«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

17
Out 08

O primeiro vídeo é comovente com palavras do Cardeal Dziwisz.



Foi com natural comoção que Bento XVI evocou, ontem à tarde, o seu predecessor, João Paulo II, no final da projecção do filme “Testemunho”, dedicado à figura do Papa Wojtyla, a partir de “Uma vida com Karol” - um livro-entrevista do Cardeal Dziwisz, seu secretário ao longo de 26 anos.

“Revelando episódios inéditos – comentou o Pontífice – o filme deixa transparecer a humana simplicidade, a decidida coragem e, enfim, o sofrimento do Papa Wojtyla, enfrentado até ao último momento com a têmpera de um homem da montanha e a paciência do humilde servidor do Evangelho”. “A projecção a que assistimos – afirmou o Papa Ratzinger – faz-nos voltar com o pensamento àquele final da tarde de 16 de Outubro de 1978, há 30 anos, que ficou bem impresso na memória de todos”. Foi o início de um pontificado que se pode enquadrar com duas suas expressões – observou Bento XVI:

“A primeira – Abri as portas a Cristo! Não tenhais medo! – foi vibrante, e impressionou e abalou a opinião pública, e ressoará nos seus lábios muitas mais vezes nos anos seguintes. A outra – Deixai-me ir para a casa do Senhor – pronunciou-a o Papa com dificuldade, no leito de morte, ao completar-se uma longa e frutuosa peregrinação terrena.”

“A escutar a primeira frase, eram muitos; a recolher as últimas palavras foram só alguns íntimos, entre os quais o fiel secretário D. Estanislau, agora arcebispo de Cracóvia” – observou ainda Bento XVI.O filme ontem apresentado na presença do realizador e dos autores, é um documentário enriquecido com reconstruções cinematográficas de alguns episódios da vida de Wojtyla, a partir de uma entrevista concedida pelo cardeal Dziwisz ao jornalista Gianfranco Svidercoschi.



(Fonte: site Radio Vaticana, foto JPR)
publicado por spedeus às 13:56

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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