«Creio para compreender e compreendo para crer melhor» (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9) (Santo Agostinho, Sermão 43, 7, 9)

26
Mar 09
No século XXI o matrimónio parece que não está de moda, e mais ainda, diz-se às vezes que é o túmulo amor e para contrastar essa tendência realizou-se no Auditório do Instituto João Paulo II da Universidade Lateranense de Roma o congresso Internacional sobre “O Matrimónio segundo o Apostolo Paulo”.
 
Em pleno ano jubilar paulino foram tratados temas como o matrimónio na sociedade em que vivemos, o cansaço entre os esposos, o amor e a subordinação na relação do casal. Os escritos de São Paulo continuam sendo textos antiquíssimos porém com uma actualidade que perdura com os séculos. E com ideias positivas.
 
Actualmente a percentagem de divórcios aumentou consideravelmente, em alguns lugares são muito poucos os matrimónios que se celebram e os jovens já não buscam um “Sim eu quero” para toda a vida. Algo está mudando.
 
“Trata-se de textos que inspirados pelo Espírito Santo e custodiados e vividos pela Igreja, nos chegam como o testemunho de uma verdade profunda, toda ela válida ainda hoje, que é uma mensagem permanente para cada cristão”.
 
“Continuamente existem mensagens que fazem crer que a vida humana é solitária ou que está em contínua mudança. Muda-se o casal, muda a situação e em relação à antiga questão segundo a qual o matrimónio é o túmulo do amor, hoje se vai mais além e é muito pior. As mesmas imagens publicitárias não apresentam nunca famílias. Os filmes não apresentam nunca famílias normais. A televisão mostra tudo o contrário do que normal. Assim creio que esta atmosfera tão negativa e deprimente, realmente tem um peso nas pessoas inclusive naquelas que começam com as melhores intenções. Porque logo chega a primeira dificuldade, e dificuldades se têm sempre, e se crê que a solução é aquela que todos propõem”.
 
“Em primeiro lugar se deve aceitar o outro como ele é, porque certas vezes no início matrimónio talvez se diz porém não importa. Se têm coisas que eu não gosto no outro, mudará, ou, eu poderia fazer com que mude. Em troca se tem que aceitar realmente o outro como ele é”.
 
“Creio no facto de perdoar o outro pelas coisas que me feriram, que me machucaram, isso permite sempre recomeçar desde o princípio, e o fato do sacramento e da reconciliação, de receber este perdão de Deus me ajuda depois também a perdoar o meu marido”.
 
 
 
(Fonte: H2O News com adaptação de JPR)
publicado por spedeus às 00:02

«Dá "toda" a glória a Deus. - "Espreme" com a tua vontade, ajudado pela graça, cada uma das tuas acções, para que nelas não fique nada que cheire a humana soberba, a complacência do teu "eu".» São Josemaría Escrivá – Caminho, 784 O ‘Spe Deus’ tem evidentemente um autor que normalmente assina JPR e que caso se justifique poderá assinar com o seu nome próprio, mas como o verdadeiramente importante é Deus na sua forma Trinitária, a Virgem Santíssima, a Igreja Católica e os seus ensinamentos, optou-se pela discrição.
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