«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

27
Nov 10
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São Lucas 21,34-36

 

34 «Velai, pois, sobre vós, para que não suceda que os vossos corações se tornem pesados com o excesso do comer e do beber e com os cuidados desta vida, e para que aquele dia não vos apanhe de improviso;35 porque ele virá como uma armadilha sobre todos os que habitam a superfície de toda a terra.36 Vigiai, pois, orando sem cessar, a fim de que vos torneis dignos de evitar todos estes males que devem suceder, e de aparecer com confiança diante do Filho do Homem».

publicado por spedeus às 00:00

26
Nov 10

A santidade compõe-se de heroísmos. Por isso, no trabalho pede-se-nos o heroísmo de rematar bem as tarefas que nos cabem, dia após dia, embora se repitam as mesmas ocupações. Se não, não queremos ser santos!

 

(São Josemaría Escrivá - Sulco, 529)

 

Perguntaste-me o que podes oferecer ao Senhor. Não necessito de pensar na resposta: as mesmas coisas de sempre, mas mais bem acabadas, com um remate de amor, que te leve a pensar mais n'Ele e menos em ti.

 

(São Josemaría Escrivá - Sulco, 495)

 

Ao retomar as tuas ocupações normais, escapou-te uma espécie de grito de protesto: sempre a mesma coisa!

 

E eu disse-te: – Sim, sempre a mesma coisa. Mas essa actividade vulgar, igual à dos teus companheiros de profissão, há-de ser para ti uma oração contínua, com as mesmas palavras íntimas, mas cada dia com música diferente.

 

É missão muito nossa transformar a prosa desta vida em decassílabos, em poesia heróica.

 

(São Josemaría Escrivá - Sulco, 500)

 

Coloca na tua mesa de trabalho, no teu quarto, na tua carteira... uma imagem de Nossa Senhora, e dirige-Lhe o olhar ao começar as tuas tarefas, enquanto as realizas, e ao terminá-las. Ela te alcançará – eu to garanto – a força necessária para fazeres da tua ocupação um diálogo amoroso com Deus.

 

(São Josemaría Escrivá - Sulco, 531)

publicado por spedeus às 21:00

A cultura dominante, aquela que é difusa no areópago mediático coloca-se em relação á verdade com uma atitude céptica e relativista, considerando-a como uma simples opinião e por conseguinte considerando possíveis e legitimas muitas verdades.

 

Recordou o Papa Bento XVI recebendo nesta sexta feira em audiência no Vaticano os representantes da federação italiana dos semanários católicos, para sublinhar a importância da tarefa dos media católicos.

 

Os órgãos de informação são chamados a servir com coragem a verdade, para ajudar a opinião publica a olhar e a ler a realidade dum ponto de vista evangélico. Trata-se de apresentar as razões da fé, que, enquanto tais, vão para além de qualquer visão ideológica e têm pleno direito de cidadania no debate publico. Desta exigência nasce o vosso empenho constante no sentido de dar voz a um ponto de vista que seja o espelho do pensamento católico em todas as questões éticas e sociais”.

 

(Fonte: site Rádio Vaticano)

publicado por spedeus às 20:27

A vida fraterna é um dos aspectos que os jovens mais procuram quando se aproximam da vida religiosa e a fraternidade é um elemento profético numa sociedade fortemente individualista. Além disso é a fraternidade que ajuda a não acomodar-se com os critérios deste mundo: o individualismo, o consumismo e o materialismo. Foi o que sublinhou o Papa durante a audiência aos participantes na assembleia-geral da União dos superiores gerais. Na audiência encontrava-se também a direcção da união internacional das superioras gerais.

 

Bento XVI incitou também os superiores e as superioras das ordens religiosas a recordarem que uma parte importante da animação espiritual e do governo é a procura comum dos meios para favorecer a comunhão, a comunicação recíproca, o calor e a verdade nas relações recíprocas.

 

Depois de ter recomendado a centralidade da Palavra de Deus na vida religiosa, Bento XVI salientou que a vida fraterna é um dos aspectos que mais atraem os jovens, um elemento profético importante que os religiosos oferecem a uma sociedade fortemente individualista.

 

Sem o discernimento acompanhado pela oração e pela reflexão a vida consagrada corre o perigo de adoptar os critérios deste mundo: individualismo, consumismo, materialismo; critérios que destroem a fraternidade e fazem perder fascínio e mordente á própria vida consagrada

 

(Fonte: site Rádio Vaticano)

publicado por spedeus às 20:16

publicado por spedeus às 18:00

publicado por spedeus às 14:11

Amanhã, em todo o mundo católico, reza-se pela vida nascente.

 

O pedido partiu do Papa que, preocupado com os ataques e desrespeito pela vida humana desde a sua concepção, convida os bispos e fiéis de todas as dioceses dos cinco continentes a unirem-se com ele numa vigília de oração a favor de uma cultura da vida e do amor.

 

Como se tem dito – a propósito desta iniciativa – o Ocidente gasta mais dinheiro a fazer abortos do que a ajudar quem quer ter filhos. É uma espécie de tiro no pé, sobretudo na Europa que, assim, ao matar através do aborto, rouba a si própria as suas grandes esperanças.

 

O próprio Papa, no seu mais recente livro - “A luz do mundo” - interroga-se quantas crianças mortas poderiam vi a ser génios, trazer algo novo à humanidade, dar origem a um novo Mozart ou até mesmo inventar novas tecnologias. E é preciso não esquecer toda a capacidade humana que é destruída quando se exclui os fetos como seres humanos, cuja dignidade e direito à vida merecem o nosso respeito.

 

Bento XVI pede-nos para rezarmos com ele por esta intenção.

 

Aura Miguel

 

(Fonte: site Rádio Renascença)

publicado por spedeus às 10:27

Pensemos bem nisto: enquanto vivemos esta vida terrena, vivemos para morrer ou para viver?

Se vivemos em Cristo, vivemos para viver, porque em Cristo não há morte, nem Ele nos deixa morrer.

 

(JMA, sobre Morte 7, 2010.10.26)

 

Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/

publicado por spedeus às 10:10

“Esta é a vontade de Deus: a vossa santificação”. Quando escutamos com atenção este brado de S. Paulo, sentimo-nos comovidos e bate em nós com mais força o nosso coração. Hoje, mais uma vez o repito a mim mesmo e também o recordo a vós e à Humanidade inteira: esta é a vontade de Deus, que sejamos santos. Para pacificar as almas com uma paz autêntica, para transformar a Terra, para procurar no mundo e através das coisas do mundo a Deus Nosso Senhor, é indispensável a santidade pessoal”. É assim que começa a homilia que prega neste dia.

 

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)

publicado por spedeus às 09:59

França condecorou recentemente com a Légion d'honneur, uma mulher que venceu o sindroma locked-in mas vive tetraplégica há 30 anos. Maryannick Pavageau, de 56 anos de idade, recebeu esta distinção por anos de luta pela dignidade dos deficientes e incapacitados.

 

Em 1984, quando tinha 29 anos, sofreu um AVC que a deixou completamente paralisada. Durante meses esteve em coma. Quando acordou, só conseguia mexer as pálpebras. Mais tarde recuperou alguma fala e um pouco de movimentos nalguns dedos. Mas continuava a precisar de apoio profissional

permanente quando voltou para casa, passados 32 meses no hospital.

 

Tinha marido e uma filha de dois anos, e mal conseguia comunicar com eles. Deve ter sido arrasador para uma mulher activa, que trabalhava como advogada e conselheira matrimonial.

 

Mas a Senhora Pavageau é uma mulher de determinação e coragem. "Quando descobri o estado em que estava, nunca me ocorreu perguntar - Porquê a mim?", disse ela. "Em vez disso, dizia - O que virá a seguir?"

 

Apesar de sofrer de incapacidades extremas, conseguiu criar a sua filha Myriam - que é hoje Diplomata -, viajou distâncias como Roma ou Pequim e tornou-se activista pelos portadores de deficiência contra a eutanásia. Jean Leonetti, médico cardiologista e deputado no Parlamento Francês, que em 2008 escreveu um relatório para o Governo que fechou a porta à legalização da eutanásia, ficou tão impressionado com a sua inteligência e coragem que dedicou um capítulo inteiro do seu livro sobre eutanásia para descrever como ela foi capaz de suportar a sua deficiência. Pôs-lhe o título "A força imóvel".

 

A entrevista que a Senhora Pavageau deu ao Dr. Leonetti, quando este recolhia material para o seu relatório, é muito comovente.

 

"Toda a situação dolorosa inspira respeito, mas dizer isso é suficiente quando as pessoas pedem ajuda? Devemos apurar o significado das palavras, distanciar-nos e não nos deixarmos apanhar pelas ondas da emoção. Vamos distinguir aquilo que é apresentado como um gesto de amor e o que é, efectivamente, um grande clamor e busca desesperada de amor.

 

"Chegou certamente a altura em que as associações que defendem os mais fracos devem juntar-se ao debate em curso e afirmar, inequivocamente, que todas as pessoas, apesar da sua incapacidade, a sua deficiência ou desânimo, ocupam um lugar na sociedade e não há limites para a dignidade humana."


"Confesso que por vezes me sinto desencorajada. Fico completamente esgotada...


Mas como resposta ao nosso profundo estado de desânimo, teremos somente direito a um "gesto de amor" final, tal como é hipocritamente chamado?


Reconheço absolutamente que a nossa situação pode por vezes ser difícil. Mesmo que possa haver alívio para a dor física, existe o sofrimento mental. Mas pode aguentar-se, não se está sozinho. Devemos alimentar a esperança, nem que seja no progresso da ciência."

 

Depois de receber a condecoração esta semana, a Senhora Pavageau, residente em Sainte Nazaire, na costa atlântica, deu uma entrevista sobre a sua vida a um jornal local.

 

"Toda a vida vale a pena ser vivida", disse ela. "Pode ter beleza, apesar do estado em que nos encontrarmos. E a mudança é sempre possível. É esta a mensagem de esperança que quero transmitir. Sou firmemente contra a eutanásia porque não é o sofrimento físico que conduz o nosso desejo de morrer, mas sim um momento de desânimo e falta de coragem, sentirmo-nos um peso... Todos os que pedem para morrer procuram essencialmente amor".

 

Apesar da sua paralisia e da permanente necessidade de apoio especializado, ela foi animada a lutar pela sua vida pelo amor que dedica à sua Família. "A minha vida não é o que eu poderia ter sido, mas é a minha vida. Até ao fim, tenho sido fiel aos meus valores. Tinha o amor do meu marido e da minha filha Myriam, que tinha dois anos nessa altura e que me deu força para poder lutar. Mesmo com as dificuldades que tinha para falar, a Myriam sempre me entendeu.

 

Há dois anos atrás, a Senhora Pavageau escreveu um artigo em que critica duramente a discussão sobre a eutanásia nos meios de comunicação social. "As declarações públicas produzem danos colaterais inesperados entre pessoas que sofrem doenças graves como o Sindroma Locked-in. Somos consumidores permanentes de programas de televisão e de rádio. Em resposta ao nosso profundo desânimo - e quem está livre disso? - só nos oferecem este direito final, hipocritamente baptizado como um sinal de amor".

 

"Um estudo recente sobre a qualidade de vida de doentes que sofrem do sindroma locked-in verificou, para grande surpresa dos profissionais de medicina, que à pergunta, ‘se tivesse um ataque de coração quereria ser reanimado?', a grande maioria de nós respondeu que Sim".

 

Ela está orgulhosa de ter sido investida como Cavaleiro da Legião de Honra, a condecoração francesa mais elevada, embora veja nisso o reconhecimento de todos aqueles que foram feridos na sua dignidade ao serem chamados "vegetais". A Senhora Pavageau sorri e diz ao repórter, "Se alguém me tivesse dito que isto ia acontecer-me algum dia, eu nunca teria acreditado!"

 

Michael Cook (editor de MercatorNet)

 

Aceprensa

publicado por spedeus às 00:02

Vigília mundial decorre a 27 de Novembro e chama católicos a mobilizar-se contra o aborto

 

Por iniciativa de Bento XVI, a Igreja Católica vai celebrar, em todo o mundo, uma vigília de oração pela “vida nascente”, no próximo dia 27 de Novembro.

 

O próprio Papa vai assinalar a data, na Basílica de São Pedro, com a celebração das I vésperas do início do Advento, tempo litúrgico que antecede o Natal. A intenção é “promover o compromisso e o testemunho eclesial por uma cultura da vida e do amor”.

 

“O tempo de preparação para o Santo Natal é um momento propício para invocar a protecção divina sobre cada ser humano chamado à existência, também como acção de graças a Deus pelo dom da vida recebido dos nossos pais”, disse o Papa, no Vaticano, a 14 de Novembro.

 

O prefeito da Congregação para o Culto Divino e a Disciplina dos Sacramentos, cardeal Antonio Cañizares Llovera, e o presidente do Conselho Pontifício para a Família, cardeal Ennio Antonelli, enviaram uma carta aos presidentes das Conferências Episcopais de todo o mundo, convidando os bispos a promoverem celebrações e iniciativas de oração análogas na suas Igrejas.

 

A missiva dos responsáveis do Vaticano propõe a adoração eucarística para “dar graças ao Senhor que, com a doação total de si mesmo, deu sentido e valor a toda a vida humana, e para invocar a protecção de todo ser humano chamado à existência”.

 

O semanário Agência ECCLESIA apresenta um conjunto de textos que ajudam a enquadrar esta iniciativa e, ao mesmo tempo, ilustrar o empenho da Igreja Católica em defesa da vida, nas suas mais diversas fases e nas mais diversas circunstâncias.

 

Para o padre Duarte da Cunha, secretário-geral do Conselho das Conferências Episcopais da Europa (CCCE), “a necessidade de defender a vida humana desde a concepção é sentida hoje em todos os países da Europa e do mundo”.

 

“A legislação que tende a ser cada vez mais permissiva e a deixar as crianças desprotegidas e as mães abandonadas a si mesmas é algo que, infelizmente, ainda está em fase de expansão. É estranho que na Europa se gaste mais dinheiro a fazer abortos do que a ajudar quem quer ter filhos e as instituições de apoio à vida”, indica este responsável, no texto que assina, apelando a “políticas justas que defendam a vida, sobretudo a mais vulnerável”.

 

Walter Osswald, conselheiro do Instituto de Bioética da Universidade Católica Portuguesa, considera que a “teoria do plano inclinado, segundo a qual o que se permite excepcionalmente rapidamente se torna usual, aplica-se claramente ao abortamento: inicialmente tolerado em situações especiais, tornou-se acessível a qualquer mulher nas primeiras dez semanas”. No outro extremo da vida humana, na velhice, “há sinais que levam a admitir como provável a proposta de leis que legalizem a eutanásia e o suicídio assistido”.

 

“Assim, a vida, supremo valor, como tal reconhecida por todos, começa a ser ofendida, desprestigiada, negada. É indispensável, é necessário que todas as pessoas de boa vontade examinem estes problemas e se proclamem defensoras da vida, independentemente das suas convicções políticas ou da presença ou ausência de um credo religioso”, alerta o especialista.

 

Para o padre João Gonçalves, da diocese de Aveiro, “uma vida humana é sempre uma vida, seja ela entregue a um sábio, seja dada a um indigente de todas as pobrezas, limitações ou fracassos”.

 

“Conheço pessoas na Prisão e na Rua. Algumas parecendo ter perdido tudo, desde o emprego, a saúde, a família, os amigos e até o nome. E há quem seja tentado a perguntar se também esta gente ‘merece’ viver, e se a sociedade ainda tem tempo e dinheiro a perder com pessoas que nada fazem de útil, para si ou para os outros”, assinala o coordenador nacional da Pastoral dos reclusos e presidente da direcção das «Florinhas do Vouga».

 

Esta edição destaca ainda a corrente «Oração pela Vida» (www.oracaopelavida.org). “Desejamos que este projecto seja verdadeiramente factor de união, pois a oração não é política, não é polémica, não pode trazer divisões, e com a flexibilidade de forma que propomos, pode sem dúvida fazer parte da vida de todas as paróquias, movimentos e grupos dentro da Igreja”, escreve Thereza Ameal.

 

(Fonte: site Agência Ecclesia)

publicado por spedeus às 00:02

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«Se fores, portanto, apresentar uma oferta sobre o altar e ali te recordares de que o teu irmão tem alguma coisa contra ti, deixa lá a tua oferta diante do altar, e vai primeiro reconciliar-te com o teu irmão; depois, volta para apresentar a tua oferta»

 

(S. Mateus 5,23-24)

 

 

«A verdadeira reconciliação entre homens que são adversários e inimigos entre si, só é possível, se se deixarem, simultaneamente, reconciliar com Deus».

 

(João Paulo II)

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Orígenes (c. 185-253), presbítero e teólogo

Homilias sobre o Génesis, n°12, 5 (a partir da trad. SC 7, p. 307 rev.)

 

«O céu e a terra passarão, mas as Minhas palavras não hão-de passar»

 

«Bebe a água das tuas fontes e dos teus poços, e que a tua fonte seja realmente tua» (Pr 5, 15.17). Tu que me escutas, tenta ter um poço teu e uma fonte tua; deste modo, quando pegares nas Escrituras, também tu conseguirás descobrir, por ti mesmo, alguma interpretação. Sim, de acordo com o que aprendeste na Igreja, tenta beber da fonte do teu espírito. No interior de ti próprio existe [...] «a água viva» (Jo 4, 10); há canais inesgotáveis e rios engrossados com o sentido espiritual das Escrituras, desde que não estejam obstruídos com terra e entulho. Neste caso, o que é preciso fazer é cavar e limpar, ou seja, expulsar a preguiça do espírito e sacudir o torpor do coração. [...]

 

Purifica, pois, o teu espírito, para que um dia bebas das tuas fontes e extraias a água viva dos teus poços. Porque se recebeste em ti a palavra de Deus, se recebeste de Jesus a água viva e se a recebeste com fé, ela tornar-se-á em ti «fonte de água que brota para a vida eterna» (Jo 4, 14).

 

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

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São Lucas 21,29-33

 

29 Acrescentou esta comparação: «Vede a figueira e todas as árvores.30 Quando começam a desabrochar, conheceis que está perto o Verão.31 Assim, também, quando virdes que acontecem estas coisas, sabei que está próximo o reino de Deus.32 Em verdade vos digo que não passará esta geração sem que todas estas coisas se cumpram.33 Passará o céu e a terra, mas as Minhas palavras não hão-de passar.

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25
Nov 10

Quando o receberes, diz-lhe: – Senhor, espero em Ti; adoro-te, amo-te, aumenta-me a fé. Sê o apoio da minha debilidade, Tu, que ficaste na Eucaristia, inerme, para remediar a fraqueza das criaturas.

 

(São Josemaría Escrivá - Forja, 832)

 

Assistindo à Santa Missa, aprenderemos a falar, a privar com cada uma das Pessoas divinas: com o Pai, que gera o Filho, que é gerado pelo Pai; e com o Espírito Santo, que procede dos dois. Habituando-nos a privar intimamente com qualquer uma das três Pessoas, privaremos com um único Deus. E se falarmos com as três, com a Trindade, privaremos também com um só Deus, único e verdadeiro. Amai a Santa Missa, meus filhos, amai a Santa Missa! E que cada um de vós comungue com ardor, mesmo que se sinta gelado, mesmo que não haja correspondência por parte da emotividade. Comungai com fé, com esperança e com caridade inflamada.

 

Não ama Cristo quem não ama a Santa Missa e quem não se esforça no sentido de a viver com serenidade e sossego, com devoção e com carinho. 0 amor transforma aqueles que estão apaixonados em pessoas de sensibilidade fina e delicada. Leva-os a descobrir, para que se não esqueçam de os pôr em prática, pormenores que são por vezes mínimos, mas que trazem a marca de um coração apaixonado. É assim que devemos assistir à Santa Missa. Por este motivo, sempre pensei que aqueles que querem ouvir uma missa rápida e atabalhoada demonstram com essa atitude, já de si pouco elegante, que não conseguiram aperceber-se do significado do Sacrifício do altar.

 

O amor a Cristo, que se oferece por nós, anima-nos a saber encontrar, uma vez terminada a Santa Missa, alguns minutos de acção de graças pessoal e íntima, que prolonguem no silêncio do coração essa outra acção de graças que é a Eucaristia.

 

(São Josemaría Escrivá - Cristo que passa, 91–92)

publicado por spedeus às 22:00

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publicado por spedeus às 11:09

A alma passa a fazer parte da “família” Divina, num estado de grandeza, impassibilidade e felicidade totais, gozando para todo o sempre da presença de Deus na companhia da Santíssima Virgem dos Anjos e de todos os Santos.

 

(AMA, comentário sobre Paraíso 6, 2010.10.20)

 

Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/

publicado por spedeus às 10:59

Escreve: “Não te perturbes se, ao considerar as maravilhas do mundo sobrenatural, sentes a outra voz – íntima, insinuante – do “homem velho”. É “o corpo de morte” a clamar pelos seus foros perdidos... Basta-te a graça: sê fiel e vencerás”.

 

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)

publicado por spedeus às 09:41

publicado por spedeus às 00:03

publicado por spedeus às 00:02

«Trata-se de um meio necessário que Deus nos confia na terra, alongando os nossos dias e tornando-nos participes do Seu poder criador, para que ganhemos o nosso sustento e simultaneamente, recolhamos ‘frutos para a vida eterna ‘ (Jo, IV, 36)

 

(S. Josemaría Escrivá - Amigos de Deus, nº 57)

 

 

Quando comecei a frequentar os meios de formação do Opus Dei, para além da linguagem directa, incisiva entusiasmante do seu fundador, que apenas recebi através da leitura e visão de alguns dos vídeos existentes, a ideia da santificação pelo trabalho atraiu-me logo.

 

Devo confessar, que inicialmente não certamente pelos melhores motivos, pois, por pura vaidade e falta de visão sobrenatural, via-a como uma mais-valia estritamente pessoal.

 

A frequência assídua desse meios de formação fizeram-me perceber que o meu ‘eu’ era o menos importante, remeter a Deus Nosso Senhor tudo que de bom fazemos no nosso dia-a-dia e pedir-Lhe ajuda para corrigir os erros, tendo-O sempre em mente, bem como as pessoas com quem lidamos, e procurarmos através dos nossos actos e do esmero nas tarefas que executamos, desde as mais simples, ser exemplos de vida cristã, era e é de facto o mais importante.

 

Mas atenção, não é tarefa fácil e com frequência a vaidade tenta ‘pôr a cabeça de fora’, mas Ele tem sempre a sua mão estendida para nos ajudar, saibamos nós ter a humildade de nos socorrermos d’Ele directamente ou por intercessão da Virgem Maria, do nosso Anjo da Guarda e dos Santos de nossa devoção.

 

JPR

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Catecismo da Igreja católica §§ 668-671

 

Cristo voltará na Sua glória

 

«Cristo morreu e voltou à vida para ser Senhor dos mortos e dos vivos» (Rom 14, 9). A ascensão de Cristo aos Céus significa a Sua participação, em Sua humanidade, no poder e autoridade do próprio Deus. Jesus Cristo é Senhor: Ele possui todo o poder nos Céus e na Terra. Está «acima de todo o principado, poder, virtude e soberania», porque o Pai «tudo submeteu a Seus pés» (Ef 1, 20-22). Cristo é o Senhor do cosmos e da história. N'Ele, a história do homem e, até, a Criação inteira encontram a sua «recapitulação» (Ef 1, 10), o seu acabamento transcendente.

 

Como Senhor, Cristo é também a cabeça da Igreja, que é o Seu corpo. Elevado aos Céus e glorificado, tendo assim cumprido plenamente a Sua missão, continua na Terra por meio da Igreja. A redenção é a fonte da autoridade que, em virtude do Espírito Santo, Cristo exerce sobre a Igreja. «A Igreja, ou seja, o Reino de Cristo já presente em mistério», «gérmen e principio deste mesmo Reino na Terra» (LG 3.5).

 

Depois da ascensão, o desígnio de Deus entrou na sua consumação. Estamos já na «última hora» (1 Jo 2,18). [...]

 

Já presente na Sua Igreja, o Reino de Cristo, contudo, ainda não está acabado «em poder e glória» (Lc 21, 27) pela vinda do Rei à terra. Este Reino ainda é atacado pelos poderes do mal, embora estes já fossem potencialmente vencidos pela Páscoa de Cristo. Até que tudo Lhe tenha sido submetido, «enquanto não se estabelecem os novos céus e a nova terra, em que habita a justiça, a Igreja peregrina, nos seus sacramentos e nas suas instituições, que pertencem à presente ordem temporal, leva a imagem passageira deste mundo e vive no meio das criaturas que gemem e sofrem as dores do parto, esperando a manifestação dos filhos de Deus» (LG 48). Por este motivo, os cristãos oram, sobretudo na Eucaristia, para que se apresse o regresso de Cristo, dizendo-Lhe: «Vem, Senhor» (1Cor 16, 22; Ap 22, 17.20).

 

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

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São Lucas 21,20-28

 

20 «Mas quando virdes que Jerusalém é sitiada por exércitos, então sabei que está próxima a sua desolação.21 Os que então estiverem na Judeia, fujam para os montes; os que estiverem no meio da cidade, retirem-se; os que estiverem nos campos, não entrem nela;22 porque estes são dias de vingança, para que se cumpram todas as coisas que estão escritas.23 Ai das mulheres grávidas, e das que amamentarem naqueles dias!, porque haverá grande angústia sobre a terra e ira contra este povo.24 Cairão ao fio da espada, serão levados cativos a todas as nações e Jerusalém será calcada pelos gentios, até se completarem os tempos dos gentios. 25 «Haverá sinais no sol, na lua e nas estrelas. Na terra haverá consternação dos povos pela confusão do bramido do mar e das ondas,26 morrendo os homens de susto, na expectativa do que virá sobre toda a terra, porque as próprias forças celestes serão abaladas.27 Então verão o Filho do Homem vir sobre uma nuvem com grande poder e majestade.28 Quando começarem, pois, a suceder estas coisas, erguei-vos e levantai as vossas cabeças, porque está próxima a vossa libertação».

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24
Nov 10
publicado por spedeus às 22:59

Antes de começar a trabalhar, põe sobre a tua mesa, ou junto dos utensílios do teu trabalho, um crucifixo. De vez em quando, lança-Lhe um olhar... Quando a fadiga chegar, fugir-te-ão os olhos para Jesus, e encontrarás nova força para prosseguir no teu empenho. Porque esse crucifixo é mais do que o retrato de uma pessoa querida – os pais, os filhos, a mulher, a noiva... – ; Ele é tudo: o teu Pai, teu Irmão, teu Amigo, teu Deus e o Amor dos teus amores.

 

(São Josemaría Escrivá - Via Sacra, Estação XI. n. 5)

 

Costumo dizer com frequência que, nestes momentos de conversa com Jesus, que nos vê e nos ouve do sacrário, não podemos cair numa oração impessoal. E observo também que, para meditar de modo a que se inicie imediatamente um diálogo com o Senhor, não é preciso pronunciar palavras. Precisamos, sim, de sair do anonimato e de nos pôr na sua presença tal como somos, sem nos escondermos na multidão que enche a igreja, nem nos diluirmos num palavreado oco, que não brota do coração mas de um costume desprovido de conteúdo.

 

Posto isto, acrescento agora que também o teu trabalho deve ser oração pessoal e há-de converter-se numa grande conversa com o Nosso Pai do Céu. Se procuras a santificação na tua actividade profissional e através dela, terás necessariamente de te esforçar para que ela se converta numa oração sem anonimato. E nem sequer estes teus afãs podem cair na obscuridade anódina de uma tarefa rotineira, impessoal, porque nesse mesmo instante teria morrido o aliciante divino que anima o teu trabalho quotidiano.

 

(São Josemaría Escrivá - Amigos de Deus, n. 64)

publicado por spedeus às 21:00

publicado por spedeus às 18:51

publicado por spedeus às 18:00

publicado por spedeus às 16:21

Papa lembrou a importância da oração, sacramentos e caridade na vida de Santa Catarina de Sena, co-padroeira da Europa

 

Bento XVI vincou hoje a importância da oração e dos sacramentos, particularmente a Eucaristia, durante a alocução pronunciada no Vaticano sobre Catarina de Sena (1347-1380), co-padroeira da Europa.

 

Na décima-primeira catequese dedicada a mulheres santas desde Setembro, o Papa salientou que a vida espiritual da virgem canonizada em 1461 foi a base para o “papel eminente” que desempenhou na reforma da Igreja, num período atribulado da sua história.

 

Aos 16 anos, Santa Catarina entrou no ramo feminino da Ordem Terceira Dominicana, continuando a viver na sua família de origem, tendo-se dedicado à oração, penitência e obras de caridade, sobretudo em benefício dos doentes, lembrou Bento XVI.

 

Quando a fama da sua santidade se espalhou, foi protagonista de uma intensa actividade de aconselhamento espiritual “com todas as categorias de pessoas: nobres e políticos, artistas e gente do povo, pessoas consagradas, eclesiásticos, incluindo o Papa Gregório XI, que naquele tempo residia em Avinhão [França] e que Catarina exortou enérgica e eficazmente a regressar a Roma”.

 

“Viajou muito para insistir na reforma interior da Igreja e para favorecer a paz entre os Estados”, motivo pelo qual o Papa João Paulo II a declarou co-padroeira da Europa, lembrando as “raízes cristãs” que constituem o alicerce da sua identidade.

 

“Os seus ensinamentos são de tal riqueza que o Servo de Deus [Papa] Paulo VI a declarou Doutora da Igreja em 1970”, assinalou Bento XVI.

 

Uma das dimensões mais importantes da espiritualidade de Santa Catarina de Sena é o “cristocentrismo”, isto é, a centralização em Cristo, que considerava ser “uma ponte lançada entre o céu e a terra”.

 

O Papa exortou os católicos a imitar esta “união profunda” através da oração, meditação da Bíblia e dos sacramentos, “recebendo frequentemente e com devoção a Santa Comunhão”, origem de renovação da esperança e da caridade.

 

À semelhança de “não poucos santos”, Santa Catarina cultivou “o dom das lágrimas”, através do qual se renovam os sentimentos vividos por Cristo junto a Lázaro, Marta e Maria e diante de Jerusalém, afirmou Bento XVI.

 

Referindo-se à importância de Santa Catarina de Sena na espiritualidade dos padres, o Papa recordou que apesar de ela estar consciente “das imperfeições humanas dos sacerdotes”, manteve uma “enorme reverência” por eles, exortando-os a serem “fiéis às suas responsabilidades”, movidos “sempre e apenas pelo seu amor profundo e constante pela Igreja”.

 

O Papa sublinhou que “também hoje a Igreja recebe um grande benefício do exercício da maternidade espiritual de muitas mulheres, consagradas e leigas”.

 

Aos peregrinos de língua portuguesa, Bento XVI disse que “Santa Catarina de Sena ensina que a ciência mais sublime consiste em amar Jesus Cristo e a sua Igreja. Segui o exemplo desta santa, amando Jesus com coragem e sinceridade, para assim alcançardes a paz e a alegria que vêm de Deus”.

 

Sena (Siena), cidade italiana onde Santa Catarina nasceu e morreu, localiza-se a 250 km a Noroeste de Roma.

 

(Fonte: site Agência Ecclesia)

publicado por spedeus às 12:19

Escreve: “Um amigo é um tesouro. – Quanto mais... um Amigo! Onde está o teu tesouro, aí está o teu coração”.

 

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)

publicado por spedeus às 09:54

Ter medo do Inferno? Não se compreende porquê.

De facto quem acredita, em vez de temer o Inferno anseia pelo Céu. Para quem não crê, será indiferente.

 

(AMA, sobre Inferno 6, 2010.10.25)

 

Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/

publicado por spedeus às 00:10

São nomes que dispensavam apresentação. Um cientista social e um cardeal vão escalpelizar a sociedade e os seus valores. Este é o primeiro mote para uma série de encontros que se vão realizar na reitoria da Universidade do Porto. Dom José Policarpo e António Barreto vão estar frente-a-frente, no próximo dia 25 de Novembro, para assinalar o regresso dos Diálogos com a Ciência!

 

Tem uma intensa actividade pastoral. Foi reitor da Universidade Católica Portuguesa e tem cerca de 50 obras publicadas, incluindo as homílias quaresmais pronunciadas nos últimos anos.

 

Difícil não lembrar das polémicas declarações que proferiu enquanto se referia ao casamento com muçulmanas. "uma carga de sarilhos" foi a expressão que levou a comunidade muçulmana em Portugal a revelar-se magoada com as palavras do cardeal, acusadas de "discriminatórias".

 

D. José da Cruz Cardeal Policarpo nasceu em Fevereiro de 1936, e é Patriarca de Lisboa desde 1998. Foi nomeado cardeal em 2001 e desde essa data assume o título de Cardeal Patriarca de Lisboa. Estudou filosofia e teologia no Seminário dos Olivais, em Lisboa e foi ordenado sacerdote em 15 de Agosto de 1961. É também licenciado em Teologia Dogmática, em 1968 pela Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, com a tese "Teologia das Religiões não cristãs". Depois de ter feito o curriculum ad lauream, defendeu na Pontifícia Universidade Gregoriana uma tese subordinada ao título "Sinais dos Tempos".

 

Foi um activo colaborador do Cardeal Patriarca D. António Ribeiro, tendo sido seu vigário-geral. Foi nomeado arcebispo coadjutor de Lisboa em 1997, tendo por isso direito de sucessão. Com o falecimento do Cardeal Patriarca D. António Ribeiro, D. José da Cruz Policarpo sucedeu como 16º Patriarca de Lisboa.

 

António Barreto é autor de uma vasta bibliografia. Dedicou a sua investigação a temas como a emigração, o socialismo e a reforma agrária, a evolução da sociedade portuguesa, comportamentos políticos, retrato da região do Entre Douro e Minho, entre outros.

 

Começou por estudar Direito na Universidade de Coimbra, mas foi em Sociologia que se licenciou, na Universidade de Genebra, onde também se doutorou e trabalhou como assistente. Foi investigador do Instituto de Pesquisas das Nações Unidas para o Desenvolvimento Social e do Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, de onde se jubilou. Foi professor de Sociologia nas Faculdades de Ciências Sociais e Humanas e de Direito da Universidade Nova de Lisboa.

 

Tem uma longa carreira política. Foi militante do Partido Comunista Português entre 1963 e 1970 e em1974 aderiu ao Partido Socialista. Foi eleito deputado à Assembleia Constituinte no ano seguinte. Foi membro do VI Governo Provisório, como secretário de Estado do Comércio Externo, e do I Governo Constitucional, como ministro do Comércio e Turismo, primeiro, e da Agricultura e Pescas, depois. Apoiou o projecto da Aliança Democrática, de Francisco Sá Carneiro. Entre 1987 e 1991 regressou ao Parlamento, como deputado à Assembleia da República, pelo PS. Afastou-se definitivamente do partido na década de 1990.

 

Os encontros para debater "Economia e Finanças", "Responsabilidade Social", "Ocidente vs Islão" e todas as questões ligadas à "Regionalização" vão continuar, uma vez por mês, até Março do próximo ano. Sempre à Quinta-feira. Para assinalar na agenda!

 

(Fonte: site ‘noticia.up.pt em http://noticias.up.pt/catalogo_noticias.php?ID=6210&intSelectedMenu=4)

publicado por spedeus às 00:02

publicado por spedeus às 00:02

«Entrar na Igreja e honrar as imagens sagradas e as veneradas cruzes, não basta por si só para agradar a Deus, como tão-pouco lavar as mãos é suficiente para estar completamente limpo. O que verdadeiramente é grato a Deus, é que o homem fuja do pecado e limpe as suas manchas pela confissão e pela penitência. Que quebre as cadeias das suas culpas com humildade do coração.»

 

(Sermo de Sancta Synaxis – Santo Atanásio Sinaita)

 

Termos a humildade de nos sabermos pecadores e de recorrer frequentemente ao Sacramento da Penitência é um bom caminho, mas ainda que a misericórdia de Deus Nosso Senhor seja infinita, é nosso profundo dever e obrigação lutarmos pela eliminação dos nossos erros.

 

Sejamos modestos e criemos propósitos alcançáveis e como diz o ditado ‘devagar se vai ao longe’, sempre sabendo que a nossa luta é interminável.

 

JPR

 

«O poder de Deus manifesta-se na nossa fraqueza, e incita-nos a lutar, a combater os nossos defeitos, mesmo sabendo que nunca obteremos completamente a vitória durante este caminhar terreno. A vida é um constante começar e recomeçar, uma renovação em cada dia»

 

(S. Josemaría Escrivá - Cristo que passa, 114)

publicado por spedeus às 00:02

publicado por spedeus às 00:01

Santo Agostinho (354-430), Bispo de Hipona (África do Norte) e Doutor da Igreja

Sermão 306

 

«Pela vossa constância é que sereis salvos»

 

Queres alcançar a vida onde estarás para sempre liberto do engano? Quem não o quererá? [...] Todos queremos a vida e a verdade. Mas como o conseguir? Que caminho seguir? É verdade que não chegámos ainda ao termo da viagem, mas vislumbramo-lo, já [...], aspiramos à vida e à verdade. Ambas as coisas estão em Cristo. Que direcção tomar, para as alcançarmos? «Eu sou o Caminho», disse Ele. «Eu sou o Caminho, a Verdade e a Vida» (Jo 14, 6).

 

Eis o que os mártires realmente amaram; eis por que motivos ultrapassaram o amor a bens presentes e efémeros. Não vos surpreenda a sua coragem; foi o amor que, neles, venceu o sofrimento [...]; trilhemos os seus passos, de olhos postos n'Aquele que é o seu e o nosso Chefe; se desejarmos alcançar tão grande felicidade, não temamos passar por caminhos difíceis. Aquele que no-lo prometeu é verdadeiro; Ele é fiel, Ele não nos enganaria. [...] Por que temer as duras vias do sofrimento e da tribulação? O próprio Salvador as sofreu.

 

Responderás: «Mas era Ele, o Salvador !» Lembra-te de que os apóstolos também passaram por esses caminhos. Dirás: «Eram apóstolos !». Eu sei. Mas não te esqueças de que, depois deles, um grande número de homens como tu passaram por semelhantes provações [...]; e mulheres, também [...]; e crianças, mesmo meninas muito pequenas, passaram por tal caminho de provação. Será ainda tão duro, esse caminho afinal já aplanado por tantos que o percorreram?

 

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

publicado por spedeus às 00:00

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São Lucas 21,12-19

 

12 Mas antes de tudo isto, lançar-vos-ão as mãos e vos perseguirão, entregando-vos às sinagogas e às prisões e vos levarão à presença dos reis e dos governadores por causa do Meu nome.13 Isto vos será ocasião de dardes testemunho.14 Gravai, pois, nos vossos corações o não premeditar como vos haveis de defender,15 porque Eu vos darei uma linguagem e uma sabedoria à qual não poderão resistir, nem contradizer, todos os vossos inimigos.16 Sereis entregues por vossos pais, irmãos, parentes e amigos, e farão morrer muitos de vós;17 e sereis odiados de todos por causa do Meu nome;18 mas não se perderá um só cabelo da vossa cabeça.19 Pela vossa perseverança salvareis as vossas almas.

publicado por spedeus às 00:00

23
Nov 10

Em entrevista exclusiva com a agência ACIPrensa, que encabeça o grupo ACI do qual ACI Digital faz parte, o jornalista Peter Seewald, autor de “A Luz do Mundo”, o livro-entrevista com o Papa Bento XVI, sustenta que o Pontífice não só é uma das maiores mentes da Igreja Católica”mas “um grande mestre espiritual” e nesta nova obra surpreenderá inclusive os católicos com suas “palavras proféticas” sobre os grandes temas que afectam a Igreja e o mundo.

 

Para Seewald, Bento XVI é um grande educador, “um mestre espiritual” para uma humanidade que ainda não valoriza sua capacidade de escutar a todos e oferecer, sem medo e a partir do Evangelho, uma resposta ao homem de hoje.

 

Em diálogo com a ACI, o jornalista alemão explica que “no livro fala-se em geral da crise da Igreja, de seu Pontificado, assim como dos dramáticos problemas da sociedade” sem deixar de lado “como é que em si o Pontificado enfrenta os escândalos de abuso sexual, o que é o que isto trará consigo; como vai levar adiante a reforma da Igreja; qual é a atitude frente ao Islamismo; como é que esta crise afecta nosso tempo”.

 

“Inclusive dentro da Igreja também existem alguns que não gostam que o Papa seja tão aberto mas se assombrarão com suas palavras proféticas neste livro”, sustenta.

 

O autor lamenta que muitos se equivoquem ao considerar o Papa como um homem conservador e duro. Bento XVI “uma das maiores mentes da Igreja Católica; uma pessoa de muito coração, e – assim deve ser - um lutador por natureza, que se mantém de pé ante uma tormenta, alguém que não tem medo”, assegura.

 

“É um homem que pensa, diz o que pensa e ademais faz o que diz; não diz as coisas externamente, mas é um homem autêntico, fiel à sua personalidade”, acrescenta Seewald.

 

O jornalista surpreende-se que na Alemanha, terra natal de Joseph Ratzinger, “não se aprecie a grande sorte que temos de ter na Igreja um Papa como Bento XVI, que é um dos maiores pensadores de nosso tempo e definitivamente um dos maiores homens”.

 

“Os cardeais sabiam muito bem quando o escolheram, que para este tempo não havia ninguém melhor que o Cardeal Joseph Ratzinger. De facto podemos ver os últimos cinco anos, que são um testemunho de que, com a graça do Espírito Santo, tomaram a decisão correcta”, assegura Seewald.

 

Para o jornalista nem as notícias sobre abusos sexuais usadas tantas vezes para atacar o Papa Bento XVI, podem desmerecer seu Pontificado “e tudo o que se obteve neste tempo”.

 

Neste sentido, Seewald também sustenta que é necessário melhorar as relações entre o Vaticano e a imprensa secular para evitar as confusões da imprensa, muitas vezes mal intencionadas; e espera que a atitude de abertura permanente do Papa -especialmente para com os não católicos - seja melhor apreciada no futuro, junto à sua capacidade de combater “os aspectos negativos dos avanços”.

 

“A sua mensagem na realidade é um chamamento dramático à Igreja e ao mundo, mas também um chamamento a uma tomada de consciência para que se tome uma posição. A humanidade está em um momento de decisões, um momento para aprender, para redescobrir-se”, acrescentou Seewald no diálogo com a agência ACI Prensa.

 

Sobre Peter Seewald

 

O jornalista de origem alemão Peter Seewald nasceu em 1954 no seio de uma família católica da região de Passau. Actualmente vive em Munique. Como adolescente recebeu a influência esquerdista do 68 alemão, que levou-lhe a romper com a Igreja aos 19 anos de idade. Em 1981 começou a trabalhar em meios de comunicação social como os semanários Der SpiegelStern e o jornal Südddeutsche Zeitung. Desde 1993 se concentrou em temas religiosos como jornalista e escritor.

 

Em 1996 publicou seu primeiro livro sobre o então Cardeal Joseph Ratzinger, "O sal da terra", baseado em uma longa entrevista que determinou a volta Seewald à Igreja. Esse livro e o seguinte, "Deus e o mundo", editado no ano 2000, foram traduzidos para vinte e cinco línguas.

 

No verão passado, Seewald manteve uma segunda e extensa entrevista durante vários dias com o agora Papa Bento XVI na residência de Castelgandolfo. Deste diálogo publicou seu terceiro livro sobre o Pontífice intitulado "A luz do mundo".

 

A entrevista na íntegra pode ser vista em:

http://www.acidigital.com/Documentos/peterseewald.htm


(Fonte: ‘ACI Digital’ com ligeiríssimas adaptações de JPR)

publicado por spedeus às 22:52

Os verdadeiros obstáculos que te separam de Cristo – a soberba, a sensualidade... – superam-se com oração e penitência. E rezar e mortificar-se é também ocupar-se dos outros e esquecer-se de si próprio. Se viveres assim, verás como a maior parte dos contratempos que tens, desaparecem.

 

(São Josemaría Escrivá - Via Sacra, Estação X. n. 4)

 

Falas e não te escutam. E, se te escutam, não te entendem. És um incompreendido!... De acordo. De qualquer forma para que a tua cruz tenha todo o relevo da Cruz de Cristo, é preciso que trabalhes agora assim, sem te ligarem importância. Outros te entenderão.

 

(São Josemaría Escrivá - Via Sacra, Estação III. n. 4)

 

Quantos, com a soberba e a imaginação, se metem nuns calvários que não são de Cristo!

 

A Cruz que deves levar é divina. Não queiras levar nenhuma cruz humana. Se alguma vez caíres nessa armadilha, rectifica imediatamente: bastar-se-á pensar que Ele sofreu infinitamente mais por nosso amor.

 

(São Josemaría Escrivá - Via Sacra, Estação III. n. 5)

 

Por muito que ames, nunca amarás bastante.

 

O coração humano tem um coeficiente de dilatação enorme. Quando ama, dilata-se num crescendo de carinho que supera todas as barreiras.

 

Se amas o Senhor, não haverá criatura que não encontre lugar no teu coração.

 

(São Josemaría Escrivá - Via Sacra, Estação VIII. n. 5)

publicado por spedeus às 22:00

«Luz do Mundo», apresentado no Vaticano, resulta de entrevista ao jornalista alemão Peter Seewald

 

O livro "Luz do Mundo - O Papa, a Igreja e os Sinais dos Tempos", que resulta de uma entrevista entre Bento XVI e o jornalista alemão Peter Seewald, foi apresentado esta Terça-feira no Vaticano.

 

Bento XVI dá-se a conhecer pelas suas próprias palavras e várias passagens (ver notícias relacionadas) foram já divulgadas por agências de notícias e pelo próprio jornal do Vaticano, «L’Osservatore Romano», merecendo grande destaque na imprensa mundial.

 

Peter Seewald assegura que Bento XVI não fugiu a nenhuma das 90 perguntas nem “modificou as palavras pronunciadas”, propondo apenas “pequenas correcções” na transcrição final.

 

O resultado é, para o autor, um diálogo franco e directo sobre os mais variados temas, desde as questões fundamentais para a Igreja e sociedade em geral aos seus filmes preferidos ou os Santos da sua devoção.

 

O Papa confessa que depois da sua eleição, em Abril de 2005, esperava encontrar “paz e tranquilidade”, lembrando assim os sentimentos que surgiram naquela altura.

 

A reflexão inicia o livro, com 18 capítulos, numa secção intitulada “Os Papas não caem do céu”, com Bento XVI a afirmar que estava “seguríssimo” de que não seria ele o escolhido para suceder a João Paulo II.

 

Quanto às primeiras palavras proferidas, quando se apresentou como “trabalhador na vinha do Senhor”, o Papa diz que sempre “trabalhou em equipa”, como um de muitos operários, e que o líder da Igreja Católica “não é um monarca absoluto, que toma decisões sozinho e faz tudo por si próprio”.

 

Bento XVI fala num “fio condutor” na sua vida: “O Cristianismo dá alegria, alarga os horizontes. Em definitivo, uma existência vivida sempre e apenas «contra» seria insuportável”.

 

"Temos sobretudo de procurar que as pessoas não percam Deus de vista. Temos de procurar que elas reconheçam o tesouro que possuem. Temos de procurar que, depois, elas próprias, a partir da força da sua própria fé, entrem no confronto com o secularismo e consigam concretizar a separação dos espíritos. Este enorme processo é a verdadeira, a grande missão deste tempo", afirma.

 

O Papa fala de “forças de destruição” na sociedade actual e pede atenção quando se trata de avaliar a sua missão, mostrando-se preparado para as críticas: “Se recebesse apenas consensos, teria de perguntar-se se estaria a anunciar verdadeiramente o Evangelho”.

 

“Pobre mendigo diante de Deus”, Bento XVI diz que, perante a modernidade, é necessária uma “grande luta espiritual” para afastar e distinguir “aquilo que se está a tornar uma contra-religião”.

 

A Igreja, observa, não é um “aparelho”, pronta para “fazer de tudo”, mas um “organismo vivo, que vem do próprio Cristo”, apesar dos seus limites.

 

Bento XVI convida a falar do “mundo melhor” para lá da vida material, professado pela fé cristã, e não apenas em “respostas concretas para o hoje, soluções para as tribulações quotidianas”.

 

O Papa diz que os temas da eternidade são como “pão duro” para a humanidade de hoje, pelo que os cristãos têm de “encontrar palavras e modos novos para permitir ao homem destruir o muro do som do finito”.

 

Num excerto da obra, Bento XVI afirma que pode haver casos pontuais, “justificados”, em que admite o caso do preservativo.

 

O Vaticano veio já a público desmentir algumas “interpretações” dadas a estas palavras e, em comunicado do seu porta-voz, padre Federico Lombardi, sublinha que “o Papa não justifica moralmente o exercício desordenado da sexualidade, mas defende que o uso do preservativo para diminuir o perigo de contágio é «um primeiro acto de responsabilidade», «um primeiro passo na estrada para uma sexualidade mais humana», mais do que o não fazer uso do mesmo expondo o outro a um risco de vida”.

 

A conversa entre Bento XVI e Seewald - que já por duas vezes tinha entrevistado Joseph Ratzinger, ainda cardeal – decorreu na residência pontifícia de Castelgandolfo, perto de Roma, entre os dias 26 e 31 de Julho.

 

As duas anteriores entrevistas a Seewald tornarem-se os «best-sellers» "Deus e o mundo" (2001) e "O Sal da Terra" (1997). O livro estará disponível em Portugal no final de Novembro.

 

(Fonte: site Agência Ecclesia)

publicado por spedeus às 18:58

publicado por spedeus às 18:51

Transmissões em directo a partir da Capelinha das Aparições www.fatima.pt

 

Desde 13 de Novembro, dia de peregrinação mensal em que sempre se faz memória da aparição de Nossa Senhora em Fátima, a Imagem de Nossa Senhora do Rosário de Fátima passou a estar permanentemente na sua peanha na Capelinha das Aparições.

 

Esta alteração – até ao momento a Imagem era retirada pelas 23:45 e recolocada na peanha pelas 6:00, ou por ocasião da primeira celebração no local – pretende sobretudo dar resposta aos muitos pedidos recebidos no Santuário.

 

As mensagens recebidas eram provenientes de internautas que se apresentavam como devotos de Nossa Senhora de Fátima, muitos deles de famílias de emigrantes portugueses, que, em outros locais do mundo, com fusos horários diferentes, nem sempre viam a Imagem de Nossa Senhora, por estar recolhida no interior da Capelinha das Aparições.

 

Apesar do gosto de muitas pessoas, em assistir, em Fátima ou através da página na Internet, à celebração diária da recolha da Imagem de Nossa Senhora de Fátima, pesou nesta decisão o pedido dos devotos de todo o mundo, para quem era mais difícil encontrar um momento em que pudessem ver a Imagem.

 

No momento actual, uma média diária de 4.000 visitantes de todo o mundo acede a esta parte das transmissões em directo online. Concretamente em relação ao último mês/Outubro de 2010, este mesmo serviço foi utilizado 131.733 vezes. Um pouco à semelhança daquilo que acontece todos os meses do ano, os dias 12 e 13 registam sempre o maior número de visitantes. No caso, a 12 de Outubro ligaram-se à câmara web 5.300 visitantes. A 13 de Outubro: 8.317.

 

O projecto de transmissão online a partir da Capelinha das Aparições foi iniciado em Janeiro de 2009. Está inserido na página oficial do Santuário de Fátima na Internet www.fatima.pt.

 

O total mensal de utilizadores no Web site em Outubro de 2010 foi de 209.424.

 

No “Top” dos países que mais acedem a este site destaca-se actualmente Portugal, depois a Itália, Brasil, Polónia, Argentina e França.

 

Outros países, embora menos representados, são o Reino Unido, Estados Unidos, Eslováquia, Alemanha, China e Japão.

 

Por ocasião da peregrinação do Santo Padre Bento XVI a Fátima, a 12 e 13 de Maio deste ano, o site www.fatima.pt registou 75.156 visitantes. 37.080 cibernautas acompanharam as celebrações através da transmissão em directo online, neste caso com imagens realizadas pela TVI, estação que em Fátima conduziu os trabalhos televisivos, em acordo estabelecido entre todos ao canais portugueses

 

LeopolDina Simões

 

Boletim Informativo do Santuário de Fátima – 22 de Novembro de 2010

publicado por spedeus às 18:39

publicado por spedeus às 18:00

Este “Juízo Particular” pode ter “recurso” no Juízo Final?

Não, o Juízo Final não fará mais que confirmar a sentença que Jesus Cristo deu à nossa alma. Talvez que, a grande diferença esteja na “assistência” já que será, também, um Juízo Universal onde estarão presentes todas as almas criadas por Deus desde o princípio dos tempos.

 

(AMA, comentário sobre Juízo 6, 2010.10.25)

 

Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/

publicado por spedeus às 09:40

“Cada alma vale todo o sangue de Cristo, e merece que estudemos cada alma, como estuda o que vai lapidar um diamante em bruto, o método que vai utilizar para que brilhe mais e valha mais”, diz perante as centenas de pessoas que o escutam na escola desportiva Brafa, Barcelona.

 

(Fonte: site de S. Josemaría Escrivá http://www.pt.josemariaescriva.info/)

publicado por spedeus às 09:32

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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