«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

05
Nov 10

Concílio Vaticano II

Constituição sobre a Igreja no mundo contemporâneo «Gaudium et Spes», § 34

 

«Enchei a terra e submetei-a» (Gn 1, 28)

 

O homem, criado à imagem de Deus, recebeu o mandamento de dominar a terra com tudo o que ela contém e governar o mundo na justiça e na santidade; e de, reconhecendo Deus como Criador universal, orientar-se a si e ao universo para Ele; de maneira que, estando todas as coisas sujeitas ao homem, seja glorificado em toda a terra o nome de Deus.

 

Isto aplica-se também às actividades de todos os dias. Assim, os homens e as mulheres que, ao ganhar o sustento para si e suas famílias, de tal modo exercem a própria actividade que prestam conveniente serviço à sociedade, com razão podem considerar que prolongam com o seu trabalho a obra do Criador, ajudam os seus irmãos e dão uma contribuição pessoal para a realização dos desígnios de Deus na história.

 

Longe de pensar que as obras do engenho e poder humano se opõem ao poder de Deus, ou de considerar a criatura racional como rival do Criador, os cristãos devem, pelo contrário, estar convencidos de que as vitórias do género humano manifestam a grandeza de Deus e são fruto do Seu desígnio inefável.

 

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

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São Lucas 16,1-8

 

1 Disse também a Seus discípulos: «Um homem rico tinha um feitor, que foi acusado diante dele de ter dissipado os seus bens.2 Chamou-o, e disse-lhe: Que é isto que eu oiço dizer de ti? Dá conta da tua administração; não mais poderás ser meu feitor.3 Então o feitor disse consigo: Que farei, visto que o meu senhor me tira a administração? Cavar não posso, de mendigar tenho vergonha.4 Já sei o que hei-de fazer, para que, quando for removido da administração, haja quem me receba em sua casa.5 E, chamando cada um dos devedores do seu senhor, disse ao primeiro: Quanto deves ao meu senhor?6 Ele respondeu: Cem medidas de azeite. Então disse-lhe: Toma o teu recibo, senta-te e escreve depressa cinquenta.7 Depois disse a outro: Tu quanto deves? Ele respondeu: Cem medidas de trigo. Disse-lhe o feitor: Toma o teu recibo e escreve oitenta.8 E o senhor louvou o feitor desonesto, por ter procedido sagazmente. Porque os filhos deste mundo são mais hábeis no trato com os seus semelhantes que os filhos da luz».

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04
Nov 10

Com monótona cadência sai da boca de muitos oritornello já tão vulgar, de que a esperança é a última coisa que se perde; como se a esperança fosse um apoio para continuarmos a deambular sem complicações, sem inquietações de consciência; ou como se fosse um expediente que permite adiar sine die a oportuna rectificação do procedimento, a luta para alcançar metas nobres e, sobretudo, o fim supremo de nos unirmos com Deus.

 

Eu diria que esse é o caminho para confundir a esperança com a comodidade. No fundo, não há ânsias de conseguir um verdadeiro bem, nem espiritual, nem material legítimo; a mais alta pretensão de alguns reduz-se a evitar o que poderia alterar a tranquilidade - aparente - de uma existência medíocre. Com uma alma tímida, acanhada, preguiçosa, a criatura enche-se de egoísmos subtis e conforma-se com o facto de os dias, os anos decorrerem sine spe nec metu, sem aspirações que exijam esforço, sem os perigos da peleja: o que importa é evitar o risco do desaire e das lágrimas. Que longe se está de obter uma coisa, se se malogrou o desejo de a possuir, por temor das exigências que a sua conquista comporta!

 

Também não falta a atitude superficial dos que - inclusive com visos de afectada cultura ou de ciência - compõem poesia fácil com a esperança. Incapazes de se enfrentarem sinceramente com a sua intimidade e de se decidirem pelo bem, limitam a esperança a uma ilusão, a um sonho utópico, ao simples consolo ante as angústias de uma vida difícil. A esperança - falsa esperança! - transforma-se para estes numa frívola veleidade que a nada conduz.

 

(S. Josemaría Escrivá – Amigos de Deus, 207)

publicado por spedeus às 22:00

Amo-te, Senhor, com uma consciência não vacilante, mas firme. Feriste o meu coração com a tua palavra, e eu amei-te. Mas eis que o céu, e a terra, e todas as coisas que neles existem me dizem a mim, por toda a parte, que Te ame, e não cessam de dizer a todos os homens, de tal modo que eles não têm desculpa.

 

(Confissões – Livro X, VI, 8 – Santo Agostinho)

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O Inferno existe, é uma verdade de fé. Várias descrições têm sido feitas ao longo dos tempos – talvez a mais recente a da Beata Jacinta Marto – sobre visões do Inferno. A imaginação pode levar-nos onde quisermos mas, a verdade, é que o supremo castigo e maior suplício ou pena será a privação de ver a Deus face a face.

 

(AMA, sobre Inferno, 1, 2010.10.18)

 

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São Lucas 15,1-10

 

1 Aproximavam-se d'Ele os publicanos e os pecadores para O ouvir. 2 Os fariseus e os escribas murmuravam, dizendo: «Este recebe os pecadores e come com eles». 3 Então propôs-lhes esta parábola: 4 «Qual de vós, tendo cem ovelhas, se perde uma delas, não deixa as noventa e nove no deserto, para ir procurar a que se tinha perdido, até que a encontre? 5 E, tendo-a encontrado, a põe sobre os ombros todo contente 6 e, indo para casa, chama os seus amigos e vizinhos, dizendo-lhes: Alegrai-vos comigo, porque encontrei a minha ovelha que se tinha perdido. 7 Digo-vos que, do mesmo modo, haverá maior alegria no céu por um pecador que fizer penitência que por noventa e nove justos que não têm necessidade de penitência». 8 «Ou qual é a mulher que, tendo dez dracmas, e perdendo uma, não acende a candeia, não varre a casa, e não procura diligentemente até que a encontre? 9 E que, depois de a achar, não convoca as amigas e vizinhas, dizendo: Alegrai-vos comigo, porque encontrei a dracma que tinha perdido. 10 Assim vos digo Eu que haverá alegria entre os anjos de Deus por um só pecador que faça penitência».

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03
Nov 10

«Grita-lhe com força, porque esse grito é loucura de apaixonado: - Senhor, embora eu te ame... não te fies de mim! Ata-me a Ti, cada dia mais!»

 

(S. Josemaría Escrivá - Sulco 799)

publicado por spedeus às 22:00

“Não caias nessa doença do carácter que tem por sintomas a falta de firmeza para tudo, a leviandade no agir e no dizer, o atordoamento...: a frivolidade, numa palavra. Essa frivolidade , que – não o esqueças – torna os teus “planos” de cada dia tão vazios (“cheios de vazio”), se não reages a tempo – não amanhã: agora! – fará de tua vida um boneco morto e inútil”, deixa escrito.

(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/4-11-5)

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“Por que não te entregas a Deus de uma vez..., de verdade..., agora?!”, escreve.

(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/3-11-5)

publicado por spedeus às 07:00

Não é, primariamente, o encontro de uma verdade, mas acção do próprio Deus que dá forma à história. O seu sentido não é tornar visível ao homem a realidade divina, mas é fazer daquele que recebe a revelação o portador da história divina. Porque aqui, contrariamente à mística, Deus é o que age e é Ele que faz a salvação do homem.

 

(Fé-Verdade-Tolerância: O Cristianismo e as Grandes Religiões – Joseph Ratzinger)

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Segundo o Catecismo da Igreja Católica, §1022, Cada homem recebe em sua alma imortal a retribuição eterna a partir do momento da morte, num Juízo Particular que coloca sua vida em relação à vida de Cristo, seja por meio de uma purificação, seja para entrar de imediato na felicidade do céu, seja para condenar-se de imediato para sempre.

 

Logo após a morte, a alma apresenta-se perante Jesus Cristo que faz o juízo da mesma. O que é este “juízo”? Trata-se da “avaliação” por assim dizer, do comportamento da pessoa durante o tempo em que a alma imortal esteve unida ao corpo mortal.

 

Será como se Cristo abrisse um “livro da vida da pessoa” onde estivessem descritas as obras boas e más, os méritos e deméritos.

 

(AMA, sobre Juízo particular 1, 2010.10.18)

 

Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/

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São Lucas 14,25-33


25 Ia com Ele grande multidão de povo. Jesus, voltando-Se, disse-lhes:26 «Se alguém vem a Mim e não odeia seu pai, sua mãe, sua mulher, seus filhos, seus irmãos, suas irmãs, e até a sua vida, não pode ser Meu discípulo.27 Quem não leva a sua cruz e não Me segue não pode ser Meu discípulo.28 Porque qual de vós, querendo edificar uma torre, não se assenta primeiro para calcular a despesa e ver se tem com que a acabar?29 Para que, se depois de ter feito as fundações não a puder terminar, não comecem todos os que a virem a troçar dele, dizendo:30 Este homem começou a edificar e não pôde terminar.31 Ou qual é o rei que, estando para entrar em guerra contra outro rei, não se assenta primeiro a considerar se com dez mil homens pode ir enfrentar-se com aquele que traz contra ele vinte mil?32 Doutra maneira, quando o outro ainda está longe, enviando embaixadores, pede-lhe paz.33 «Assim pois, qualquer de vós que não renuncia a tudo o que possui não pode ser Meu discípulo.

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02
Nov 10

O magnânimo dedica sem reservas as suas forças ao que vale a pena. Por isso é capaz de se entregar a si mesmo. Não se conforma apenas com dar: dá-se.

 

E então consegue compreender a maior prova de magnanimidade: dar-se a Deus.

 

(Amigos de Deus, nº 80 – S. Josemaría Escrivá de Balaguer)

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Fiéis defuntos. “As almas do Purgatório. - Por caridade, por justiça e por um egoísmo desculpável - podem tanto diante de Deus! - tem-nas muito presentes nos teus sacrifícios e na tua oração. Oxalá que, ao falar nelas, possas dizer: "As minhas boas amigas, as almas do Purgatório...", escreve São Josemaria em Caminho.

(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/2-11-5)

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(…) quando Deus desaparece, o Homem não ganha grandeza; antes perde a dignidade divina, perde o esplendor de Deus no seu rosto. No final, torna-se apenas o produto de uma evolução cega e, com tal, pode ser usado e abusado. É precisamente isto que a experiência javascript:void(0)desta nossa época confirma. Só quando Deus é grande o Homem pode ser também grande.

 

(Homília Missa por ocasião da solenidade da Assunção de Nossa Senhora – 15/VIII/2005 – Bento XVI)

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Ter medo da morte! Ter medo da morte porquê? Não fomos nós criados por Deus no Seu infinito amor? Não é a felicidade plena o encontro com o Criador que nos ama desde sempre? Se estamos preparados, porque vivemos tentando sempre cumprir a vontade de Deus, apenas temos de confiar na Sua infinita misericórdia.

 

(JMA, sobre Morte 1, 2010.10.21)

 

Publicada por ontiano em NUNC COEPI - http://amexiaalves-nunccoepi.blogspot.com/

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São Mateus 11,25-30

 

25 Então Jesus, falando novamente, disse: «Eu Te louvo ó Pai, Senhor do céu e da terra, porque ocultaste estas coisas aos sábios e aos prudentes, e as revelaste aos pequeninos.26 Assim é, ó Pai, porque assim foi do Teu agrado.27 «Todas as coisas Me foram entregues por Meu Pai; e ninguém conhece o Filho senão o Pai; nem ninguém conhece o Pai senão o Filho, e aquele a quem o Filho o quiser revelar.28 O «Vinde a Mim todos os que estais fatigados e oprimidos, e Eu vos aliviarei.29 Tomai sobre vós o Meu jugo, e aprendei de Mim, que sou manso e humilde de coração, e achareis descanso para as vossas almas.30 Porque o Meu jugo é suave, e o Meu fardo leve».

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01
Nov 10

Descansai na filiação divina, Deus é um Pai cheio de ternura, de amor infinito. Chama-lhe Pai muitas vezes durante o dia e diz-lhe – a sós, na intimidade do teu coração – que O amas que O adoras, que sentes orgulho e a força de seres Seu filho.

 

(Amigos de Deus, nº 150 – S. Josemaría Escrivá de Balaguer)

publicado por spedeus às 22:00

Todos os Santos. Festividade de todos aqueles que gozam já da visão de Deus. “A santidade consiste em viver tal como nosso Pai dos céus dispôs que vivêssemos. É difícil? Sim, o ideal é muito elevado. Mas, por outro lado, é fácil: está ao alcance da mão. Quando uma pessoa adoece, acontece às vezes que não se consegue encontrar o remédio adequado. No terreno sobrenatural, não é assim. O remédio está sempre junto de nós: é Cristo Jesus, presente na Sagrada Eucaristia, que nos dá, além disso, a sua graça através dos outros Sacramentos que instituiu”.

(Fonte: http://www.pt.josemariaescriva.info/artigo/1-11-5)

publicado por spedeus às 07:00

Na mística prevalece o primado da interioridade, a imposição absoluta da experiência espiritual. Isto implica que Deus é pura passividade em relação ao homem, e o conteúdo da religião só pode ser a imersão do homem em Deus. Não existe qualquer acção de Deus, antes somente a «mística» do homem, a via dos graus da unificação.

 

O caminho monoteísta parte de uma convicção contrária: é o homem passivo no qual Deus actua, o homem é aquele que por si nada pode; mas, em compensação, há uma acção de Deus, um chamamento de Deus, e assim é oferecida ao homem a salvação em obediência ao seu chamamento.


(Fé-Verdade-Tolerância: O Cristianismo e as Grandes Religiões – Joseph Ratzinger)

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Hoje a Igreja universal celebra a festa daqueles que se comprometeram com Deus Pai, com o seu Reino de bondade, de justiça e de amor e, em nome Jesus Cristo, se comprometeram de maneira radical, também, com os seus semelhantes. Por isso, nesta festa, todo o povo cristão é convidado a entrar em comunhão com Deus e com todo o homem de boa vontade.

 

Como Jesus de Nazaré, somos convidados a fazer de nossa vida uma eucaristia, uma oferenda viva. Na Igreja antiga, os santos eram entregues às chamas, às feras, às torturas cruéis. Hoje, também, milhares de santos são entregues à morte, são torturados pela fome, pelo desemprego, pela doença, e silenciados pela repressão, pela intimidação, pelas ameaças de morte dos que se julgam senhores deste mundo. Mas é nas entranhas dos que sofrem, dos aflitos, dos esquecidos, que germinam, nascem e dão fruto as sementes do Evangelho de Jesus Cristo. Desta maneira, a festa de hoje é também a festa dos santos dos nossos dias, essa numerosa multidão cujo testemunho vivo é fonte perene de renovação para a Igreja.

 

(Fonte: Evangelho Quotidiano)

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Mês de Novembro que, tradicionalmente, a Igreja considera de forma mais acentuada os “Novíssimos”, nome que se dá ao que sucederá ao homem depois da morte.

 

Novembro começa logo no primeiro dia por nos lembrar Todos os Santos aqueles, conhecidos e desconhecidos que gozam na Eternidade da presença de Deus que é o fim último do homem para o qual tende desde que nasce.

 

São considerados, principalmente: Morte, Juízo, Inferno e Paraíso.

 

Logo depois, lembramos os Fiéis Defuntos, os que já partiram para a Eternidade e que lembramos com saudade tendo o dever de rezar por eles para que encontrem a plenitude do gozo eterno.

 

Consideramos também a Comunhão dos Santos, uma verdade de fé que nos conduz à certeza de que todos, os que ainda peregrinamos na terra e os que já partiram, estamos unidos na mesma “linha de comunicação” com Deus e que, uns e outros, podemos interceder e merecer consoante os casos e circunstâncias de cada um.

 

(AMA, comentário sobre Novíssimos, 2010.010.08)

 

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Concílio Vaticano II

Constituição Dogmática «Lumen Gentium», sobre a Igreja, §§ 50-51

 

Com todos os santos

 

Assim como a comunhão cristã entre os peregrinos nos aproxima mais de Cristo, assim a comunhão com os santos nos une a Cristo, de quem procedem, como de fonte e cabeça, toda a graça e a própria vida do Povo de Deus.

 

A nossa união com a Igreja celeste realiza-se de modo mais sublime quando, sobretudo na sagrada Liturgia, na qual a virtude do Espírito Santo actua sobre nós através dos sinais sacramentais, concelebramos em comum exultação os louvores da divina Majestade e, todos de todas as tribos, línguas e povos, remidos no sangue de Cristo (cf. Apoc 5, 9) e reunidos numa única Igreja, engrandecemos com um único canto de louvor o Deus uno e trino. Assim, ao celebrarmos o sacrifício eucarístico, unimo-nos no mais alto grau ao culto da Igreja celeste, comungando e venerando a memória primeiramente da gloriosa sempre Virgem Maria, de São José, dos santos Apóstolos e mártires, e de todos os santos.

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São Mateus 5,1-12

 

1 Vendo Jesus aquelas multidões, subiu a um monte e, tendo-Se sentado, aproximaram-se d'Ele os discípulos. 2 E pôs-Se a falar e ensinava-os, dizendo: 3 «Bem-aventurados os pobres em espírito, porque deles é o Reino dos Céus. 4 «Bem-aventurados os que choram, porque serão consolados. 5 «Bem-aventurados os mansos, porque herdarão a terra. 6 «Bem-aventurados os que têm fome e sede de justiça, porque serão saciados. 7 «Bem-aventurados os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia. 8 «Bem-aventurados os puros de coração, porque verão a Deus. 9 «Bem-aventurados os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus.10 «Bem-aventurados os que sofrem perseguição por amor da justiça, porque deles é o Reino dos Céus.11 «Bem-aventurados sereis, quando vos insultarem, vos perseguirem, e disserem falsamente toda a espécie de mal contra vós por causa de Mim.12 Alegrai-vos e exultai, porque será grande a vossa recompensa nos céus, pois também assim perseguiram os profetas que viveram antes de vós.

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«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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