois sacerdotes”, destacando que a mesma foi “devidamente justificada, comungando eles dos mesmos sentimentos dos restantes sacerdotes”.

Os presentes manifestaram um “voto de apoio” ao Cón. Valdemar Gonçalves, vigário-geral, que também foi alvo de críticas neste processo.

“O Sr. Cónego Valdemar sempre se dedicou de alma e coração ao povo da cidade de Fafe”, pode ler-se.

O mesmo voto se estende ao Arcipreste de Fafe, Pe. José Manuel Faria Ferreira.

(Fonte: site Agência Ecclesia)

publicado por spedeus às 15:34

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Na semana passada vi algo na televisão que muito me incomodou.
Tratava-se de um reportagem realizada numa paróquia do Norte de Portugal, em que as pessoas protestavam pela mudança e consequente saída do seu pároco, fruto de uma decisão que a todo o tempo os Bispos têm de tomar, obviamente, para uma melhor organização das Igrejas locais.

Aquela gente que protestava, eram, supostamente, cristãos fiéis, de prática cristã activa, de Missa Dominical, de vivência da fé.
Gente portanto, cujo testemunho devia ser exemplo para os outros, devia ser testemunho de paz, de alegria, de aceitação, de entrega.

Nada mais contrário, infelizmente, pois alguns rostos expressavam rancor, violência, quase ódio e as expressões utilizadas confirmavam isso mesmo.
O testemunho que estava a ser dado era exactamente o contrário do verdadeiro testemunho cristão.

Claro que as pessoas até podem não concordar com uma decisão do seu Bispo, e podem manifestá-la no sítio certo, ou seja, pedindo para serem recebidas e ordeiramente explicarem as suas razões.
Devem no entanto estar preparadas para as mudanças necessárias nas suas paróquias, não só como melhoria de organização da Igreja local, mas também porque a missão do sacerdote, para além de ser de disponibilidade total, deve ter sempre novos desafios que o levem a uma maior e empenhada vivência da fé, e também ao descobrir de novos caminhos na proclamação da Palavra, no anúncio da Boa Nova.

Sabemos que quando temos missões de responsabilidade na condução dos homens, (seja na vida religiosa, seja na vida social civil), se ficamos muito tempo no mesmo lugar, tendemos a entrar na rotina, a adormecermos sobre os caminhos conquistados, e assim todas as conquistas alcançadas, não são mais do que conquistas repetidas, que não provocam novas vivências, novos empenhos, novas alegrias.

Ser Igreja é também mais dar do que receber.
Ora se sentimos o nosso pároco como um bem para nós, alguém de quem muito gostamos e queremos, que belo e cristão será proporcionarmos que outros o possam conhecer e dele receberem os talentos e dons que Deus lhe concedeu.

Não será esta uma partilha fraternal, que nos faz mais unidos, mais Igreja?
Não será bem mais belo e cristão, fazermos uma linda festa de homenagem e despedida àquele de quem tanto gostamos, e juntos, em alegria, irmos acompanhá-lo à sua nova missão?
Que seria da cristandade se as comunidades que Paulo visitava e com as quais ficava, o retivessem e não deixassem sair em missão para outras comunidades?

Na minha paróquia estamos neste momento a passar por uma fase semelhante, e o nosso pároco que connosco está há treze anos, e é por todos amado e querido, bem como o vigário paroquial, estão de saída para novas missões e a paróquia está a organizar em alegria e paz, um jantar de despedida, em que, acolhendo a todos, também queremos acolher representantes das novas comunidades onde eles vão passar a exercer o seu sacerdócio.

Verdade seja dita que, julgo eu, estas manifestações têm também muito a ver com a reacção dos próprios sacerdotes à sua saída das paróquias, e também ao modo como transmitem esses factos ao povo crente.
Se recebem a notícia com espírito de missão e aceitação, por muito que lhes custe, (são humanos como todos nós), transmitirão aos seus paroquianos uma imagem de paz, de aceitação firme e pessoal e até de alegria pela nova missão que lhes é confiada.
Logicamente uma tal maneira de anunciar a sua saída de pároco, coloca imediatamente de lado toda e qualquer manifestação que não seja de concordância, e, embora revestido de tristeza, esse acontecimento, pode e torna-se com certeza num momento de unidade, alegria e partilha fraternal, assim entendida como acima escrevo.

Peço ao Pai e ao Filho que derramem o Espírito Santo sobre estes sacerdotes, e sobre nós fiéis, para que tenhamos sempre na mente e no coração o primeiro mandamento, «amar a Deus acima de todas as coisas», bem como o testemunho de unidade cristã à volta dos nossos Bispos e Sacerdotes, na procura da certeza de que só unidos e disponíveis uns para os outros é que podemos realizar a Palavra de Deus:
«Louvavam a Deus e tinham a simpatia de todo o povo. E o Senhor aumentava, todos os dias, o número dos que tinham entrado no caminho da salvação» Act 2,47

Monte Real, 26 de Julho de 2010

Joaquim Mexia Alves

publicado por spedeus às 15:16

Se queremos guardar a mais bela de todas as virtudes, que é a castidade, temos de saber que ela é uma rosa que somente floresce entre espinhos; e, por conseguinte, só a encontraremos, como todas as outras virtudes, numa pessoa mortificada.

(S. JOÃO MARIA VIANEY, Sermão sobre a penitência, colig. por AMA)

Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/

publicado por spedeus às 09:42

Escreve uma anotação que recolherá no ponto 24 de Caminho“Tens ambições: de saber…, de ser chefe…, de ser audaz. Muito bem. – Mas… por Cristo, por Amor”.

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)

publicado por spedeus às 09:36

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O templo expiatório da Sagrada Família em Barcelona, converter-se-á em Basílica depois de sua dedicação ao culto a ser realizada no próximo dia 7 de Novembro em uma cerimónia presidida pelo Papa Bento XVI, à qual também assistirão os Reis da Espanha.

Em conferência de imprensa para informar sobre os detalhes da visita do Papa, o Arcebispo de Barcelona, Cardeal Lluís Martínez Sistach, explicou que o motivo da mudança de designação do templo se deve à sua especial repercussão artística e isto só pode acontecer uma vez que seja consagrado.

Apenas 7.500 pessoas poderão seguir a eucaristia no interior do templo, cuja capacidade é para 10 mil pessoas, embora esteja prevista a instalação de ecrãs gigantes e a instalação de cadeiras nos exteriores do templo para conseguir que meio milhão de pessoas participem da celebração.

O Cardeal explicou que os convites para estar no interior da obra iniciada pelo arquitecto Antonio Gaudí serão destinados a paróquias, conselhos pastorais, cúria, delegações diocesanas, mas o desejo expresso é que haja uma representação de famílias, doentes, jovens e deficientes físicos.

Procedente de Santiago de Compostela, que este ano celebra Ano Compostelano, o Papa chegará a Barcelona às 21 horas do sábado 6 de Novembro, e dirigir-se-á ao Arcebispado onde passará a noite.

Catalão, castelhano e latim

Às 9:15 a.m. horas do dia seguinte realizará um percurso em Papamóvel até o templo da Sagrada Família, onde a missa começará às 10:00 da manhã. O veículo de Bento XVI dará um passeio pelos arredores do templo para poder saudar a multidão que seguirá a celebração desde o exterior.

Na celebração, durante a qual terá lugar o rito de consagração da igreja, o Papa combinará o uso do catalão, o castelhano e o latim, como fez o Secretário de estado Vaticano, Cardeal Tarcisio Bertone, na beatificação do Pe. Josep Tous, assinalou o Cardeal Sistach.

Ao meio-dia, será rezarado o Angelus na fachada do Presépio do templo e, posteriormente, o Santo Padre almoçará com os bispos e o séquito papal, que será constituído por uma quinzena de pessoas.

O Cardeal confirmou que o Papa visitará a Obra Benéfica Social do Menino Deus em Barcelona, onde receberá as famílias de meninos com deficiências físicas e psíquicas ou enfermidades graves.

Em concreto, ele irá à Sé do Passeio Maragall, na confluência com a Ronda Guinardó, onde se encontrava a antiga Sé do antigo Hospital do Menino Deus, cuja tarefa seguem realizando as Franciscanas do Sagrado Coração desde o final do século XIX.

"O Papa estará com estas famílias, rezará com elas e escutá-las-á", explicou o cardeal, que sublinhou que esta visita se realizará com "muita austeridade" por desejo expresso tanto do Papa como do Arcebispado, que editou 30 mil folhetos para preparar a visita.

Sonho para 2026

Além da consagração do templo, que está previsto para acolher celebrações litúrgicas periódicas uma vez dedicado, D. Sistach manifestou seu "sonho" de que as obras do projecto de Gaudí culminem em 2026 quando se cumpre o centenário da morte do arquitecto catalão.

No momento, não está prevista nenhuma reunião com o presidente do governa regional catalão, José Montilla, e o protocolo de segurança que rodeará a visita está sendo trabalhado directamente com o Ministério do Interior espanhol.

Os Reis despedir-se-ão do Papa no seu regresso a Roma no Aeroporto do Prat, sendo que os Príncipes de Astúrias o receberão à sua chegada no Aeroporto de Santiago de Compostela na véspera.

(Fonte: ‘ACI Digital’ com edição adaptação de JPR)

publicado por spedeus às 00:04

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Uma tradição do segundo século afirma que os pais de Nossa Senhora, e avós de Jesus, chamavam-se Joaquim e Ana. Conforme uma lenda da Idade Média, Joaquim e Ana viviam humilhados porque não tinham filhos. Eram estéreis. Joaquim dirigiu-se então para o deserto, e ali passou, 40 dias em jejum e oração. Ao terminar os 40 dias, apareceu-lhe um anjo anunciando que teriam um filho. De facto, nasceu-lhes uma filha, à qual deram o nome de Maria.

A devoção de Santa Ana ou Sant'Ana remonta ao século VI, no Oriente. No Ocidente data de século X. A devoção a São Joaquim é mais recente.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:03

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publicado por spedeus às 00:02

São João Crisóstomo (c. 345-407), presbítero em Antioquia, depois Bispo de Constantinopla, Doutor da Igreja
Homilias sobre São Mateus, 2-3 (a partir da trad. Véricel, L'Evangile commenté, pp. 144-145)
A parábola do fermento

O Senhor apresenta a seguir a imagem do fermento: [...] da mesma forma que este fermento transmite a sua força à massa da farinha, também vós transformareis o mundo inteiro. [...] Não levanteis objecções, dizendo: Que podemos fazer, nós que somos apenas doze, no meio de tão grande multidão? Aquilo que demonstrará o brilho do vosso poder será precisamente o facto de enfrentardes a multidão sem recuar. [...] É Cristo que dá ao fermento o poder que ele tem: Ele misturou na multidão aqueles que tinham fé n'Ele, para que comuniquemos os nossos conhecimentos uns aos outros. Não Lhe censuremos, pois, o pequeno número dos Seus discípulos, pois o poder da mensagem é enorme; e, quando a massa tiver fermentado, tornar-se-á fermento para o resto. [...]

Mas se doze homens fermentaram a terra inteira, que maus somos nós que, apesar de sermos em número considerável, não conseguimos converter os que nos rodeiam, quando tal número deveria ser suficiente para ser fermento de milhares de mundos! – Mas estes doze, dizeis vós, eram os Apóstolos! – E depois? Não estavam nas mesmas condições que nós? Não habitavam também nas cidades? Não partilhavam também o nosso destino? Não exerciam também uma profissão? Seriam anjos descidos do céu? Dizeis que eles fizeram milagres? Mas não é por isso que os admiramos. Até quando falaremos dos seus milagres para esconder a nossa preguiça? [...] – Então de onde vem a grandeza dos Apóstolos? – Do seu desprezo pelas riquezas, de seu desdém pela glória. [...] É a maneira de viver que dá o verdadeiro brilho e que faz descer a graça do Espírito Santo.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:01

São João Crisóstomo (c. 345-407), presbítero em Antioquia, depois Bispo de Constantinopla, Doutor da Igreja
Homilias sobre São Mateus, 2-3 (a partir da trad. Véricel, L'Evangile commenté, pp. 144-145)
A parábola do fermento

O Senhor apresenta a seguir a imagem do fermento: [...] da mesma forma que este fermento transmite a sua força à massa da farinha, também vós transformareis o mundo inteiro. [...] Não levanteis objecções, dizendo: Que podemos fazer, nós que somos apenas doze, no meio de tão grande multidão? Aquilo que demonstrará o brilho do vosso poder será precisamente o facto de enfrentardes a multidão sem recuar. [...] É Cristo que dá ao fermento o poder que ele tem: Ele misturou na multidão aqueles que tinham fé n'Ele, para que comuniquemos os nossos conhecimentos uns aos outros. Não Lhe censuremos, pois, o pequeno número dos Seus discípulos, pois o poder da mensagem é enorme; e, quando a massa tiver fermentado, tornar-se-á fermento para o resto. [...]

Mas se doze homens fermentaram a terra inteira, que maus somos nós que, apesar de sermos em número considerável, não conseguimos converter os que nos rodeiam, quando tal número deveria ser suficiente para ser fermento de milhares de mundos! – Mas estes doze, dizeis vós, eram os Apóstolos! – E depois? Não estavam nas mesmas condições que nós? Não habitavam também nas cidades? Não partilhavam também o nosso destino? Não exerciam também uma profissão? Seriam anjos descidos do céu? Dizeis que eles fizeram milagres? Mas não é por isso que os admiramos. Até quando falaremos dos seus milagres para esconder a nossa preguiça? [...] – Então de onde vem a grandeza dos Apóstolos? – Do seu desprezo pelas riquezas, de seu desdém pela glória. [...] É a maneira de viver que dá o verdadeiro brilho e que faz descer a graça do Espírito Santo.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
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São Mateus 13,31-35

31 Propôs-lhes outra parábola, dizendo: «O Reino dos Céus é semelhante a um grão de mostarda que um homem tomou e semeou no seu campo.32 É a mais pequena de todas as sementes, mas, depois de ter crescido, é maior que todas as hortaliças e chega a tornar-se uma árvore, de modo que as aves do céu vêm aninhar nos seus ramos».33 Disse-lhes outra parábola: «O Reino dos Céus é semelhante ao fermento que uma mulher toma e mistura em três medidas de farinha até que tudo esteja fermentado».34 Todas estas coisas disse Jesus ao povo em parábolas; e não lhes falava sem parábolas,35 a fim de que se cumprisse o que estava anunciado pelo profeta, que diz: “Abrirei em parábolas a Minha boca, publicarei as coisas escondidas desde a criação do mundo”».
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25
Jul 10
publicado por spedeus às 18:00

 

Seguindo as pegadas de São Josemaría no Peru, o Prelado do Opus Dei, D. Javier Echevarría, esteve em Cañete a 13 de Julho, no mesmo dia em que o Fundador do Opus Dei aí esteve também, passados 36 anos. Centenas de famílias receberam-no com muito afecto, no Santuário da Mãe do Amor Formoso, e reuniu-se com elas num encontro familiar sobre recordações, perguntas e respostas.

O Prelado do Opus Dei fez referência à imagem da Virgem Maria que presidia à reunião e que fora uma oferta de São Josemaria a Cañete. Lembrou: “Estava presente quando o artista ia fazendo esta imagem de Nossa Senhora. São Josemaria estava então muito presente. Fazia a sua oração acompanhando o artista porque procurava converter tudo em oração. Dizia-lhe: fá-la muito bonita, muito bonita, e fá-la muito peruana, muito peruana!”

Um filho com paralisia cerebral
Angélica Padilla contou que um dos seus cinco filhos tem paralisia cerebral. O Prelado do Opus Dei respondeu-lhe que a dor é uma carícia de Deus, e ela não está ausente na vida das mulheres e dos homens. Lembrou o que dizia São Josemaria, que “só a partir da cruz se podem amar todas as almas”, e acrescentou: “Tendes um tesouro em casa, e os pais dos doentes são o tesouro da Igreja”.

As coisas pequenas no trabalho

Ernesto Alarcón, chefe do pessoal de limpeza do Instituto Valle Grande, fez uma pergunta sobre como cuidar as coisas pequenas no trabalho. D. Javier Echevarría falou-lhe da santificação do trabalho e da importância de cuidar das coisas pequenas por amor de Deus.

“Tu és uma testemunha daquilo que São Josemaria repetiu durante toda a vida: que não há profissões que não sejam importantes, e a tua tem muita categoria, porque consegues com a tua dedicação, com o amor a Deus que pões ao olhar com atenção todos os recantos, ao saber que produtos limpam os vários tipos de nódoas, tu sabes deixar a brilhar estes espaços para que as pessoas perguntem por que se esmera tanto, e se lhes pode dizer: porque há pessoas que fazem as suas tarefas com amor a Deus”, disse-lhe D. Javier Echevarría.

Entrega das Chaves da Cidade

O alcaide da província de Cañete, o Eng. António Espinoza, fez-lhe a entrega da Deliberação do Município pela qual lhe foi atribuído o título honorífico de “Visitante Ilustre da província de Cañete”, e também das “Chaves da Cidade”, realçando o trabalho que há mais de 40 anos o Opus Dei vem promovendo em Cañete.
D. Javier Echevarría recordou os começos do trabalho apostólico na Prelatura de Yauyos, Cañete e Huarochirí: “Para aqui vieram os primeiros sacerdotes acompanhados de D. Ignacio de Orbegozo, e posso assegurar-vos que ele amava com loucura esta terra. Passou por Cañete, por Yauyos, por Huarochirí e andava por essas terras, montado muitas vezes numa mula, outras vezes andando a pé e rezando sempre, pelas pessoas que viviam aí há mais de cinquenta anos e também por vós”, recordou.

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)

publicado por spedeus às 15:24

Vídeo em espanhol

Nas palavras dirigidas aos milhares de pessoas congregadas neste domingo ao meio dia no pátio interno do palácio apostólico de Castelgandolfo para a recitação do Angelus, o Papa Bento XVI comentou o Evangelho do dia que nos apresenta Jesus recolhido em oração, um pouco isolado dos seus discípulos. Quando terminou um deles disse-lhe: Senhor, ensina-nos a orar. Jesus não fez objecções, não falou de formulas estranhas ou exotéricas, mas com muita simplicidade disse: “Quando orardes, dizei: Pai… e – salientou Bento XVI – ensinou o Pai Nosso.

O Papa recordou que o Evangelista Lucas transmite-nos o Pai Nosso numa forma mais breve em relação aquela do Evangelho de São Mateus que entrou no uso comum. 

Encontramo-nos perante as primeiras palavras da Sagrada Escritura que aprendemos desde meninos. Elas imprimem-se na memoria, plasmam a nossa vida, acompanham-nos até ao último respiro. Desvelam que nós não somos ainda de maneira completa filhos de Deus, mas devemos sê-lo e cada vez mais, mediante uma nossa comunhão com Jesus cada vez mais profunda.

Esta oração - acrescentou depois o Papa acolhe e exprime também as necessidades humanas materiais e espirituais. E precisamente por causa das necessidade e das dificuldades de cada dia, Jesus exorta com força “pedi e dar-vos - ão. Procurai e achareis. Batei e hão-de abrir-vos”.

Não é um pedir para satisfazer a própria vontade, quanto sobretudo manter viva esta amizade com Deus o qual – diz sempre o Evangelho – dará o Espírito àqueles que Lh’o pedem”.

Bento XVI recordou que neste Domingo ocorre a festa do Apostolo São Tiago, que deixou o pai e o trabalho de pescador para seguir Jesus e por Ele deu a vida, o primeiro entre os Apóstolos. E de coração dirigiu um pensamento especial aos peregrinos que acorrerem numerosos a Santiago de Compostela, pedindo á Virgem Maria que nos ajude a redescobrir a beleza e a profundidade da oração cristã.

Não faltou nesta domingo uma saudação do Papa em língua portuguesa:

Saúdo também os peregrinos de língua portuguesa, especialmente o grupo de brasileiros vindos da diocese de Blumenau. Agradecido pela amizade e orações, sobre todos invoco os dons do Espírito Santo para serem verdadeiras testemunhas de Cristo no meio das respectivas famílias e comunidades que de coração abençoo.

Depois da recitação do Angelus Bento XVI manifestou profunda dor pela tragédia de Duisburg, onde morreram 19 pessoas. “Recordo na oração os jovens que perderam a vida – disse o Papa.

(Fonte: site Radio Vaticana)

publicado por spedeus às 13:29

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Durante um encontro no Peru, tira o terço do bolso, mostra-o aos assistentes e beija as medalhas. Em 1932, tinha escrito: “Ao rezar o Terço (…) contemplo os mistérios da vida, paixão e morte de Nosso Senhor Jesus Cristo, tomando parte activa nas acções, e acontecimentos, como testemunha e criado e acompanhante de Jesus, Maria e José”.

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)

publicado por spedeus às 13:23

Se a virtude tivesse de ser imediatamente recompensada com um favor temporal, a virtude seria um bom negócio, a abstenção do pecado, um hábil empréstimo. Seria o fim de toda a moralidade: procuraríamos o bem-estar, nunca amaríamos o bem. 

(Georges Chevrot, Jesus e a Samaritana, Éfeso, 1956, pg. 77)

Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/

publicado por spedeus às 13:00

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publicado por spedeus às 00:05

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publicado por spedeus às 00:03

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[…] Comecemos com o Santo de amanhã, o apóstolo São Tiago, irmão de João, que foi o primeiro mártir entre os apóstolos. Era um dos três mais próximos do Senhor e participou tanto na Transfiguração no Monte Tabor com a sua beleza, na qual sobressaía o esplendor da divindade do Senhor como na angústia, na ansiedade do Senhor no Monte das Oliveiras, e assim viu também que o Filho de Deus, para carregar o peso do mundo, experimentou todo o nosso sofrimento e é solidário connosco. Sabeis que as relíquias de São Tiago se veneram no célebre santuário de Compostela, na Galiza, meta de numerosas peregrinações de todas as partes da Europa. A 11 de Julho passado celebrou-se São Bento, outro grande Padroeiro do "velho continente", e como sabeis, meu padroeiro desde quando fui eleito para o ministério de Pedro. Olhando para estes Santos, torna-se espontâneo deter-se a reflectir, precisamente neste momento histórico com todos os seus problemas, sobre a contribuição que o cristianismo deu e continua a oferecer à construção da Europa.

Gostaria de o fazer voltando com o pensamento à peregrinação que o meu amado Predecessor, o Servo de Deus João Paulo II fez, em 1982, a Santiago de Compostela, onde realizou um célebre "Acto europeísta", durante o qual pronunciou estas memoráveis palavras, de grandíssima actualidade, que agora repito: "Eu, Bispo de Roma e Pastor da Igreja universal, dirijo-te de Santiago, ó velha Europa, um grito cheio de amor; volta a ti mesma; sê tu mesma! Reaviva as tuas raízes. Revive aqueles valores autênticos que tornaram a tua história gloriosa e a tua presença entre os continentes benéfica" (Insegnamenti, vol. V/3, 1982, pág. 1269). João Paulo II lançou então o projecto de uma Europa consciente da própria unidade espiritual baseada no fundamento dos valores cristãos. Ele voltou sobre este tema por ocasião da Jornada Mundial da Juventude de 1989, que teve lugar precisamente em Santiago de Compostela. Desejou uma Europa sem fronteiras, que não renegasse as raízes cristãs sobre as quais surgiu e não renunciasse ao autêntico humanismo do Evangelho de Cristo! (cf. Insegnamenti, vol. XII/2, 1989, pág. 328). Como permanece Les Combes 24 de Julho de 2005 actual este seu apelo, à luz dos recentes acontecimentos do continente europeu!

Bento XVI – excerto Angelus do dia 24 de Julho de 2005 em Le Combres
publicado por spedeus às 00:01

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Tiago (o Maior), filho de Zebedeu e de Salomé, era irmão do evangelista São João. Seu pai estava presente quando os dois irmãos, dentro de em um barco no lago de Genesaré, receberam o pedido de Jesus para O acompanharem: “eles, abandonaram o barco e seu pai e seguiram-nO,” demonstrando vontade decidida e índole forte. Talvez por isso, receberam de Jesus o apelido de “filhos do trovão”.

Como os outros discípulos, Tiago foi perseguido pelas autoridades judaicas e preso. No seu cárcere, sofreu todo tipo de tortura e flagelo. Mesmo assim, sentia muito orgulho de estar sendo torturado por amor a Jesus.

Segundo uma tradição, o apóstolo Tiago teria sido o primeiro evangelizador da Espanha e as suas relíquias teriam sido levadas para Compostela, uma das metas mais procuradas pelos peregrinos na Europa.

(Fonte: Evangelho Quotidiano)
publicado por spedeus às 00:00

Congaudeant catholici,
letentur cives celici,
die ista.

Clerus pulcris carminibus
studeat atque cantibus,
die ista.

Hec est dies laudabilis,
divina luce nobilis,
die ista.

Qua Iacobus palacia
ascendit ad celestia,
die ista.

Vincens Herodis gladium
accepit vite bravium,
die ista.

Ergo carenti termino
Benedicamus Domino,
die ista.

Magno patri familias
solvamus laudis gracias,
die ista.
publicado por spedeus às 00:00

24
Jul 10
publicado por spedeus às 22:50

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publicado por spedeus às 18:56

publicado por spedeus às 18:00

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Estou convencido que durante muito tempo se vão multiplicar os dizeres, escritos e falados, sobre esta entrevista, achando uns que está muito bem, outros que se ficou aquém do que poderiam esperar e, outros, com mais ruído e virulência, manifestarão um incómodo que não conseguem disfarçar.

Sim, é verdade, as palavras do Senhor Bispo incomodam, diria eu, toda a gente.

Talvez na Igreja portuguesa haja quem pense que terá dito de mais; haverá católicos que talvez aduzam que, os Senhores Bispos, não se devem meter “nestas coisas”.

Outros desejariam que o Senhor D. Carlos tivesse marcado uma data, um local para dar início à enormíssima manifestação que desejam.

Por mim, estou muito contente e satisfeito com o que ouvi. Não houve uma escolha desmesuradamente cautelosa de palavras, não houve exaltação absolutamente nenhuma, não se viu, sequer, uma tomada de posição em nome de seja quem for. O Senhor D. Carlos Azevedo falou em nome próprio com a liberdade e o direito que é reconhecido a qualquer cidadão e com a justa medida que a sua experiência pastoral e profundo conhecimento da sociedade portuguesa lhe ditaram.

É verdade… lançou uma ideia para resolver alguns dos problemas mais prementes: o desconto voluntário de parte dos salários auferidos pelos políticos ou detentores de cargos públicos. Esta é uma sugestão do Senhor Bispo, não é uma recomendação da Igreja Católica Portuguesa.

Houve políticos, pelo menos um, que seraficamente adiantou uma citação evangélica: «não saiba a tua mão direita o que faz a esquerda». Esqueceu-se porém do contexto desta recomendação de Jesus Cristo. De facto Ele disse-o a propósito da esmola. (Mt 6, 2-3)

O Senhor Bispo não falou de esmolas, falou de justiça social que é algo completamente diferente.

Quem recebe proventos – salários ou pensões – que totalizam num mês aquilo que muitos portugueses não ganham em vários anos de trabalho, tem de concordar que se situa num patamar na escala social que a enormíssima maioria não conhece, ou sequer, sonha. Que esses proventos advêm de um trabalho de altíssima qualidade, em lugares de enorme responsabilidade… pode ser, à luz da lei, estará certo, mas nem por isso deixa de constituir uma desigualdade e um enormíssimo desrespeito para com a sociedade que servem ou serviram.

Também falou, o Senhor D. Carlos, sobre bancos e banqueiros. Existindo para ganhar dinheiro, obviamente, um banco não é uma instituição de misericórdia, fundamentalmente serve-se do dinheiro de uns a quem paga 1 para emprestar a outros de quem cobra 5, mas, de facto e como muito bem frisou, esse dinheiro não lhes pertence.

Porque é que estas coisas vêm à praça pública pela voz de um Bispo da Igreja Católica Portuguesa?

Porque o momento é gravíssimo, cresce diariamente o número de pessoas, famílias inteiras que mal vivem com o pouquíssimo que têm. A Igreja Católica Portuguesa que é o maior “benemérito” da nossa sociedade através das inúmeras obras de solidariedade social, institutos, hospitais, acções directas junto das populações numa lista interminável de apoios, subsídios, ajudas faz tudo isto com o dinheiro que os católicos portugueses lhe confiam, só que, agora, devido ao momento que vivemos, esses fundos não chegam para acudir ao número crescente dos que precisam.

Não vamos dissecar palavra por palavra o que o Senhor D. Carlos disse, estabelecendo comparações e aventando críticas.

Vamos fazer o que, no fim e ao cabo, pediu à sociedade portuguesa: 

Vamos, todos, ajudar conforme pudermos e a nossa consciência nos dite!


Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/

publicado por spedeus às 18:00

Durante o Angelus de domingo 18 de Julho Bento XVI falou das férias como tempo de escuta

A Palavra de Deus é eterna e dá sentido ao nosso agir quotidiano: "o resto passará e ser-nos-á tirado". Dirigindo-se aos fiéis reunidos em Castelgandolfo para o Angelus de domingo 18 de Julho, Bento XVI recordou a importância de aproveitar o momento das férias para ouvir a Palavra de Deus.

Queridos irmãos e irmãs!

Já estamos a meio do Verão, pelo menos no hemisfério boreal. Este é o período no qual as escolas estão fechadas e se concentra a maior parte das férias. Também as actividades pastorais das paróquias são reduzidas, e eu próprio suspendi durante um período as audiências. Este é portanto um momento favorável para dar o primeiro lugar ao que efectivamente é mais importante na vida, ou seja, a escuta da Palavra do Senhor. Recorda-no-lo também o Evangelho deste domingo, com o célebre episódio da visita de Jesus à casa de Marta e Maria, narrado por São Lucas (10, 38-42).

Marta e Maria são duas irmãs; têm também um irmão, Lázaro, que contudo neste caso não comparece. Jesus passa pela sua aldeia e diz o texto Marta hospeda (cf. 10, 38). Este pormenor dá a entender que, das duas, Marta é a mais idosa, a que governa a casa. De facto, depois de Jesus ter entrado, Maria senta-se aos seus pés e ouve-o, enquanto Marta andava atarefada com muitos serviços, certamente devidos ao Hóspede extraordinário. Parece que vemos a cena: uma irmã que anda toda atarefada, e a outra como que raptada pela presença do Mestre e das suas palavras. Um pouco depois Marta, evidentemente ressentida, não resiste mais e protesta, sentindo-se até no direito de criticar Jesus: "Senhor, não se Te dá que a minha irmã me deixe só a servir? Diz-lhe, pois, que me venha ajudar". Marta pretenderia até ensinar o Mestre! Mas Jesus, com grande calma, responde: "Marta, Marta e este nome repetido exprime afecto andas inquieta e perturbada com muitas coisas; mas uma só é necessária. Maria escolheu a melhor parte, que não lhe será tirada" (10, 41-42). A palavra de Cristo é claríssima: nenhum desprezo pela vida activa, nem muito menos pela generosa hospitalidade; mas uma chamada clara ao facto de que a única coisa deveras necessária é outra; ouvir a Palavra do Senhor; e o Senhor naquele momento está ali, presente na Pessoa de Jesus! Tudo o resto passará e ser-nos-á tirado, mas a Palavra de Deus é eterna e dá sentido ao nosso agir quotidiano.

Queridos amigos, como dizia, esta página do Evangelho adapta-se como nunca ao tempo das férias, porque recorda o facto de que a pessoa humana deve trabalhar, comprometer-se nas ocupações domésticas e profissionais, mas antes de tudo precisa de Deus, que é a luz interior de Amor e de Verdade. Sem amor, até as actividades mais importantes perdem valor, e não dão alegria. Sem um significado profundo, todo o nosso fazer reduz-se a um activismo estéril e desorganizado. E quem nos dá o Amor e a Verdade, a não ser Jesus Cristo? Portanto, aprendamos a ajudar-nos uns aos outros, a colaborar, mas antes ainda a escolher juntos a parte melhor, que é e será sempre o nosso maior bem.

(© L'Osservatore Romano - 24 de Julho de 2010)

publicado por spedeus às 17:15

publicado por spedeus às 17:12

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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